Quinta-feira, 25 de setembro de 2014
25ª Semana do Tempo Comum
Santos do Dia: Aurélia e Neomísia (virgens de Anagni),
Bardomiano, Eucarpo e seus vinte e seis companheiros (mártires da Ásia),
Cléofas (um dos discípulos de Emaús), Cleolfrido da França (abade), Firmino de
Amiens (foi o primeiro bispo desta Igreja), Herculano de Roma (mártir), Lupo de
Lião (bispo), Paulo, Tata, Sabiniano, Máximo, Rufo e Eugênio (mártires de
Damas), Princípio de Soissons (bispo), Solene de Chartres (bispo)
Primeira leitura: Eclesiastes 1, 2-11
Não há nada de novo debaixo do sol.
Salmo responsorial: 89,3-6.12-14.17
Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós.
Evangelho: Lucas 9, 7-9
Eu mandei degolar João. Quem é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas?
Não há nada de novo debaixo do sol.
Salmo responsorial: 89,3-6.12-14.17
Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós.
Evangelho: Lucas 9, 7-9
Eu mandei degolar João. Quem é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas?
Herodes,
símbolo do poder brutal, sente temor e angústia quando sabe que uma novidade
está chegando e entende que essa novidade abre a mente dos que a recebem. O que
deixa Herodes inseguro é o anúncio e a instauração do Reino de Deus. O Reino é
o que Jesus anuncia e ratifica com sua vida. Pouco a pouco ganha adesão dos
Doze.
A adesão dos
doze produz frutos. E Herodes se sente mal porque o povo, submisso e
cego, começa a escapar de suas mãos. Herodes, o tetrarca da Galileia, sabe
muito bem que quem prega o Reio de Deus não é João Batista, a quem ele mandou
decapitar. Os detentores do poder não têm outra saída que tirar à força brutal,
mesmo com a morte, para acalmar qualquer tentativa de renovação.
Muitos de
nós batizados, graças à segurança que a prática religiosa nos oferece, ou a
tranquilidade de um cristianismo sem compromisso pessoal e comunitário,
sentimos medo do anúncio e da instauração do Reino de Deus no meio da Igreja e
do mundo. Muitas vezes fazemos o papel de Herodes.
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