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terça-feira, 19 de março de 2019

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20 DE MARÇO-QUARTA

“PODEIS BEBER O CÁLICE QUE EU VOU BEBER?” - Olivia Coutinho


  
24 DE MARÇO-DOMINGO

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REFLEXÕES RECENTES E FUTURAS



18 DE MARÇO-SEGUNDA

Jesus veio ao mundo para nos ensinar a ser parecidos com Ele-Helena Serpa


19 DE MARÇO-TERÇA

20 DE MARÇO-QUARTA

“PODEIS BEBER O CÁLICE QUE EU VOU BEBER?” - Olivia Coutinho



21 DE MARÇO-QUINTA



22 DE MARÇO-SEXTA

-Somos responsáveis pela vinha do Senhor-Mt 21,33-43.45-46-José Salviano

A maior obra do Pai é a de nos atrair novamente a Si-Helena Serpa


23 DE MARÇO-SÁBADO

- Fugir de casa não é uma decisão inteligente.-Lc 15,1-3.11-32-José Salviano

Todos nós, hoje, podemos nos considerar um filho pródigo!-Helena Serpa


24 DE MARÇO-DOMINGO

25 DE MARÇO-SEGUNDA

26 DE MARÇO-TERÇA

Não podemos abusar da compaixão de Deus-Helena Serpa


27 DE MARÇO-QUARTA

28 DE MARÇO-QUINTA

29 DE MARÇO-SEXTA

30 DE MARÇO-SÁBADO

31 DE MARÇO-DOMINGO

01 DE ABRIL-SEGUNDA

02 DE ABRIL-TERÇA

03 DE ABRIL-QUARTA

04 DE ABRIL-QUINTA

05 DE ABRIL-SEXTA

06 DE ABRIL-SÁBADO

07 DE ABRIL-DOMINGO

08 DE ABRIL-SEGUNDA

09 DE ABRIL-TERÇA

10 DE ABRIL-QUARTA

11 DE ABRIL-QUINTA

12 DE ABRIL-SEXTA
13 DE ABRIL-SÁBADO
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DOMINGO

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“PODEIS BEBER O CÁLICE QUE EU VOU BEBER?” - Olivia Coutinho


Dia 20 de Março de 2019

Evangelho de Mt20,17-20

Para o mundo, ser grande, é possuir bens, é ter fama, poder, enquanto que para Jesus, ser grande, é fazer-se pequeno, é esvaziar-se de si mesmo para se tornar dependente de Deus, um servidor do Reino!
O evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir, começa dizendo, que enquanto Jesus subia para Jerusalém, à caminho da cruz, Ele ia revelando aos discípulos o que estava por vir: “Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do homem será entregue ao sumos sacerdotes e aos mestres da lei. Eles o condenarão à morte e os entregarão aos pagãos para zombarem dele, para flagela-lo e crucifica-lo. Mas no terceiro dia ressuscitará. ” Enquanto Jesus falava do desfecho trágico de sua trajetória terrena, que culminaria com a sua morte de cruz, Tiago e João, começaram a sonhar com o poder, com honrarias... Vislumbrados com tal possibilidade, eles nem se deram conta de que Jesus estava falando do seu martírio, do que Ele iria sofrer, antes de sua glória junto ao Pai.
Durante a caminhada, a mãe dos filhos de Zebedeu, que também caminhava com eles, percebe que aquele momento seria oportuno para garantir um lugar privilegiado para os seus filhos. Equivocada, ela ajoelha-se diante de Jesus e faz a Ele um pedido: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda." É a mãe quem pede, mas é aos filhos que Jesus dá a resposta, uma resposta, que valeria também, para os demais discípulos, pois eles também, ocultamente, tinham o mesmo desejo: ocupar lugares de honra no Reino glorioso de Jesus, um reino, que eles ainda não desassociavam dos reinos do mundo. Jesus responde aquele pedido, que mais parecia uma ordem, fazendo uma pergunta: “Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” "Eles responderam: podemos." Tiago e João, responderam que poderiam beber o cálice que Jesus iria beber, mas responderam sem entender o significava: “Beber o Cálice. Os dois, ainda não tinham uma consciência clara, de que para estar na glória com Jesus, primeiro, eles teriam que percorrer o caminho que Jesus percorreu, o caminho da cruz.
Os Filhos de Zebedeu, e os demais discípulos, até então, não haviam compreendido, que o cálice que Jesus se referia, não era um cálice de vinho, e sim, o cálice de sangue, símbolo do sofrimento que Ele iria passar, antes de chegar à sua glória. Jesus aceita a resposta de Tiago e João, porque Ele sabia, que mesmo respondendo sem entender, aqueles dois irmãos, mais tarde, beberiam de fato, o cálice que Ele bebeu, o cálice do sofrimento, o que aconteceu tempos depois. Tiago foi o primeiro dos apóstolos a se tornar mártires (At12) o que aconteceu com João tempos depois.
O texto nos alerta sobre o risco que corremos, quando deixamos nos levar pelos os interesses pessoais. É a partir daí, que entra em nós, a vaidade, o egoísmo a ambição, grandes inimigos que estraga a nossa vida, que nos desvia do projeto Deus. 
Pautemos a nossa vida, no exemplo de Jesus, o grande Missionário do Pai, que mesmo sendo Deus, se pôs a serviço de todos! “Sendo Ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo” (Fl 2, 6-7).
“O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos” (Mc 10,45). 
A vida de um seguidor de Jesus deve ser marcada sim, mas não por títulos, e sim, pela a vida de humildade, de comunhão com Deus e com os irmãos.
Descobrimos o verdadeiro sentido do nosso existir, quando tomamos gosto de nos entregar ao amor serviço, sem esperar por recompensa, afinal, não se busca recompensa do que se faz pelos os serviços prestados ao Reino, é a alegria de poder servir, de poder oferecer ao outro, um pouco de nós! 
Façamos um questionamento a nós mesmos: que direção estamos dando a nossa existência? Estamos de fato servindo ao Reino de Deus, ou estamos querendo nos servir dele para nos promover?

