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terça-feira, 11 de setembro de 2018

-Jesus e os cobradores de imposto-José Salviano


21 de Setembro

 

Evangelho – Mt 9,9-13

 

 

Jesus convidou a Mateus para segui-lo, e em seguida Ele foi almoçar na sua casa. Lá, se juntaram muitos outros cobradores de imposto, entre outros pecadores, que se sentaram à mesa com Jesus e seus discípulos.

Para os líderes judaicos aquilo foi um verdadeiro escândalo! Imagine o Mestre comendo com os piores pecadores, comendo com os impuros!

 Foi então que alguns dos fariseus ali presentes perguntaram aos discípulos, por que o vosso mestre come com os cobradores de impostos e com os pecadores?

A resposta de Jesus nos mostra claramente que Ele não veio a este mundo para nos discriminar, e nos condenar, como o faziam os judeus, e muitos de nós. Jesus veio a este mundo para nos libertar do pecado, e nos dar a oportunidade de mudar de vida.

Jesus que ouviu a fala dos fariseus, logo respondeu que “AQUELES QUE TÊM SAÚDE NÃO PRECISAM DE MÉDICO, MAS SIM, OS DOENTES”.

Jesus está se referindo à saúde espiritual, ou seja, à saúde da espiritualidade.

Muitos de nós preferimos estar junto daqueles e daquelas que não só têm saúde física, mas também vivem a graça santificante. Nos nossos encontros de confraternizações, nos reunimos com aqueles e aquelas que são do mesmo nível de espiritualidade que nós. Isso é gratificante, isso é uma pausa nos trabalhos da paróquia, e por tanto digno do olhar de Deus.

Mais e durante o ano? Como foi o nosso trabalho? Nós buscamos catequisar aqueles que são considerados ovelhas desgarradas? Ou será que nos acomodamos nos limites paroquiais, na zona de conforto, pois afinal, isso é bem mais fácil, não é mesmo?

Os famintos da periferia, continuam sedentos de Deus, pois não têm quem lhes levam uma mensagem de consolo daquele que disse: “Vinde a mim todos vós que estão deprimidos e eu os aliviarei...”

Os judeus viviam fazendo sacrifícios pelo perdão dos pecados. E institucionalizou tanto esta prática, ao ponto de ganhar muito dinheiro com a queima dos animais no Templo. Pois todo bom praticante da fé, tinha a obrigação de comprar um animal e oferecê-lo pelos seus pecados.

Jesus repudiou, condenou esta prática, pois em vez de desperdiçar alimento, com a queima da carne dos animais inocentes, poderia matar a fome de muitos famintos que preambulavam por todos os lados, além dos muitos doentes sem médicos.

Jesus desaprovou a prática do sacrifício, e disse: Quero caridade em vez disso. Ou seja, quero misericórdia em vez de sacrifício, que não leva a nada.

Será que hoje acontece algo semelhante? Quanta comida nós desperdiçamos e quantos famintos passam fome? Quanto luxo muitos exibem e quantos que não têm nem o necessário para se agasalhar?

Quantos que só pensam em si, quantos que possuem caridade zero!

E levam uma vida como se os excluídos não fossem seus irmãos?

Jesus se importa com cada um de nós. Ele se importa com a salvação dos ricos, assim como com o alimento e a saúde dos pobres.

Jesus quer que cada um de nós façamos o mesmo.

Jesus nos convida para segui-lo, e para catequisar com a palavra e com o nosso bom exemplo, aqueles que estão doentes mentalmente, doentes pela vida em pecado, distante da vida da graça.

Façamos como Mateus. Aceitamos o convite de Jesus, e o convidamos para participar da nossa mesa junto com a nossa família, por todos os dias.

 

José Salviano.

 



