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domingo, 27 de novembro de 2016

--A ovelhas perdidas-José Salviano

6 de Dezembro de 2016-Ano A
Evangelho - Mt 8,12-14



Nos dias de hoje são muitas as ovelhas perdidas pelos caminhos tortuosos da vida. Caminhos que levam ao penhasco, ao poço profundo, ao deserto solitário e sem água... São ovelhas que se perderam por terem se iludido com as sugestões das más companhias, com a vaidade e o besteirol  mostrado pela mídia.
Jesus se importa muito com essas ovelhas desgarradas do rebanho.  Além de sua opção pelos pobres e excluídos, Jesus mostra neste evangelho, a sua preocupação com aqueles que estão fora do caminho da casa do Pai, fora do rebanho. São como ovelhas desgarradas. E os fariseus não aprovam essa atitude de Jesus, por considerar os publicanos e pecadores, pessoas de má vida e, portanto impuros e excluídos.
        
Perdido e encontrado. É o tema do evangelho de hoje, da alegria pela recuperação do que estava perdido. As três parábolas se referem ­ à volta do pecador arrependido; a parábola do filho reencontrado desenvolve o tema do amor de Deus para conosco e acrescenta o contraste da hostilidade do irmão mais velho. 
        
Jesus está cercado por "coleto­res de impostos e pecadores", o que provoca mur­muração entre os escribas e fariseus, a respeito da sua preferência pelas ovelhas desgarradas do rebanho.
        
Jesus dirige-se diretamente aos ouvintes: "Quem dentre vós...?" O que ele sugere que todos farão, ao ir atrás da única ovelha perdida, não é o que muitos de nós faríamos, mas a atratividade dessa extrava­gante preocupação individual faz o ouvinte querer concordar. Num instante somos levados ao mundo de Deus, vendo e agindo como ele o faria. A alegria do pastor é como a alegria de Deus; sua dedicação à ovelha reencontrada, carregando-a de volta ao redil, é uma comparação com o amor de Deus. 
        
Uma imagem diferente é usada na segunda parábola com o mesmo objetivo. A mulher perdeu uma de suas dez moedas de prata. Revira a casa toda em busca dessa moeda, uma entre dez. Talvez fizesse parte de seu dote e, assim, também tivesse valor sentimental. A alegria dela é como a alegria no céu por causa de um único pecador arrependido. Precisa ser compartilhada. É grande demais para uma só pessoa. Ela e o pastor convidam os amigos e vizinhos para a festa de ação de graças. E as outras nove moedas de prata e as 99 ovelhas - não são importantes também? Com certeza, mas a alegria do Reino foge das categorias da razão e dos bons negócios. O que era dado por perdido foi encontrado. É como uma nova vida, uma ressurreição: precisa ser celebrada. 
        
Prezado irmão. Se você se encontra perdido na estrada dessa vida, se você se embrenhou por caminhos e aventuras perigosas e agora não está sabendo por que fez isso, como começou e o que fazer, volte para a casa do Pai, meu irmão! Lá existem muitas moradas! E, como você viu no evangelho de hoje, grande será a alegria na sua família e principalmente no céu, tudo por causa da sua volta. Então? Vamos voltar?



Tenha um bom dia. José Salviano

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