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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Não podemos promover discórdia em nome de Deus-Helena Serpa

27/09/2016 - 3a. Feira –  XXVI semana comum – São Vicente de Paulo - Jó 3,1-3.11-17.20-23 – “um justo desabafo”
“Tudo quanto é humano constitui material apropriado para a oração perfeita. Nas nossas reflexões em oração podemos tratar do medo, ira, culpa e pecado, perguntas e dúvidas, necessidades e desejos, louvor e gratidão, sofrimento e morte. Nada humano é excluído da oração do homem justo.” (trecho retirado do Livro Maravilhosa Bíblia)  Portanto, a amargura do homem justo que é provado pelas intempéries da vida, que sofre na própria carne a provação e o infortúnio, a miséria e aflição descritos aqui neste trecho do livro de Jó se constitui como um clamor a Deus. O desabafo de Jó é, portanto, semelhante ao que muitas vezes fazemos quando, no auge do suplício ou do sofrimento desejaríamos nem ter nascido ou então desaparecer da face da terra. Isso tudo faz parte do nosso ser humano, fraco e limitado na sua capacidade de suportar a agonia da dor. Podemos, porém, observar que mesmo em meio ao seu desabafo, Jó nunca se revoltou contra Deus. Pelo contrário, ele se julgava infeliz e merecedor de tudo que lhe estava acontecendo. Conhecer a história de Jó nos faz compreender como Deus tem um plano para nós ainda que possamos passar pelos sofrimentos e desgostos próprios da nossa existência humana.  Às vezes, cultivamos um conceito de que o sofrimento é destinado somente às pessoas que procedem mal e, por isso, são provadas a passar por grandes tribulações. O livro de Jó vem, justamente, evidenciar e nos conscientizar de que mesmo o justo e aquele que está ligado a Deus passa por provações e desgostos.  O nosso sofrimento já é também uma consequência do viver no meio dos homens pecadores e insensatos. No entanto, diante de Deus o homem justo tem liberdade de abrir o seu coração e desabafar as suas angústias, como uma oração e assim sentir-se amparado e consolado pelo Senhor.  – Como é a sua oração quando está passando por problemas? – Você se sente livre para argumentar com Deus? – Você expõe a Ele sua angústia e sofrimento, as suas indagações e dúvidas? Experimente fazê-lo, o Senhor o compreenderá.
  
Salmo 87 – “Chegue a minha oração até a vossa presença.”
O salmo é um verdadeiro lamento daquele que está sendo provado e atribulado. Pode-se dizer que mesmo temente a Deus, mesmo confiante em Deus o ser humano é fraco na dor. A oração que se faz, porém, com o coração dorido é um verdadeiro bálsamo para a alma aflita. O desabafo da nossa alma diante de Deus se constitui uma oração de súplica para a qual o Senhor inclina o Seu ouvido e atende com misericórdia.

Evangelho Lucas 9, 51-56 – “Não podemos promover discórdia em nome de Deus”

Neste Evangelho, mais uma vez, Jesus nos mostra que Deus não deseja a destruição de ninguém, e não se compraz em liquidar com as pessoas para realizar os Seus planos.  Mesmo sabendo que em Jerusalém iria se dar o desfecho da Sua Missão de Salvador da humanidade, onde seria crucificado, morto e sepultado e depois ressuscitado, Jesus tomou a firme decisão de seguir para lá com os Seus discípulos. No caminho, os samaritanos, sabedores de que Jesus ia para Jerusalém, lugar do templo do povo judaico, com quem eles não se davam bem, não aceitaram hospedá-Lo no povoado da cidade de Samaria. Os discípulos que acompanhavam Jesus não estavam entendendo a dimensão do Seu ministério e insinuaram para que Ele fizesse alguma coisa a fim de liquidar com os samaritanos que se opunham aos seus propósitos. Queriam aproveitar-se do poder de Jesus para revidarem a oposição dos samaritanos. Jesus, porém, não os aprovou e os repreendeu.  Mesmo tendo todo o poder Jesus teve bom senso e mudou a sua rota evitando assim o confronto com os samaritanos. Jesus nos dá, assim, uma grande lição de humildade ao ser rejeitado pelos samaritanos. Nós, como os discípulos de Jesus não nos conformamos quando somos rejeitados por alguém e não somos acolhidos dignamente. Na maioria das vezes desejamos logo dar o troco, nos valendo, muitas vezes, da nossa posição social, ou financeira, achando que também podemos “mandar descer fogo do céu” para prejudicar a quem nos feriu. Mesmo quando nos consideramos homens e mulheres de Deus e seguidores (as) de Jesus, nos arvoramos da nossa posição, nos achando intocáveis e, então, esquecemos dos exemplos de Jesus. Não podemos promover discórdia em nome de Deus nem tampouco oferecer vingança quando Jesus no ensina a amar. O fogo de que precisamos pedir para vir do céu é o fogo do Espírito Santo, que é o amor de Deus que incendeia os corações dos nossos inimigos.  – Qual a lição que você tira para a sua vida? – Você é uma pessoa vingativa que quer dar o troco seja de que jeito for? – Você aceita perder numa discussão, num jogo, numa competição? - Você, é daquelas pessoas que evitam os conflitos ou dão tudo por uma confusão?  - Você gosta de se aproveitar de situações que o (a) privilegiam

3 comentários:

Anônimo disse...

SENHOR EU NAO SOU DIGNO QUE ENTRES EM MINHA MORADA,OBRIGADO NOSSO DEUS E NOSSO PAI POR TEU IFINITO AMOR PARA COM TODA A HUMANIDADE,SENHOR OLHAI COM MISERICORDIA POR VOSSOS FILHOS,FILHOS ESTES QUE AINDA NAO APRENDEMOS NADA DO QUE NOS TENS ENSINADO .

Mariano Silveira disse...

DEUS te abençoe e te ilumine. Obrigado p/ reflexão.

Anônimo disse...

Excelente reflexão, todos os dias eu a leio e a cada dia graças a estes reflexões tenho compreendido mais os mistérios de Deus e conseguindo incutir isto em minha vida, que Deus seja louvado!

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