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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Os objetivos da vida terrestre terão repercussão na nossa vida eterna-Helena Serpa


18/09/2016 - XXV Domingo do tempo comum - 1ª. leitura – Amós 8, 4-7 – “quem é sábio no reino dos céus?”

Todas as pessoas que têm seu objetivo de vida e seu ideal de felicidade voltados para o ter e acumular riquezas são soberbas, segundo a profecia de Amós. São os que seguem sua trajetória de vida buscando de qualquer forma e não importando como, tirar proveito de tudo e de todos.  Por isso, “elas maltratam os humildes e causam a prostração dos pobres da terra”, e têm em si e nas suas ações e maquinações o intuito de comprar consciências, para de qualquer forma obter lucro.  A Palavra diz que esses são “os soberbos” de quem o Senhor nunca esquecerá os seus feitos. Normalmente, quando ouvimos falar nessa perspectiva, nós nos eximimos e nos colocamos de fora da situação porque, apesar da na nossa limitação, nós nos compreendemos pessoas honestas e “caridosas”.  Podemos não estar inseridos literalmente nesta palavra, no entanto, precisamos arguir a nossa consciência para perceber como estão sendo elaborados os nossos planos de sobrevivência e de prosperidade. No “mundo”, isto é, no reino da terra, é conhecido como sábio o homem ou a mulher que consegue grandes feitos, tem visão para realizar grandes negócios, dá o lance na hora exata, consegue muito concedendo pouco, pechincha o menor preço no maior prazo, etc... Para o reino dos céus, porém,  sábio é quem partilha o que possui com os pobres, quem paga o salário justo ao trabalho realizado, quem não usa de artimanhas para ficar com a maior fatia do bolo. Enfim, pessoas que têm sem possuir, que trabalham e recebem a recompensa para viver com dignidade, mas têm a consciência de que não levarão nada consigo quando morrer porque a figura desse mundo, logo, logo passará. A esses, também, o Senhor não esquece. Eles serão considerados dignos da herança do céu. Em qual dessas situações  você está inserido (a)? Faça hoje uma reflexão profunda:
- Como você se enquadra nas considerações do profeta Amós?
- Como são projetados os seus planos de prosperidade?
- Como você se vê diante da vida e diante da morte?
- O que você espera levar quando tiver que seguir viagem para a eternidade.

Salmo 112 – “Louvai o Senhor, que eleva os pobres!”

A glória de Deus se manifesta aqui na terra através de cada um de nós que O reconhece como Senhor e Criador de todas as coisas e vai até o céu onde está postado o Seu trono majestoso. Por isso, nós podemos nos inserir nesse cenário glorioso quando abrimos os nossos lábios para louvar e agradecer pela Sua participação na nossa vida. Somos os indigentes e pobrezinhos a quem o Senhor levanta da poeira e retira do lixo para fazer-nos assentar com os nobres do Seu povo. Bendito seja o nome do Senhor que nos eleva a dignidade de filhos e filhas amados que trazem no rosto o regozijo pela Sua glória.

   2ª. leitura  - 1 Timóteo 2, 1-8 – “orar pelos governantes

São Paulo nesta leitura nos recomenda que façamos preces e orações, súplicas e ações de graças pelos que governam e ocupam altos cargos na vida pública.  Na realidade, costumeiramente nos esquecemos de seguir este ensinamento, e, muito pelo contrário, só sabemos exigir, reclamar e falar mal das pessoas constituídas com autoridade para nos governar. A oração que fizermos por todos os homens, em Nome de Jesus é agradável a Deus, pois Ele é o único mediador entre Deus e os homens. Portanto, que em todo lugar a partir das recomendações de São Paulo possamos fazer oração, erguendo nossas mãos, sem ira e sem discussões partidárias, para que sejam escolhidos os homens e mulheres do coração de Deus e, depois de elegê-los saibamos acolhe-los com amor e manter acesa a chama da nossa oração por cada um deles. Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade, no entanto, muitos dos que estão à frente dos governos de países, estados e municípios nunca tiveram a chance de conhecer a verdade da Palavra de Deus. Todo momento é tempo propício para que ponhamos em prática as recomendações de São Paulo e oremos para que saibamos escolher bem todos os que irão ocupar altos cargos, a fim de que possamos levar uma vida tranquila e serena, com dignidade, como diz a carta a Timóteo. – Você reclama muito dos governantes?  – Você costuma orar por eles? Qual o critério que você usa quando vai escolher o (a) seu (a) candidato (a)?   – Você ora por ele (a)?  - Você ora por aquele (a) no qual você votou?

Evangelho – Lucas 16, 1-13 – “os objetivos da vida terrestre terão repercussão na nossa vida eterna”.
É aqui na terra que construímos a nossa morada no céu. Por isso, Jesus nos recomenda: “Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois quando, acabar, eles vos receberão nas moradas eternas! ”   Para nós isto significa que o dinheiro, conforme seja usado, é um instrumento em nossas mãos: ele pode nos levar para o céu, mas pode também nos conduzir para o inferno. Todas as nossas ações, nossas palavras, nossos sentimentos, nossos propósitos e objetivos  da vida terrestre terão repercussão na nossa vida eterna, para o bem ou para o mal.  A faculdade da inteligência foi infundida na nossa alma para que pudéssemos perceber, ajuizar e elaborar as nossas ações e decisões de maneira a enfrentar os desafios da nossa caminhada aqui na terra, em busca do céu. Portanto, o nosso Criador nos concedeu total liberdade para agir de acordo com o que pensamos e optamos. No entanto, há uma diferença fundamental entre o homem e a mulher que pensa e age  em sintonia com Aquele que os criou. Deus não quer desistir de ninguém e Jesus Cristo é o Seu Enviado para nos revelar coisas misteriosas que  nunca poderíamos distinguir.   Quando Jesus elogiou a sabedoria do administrador desonesto Ele quis nos mostrar que do mesmo modo que conseguimos esperteza para angariar “amizades” aqui na terra com a riqueza que acumulamos, nós também poderemos fazer para granjear amigos que nos recebam no céu. São eles, aqueles a quem ajudamos e com os quais nos solidarizamos nas horas de necessidade, não importando o tamanho do bem que fazemos ou a quantia que nós ofertamos. Diante de Deus, todas as nossas ações têm um significado. Quem é fiel no pouco será fiel também no muito. E  a injustiça praticada nas nossas pequenas ações já é uma amostra do que nós somos capazes de realizar nas grandes ações.  O dinheiro é um veículo, um instrumento, um acessório e nunca um “deus.” Não poderemos viver em função do dinheiro, porque, isso também seria injusto. Não podemos servir a Deus e ao dinheiro, mas podemos fazer com que ele seja um instrumento de justiça para a nossa vida aqui na terra. - Qual é a função do dinheiro na sua vida?  - Como você tem empregado o dinheiro que possui? - Como o dinheiro poderá se tornar para você um meio de santificação? -  Você sabe partilhar com os outros os seus bens? - Você sabe viver em comunidade? Na sua profissão, no seu meio de vida, como você vê o seu irmão de comunidade: como um cliente qualquer, como um sócio (a) ou como um irmão (ã)?


2 comentários:

Anônimo disse...

SENHOR SO TU TENS PALAVRA DE VIDA ETERNA.PERDAO SENHOR,POIS SOU PEQUENO MAS DESEJO QUE UM DIA SEJA CAPAZ DE COMPREEDER E APRO FUNDA,ME EM TUDO QUE SEMPRE NOS TEM ENSINADO AMEM

José Maria Nascimento disse...

Obrigado!!!

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