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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

A parábola do semeador-José Salviano

17/09/2016



"A semente  que caiu entre os espinhos, estes são os que ouvem a palavra, mas prosseguindo o caminho, são sufocados pelos cuidados, riquezas e prazeres da vida, e assim os seus frutos não amadurecem."
Esta é a realidade do mundo de hoje: Riqueza, prazeres, diversões, descontração, indiferença, etc. São muitas as coisas que nos afastam de Deus. Amigos que não acreditam, e riem de nós quando dizemos que vamos à missa. Um mundo de prazeres, noitadas, muita cerveja e muita diversão.
Que mais nos afasta de Deus? Bem, vejamos algumas das coisas principais:
A revolta contra o mal do mundo: Eis alguns exemplos:

a-   Com o assassinato do filho aquela  senhora perdeu a fé, se revoltou e não foi mais à igreja;                  

b-   A filha morreu num acidente, o pai ficou revoltado com Deus, não rezou mais, não foi mais à missa;

c-   Com a morte do cachorrinho, a criança de 8 anos disse: Papai do céu é mau, e ficou até a adolescência sem rezar;                   

d-   A garota perdeu o namorado, ficou desanimada da vida e indiferente com relação à religião;

e-   O cara perdeu o emprego, desistiu do grupo de jovens;

F - Aquele senhor teve o carro roubado, e num momento de revolta, disse. Se houvesse Deus, estas coisas não aconteceriam.

Aí Jesus vai dizer: Homens de pouca fé...  Porque, na verdade se essas pessoas tivessem uma fé solida, não teriam se revoltado contra o Criador, nos momentos de desespero, de aflição, causados pelas desventuras da vida.
Os bens materiais, a riqueza e todo o conforto que ela pode nos proporcionar, é a principal causa do nosso afastamento de Deus.
Chuvinha fria, o cara no seu estúdio vendo um filme, a mãe chama porque está na hora da missa... Ele não vai sair naquele mau tempo com chuva de vento, se pode ficar no aconchego do seu quarto que é a sua rica toca, onde ele tem de tudo que se pode imaginar em termos de tecnologia, para passar o seu tempo livre da melhor maneira possível. Poderia pensar em ir à missa elo menos para agradecer a Deus por tudo que tem como disse a sua querida mãe, mas... Ela teve de ir mais uma vez sozinha à missa.  Cuidado! A riqueza pode nos dar a impressão de que não precisamos mais de Deus!

Prezados irmãos. Podemos dividir a nossa vida em três fases:

Infância – Nesta fase somos dependentes, e por isso, obedientes, acatamos nossos pais, acreditamos e aceitamos Deus. Atenção, catequistas. É nessa idade que devemos semear a palavra de Deus. Pois nesta faixa etária, somos terra boa, muito embora na fase seguinte, possamos nos transformar em solo pedregoso ou mesmo o chão duro da beira do caminho.

Fase adulta - Depois da puberdade, nós ficamos rebeldes, rejeitamos a proteção dos pais, e, dependendo da má influência dos amigos, podemos  questionar ou ignorar a existência de  Deus. Podemos conseguir um bom emprego, nos casamos com a pessoa amada, ou vivemos pulando de galho em galho, desfrutando os prazeres do corpo que nos foi dado por Deus, mais nos esquecemos disso, e nem nos importamos, como fizeram os nove leprosos, em agradecer a Deus. É a fase de nossa vida em que podemos nos perder, igual ao que aconteceu com o filho pródigo. Buscamos às vezes o prazer com a pessoa errada, na hora errada, e do modo errado.  

A pessoa certa é aquela ou aquele designado ou escolhido por Deus, é a pessoa que acontece na nossa vida,com a qual nos casamos porque que nós amamos feitos Romeu e Julieta. E qualquer pessoa fora dessa, é a pessoa errada.

A hora certa do prazer entre essas duas pessoas, pode ser qualquer hora, pois foram feitas uma para a outra.

O modo certo,  é aquele ditado ou estipulado pela natureza, o qual diz que deve ser entre sexos opostos, com membros e órgãos próprios,  e que não sejam irmãos de sangue. Pois já aconteceu aqui mesmo no Brasil, famílias ricas que, não querendo partilhar a riqueza com estranhos, se acasalaram entre si, ou entre irmãos. O resultado, foi o castigo da mãe natureza. Os filhos nasceram monstros.

Fase da velhice – Chegou a hora de voltar para Deus, para nos redimir de tudo que fizemos quando adultos, quando estávamos com toda aquela força física, julgávamos não precisar de Deus, e aprontamos todas.  Na velhice ou terceira idade, é a hora que temos pressa de nos reconciliar com Deus, pois nossa hora pode ser a qualquer hora. Que pena que na fase adulta não pensávamos assim. Teríamos dado muitos mais frutos para o Reino de Deus, porque tínhamos vigor ou juventude para dar e vender.
Felizes daqueles que conseguem se preservar fiéis a Deus na fase adulta.

 Tenha um bom dia. José Salviano.

3 comentários:

Fabiana Case disse...

Gosto muito das suas reflexões, Salviano, pois você as remete para a realidade prática da vida.

Fabiana Case disse...

Gosto muito das suas reflexões, Salviano, pois você as remete para a realidade prática da vida.

Anônimo disse...

Eu todos os dias faço a leitura do dia e complemento com os comentários dessa equipe para complementar meus ensinamento e por em prática muito obrigado, que o Senhor Deus continue derramando benção a todos na Paz de Cristo, Jair Ferreira.

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