.

I N T E R N A U T A S-M I S S I O N Á R I O S

SOMOS CATÓLICOS APOSTÓLICOS ROMANOS

e RESPEITAMOS TODAS AS RELIGIÕES.

LEIA, ESCUTE, PRATIQUE E ENSINE.

PARA PESQUISAR NESTE BLOG DIGITE UMA PALAVRA, OU UMA FRASE DO EVANGELHO E CLICA EM PESQUISAR.

domingo, 23 de julho de 2017

“...PODEIS BEBER O CÁLICE QUE EU VOU BEBER?” – Olivia Coutinho


 
Dia 25 de Julho de 2017
 
Evangelho de Mt20, 20-28
 
Na visão do mundo,  grande,  é  aquele que possui bens, que tem fama, poder... Já para Deus, grande, é aquele  que se faz pequeno, que esvazia de si mesmo,  para  tornar-se  um servidor do Reino!
Com sua vida, Jesus nos ensina o caminho que nos leva a uma vida em plenitude,  que é o caminho da humildade e do serviço!
O evangelho que a liturgia de hoje coloca diante de nós, nos convida a pautar a nossa vida no exemplo de Jesus, o grande missionário do Pai, que mesmo sendo Deus, se pôs a serviço de todos! “Sendo Ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo” (Fl 2, 6-7). “O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate para muitos” (Mc 10,45).
Diz o evangelho, que a mãe dos filhos de Zebedeu, ajoelhou-se diante de Jesus e fez a Ele um pedido: “Promete que meus dois filhos, se sentem um a tua direita e o outro à tua esquerda no teu Reino."  A resposta  de Jesus, não é dirigida à mãe, e sim, aos filhos! Talvez, por entender, que aquele pedido não partisse da mãe, e sim, dos próprios  filhos, e  que aquela  mãe, seria apenas a porta-voz deles.
Jesus aproveita aquela oportunidade para chamar a atenção dos discípulos, que nos últimos dias, estavam discutindo sobre quem ocuparia os primeiros lugares no Reino dos céus, após a sua volta para o Pai! 
Ele responde o pedido daquela mãe, dirigindo-se aos filhos: “Não sabeis o que estais pedindo! Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber? Os dois discípulos responderam: “Podemos!”  E como todos nós sabemos, esta resposta  ficou só nas palavras, pois pouco tempo depois, não somente os dois filhos de Zebedeu, como também os demais discípulos, abandonaram Jesus, justamente no momento crucial de sua vida, o momento da sua prisão.
Ao contrário dos filhos de Zebedeu, devemos assumir a nossa missão gratuitamente,  sem pedir algo em troca. A nossa missão, deve se desenvolver em clima de gratuidade, de humildade e de  serviço. O próprio Jesus nos deu um grande exemplo de humildade e de serviço, ao se inclinar para lavar os pés dos apóstolos.
O texto nos adverte sobre o risco que corremos quando deixamos nos levar pelos os interesses pessoais, desprezando as coisas do alto. É aí que entra em nós, a vaidade, o egoísmo, a ambição, grandes inimigos que nos distanciam de Deus!
A vida de um seguidor de Jesus, deve ser marcada sim, mas não por títulos, e sim, pela vida de comunhão com Deus e com os irmãos, pelos os serviços prestados na construção do Reino dos céus aqui na terra! 
Descobrimos o verdadeiro sentido do nosso existir, quando tomamos gosto de nos entregar ao amor serviço sem esperar por recompensa, afinal, não se busca recompensa do que fazemos por amor!  
A única recompensa que devemos esperar  pelos os serviços prestados na construção do Reino, é a alegria de servir, de poder oferecer um pouco de nós, em favor de um  mundo mais justo e mais fraterno. 
Hoje, beber o cálice que Jesus bebeu, é gastar a vida, para gerar mais vida,   é carregar a cruz de cada dia, sem perder a fé, podemos dizer, que este, é o grande desafio do verdadeiro seguidor de Jesus!
Perguntemos a nós mesmos: Que direção estamos dando a nossa existência? Estamos de fato servindo ao Reino de Deus, ou estamos querendo nos servir dele para nos promover?
 
FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
Venha fazer parte do meu grupo de reflexão no Facebook:

3 comentários:

Mariano Silveira disse...

DEUS te abençoe e te ilumine. Obrigado p/ reflexão.

Anônimo disse...

Parabéns.

Unknown disse...

Como sempre vc nos ajuda muito a refletir sobre a palavra de Deus.Deus é amor e isso nos basta.

Postar um comentário