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
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(Vídeo) 3º DOMINGO DA QUARESMA-A FIGUEIRA ESTÉRIL-C-Vera Lúcia

-3º DOMINGO DA QUARESMA-C-José Salviano


3º DOMINGO DA QUARESMA

24 de março   de 2019
Evangelho Lc 13,1-9

A FIGUEIRA ESTÉRIL- Lc 13,1-9-José  Salviano


Nós conhecemos as pessoas pelos frutos que elas produzem. Sabemos que  neste mundo tem muita gente boa que fazem as coisas certas, pagando impostos, cumprindo com todos os seus deveres de cidadãos, e principalmente  amando e cuidando dos seus filhos, e esposas.  São mulheres e homens  honestos, justos e tementes a Deus. 
E se você está lendo ou  ouvindo este sermão, esta explicação, é sinal de você pertence a este grupo dos que produzem bons frutos.
Pois estes são os frutos que nós produzimos. Frutos de responsabilidade, de trabalho, de honestidade, justiça, frutos de paz, de harmonia, de amizade, de bons conselhos, e acima de tudo de caridade.
E são estes frutos que nos conduzirão um dia para a vida eterna. Sem os quais,  o nosso destino poderá ser o fogo do inferno!
Se estivermos com Cristo, vamos produzir bons frutos, porém, se estivermos com o maligno os nossos frutos serão maus.  As  pessoas seguem o caminho que escolheu, pois Deus não intervirá nas nossas decisões. Muito embora, Ele está todos os dias de braços abertos esperando a nossa volta, a nossa conversão.
A figueira, assim como toda árvore, pode até ser bonita, com folhas verdes, mais o que importa é que ela produza frutos. Assim também somos nós.
Devemos produzir frutos bons para nós e para a nossa família. Porém, só isso não basta, para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Para isso é necessário que produzamos frutos também para o Reino dos Céus. É necessário que providenciemos ou cuidemos da salvação dos nossos irmãos e irmãs.
E como se faz isso? É simples. Jesus veio ao mundo, cumpriu sua missão, e voltou para o Pai. Antes de ir, Ele deixou ou entregou a continuidade da sua missão para aos apóstolos. E nós, cada um de nós, (e não só os ministros ordenados), temos o dever de continuar a missão que Jesus entregou nas mãos dos apóstolos. “Ide pelo mundo, e pregai o Evangelho a todos os povos...”
Então é esta a nossa missão na Terra. Seja pela palavra, seja pelo testemunho, temos de evangelizar. Temos de trabalhar por um mundo melhor.
Não podemos deixar que este mundo seja entregue nas mãos dos injustos. Daqueles que querem acabar com o emprego, através do uso de Robots.  A robótica são máquinas que fazem o serviço do homem. Assim, o desemprego é uma realidade que nos apavora. Se acabarmos com o poder de compra do povo, quem irá comprar os produtos fabricados e vendidos no comércio? Se assim será, a economia será um caos...
Parece que os donos do mundo não  estão pensando nisso. E a nossa missão. Além de evangelizar, é de mostrar aos desinformados, que eles estão sendo usados como massa de manobra.  Antes que seja tarde demais. No Chile muitos idosos estão se suicidando, por que acabaram com a aposentadoria. (2019).
Conhecemos a árvore pelos seus frutos. Assim, as pessoas podem ser identificadas ou conhecidas pelos seus frutos.
O encarregado daquela  fazenda pediu ao dono para esperar que a figueira desse frutos.  Ele prometeu que iria cuidar melhor dela, e o patrão até concordou com sua sugestão.
Deus é paciente, e até espera pela nossa conversão.  Infelizmente, muitos rejeitam a bondade do Pai, e continuam a produzir maus frutos.
A árvore má dará maus frutos. São os frutos de vingança, de violência, de prejuízo ao irmão.
Existem também aquelas  pessoas que não fazem o mal, mas também não fazem o bem. São pessoas que são marcadas pela ESTERILIDADE. São como árvores estéreis. E isso é pecar por OMISSÃO.  POIS NÃO FAZER O BEM TAMBÉM É PECADO GRAVE!
O Evangelho de hoje nos conduz a uma reflexão sobre nós mesmos.  Cada um de nós deve se perguntar: Eu estou sendo uma árvore estéril ou frutífera? Eu faço o bem ou o mal? Ou eu não faço nenhum nem outro?
Desejo a você e sua família, um santo domingo.

