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segunda-feira, 13 de junho de 2016

O poder de Deus é o Amor!-Helena Serpa

14/06/2016 - 3ª. Feira – XI Semana do tempo comum -  1 Reis 21, 17-29 – “Qual o caminho que desejamos seguir? ”                                             
A justiça de Deus se realiza como uma consequência das nossas ações, boas ou más. Dessa forma, o nosso arrependimento ou a nossa obstinação em permanecer no erro é a medida para que o Senhor nos perdoe e nos induza à conversão ou nos deixe à mercê da nossa cegueira.  O livre arbítrio, nos foi concedido, por isso, compete a cada um de nós a escolha do caminho que desejamos seguir. Todas as nossas ações deixam sinais como os da fumaça no ar e podem atingir os que estão próximos a nós, assim como também àqueles (as) que vêm depois de nós e   nos sucederão nas gerações futuras. A não ser que haja um corte, um basta, uma renovação e decisão de conversão e vivência concreta do bem, as nossas más ações do passado continuarão tendo influência na vida futura dos que nos sucederão. Mas como dar um basta? O reconhecer, o rasgar o coração (assim como Acab rasgou as vestes) será o passo inicial para que a misericórdia de Deus também se manifeste. Quando decidimos mudar de vida precisamos ter firmeza naquilo a que nos propomos, mesmo que seja difícil e que faça doer a nossa carne, a fim de que possamos dar bons exemplos e mudar o rumo da história. Deus não deseja a morte do pecador, mas sim que ele se converta. Até as nossas ações mais abomináveis estão sob o crivo da misericórdia de Deus, por isso, nunca poderemos julgar as pessoas pelas suas más ações. - Você costuma reconhecer e arrepender-se quando erra? – O que você acha da reação de Acab diante das ameaças do Senhor? – Na sua maneira de ver os criminosos, ladrões, estupradores, têm direito ao perdão de Deus?

Salmo 50 – “Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos”
O salmo 50 é o salmo do pecador arrependido, que reconhece a sua culpa e admite que o seu pecado esteja sempre ao seu lado, mas que confia na misericórdia e no perdão do Deus de amor. Com a imensidão do Seu AMOR, o Senhor nos purifica lavando os nossos pecados e apagando a nossa culpa. A justiça de Deus é o Seu amor misericordioso, por isso, precisamos exaltá-la com a nossa língua.  – Reze hoje de coração com o Salmo 50 e sinta o perdão de Deus

Evangelho – Mateus 5, 43-48 – “O poder de Deus é o Amor!”
Agir de acordo como agia, praticando com o próximo o mesmo método que Ele usa para conosco é a receita de Jesus para que nos tornemos filhos do Pai que está no céu. E a primeira regra que Jesus nos aponta é justamente a vivência do amor em todas as circunstâncias, mesmo naquelas em que somos perseguidos pelos inimigos. Com estas palavras Jesus nos ordena: “Sede perfeitos como o vosso Pai Celeste é perfeito”! A perfeição é a vivência do amor de Deus se manifestando dentro de nós. Às vezes confundimos perfeição com perfeccionismo e acreditamos que ser perfeito é fazer tudo muito certo para não dar margem a que outras pessoas nos julguem.  Jesus, no entanto, nos adverte que ser perfeito é saber perdoar, amar, acolher, aceitar o erro dos outros, assim como Pai o faz.   Deste modo, Ele nos ensina a pôr em prática a Lei de Deus que antes era deturpada: amar ao próximo como a nós mesmos. Seremos parecidos (as) com o Pai na medida em que vivenciarmos o Seu Amor nos nossos relacionamentos. Deus ama incondicionalmente ao maior pecador.  Aos olhos do mundo o que Jesus nos ensina é um verdadeiro contrassenso, pois na maioria das vezes, damos o primeiro lugar na nossa vida às pessoas de quem mais gostamos; só oramos pelos que são mais queridos (as) nossos; só cumprimentamos a quem simpatizamos; só ajudamos às pessoas que podem nos recompensar; gostamos sempre de permanecer no grupo perto das pessoas com quem mais nos identificamos e assim por diante! As outras pessoas, são como ilustres desconhecidos para não dizer inimigos e estão fora do nosso convívio. Amar e rezar pelos nossos inimigos e perseguidores é o conselho de Jesus.   Por isso, não podemos nos limitar a amar somente àqueles que nos amam, não haveria mérito. Não somos obrigados a gostar ou admirar, Jesus nos ordena que amemos e amar é querer o bem, é ajudar, é reconhecer que todas as pessoas são objeto do Amor de Deus. O Pai perfeito do céu nos ama do jeito que somos e não nos cobra e nos perdoa, mesmo quando   somos filhos e filhas ingratos. A perfeição, a grandeza e o poder do Pai estão no amor e o Seu Amor foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo, portanto podemos amar os nossos inimigos. – Você concorda com isso? – Você faz discriminação de pessoas? – Você cultiva o hábito de formar panelinhas? – Você deseja o bem e o sucesso para todo mundo ou só para alguns? - Você reza pelas pessoas a quem você não aprecia, ou até pelas pessoas que o (a) perseguem? – Você tem alguém a quem perdoar? Reze por esta pessoa!

