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segunda-feira, 22 de junho de 2020

-Vou curá-lo-José Salviano.


27 de Junho-2020

Evangelho Mt 8,5-17


 

O centurião era um homem bom, e estava triste pelo sofrimento do seu criado. Ele suplicou ao mestre para que o curasse.  Ela conhecido pelo nome de centurião pelo fato dele comandar até cem soldados romanos, pertencentes ao imperialismo impregnado naquela região. Em outras palavras, aquele homem era um dos comandantes romanos, que dominavam e subjugava aquele povo.

Jesus estava acima do imperialismo romano, pois Ele é acima de qualquer ideologia, acima de qualquer partido político. Jesus quer a salvação de todos, muito embora muitos não  aceitam o seu projeto de amor.

E foi então que Jesus disse àquele bom homem, apesar de ser um dominador romano: Vou curá-lo!

Acontece que o centurião. Assim como todo romano, era persona non grata, era mal visto pelos israelitas, pelo fato dele ser um dominador estrangeiro. Por tanto, ele reconheceu que não ficaria bem Jesus fazer uma visita a sua casa. Porém, como ele acreditava nos poderes de Jesus, como ele reconhecia que Jesus era o Filho de Deus, simplesmente disse com muita fé e humildade: Senhor. Eu não sou digno que entreis em minha casa. Mas dizei uma só palavra e o meu criado será curado!

Nossa! Jesus ficou admirado, e disse: Em ninguém em Israel encontrei tanta fé!

As palavras do centurião são repetidas todos os dias em todas as missas do mundo. Pois na hora de receber o corpo e o sangue de Cristo dentro de nós, precisamos reconhecer a nossa indignidade, e humildade pedir a Cristo Jesus que nos perdoe para que nos tornemos menos indignos de recebê-lo em nós.

E é a nossa consciência que nos acusa. Ele nos lembra do tanto que somos indignos. Pois a nossa consciência é o núcleo mais secreto e o sacrário do homem, no qual ele se encontra a sós com Deus, cuja voz ressoa na intimidade do seu ser. A consciência moral é um juízo da razão, pelo qual a pessoa humana reconhece a qualidade moral dum ato concreto.
A nossa consciência nos acusa quando agimos em desacordo com a Lei de Deus. Para o homem que procedeu mal, o veredicto da consciência é um penhor de conversão e de esperança.
Já para o cristão autêntico, a sua consciência o direciona para a conversão quando ele erra. Assim, uma consciência bem formada é reta e verídica. Formula os seus juízos segundo a razão e em conformidade com o verdadeiro bem, querido pela sabedoria do Criador. Cada qual deve procurar os meios para formar corretamente a sua consciência.
Perante a necessidade de decidir moralmente, a consciência pode formular um juízo reto, de acordo com a razão e a lei divina, ou, pelo contrário, um juízo erróneo, que das mesmas se afasta.
Prezadas irmãs e irmãos. Vamos ouvir sempre a voz da nossa consciência, e cuidar para que tenhamos  a forma correta de valorizar segundo os ensinamentos  do Evangelho. Não deixemos nunca que a nossa consciência moral  fique cega.  Pois se isso acontecer, ela irá  fazer juízos erróneos sobre os nossos atos.
A Palavra de Deus é luz para os nossos passos. Devemos assimilá-la na fé e na oração e pô-la em prática. Pois é  assim que se forma a consciência moral.

Seja um cristão consciente e bem intencionado!

José Salviano.



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