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terça-feira, 30 de maio de 2017

-A unidade perfeita-José Salviano

01 de Junho de 2017

Cor: Vermelho
Evangelho - Jo 17,20-26


Naquele tempo, Jesus levantou os olhos ao céu e disse:
Pai Santo,
20eu não te rogo somente por eles,
mas também por aqueles
que vão crer em mim pela sua palavra,
21para que todos sejam um
como tu, Pai, estás em mim e eu em ti,
e para que eles estejam em nós,
a fim de que o mundo creia que tu me enviaste.
22Eu dei-lhes glória que tu me deste,
para que eles sejam um, como nós somos um:
23eu neles e tu em mim,
para que assim eles cheguem à unidade perfeita
e o mundo reconheça que tu me enviaste
e os amaste, como me amaste a mim.
24Pai, aqueles que me deste,
quero que estejam comigo onde eu estiver,
para que eles contemplem a minha glória,
glória que tu me deste
porque me amaste antes da fundação do universo.
25Pai justo, o mundo não te conheceu,
mas eu te conheci,
e estes também conheceram que tu me enviaste.
26Eu lhes fiz conhecer o teu nome,
e o tornarei conhecido ainda mais,
para que o amor com que me amaste esteja neles,
e eu mesmo esteja neles'.
Palavra da Salvação. (CNBB).

Nesta oração que Jesus faz ao Pai, Ele pede que nós sejamos ligados, conectados, a Deus, como Ele, Jesus, sempre foi e será um com o Pai e o Espírito Santo. É o Deus Trino e Uno que vive na unidade.  O Filho e o Pai são um. Assim, Jesus pede na sua oração que também nós estejamos sempre ligados à Santíssima Trindade. E é o que devemos fazer, para que possamos suportar o peso desta vida terrena, o peso das injustiças, e segundo as promessas de Cristo, um dia alcançar a glória eterna.
A nossa união com Deus só será completa se permanecermos unidos entre nós.  E esta é a lógica dos mandamentos. Amar a Deus e amar o irmão. Não existe uma devoção unilateral. Uma devoção baseada somente ao um dos mandamentos. O amor a Deus. Pois se a nossa devoção, a nossa espiritualidade, a nossa prática da fé não vier acompanhada do amor ao próximo, da união com todos e com todas, não será possível a existência de uma santidade.
Seria um verdadeiro absurdo, um ministro da Eucaristia, um catequista, fazer tudo certinho na paróquia, e ao chegar em casa ser grosso com seus familiares, agindo com desamor, sem a devida caridade.
O seu apostolado na Igreja, faz parte da união com o Pai. Porém, essa união, só será completa se for acompanhada da união com os seus irmãos e irmãs, a começar pela sua casa.
E é exatamente a marca registrada do cristão, da cristã. Esta vivência agradável, graciosa, compartilhada, vivência de santidade, vivência na convivência da palavra, seguindo os passos de Jesus, e abraçando o próximo, unidos no amor de Cristo, que nos diferencia dos demais. É esta a marca que nos diferencia daqueles que rejeitam o Filho de Deus e seus ensinamentos.
Outro dia ouvi o comentário de decepção um tanto apressado de um senhor.  Dizia ele. Fiquei tão impressionado com o sermão desse padre, mas depois fiquei decepcionado com o modo pelo qual ele me atendeu. Em seguida fui informado, que logo que terminou a missa, aquele homem procurou o padre, mas este não pode atendê-lo, pois tinha de sair correndo para celebrar na capela que ficava há 5 quilômetros dali.
Ora, para quem não participa da luta diária de um sacerdote, para quem tem uma fé morna ou meia boca, realmente, aquela atitude do padre, com muita pressa, pode até parecer uma grosseria, uma falta de caridade que não condizia com o belo sermão que acabara de fazer.
Mais precisamos ser mais um pouco racionais, e nos conscientizar de que a vida de um sacerdote não é nada fácil! Celebrar, administrar sua vida e a vida da paróquia, da capela, assistir às pastorais, preparar os sermões, as homilias, sorrir, ser caridoso, paciente, manter a sua doação ao Reino, a sua castidade, ser santo, que mais? Você completa, por favor, o que faltou aqui.
Então, minha gente, reclamar de ser mal atendido por um sacerdote, da sua falta de atenção, falta de bom exemplo, falta de caridade, nem sempre é uma atitude justa, pois na maioria das vezes, nós é que não estamos sendo caridosos, compreensivos, e justos.
A correria do padre justifica na maioria das vezes, as suas atitudes nem sempre condizentes com o que ele prega.  É claro que infelizmente tem exceções.  Isso é muito lamentável, porém a devida correção é da competência do bispo, e principalmente de Deus!

Que Jesus nos conceda a graça de sermos unidos no amor de Cristo. Amém.

Tenha um bom dia. José Salviano.



Um comentário:

Anônimo disse...

Eu todos os dias faço a leitura do dia e complemento com os comentários dessa equipe para complementar meus ensinamento e por em prática muito obrigado, que o Senhor Deus continue derramando benção a todos na Paz de Cristo, Jair Ferreira.

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