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terça-feira, 12 de março de 2019

-2º DOMINGO DA QUARESMA-TRANSFIGURAÇÃO-C-José Salviano


2º DOMINGO DA QUARESMA

17 de março   de 2019
Evangelho Lc 9,28b-36

A TRANSFIGURAÇÃO JESUS-José  Salviano


A transfiguração de Jesus apresenta vários significados.  O primeiro deles foi o de nos mostrar um pouquinho de como funciona a Glória Eterna. E também, para nos mostrar como Jesus ficaria depois da ressurreição.
Em seguida, podemos considerar que Jesus fez a transfiguração para reforçar a moral e a coragem dos discípulos, os quais andavam desanimados e amedrontados com as ameaças dos poderosos, que fechavam o cerco em torno de Jesus, com o objetivo de matá-lo.
Com a transfiguração, que foi uma amostra adiantada da sua ressurreição, Jesus mostrou que nenhum poder  será duradouro, se ele não emana de Deus.
Os poderosos da Terra podem até se coligarem em uma ação coordenada  para destruir os fracos, porém, se esquecem ou não querem aceitar que Deus é pelos fracos. Assim, a força poderosa dos poderosos contra os fracos pode até fazer muito efeito durante certo tempo, porém, logo virá o Poder do Alto em socorro aos desamparados.
Todo aquele ou aquela que usar o seu poder terreno para destruir os pobres, terá o troco que virá do Alto, pois embora o socorro possa demorar, os excluídos não serão abandonados por Deus.
As forças sociais são aquelas que governam a sociedade, ou o país. Porém, a partir do momento em que elas se reúnem para prejudicar os fracos, muito coisa pode acontecer, pois como eles não têm fé em Deus, e não visam o bem do povo, como eles se organizam somente pelo poder terreno, pela ganância, sem nenhuma parcela de caridade, acabam morrendo pelo seu próprio veneno. Desse modo, começa a surgir atritos entre eles, como cães que brigam pelo osso.
Jesus transfigurado nos mostra que o verdadeiro poder vem de Deus. É o poder que visa o bem de todos,  o poder que trabalha em prol da salvação da humanidade.
As roupas brilhantes representam o nosso estado de graça após uma confissão, após a absolvição pelo sacerdote.
A presença de Elias e Moisés na cena da Transfiguração, nos mostra que Jesus é uma continuação do Antigo Testamento, o qual foi uma preparação para a sua vinda. Ele agora, nos trás a Nova Aliança. O Amor a Deus e ao próximo
Pedro queria fazer 3 tendas e ficar ali. Isso significa o quanto é maravilhoso estar transfigurado, no amor de Deus! Como é bom uma amostra da Glória Eterna.
A nuvem no Antigo Testamento foi sempre símbolo de manifestação de Deus, por isso que na Transfiguração, ela esteve presente, para justificar a presença do Pai Eterno, que disse: “Este é o meu Filho amado. Escutai-o”.
Sim, vamos escutá-lo! Vamos pedir ao Pai que nos purifique e nos dê tudo o que precisamos para transfigurar este mundo através do anúncio da sua palavra, enquanto é tempo. Pois o Anticristo já se encontra  no nosso meio e está agindo numa velocidade crescente e muito assustadora, cuja ação amedronta a todos os quais se calam para continuar vivos. O Anticristo  invade os nossos lares, através dos nossos jovens dopados e hipnotizados. Ele, o anticristo, está transfigurando a humanidade para pior, está transfigurando-a negativamente.
Pois somente com o poder de Jesus é que podemos continuar a sua missão.
E a Luz de Cristo nos vem por meio da Eucaristia e da sua palavra assimilada e praticada por nós, é que nos faz resplandecentes, nos faz refratar  o brilho do rosto de Jesus o ressuscitado, onde quer que passamos, e principalmente onde nós anunciamos esta Luz por meio de palavras, frases e pelo testemunho.

Maria foi um exemplo vivo de transfiguração em vida. Rogamos ao Pai que nos encoraje sempre a buscar a transfiguração da nossa alma pela absolvição dos nossos pecados pelo sacerdote.


José Salviano



quarta-feira, 26 de setembro de 2018

-Sem rivalidades entre nós-José Salviano


01 de Outubro de 2018

 

Evangelho Lc 9,46-50



 

A rivalidade, e o espírito ou comportamento de disputa é algo inconcebível no meio de nós cristãos, seguidores de Cristo.

