Quinta feira, 18 de janeiro
de 2018.
Evangelho: Mc 3,7-12
Homem simpático e carinho com as
pessoas era Jesus. Não tinha tempo ruim para fazer o bem e expressar com lindas palavras
seus sentimentos de amor. Carregava no âmago do coração bondade e cortesia
infinitamente. Suas palavras incutiam nas pessoas o verdadeiro sentido de viver
e libertação. Jesus amarrava as pessoas com discurso que remetia a uma vida sem
percalços e livres para chegar ao novo reino.
Tanto que multidões de todos os
lugares procuravam Jesus tanto para ouvir como para ser curado de males. Isso
mesmo, as pessoas queriam ficar perto de Jesus e aprender a lição de viver bem
e serem curadas do encardido. Todos que
foram contemplados com a cura não tiveram medo de anunciar seu nome para
outros. Assim o ciclo de amigos de Jesus aumentava cada vez mais.
Depois que Jesus saiu da sinagoga
foi para a beira do mar com seus discípulos, mas a multidão não dava trégua.
Queria estar com ele e até tocar em sua veste. Jesus precisou improvisar uma
canoa para falar com o seus admiradores, isso evitaria o espreme – espreme na
praia.
Temos neste encontro sinal de amor e fidelidade de Jesus. Seu nome
já percorria regiões distante através dos milagres, curas e bênçãos. Quem era
abençoado não demonstravam quietude e difundia o nome de Jesus para seus
amigos. Assim, Jesus tornou-se até uma ameaça para os poderosos.
Desse modo o nome de Jesus deve ser
proferido ainda hoje nos quatro cantos do mundo. Temos que falar as
bem-aventuranças desse homem que trouxe o novo para o mundo. Enveredou um Reino
de paz para os cristãos viver e ensinou os caminhos retos a seguir com
gratuidade. Jamais esse nome deve ser esquecido ou trocado. Esse nome Jesus deve ser eternizado na
praticidade do dia a dia. Sempre lembrado como amor e dedicado com oração para
que nunca afastemos de nosso irmão Jesus.
Abraços
Claudinei
M. Oliveira
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