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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

O dinheiro injusto pode tornar-se justo-Helena Serpa

8 de Novembro-Sábado- Evangelho - Lc 16,9-15

Filipenses 4, 10-19 - “na pobreza, como na abundância”

Nesta carta São Paulo agradece aos filipenses a manifestação de afeto
que eles demonstraram quando o ajudaram financeiramente suprindo as suas necessidades. Apesar do seu testemunho de que já aprendera a viver contente em qualquer situação de sua vida, ele se alegrou com a oferta dos habitantes de Filipo. Recebeu os donativos com gratidão e ofereceu a Deus como prece por aqueles que o presenteavam. Compartilhar com as necessidades dos santos é partilhar com o projeto de Deus, por isso, toda oferta que se faz de coração às pessoas que trabalham no serviço de evangelização transforma-se em oração que sobe ao céu como um perfume agradável a Deus. Muitas vezes nós não nos importamos muito com a ajuda que precisamos dar aos sacerdotes e às pessoas consagradas, achando, talvez, que elas não precisam, mas diante de Deus seremos eternos devedores. São Paulo nos dá um grande ensinamento e revela para nós o segredo para que possamos viver em qualquer situação de vida, tanto na pobreza, como na abundância: “tudo poso naquele que me dá força”! A confiança no poder do Senhor é a chave para que possamos enfrentar todas
as instabilidades com as quais nos defrontamos aqui na terra. O Senhor
está perto, Ele sabe do que nós necessitamos e a Sua força nos
sustentará em qualquer circunstância. – Você, como São Paulo, sabe viver em qualquer situação confiando na providência de Deus? – Você costuma ajudar às obras de evangelização, principalmente aos sacerdotes e pessoas que se dedicam a edificação do reino? – Você tem pago o seu dízimo? – Você tem a consciência tranquila em relação a isso?

Salmo 111 – “Feliz aquele que respeita o Senhor!”

O homem caridoso e prestativo tem o coração tranquilo e nada teme! Sua consciência não lhe pesa porque sabe que diante de Deus ele está sendo justo. Quem reparte com os pobres os seus bens, ver permanecer para sempre o bem que faz e haverá sempre fartura em sua mesa. Sua
descendência será forte e abençoada. Por que não vivemos sempre assim? -
Por que não fazemos o teste?

Evangelho - Lucas 16, 9-15 – “o dinheiro injusto pode tornar-se justo”

Só o Senhor conhece profundamente as intenções do nosso coração e pode ajuizar as nossas ações com justiça e equidade. Enquanto aqui estivermos precisaremos do dinheiro “injusto” para sobreviver. O dinheiro injusto é o dinheiro que compra as coisas passageiras, mas que não serve para nos comprar o céu. O modo como ganhamos esse dinheiro e como o usamos só poderá ser avaliado, por Deus, que sonda os nossos corações e conhece a nossa verdade. Dependendo do modo como nós usamos o dinheiro injusto que ganhamos, ele poderá até se converter em boas obras as quais se transformarão em riquezas que nos esperarão no céu. Por isso, Jesus continua nos ensinando a como usar das coisas do mundo tendo como motivação as coisas do alto. Não podemos separar as duas realidades.
Temos que viver aqui com o sentido naquilo que viveremos depois. Uma
coisa não dispensa a outra. O verdadeiro bem é a vida eterna, prometida
àqueles que viverem bem, isto é, com fidelidade, a vida terrena. Jesus
fala em fidelidade no pouco e no muito. Ser fiel no pouco é ser leal a
Deus com relação à Sua providência na nossa vida, empregar bem o
dinheiro que Ele nos propicia ganhar. A chave da nossa felicidade aqui
na terra está na maneira como nos relacionamos uns com os outros bem
como na reciprocidade com que cultivamos o amor, mandamento maior da lei de Deus. Tudo o mais, os nossos bens materiais, a nossa bagagem intelectual e todas as coisas que adquirimos pelo trabalho, honesto, ou desonesto, com esforço ou sem empenho, são apenas instrumentos de que dispomos para desenvolver entre nós a vivência do amor. Nas nossas pequenas ações diárias já demonstramos amor ou desamor. Às vezes, pensamos que seremos julgados (as) apenas pelas grandes “coisas” que fizermos, no entanto, para Deus não importa o que realizamos, mas, o caráter com que perpetramos essas “coisas”. “O que é importante para os homens é detestável para Deus”, diz-nos Jesus. Desse modo, vejamos, se o que tem sido “tão importante” para nós, é abominável para Deus, porque ainda é tempo de conversão. - Você está usando o dinheiro que ganha, com justiça, ou você o tem usado só para comprar as coisas do mundo?- Os bens que você amealha estão lhe ajudando a adquirir um tesouro no céu? -
Em que você tem investido o seu dinheiro injusto? – Você o tem esbanjado com coisas supérfluas? – Você tem ajudado as pessoas que estão precisando, porque passam necessidade?

Helena Serpa

Um comentário:

José Maria Nascimento disse...

Mais uma belíssima reflexão! obrigado por compartilhar!!!

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