Precisamos entender que O Criador distribuiu os dons gratuitamente a cada um de nós, de acordo com a sua vontade. Portanto, não é santo o nosso procedimento de invejar, de querer possuir as mesmas qualidades do nosso irmão, da nossa irmã.

É comum vermos pessoas zombando do modo de ser de outras que possuem qualidades destacadas como beleza, capacidade de falar, de cantar, de ser uma pessoa versátil, etc. E isso acontece por pura inveja.

Ora, devemos pensar que tais qualidades atribuídas a tal pessoa, foi um presente de Deus. Se aquela moça é mais bonita que você, conforme-se com o que Deus lhe deu. E mais. Se você reparar, ela é bonita, mais você tem uma outra qualidade que ela não tem. Já reparou nisso?

Você pode ser mais inteligente, pode ser mais capaz de fazer uma outra coisa que ela não consegue...

Desse modo, há um equilíbrio na distribuição dos dons dados por Deus a todos nós.

Deus não quer que sejamos escravos do modo de pensar de todos os humanos. A inveja, o orgulho, a ambição, e muito menos a disputa pelo poder, são coisas que não  combinam com a espiritualidade cristã.

Os discípulos, assim como nós, engajados na vida da Igreja ou não, somos continuadores da missão de Jesus. Missão de anunciar o Evangelho a todos os povos. Portanto, não podemos dizer uma coisa com palavras, ou mesmo com um testemunho fingido, e na vida real, sermos uma pessoa completamente diferente.

Como posso anunciar o Evangelho, e em seguida, falar mal dos outros?

Como posso cantar no coral da Igreja, e ao chegar em casa arrumar uma tremenda confusão por que o meu vizinho é mais competente do eu?

Ou por que o meu irmão é um bem sucedido na vida, enquanto eu ainda estou na tentativa?

Quando Jesus disse que deveríamos ser perfeitos como o Pai é perfeito, isso nos pareceu uma realidade inalcançável! E é. Jamais atingiremos a mesma santidade que o nosso Pai supremo, é claro. Porém, o que Jesus nos quis dizer, é que pelo menos nós tentemos viver de acordo com os seus ensinamentos, abolindo do nosso proceder, toda maldade, e buscar nos aproximar da perfeição, mesmo que isso seja impossível.

Caríssimas e caríssimos. Nada de disputa para ver quem de nós é o mais santo! Isso não é coisa de cristãos! Não pega bem, tal comportamento entre nós.

Nada de ciúmes pela voz linda do Padre Marcelo Rossi.  Nada de fazer piadinhas sobre um certo leigo que tem uma grande capacidade de ler, ou de falar em público...

Brigar pelo poder, buscar honrarias, são coisas daqueles e daquelas que não seguem o Plano de Deus. Não é o nosso caso.  Pois onde existem tais atitudes, com certeza vai acontecer a inimizade, e isso é inadmissível no nosso meio.

Se no mundo a luta pelo poder é insana, cá entre nós deve haver concórdia, fraternidade, simplicidade, que são virtudes da espiritualidade cristã.

 

 

José Salviano


terça-feira, 25 de setembro de 2018

-Em primeiro lugar, Deus-José Salviano


03 de Outubro de 2018

 

Evangelho Lc 9,57-62



Alguns admiradores de Jesus demonstraram o seu interesse em segui-lo, porém, disseram que precisavam resolver algumas pendências familiares primeiro.

O primeiro ficou tão entusiasmado, que disse: “Eu te seguirei onde quer que tu vás”. Porém Jesus lhe mostrou que não tinha nada de espacial para lhe oferecer como forma de pagamento. Jesus não lhe prometeu nenhuma forma de conforto material.

Outros, queriam seguir a Jesus, porém primeiro queriam enterrar o pai, outro queria se despedir dos familiares.

E quais são as nossas desculpas para não aceitar o convite de algum coordenador pastoral que nos chama para nos integrar ao grupo?

Alegamos que temos um emprego que nos exige muito, as mulheres podem dizer que precisam cuidar do marido e dos filhos, ou que além de trabalhar fora, tem de fazer as tarefas de casa...

Assim, são muitas as desculpas que temos a dar quando Jesus nos chama através de uma cristã leiga, ou de um agente de pastoral.

