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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

“Jesus faz cura no sábado!” - Claudinei M. Oliveira.


Segunda-feira, 24 de outubro  de 2012.
Evangelho: Lc  13, 10-17

           
         “A multidão inteira se alegrava com as maravilhas que ele (Jesus) fazia”.  Mestre dos Mestres sabia encantar multidões. Não fazia o encanto para aparecer, mas para alegrar os corações daqueles que O seguia.  Tinha uma paixão pelo seu povo e tratava todos com carinhos e amor.
         Tanto que não mediu esforços para curar uma mulher que amargurava dezoito anos de amarras do satanás.  A cura da filha de Deus foi num sábado, dia sagrado para os judeus. Neste dia estava reservado para oração no templo. Tempo necessário para agradecer ao Senhor pelo trabalho semanal.
         A mulher curvada representa o fardo pesado da exploração que o povo carregava para sustentar seus detentores. Para libertar esse povo nada poderia impedir. Mesmo contrariando o sistema, a ação libertadora de Jesus ocorreu. Jesus foi solícito com a mulher. Assim Deus é solícito com seu povo que precisa  de uma luz ou de uma força para reconquistar a vida.
         Jesus provoca a ira das autoridades religiosas  ao libertar a mulher. Isso jamais poderia ocorrer. Foi contra a lei humana e instaurou a lei do bem e da esperança.
         Ao ser questionado pelas autoridades religiosas, Jesus disse: “cada um de vós não solta do curral o boi ou o jumento para dar-lhe de beber, mesmo que seja dia de sábado?”  Ou seja, para fazer o bem ao outra criatura, não tem dia marcado. O tempo será determinado pela necessidade.
         A mulher estava doente. Precisa de uma intervenção. Não poderia esperar mais. O momento era oportuno para Jesus dar um testemunho do serviço. Mostrar para os fariseus que as leis humanas desumanizava o homem, empobrecia-o. Era necessário rever suas posturas e retirar o sofrimento de um cristão que não suportava o sofrimento.
         Jesus desmascara uma religião que não liberta o fardo dos cristãos, mas também impõe fardos extras nas costas do povo. A religião consiste na libertação e na humanização do homem. O papel da religião é religar as coisas de Deus aos céus, unir a vivacidade do homem com Deus, dar espaço para o Espírito Santo agir de modo livre e sem imposição.
         Portanto, a evangelização deve trazer no âmago a essência da libertação. Dar espaço para todos os cristãos desfazer os males que impedem o bem viver. Por isso Jesus arregimentava multidão, porque aliviava as dores, o sofrimento, o fardo pesado daqueles que não tinham vez na sociedade.
         O homem novo e renovado propicia uma sociedade justa e amável. Para que a sociedade seja amável é preciso que se ame de coração todas as pessoas. Ao olhar para  o Outro   que tenha um olhar de compreensão e  aliviador. Que não pense somente em si, mas possa ser companheiro e compromissado com a dignidade do outro.
         Portanto, a cura da mulher no sábado foi a quebra das regras judaica.  Seguir Jesus também significa quebrar regras criadas pelo homem. Mesmo sendo questionado pelo seguimento da Boa Nova não pode desanimar, deve sim, ganhar força para vencer as barreias. Dessa forma o Espírito Santo de Deus fortalece cada vez mais pela insistência e pela certeza que a salvação pode acontecer.

Abraços
Claudinei M. Oliveira







Um comentário:

Anônimo disse...

Eu todos os dias faço a leitura do dia e complemento com os comentários dessa equipe para complementar meus ensinamento e por em prática muito obrigado, que o Senhor Deus continue derramando benção a todos na Paz de Cristo, Jair Ferreira.

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