José Salviano

segunda-feira, 18 de março de 2019

“A ORIGEM DE JESUS...” – Olivia Coutinho.


SÃO JOSÉ, ESPOSO DA VIRGEM  MARIA

Dia 19 de Março de 2019

Evangelho de - Mt 1,16.18-21.24
Estamos vivendo um tempo oportuno para retomarmos o caminho do amor, a prática da nossa opção por Jesus.
A exemplo de São José, cuja figura contemplamos no dia de hoje, devemos estar sempre disponíveis para servir!
Deus não  desiste do humano, para resgatá-lo, Deus foi ao extremo ao descer à nossa humanidade, fazendo a experiência  da fragilidade humana, exceto a do pecado.
Ao escolher o ventre de uma mulher como caminho para chegar até nós, Deus nos mostra, que a história da salvação, passa pela a experiência humana!
O evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir, apresenta-nos a  origem de Jesus, enfatizando a significante participação de José numa história de amor que nunca terá fim. Uma história, que começou, a partir do “sim” de Maria e que só pôde dar continuidade, graças a compreensão e o amor de São José, que cuidou de Maria e de Jesus com muito zelo.
Para realizar a vontade de Deus, José abriu mão da sua vida tranquila na pacata cidade de Nazaré, para assumir o grande desafio de cuidar do Filho de Deus como se fosse o seu próprio pai!
“José filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.”... Na sua humildade, José, mesmo sem entender, não hesitou  em acolher estas palavras de Deus, proferidas por um  anjo em sonho, acolhendo Maria como sua esposa! E assim, a salvação entrou na humanidade! Graças ao "sim" de Maria e a significante colaboração de José, o Deus menino nasceu entre nós!
Olhando para a figura de  Maria, a Mãe de Jesus, podemos ver uma jovem cheia de graça que abriu mão de todos os seus projetos pessoais, para abraçar o projeto de Deus, deixando  tudo acontecer exatamente como Ele quis!
Olhando para a figura de José, o pai adotivo de Jesus, podemos ver o exemplo de um homem bom, um homem simples, de pouca fala, mas que assim como Maria, acolheu no silencio e na obediência, a vontade de Deus, acolhendo Maria como sua esposa e assumindo Jesus como seu filho!
A história de Jesus, o seu nascimento, não está distante da nossa história, afinal, Ele, assim como nós, nasceu de uma mulher, viveu numa família, teve um pai e uma mãe zelosos.
Hoje, podemos viver os frutos desta bela história de amor! É no amor, no carinho e no serviço ao outro, que vamos entrando  no  caminho de Jesus na dinâmica do Reino, já vislumbrando um novo céu e uma nova terra.

São José: rogai por nós...

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
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