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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

O juiz e a viúva impertinente-Helena Serpa

15 de Novembro-Sábado- Evangelho - Lc 18,1-8

3 João 1, 5-8 – “exemplo a ser seguido”

São João, nesta carta elogia o proceder de Gaio, um cristão cujo exemplo deve ser seguido conforme o testemunho dos irmãos a quem ele ajudara. Somos cooperadores da verdade quando acolhemos todas as pessoas que vêm a nós em Nome de Cristo. O amor é a característica principal na vida daqueles que se dizem seguidores de Jesus. Dar assistência aos santos é ter atitudes solícitas com aqueles que edificam o reino de Deus aqui na terra e que lutam por conduzir os filhos de Deus à santidade. Uma alma que se eleva, faz com que o mundo seja elevado, desse modo, depende de cada um de nós a construção de um mundo mais justo, segundo os desígnios de Deus. Manifestamos a caridade de Cristo quando agimos com fraternidade e generosidade com as pessoas a quem mesmo sem conhecermos, sabemos, serem construtoras do reino de Cristo entre nós. Não podemos fazer distinção entre pessoas e escolhermos somente aquelas a quem nos é mais conveniente ajudar, mas fazendo tudo por amor e em Nome de Jesus, “fazer o bem sem olhar a quem”. Portanto, somos chamados (as) a contribuir fraternalmente na edificação da Igreja dando a nossa ajuda a outras Comunidades, a nossa Paróquia e aos missionários da obra de Deus aqui na terra. Assim, teremos o nosso nome escrito no céu. – Você tem boa vontade com as pessoas que trabalham no serviço da Igreja? – Como você trata os sacerdotes, os consagrados ao reino de Deus? – O que esta carta de São João lhe mostra? 

Salmo 111 – “Feliz aquele que respeita o Senhor!”

O salmo exalta o homem caridoso e prestativo. Este é o que resolve seus negócios com justiça e a quem jamais esquecerá as gerações. O justo é aquele (a) que respeita o Senhor e ama a Sua Lei, está aberto à Sua vontade. Justiça e santidade que são práticas que vêm da mesma raiz, o Amor de Deus no nosso coração.

Evangelho – Lucas 18, 1-8 - “o juiz e a viúva impertinente”

A parábola do juiz injusto nos leva a meditar sobre a justiça de Deus em relação à nossa fé. Se o juiz da parábola, mesmo sendo injusto e, por isso não temer a Deus, atendeu ao pedido da viúva em vista da sua impertinência, quanto mais nos fará o Deus Pai, quando nos voltarmos com Fé e insistirmos em pedir pelas nossas necessidades. A insistência e a perseverança da nossa oração revelam a nossa humildade diante de Deus e faz com que demonstremos fé nos projetos a que nos propomos. Por isso, a constância da nossa oração já é uma prova da nossa fé. O esperar em Deus é prova de Fé e de paciência. Quem não persevera na oração nunca poderá ver realizados os seus pedidos e os seus desejos, assim como também demonstrar a sua fé. Sabemos que somos impotentes e incapazes de alcançar tudo o que almejamos, no entanto, confiando na justiça de Deus poderemos desejar até coisas impossíveis. Por isso, a persistência das nossas reivindicações nos torna firmes e nos faz ter convicção e fé na promessa de Jesus de que tudo quanto pedirmos ao Pai, em Seu nome nos será atendido. Assim, pois, Jesus está nos ensinando e nos dando uma dica para alcançarmos os desejos do coração: insistir, persistir e não desistir. A insistência da nossa oração exercitará em nós a perseverança e a certeza de que o que desejamos está dentro da vontade do Pai. Quando desistimos com facilidade dos nossos pleitos diante de Deus é sinal de que não temos muita segurança do que pedimos. A perseverança torna forte a nossa alma, porém, com ela deve estar de braços dado, a esperança que significa esperar com confiança. A viúva pediu ao juiz para fazer-lhe justiça contra o seu adversário, assim também devemos pedir ao Senhor que a Sua vontade se realize na nossa vida, porque justo para nós é tudo o que o Senhor nos conceder. Não tenhamos receio em bater à porta do Pai para pedir tudo o que desejarmos, porém nos contentemos com tudo quanto Ele nos conceder, pois Ele conhece as nossas necessidades e sabe de que nós precisamos para ser feliz. Nunca nos devemos cansar de pedir, de suplicar por aquilo que o nosso coração deseja. Não percamos a nossa esperança. Deus proverá! A qualidade da nossa fé é para o mundo um testemunho vivo capaz de atrair muitas pessoas a também abraçarem a causa de Jesus e, assim fazer com que Ele, quando voltar, ainda encontre fé sobre a terra. - Você tem insistido ou já desistiu de pedir a Deus aquilo de que tanto você precisa? - Como você pede, com confiança ou achando que o poder de Deus é limitado quanto o seu? - Você tem convicção dos pedidos que tem feito a Deus na sua oração? – Você seria capaz de continuar pedindo por isso a vida toda - Você está disposto (a) a ajudar com que a fé permaneça na terra até Jesus voltar?

Helena Serpa

2 comentários:

José Maria Nascimento disse...

Belíssima reflexão, como sempre!!! Obrigado por compartilhar!!!

CLAUDIOMAR LEONI disse...

Acalmou meu coração...obrigado!!

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