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quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A ORAÇÃO HUMILDE TOCA O CORAÇÃO DE DEUS – Maria de Lourdes Cury Macedo.

        
Domingo, 23 de outubro de 2016.
Evangelho de São Lucas 18, 9-14

Domingo passado refletimos sobre a oração, ela é tão importante na vida cristã que neste domingo continuamos com o mesmo tema  - oração. Jesus falava da persistência da oração e da fé ao rezar, hoje Ele acrescenta mais um elemento, a humildade. A oração é que move a nossa vida espiritual e a nossa ação missionária. Se quisermos levar avante a missão de evangelizar temos que ser alimentados pela oração.
Existem várias maneiras de rezar, umas chegam até Deus, outras chegam, mas não tocam o coração de Deus. Uma boa oração tem que ter muita humildade sincera, de coração, se reconhecer pecador e pedir a Deus a sua misericórdia. É muito eficaz aliar a perseverança com a humildade. Só o humilde espera confiante que sua oração seja atendida, que ela chegue ao coração de Deus. A oração humilde justifica, isto é, torna o homem agradável a Deus. A soberba fecha as portas da misericórdia divina.
No evangelho de hoje Jesus conta uma parábola para nos ensinar qual oração foi ouvida por Deus. Fala da oração do fariseu e do publicano.
Vamos entender primeiro quem eram eles. O fariseu era membro de um grupo entre os judeus, que se gabava de ser observante da lei até nas mínimas coisas. Eram rigorosos observadores da lei e religiosos fanáticos, que se distinguiam até no modo de vestir. O termo fariseu quer dizer “separado” também quer dizer, “perfeitos”, se consideravam mais santos que os outros, eram fiéis seguidores da Lei. Observavam os mandamentos para se mostrar. Eram excessivamente orgulhosos e arrogantes.
Publicanos eram os funcionários públicos, cobradores de impostos. Eles eram considerados como pagãos pelos judeus porque cometiam muita injustiça, cobravam a mais os impostos para ficar com uma parte e com isso enriqueciam ilicitamente.
A oração do fariseu foi de auto se elogiar, falando para Deus os seus feitos, era uma atitude de orgulho, de soberba. Ele se gloria diante de Deus, como se fosse por sua própria força que tivesse feito o bem. Ele reza como não precisasse de Deus. E ao mesmo tempo, tinha uma atitude de desprezo para com o publicano: “Não sou como esse cobrador de impostos”. O fariseu por se achar puro e santo julga e condena o publicano. A oração do fariseu não era voltada para seus erros, imperfeições, fragilidades era de elogiar-se a si mesmo e criticar o outro. A oração do fariseu não era oração. A oração supõe atitude de humildade diante de Deus e abertura da alma diante dos irmãos, atitude de se sentir pequeno e pecador diante de Deus e humildemente pedir a misericórdia dele.
O publicano, era cobrador de impostos, reconhece seus pecados, reza com humildade: “Meu Deus, tende pena de mim, que sou pecador!” Ele tem consciência de sua falta, mas confia no amor e na misericórdia de Deus. Jesus aprova a atitude do publicano e desaprova a do fariseu. Deus julga bem diferente. O fariseu julga pelas aparências. Deus tem um olhar mais profundo e não se prende às aparências.
O fariseu tinha uma posição mais bonita para rezar: de braços abertos, bem à frente, no Templo, mas estava fechado para Deus, pelo orgulho. E Deus resiste a um coração orgulhoso. Não dá sua graça a um coração orgulhoso, vaidoso, que não reconhece seus pecados e erros. A oração do fariseu não tinha nenhuma humildade, era um louvor a si mesmo e não a Deus.
Jesus aprova a atitude do publicano porque ele, com muita humildade, não estava julgando ninguém, mas a si mesmo. Reconhecia-se pecador, confiava e pedia misericórdia para Deus. Deus acolhe e ouve as aflições de quem reza com coração sincero e humilde.
Quantas vezes nós rezamos como o fariseu. Infelizmente ainda em nossas igrejas encontramos pessoas assim, vão à missa e ficam julgando as pessoas ao invés de cuidar de sua própria vida e de seus erros. Reparam se quem comunga pode ou não comungar de acordo com a Lei de Deus.  Sua oração é de julgamento. Por isso nem sempre somos atendidos ou porque rezamos mal, como o fariseu, ou porque pedimos coisas que nos são inúteis. Devemos pedir aquilo que é para o nosso bem.
Devemos rezar refletindo que estamos na presença de Deus e que temos necessidade de sua misericórdia, pois somos imperfeitos. Por isso, nossa oração deve ser humilde, atenta, devota e perseverante.
        
Abraços em Cristo!
Maria de Lourdes
                 

        

        


        

         

5 comentários:

José Efigênio Pinto disse...

MARIA DE LOURDES; Que Deus te ilumine hoje e sempre neste trabalho de evangelização, admiro todos trabalhos deste blog, muitas vezes não posto comentário más guardo dentro de mim o amor de vocês neste chamado.

José Efigênio Pinto disse...

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José Efigênio Pinto disse...

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José Efigênio Pinto disse...

MARIA DE LOURDES; Que Deus te ilumine hoje e sempre neste trabalho de evangelização, admiro todos trabalhos deste blog, muitas vezes não posto comentário más guardo dentro de mim o amor de vocês neste chamado.

Severino Fernandes disse...

Essas reflexões nós ensina e nós catequiza, sempre é bom colher mais conhecimentos pra levar aos nossos irmão que precisam tanto de informações litúrgicas e c eles aprendemos também. Obrigado, Deus te ilumine sempre.

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