      
15/06/2016 - 4ª. Feira – XI Semana do tempo comum -  2 Reis 2, 1.6-14 – “O manto do Espírito” 
Uma geração passa, a outra vem! Deus deseja realizar coisas cada vez maiores por meio dos Seus escolhidos na medida em que as gerações vão se sucedendo. Percebendo que deveria preparar alguém para substitui-lo, Elias, que era um homem já velho e sábio, um profeta de Deus, inspirado pelo Espírito, escolheu a Eliseu, seu discípulo. As experiências de Elias educavam Eliseu e, foi assim que ele presenciou os grandes feitos do Senhor enquanto andavam e conversavam. Assim também acontece nos dias atuais. Cada nova geração deve buscar diante do Senhor sua própria experiência com o Espírito Santo e com o poder que Ele nos concede. Apesar de Eliseu não querer separar-se de Elias, ele compreendeu que deveria agora assumir a missão de continuador da sua obra e, pediu a ele, justamente o dom de que mais precisaria para poder realizá-la: uma porção dobrada do espírito de Elias. Rasgando as suas vestes e tomando nas mãos o manto de Elias, Eliseu se despedia da vida velha que levava assumindo a nova vida no Espírito. Deus coloca na nossa vida pessoas ungidas que são Seus instrumentos para nos formar e exercitar a fim de dar continuidade ao Seu projeto salvífico. Todavia, nunca poderemos colocá-las no lugar de Deus e idolatrá-las, porque assim elas tornar-se-ão pedras de tropeço na nossa caminhada. Por outro lado, todos nós precisamos ter consciência de que somos apenas canais da graça que Deus quer derramar no mundo.  – Você tem consciência de que outros (as) virão depois de você? – Você percebe a necessidade de dar bons exemplos para as gerações futuras? – Você já assumiu a nova vida no Espírito que o Senhor lhe põe nos ombros? – Você percebe que o tempo está passando?

Salmo 30 – “Fortalecei os corações, vós que ao Senhor vos confiais!
O nosso amor a Deus deve ter exclusividade como diz o Salmo, somos seus santos, portanto o orgulhoso de si mesmo não tem a benevolência de Deus. Os que temem o Senhor, Nele se refugiam e Dele alcançam proteção. A misericórdia do Senhor é a tenda onde nos escondemos contra as línguas maldizentes que existem no mundo. Mesmo nos reconhecendo pecadores nós confiamos na bondade do Senhor porque O tememos.

Evangelho - Mateus 6, 1-6.16-18 -  como exercitar a justiça


Neste Evangelho Jesus nos forma e nos exercita para que possamos assumir a nossa verdadeira identidade de filhos de Deus criados à Sua imagem e semelhança. Assim sendo, Ele nos ensina o modo correto de como exercitar a justiça não fazendo das nossas boas ações trampolim para a nossa promoção humana.  Jesus se refere aos hipócritas como aquelas pessoas que dão esmola, oram e jejuam, somente para serem elogiados, vistos e admirados pelos “homens”.  Por isso, Ele nos adverte: “Ficai atentos para não praticardes a vossa justiça na frente dos homens, só para serem vistos”. Dessa forma, Ele nos exorta a que vivamos as ações espirituais da esmola, da oração e do jejum com serenidade sem querer nos pôr em evidência.  Com efeito, o modo como nós as praticarmos, será mais importante do que a própria ação. O jejum, a oração e a esmola são exercícios que edificam a nós próprios mais do que aos outros porque são atos concretos os quais devem ser regidos pelo nosso coração e não pelo nosso exterior. O fato de sermos vistos, admirados, elogiados, afagados, constitui-se uma necessidade da nossa carne fraca, por essa razão, se não estivermos atentos (as), ficaremos aguardando elogios, aplausos e nos entristeceremos quando não formos aclamados por causa das nossas boas ações. Do contrário, quando nos deixamos recompensar somente por Deus que está escondido no profundo do nosso ser, então as nossas obras, mesmo que não sejam vistas pelos homens, têm um perfume agradável a Ele e, assim, receberemos a Sua recompensa.  Fazer para ficar em evidencia é não fazer por amor. Deus vê o coração e receberemos a recompensa se agirmos por amor a Ele. Do contrário, se fizermos com o intuito de ser visto pelos homens, teremos a recompensa dos homens, criaturas limitadas e que julgam pelas aparências. Tudo o que fizermos de coração terá a sua recompensa e não cabe a nós propagar e alardear porque assim fazendo, a recompensa nos será dada por outras pessoas que são imperfeitas e não de Deus. - O que você prefere: agradar a Deus ou aos homens?  – Você se considera uma pessoa vaidosa pelas boas ações? – Quando você faz alguma boa ação você se preocupa em que todos saibam? – Qual é a sua atitude quando você está jejuando? – Você gosta de provocar elogios? – As pessoas costumam elogiá-lo (a)? Como você se sente quando isso acontece?

Um comentário:

Anônimo disse...

JEZUS FILHO DE DEUS PAI TODO PODEROSO FAZEI O NOSSO CORAÇAO SEMELHANTE AO VOSSO,PRECISAMOS DE TI E SEM CESSAR PEDIR O TEU ERDAO A TODO MOMENTO,SENHOR QUE A NOSSA HUMANIDADE CONVERTA,SE AMEM

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