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domingo, 6 de julho de 2014

15 Domingo do Tempo Comum - Jorge Lorente

Evangelhos Dominicais Comentados

13/julho/2014 – 15o Domingo do Tempo Comum

Evangelho: (Mt 13, 1-23)


Hoje Jesus nos conta a parábola do semeador. Este é um dos mais lindos exemplos que Jesus encontrou para evangelizar. Uma mensagem muito clara, só não entendeu quem não quis. Só não aceitou essa verdade quem não estava a fim de aceitar a Palavra de Deus.

Jesus sabia também da grande dificuldade de entendimento dos seus ouvintes. Sabia que naquela multidão, milhares de pessoas estavam interessadas em ouvir e também aceitar sua Palavra, porém, poucas estavam preparadas para entender sua mensagem. 

Como era seu hábito, Jesus procura mostrar através de uma historinha, os motivos que levam as pessoas a rejeitarem os seus ensinamentos. Jesus nos diz que, mesmo quando não o rejeitamos abertamente, em determinados casos, a nossa aceitação é superficial, sem base, sem raízes.




Jesus mostra como é bom o nosso Deus. Sempre generoso, apesar de conhecer-nos profundamente. Ele é como um semeador que lança as sementes da sua Palavra. Semeia em todo tipo de terreno, não faz discriminação. Ao lançar suas sementes em terrenos bons e ruins, Deus dá oportunidade para que todos se convertam e produzam frutos de vida e santidade.

Jesus nos explica o significado das sementes que caem em diversos tipos de terrenos. Ele nos apresenta quatro situações, das quais só uma dá bom resultado. Com esse exemplo Jesus aponta as dificuldades que encontra aquele que é convidado a aceitar a Palavra e fazer dela libertação e vida.

Realmente, no nosso dia-a-dia, nos deparamos com milhares de obstáculos no caminho. São muitos os motivos que encontramos para justificar nossa surdez. Jesus diz que as pessoas duras de coração não entendem e não aceitam seus ensinamentos.

Chama de hipócritas aqueles que falam de um jeito e agem de outro. Chama de egoístas aqueles apegados ao poder e ao dinheiro. Para esses, Jesus só fala em parábolas e compara-os com terrenos espinhentos, arenosos e pedregosos. Terrenos áridos e incapazes de transformar as sementes em árvores produtivas.

Existem bons terrenos. No entanto, uma grande parte precisa ainda ser arada e cuidada. Se retirarmos as ervas daninhas, os espinhos e as pedras, com certeza produzirão frutos na base de 30, 60 ou até mesmo, cem por um. Faltam operários para preparar terrenos. Porque então, não sermos nós os agricultores da salvação?

Vamos assumir nosso compromisso batismal de levar a todos os corações a Semente da Vida, a Palavra de Deus. Levar ao mundo a Boa Notícia. Certamente os frutos surgirão ao anunciarmos a Boa Nova do Reino, no diálogo fraterno, no serviço de amor e no testemunho de comunhão.

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