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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Ser como criança-Helena Serpa



26/09/2016 - 2ª. feira - 2ª. Feira – Jó 1, 6-22 – “a justiça e a paciência de Jó”
O Livro de Jó, um dos mais inspiradores contidos na Bíblia Sagrada, nos conta a história de Jó, um homem que passou por muito sofrimento, mas foi recompensado por Deus. Esta estória   demonstra para nós a compreensão de duas virtudes muito exigidas e difíceis de ser vivenciadas por nós na hora em que somos provados: a justiça e a paciência. Apesar de ser um homem rico em caráter e virtude, temente a Deus e dono de um coração justo, foi permitido que Jó fosse provado e sofresse as maiores tribulações. Isso significa que o fato de vivermos uma vida de justiça e santidade não nos isenta de sermos também atribulados aqui na terra. Satanás acreditava que todas as virtudes de Jó tinham origem no fato de que Deus havia sido muito generoso com ele, mas que, se lhe fosse infligida alguma provação, Jó trairia a confiança e o respeito que tinha por Deus.  No entanto, Jó permaneceu fiel a Deus e não se revoltou como uma prova de que todos os que esperam no Senhor têm a Sua assistência para permanecer firmes, apesar dos testes a que são submetidos.  A paciência de Jó é cantada em prosa e verso como símbolo da aceitação da vontade de Deus e da esperança de recompensa no céu. Que nós, diante das notícias funestas que recebemos, possamos, como ele rasgar o manto do nosso coração a fim de nos sentirmos completamente dependentes de Deus, e prostrados, dizer também: “nu eu saí do ventre de minha mãe e nu, voltarei para lá. O Senhor deu o Senhor tirou; como foi do agrado do Senhor, assim foi feito. Bendito seja o nome do Senhor! ”  - Qual é a percepção que você tem diante dos desacertos da sua vida? – Você se abandona nas mãos de Deus ou se revolta contra Ele? – Você se considera um homem (uma mulher), justo? – Você tem tido paciência nas horas da tribulação? -

Salmo 16 – “Inclinai o vosso ouvido e escutai-me!”
Deus conhece o nosso coração e sabe da sinceridade dos nossos clamores, portanto, tenhamos consciência de que Ele inclina o Seu ouvido às nossas preces e nos atende no momento oportuno. A fé e a esperança devem nortear a nossa oração diante do Senhor sabendo que Ele nunca irá nos abandonar nas mãos do inimigo, se confiamos na Sua intervenção. Portanto, que os nossos lábios se abram em sintonia com o nosso coração penitente para podermos experimentar o Amor maravilhoso do Senhor.

Evangelho – Lucas 9, 46-50 – “ ser como criança”

Por meio de exortações aos Seus discípulos Jesus nos forma para que possamos apreender a mentalidade de Deus e assumir o papel de protagonistas na obra de edificação do reino dos céus aqui na terra. No primeiro momento vemos os discípulos de Jesus que, almejando ser grandes diante uns dos outros, mediam força entre si. Jesus então, lhes admoesta e nos faz compreender que o Seu seguimento requer ações concretas de dependência ao domínio de Deus. O Seu messianismo, isto é a missão de Ungido de Deus tem um sentido inverso ao que o mundo prega a respeito do poder. Por isso, Ele tomou uma criança e apresentou-a aos discípulos como símbolo daquele (a) que recebe a Sua doutrina e assim se apossa também da ascendência de Deus. A criança se abandona sem restrições no colo e sob a ação daquele que é maior do que ela e, por isso, ela é defendida, protegida e amada, ocupando um lugar de destaque. Portanto, se quisermos ser grandes no reino de Deus teremos que ter uma postura de criança que se entrega à ação do Pai e se considera o mais pequenino. Num segundo momento vemos os discípulos de Jesus, porque se achavam muito importantes, questionarem o fato de que alguém que não fazia parte da sua da sua turma pudesse falar em Seu Nome.  Jesus também os censurou pela discriminação que faziam das pessoas. Aprendendo a lição nós aprendemos que se não fizermos de nós mesmos um conceito muito elevado poderemos admitir que outras pessoas que não fazem parte da nossa Igreja e da nossa Comunidade possam testemunhar em Nome de Jesus. Jesus não está interessado nos rótulos que pomos nos nossos ministérios e vocações, para evangelizarmos, em Seu Nome, mas sim numa prática que testemunhe realmente a Sua ação em nós e por nosso meio. – Você tem disputado algum lugar especial no meio em que convive? – Como você tem procurado ser grande no reino de Deus? – Você admite que pessoas de outras religiões cristãs, falem em Nome de Jesus? – Qual é o conceito que você tem de si mesmo (a)?  

2 comentários:

Mariano Silveira disse...

DEUS te abençoe e te ilumine. Obrigado p/ reflexão.

Anônimo disse...

SENHOR SO TU TENS PALAVRA DE VIDA ETERNA;EU TE AMO MEU SENHOR E NOSSO PAI,MISERICORDIA DE MIM E DE TODOS OS MEUS IRMAOS ,QUE TENHAMOS UM CORAÇAO DE CRIANÇA, PARA QUE POSSAMOS ALCANÇAR A VIDA ETERNA,MUITO OBRIGADO AMEM.

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