terça-feira, 3 de julho de 2018

-SEGUE-ME, Mt 9,9-13, José Salviano


06 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 9,9-13




Nós somos doentes, e por isso necessitamos de Jesus. Somos doentes por causa dos nossos pecados. Pois somos fracos e não resistimos como deveríamos, às tentações diárias. Somos fracos e por isso precisamos da força do Alto.
Somos doentes por causa dos nossos vícios e das atrações do mundo que nos arrastam para longe do Pai.
Porém, Este mesmo Pai, vem ao nosso encontro, vem almoçar conosco. Ele vem  comer com os pecadores.  Pois segundo Jesus, são os doentes que necessitam de médico.
Necessitamos que o divino Médico nos cure de todas as nossas fraquezas, de todas as nossas inclinações perversas, de todo o nosso egoísmo.
Peçamos o perdão do Pai, pois somos miseráveis pecadores. Peçamos a força do Alto, para que possamos  sobreviver ao pecado, e um dia estar na Glória Eterna.
A missão de Jesus era de resgatar,  recuperar e salvar o que estava perdido.  Salvar aqueles que viviam no pecado.
Essa deve  ser também o nosso compromisso, a nossa missão.  Precisamos ir até os pecadores, os afastados, os desgarrados.
A pastoral da catequese precisa elaborar um plano para fazer isso. Há um requisito urgente de se providenciar um meio, uma técnica, um “como” fazer isso!
Não se pode mais adiar essa missão.  Uma missão estendida, uma missão nova, uma missão para salvar aqueles que estão longe do plano de Deus. 
E como fazer isso?   É preciso sentar e conversar.  É preciso se reunir na presença do Espírito de Deus, e de mãos dadas, rezar com fé, pedindo a iluminação do Alto. Pois Sem mim nada podeis fazer. Ele disse.
Mateus foi um exemplo do que Jesus disse. De pecador, Mateus passou a ser um pregador. Um anunciador da Boa Nova.
O mesmo aconteceu com Saulo, que se transformou em Paulo, o mais forte, dedicado e eloquente apóstolo da Igreja.
Sim, meus irmãos e irmãs. Nós estamos muito doentes. Necessitamos do Médico que nos cure urgentemente, e que nos dê forças para não pecar mais, e para sair em campo para anunciar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Precisamos sair do nosso comodismo, da nossa zona de conforto, e nos dirigir aos demais pecadores, para levar até eles a Luz que cura! A Luz que liberta de todos os males da alma e do nosso corpo. A Luz que nos transforma de pecadores, em pregadores do Evangelho.

Tenha um bom dia. José Salviano.


terça-feira, 26 de junho de 2018

SEGUE-ME, Mt 9,9-13, José Salviano


06 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 9,9-13

-SEGUE-ME, Mt 9,9-13, José Salviano



Nós somos doentes, e por isso necessitamos de Jesus. Somos doentes por causa dos nossos pecados. Pois somos fracos e não resistimos como deveríamos, às tentações diárias. Somos fracos e por isso precisamos da força do Alto.
Somos doentes por causa dos nossos vícios e das atrações do mundo que nos arrastam para longe do Pai.
Porém, Este mesmo Pai, vem ao nosso encontro, vem almoçar conosco. Ele vem  comer com os pecadores.  Pois segundo Jesus, são os doentes que necessitam de médico.
Necessitamos que o divino Médico nos cure de todas as nossas fraquezas, de todas as nossas inclinações perversas, de todo o nosso egoísmo.
Peçamos o perdão do Pai, pois somos miseráveis pecadores. Peçamos a força do Alto, para que possamos  sobreviver ao pecado, e um dia estar na Glória Eterna.
A missão de Jesus era de resgatar,  recuperar e salvar o que estava perdido.  Salvar aqueles que viviam no pecado.
Essa deve  ser também o nosso compromisso, a nossa missão.  Precisamos ir até os pecadores, os afastados, os desgarrados.
A pastoral da catequese precisa elaborar um plano para fazer isso. Há um requisito urgente de se providenciar um meio, uma técnica, um “como” fazer isso!
Não se pode mais adiar essa missão.  Uma missão estendida, uma missão nova, uma missão para salvar aqueles que estão longe do plano de Deus. 
E como fazer isso?   É preciso sentar e conversar.  É preciso se reunir na presença do Espírito de Deus, e de mãos dadas, rezar com fé, pedindo a iluminação do Alto. Pois Sem mim nada podeis fazer. Ele disse.
Mateus foi um exemplo do que Jesus disse. De pecador, Mateus passou a ser um pregador. Um anunciador da Boa Nova.
O mesmo aconteceu com Saulo, que se transformou em Paulo, o mais forte, dedicado e eloquente apóstolo da Igreja.
Sim, meus irmãos e irmãs. Nós estamos muito doentes. Necessitamos do Médico que nos cure urgentemente, e que nos dê forças para não pecar mais, e para sair em campo para anunciar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Precisamos sair do nosso comodismo, da nossa zona de conforto, e nos dirigir aos demais pecadores, para levar até eles a Luz que cura! A Luz que liberta de todos os males da alma e do nosso corpo. A Luz que nos transforma de pecadores, em pregadores do Evangelho.

Tenha um bom dia. José Salviano.