Conheci um jovem de uma família muito devota, que certo dia amanheceu praticamente decidido a entrar para o seminário. Durante a noite, ele disse que teve um sonho no qual Jesus lhe chamou para a missão.

Então ele amanheceu quase decidido a ser padre. Repito, quase decidido. Isso por que, não obstante a sua grande fé, e à devoção de toda a sua família, aquele jovem tinha umas sérias pendências a resolver.

A primeira delas era explicar para a sua grande admiradora, que ele havia decidido a seguir Jesus pelo sacerdócio. E aquilo não era uma tarefa muito fácil, pois se ela estava apaixonada por ele, por seu lado, ele reconhecia a sua beleza tanto física como da alma. Tinha por ela também grande admiração.

Outra grande pendência que ele tinha para resolver, era ter que desistir da sua carreira teatral, a qual havia apenas começado. Ele tinha grande talento para representar e não foi coisa fácil convencer o diretor e os seus amigos admiradores, que ele havia decidido seguir outro caminho.

Mais ele conseguiu se livrar de todas essas pendências, de todos esses laços terrenos, e hoje a Igreja ganha um excelente sacerdote!

E ele está muito seguro na decisão que tomou. Devoto, de muita fé, ele tem muitos talentos. Canta, fala muito bem, inteligente, estudioso não só da palavra mais também de assuntos gerais, como geografia, e comunicações. Um grande autodidata, esse jovem conhece mito sobre biomédica, e clinica geral.

Poderemos afirmar que é um sacerdote perfeito? Isso só Jesus irá poder dizer. Pois ele tem um sério problema pela frente. Tem de se livrar das muitas garotas, suas amigas e admiradoras, que não se conformaram com “aquela perda”, e não desistiram de assediá-lo, se bem que forma velada.

Porém, apesar de todos esses embaraços terrenos, o nosso novo sacerdote continua impecável! Decidido, seguro, preparado e com muita energia, ele está seguindo o seu caminho de nos conduzir ao Reino dos Céus, com muita garra e boa vontade!

 

José Salviano

 



terça-feira, 18 de setembro de 2018

-Qual de nós será o maior?-José Salviano


01 de Outubro de 2018

 

Evangelho Lc 9,46-50


- 

A rivalidade, e o espírito ou comportamento de disputa é algo inconcebível no meio de nós cristãos, seguidores de Cristo.

Precisamos entender que O Criador distribuiu os dons gratuitamente a cada um de nós, de acordo com a sua vontade. Portanto, não é santo o nosso procedimento de invejar, de querer possuir as mesmas qualidades do nosso irmão, da nossa irmã.

É comum vermos pessoas zombando do modo de ser de outras que possuem qualidades destacadas como beleza, capacidade de falar, de cantar, de ser uma pessoa versátil, etc. E isso acontece por pura inveja.

Ora, devemos pensar que tais qualidades atribuídas a tal pessoa, foi um presente de Deus. Se aquela moça é mais bonita que você, conforme-se com o que Deus lhe deu. E mais. Se você reparar, ela é bonita, mais você tem uma outra qualidade que ela não tem. Já reparou nisso?

Você pode ser mais inteligente, pode ser mais capaz de fazer uma outra coisa que ela não consegue...

Desse modo, há um equilíbrio na distribuição dos dons dados por Deus a todos nós.

Deus não quer que sejamos escravos do modo de pensar de todos os humanos. A inveja, o orgulho, a ambição, e muito menos a disputa pelo poder, são coisas que não  combinam com a espiritualidade cristã.

Os discípulos, assim como nós, engajados na vida da Igreja ou não, somos continuadores da missão de Jesus. Missão de anunciar o Evangelho a todos os povos. Portanto, não podemos dizer uma coisa com palavras, ou mesmo com um testemunho fingido, e na vida real, sermos uma pessoa completamente diferente.

Como posso anunciar o Evangelho, e em seguida, falar mal dos outros?

Como posso cantar no coral da Igreja, e ao chegar em casa arrumar uma tremenda confusão por que o meu vizinho é mais competente do eu?

Ou por que o meu irmão é um bem sucedido na vida, enquanto eu ainda estou na tentativa?

Quando Jesus disse que deveríamos ser perfeitos como o Pai é perfeito, isso nos pareceu uma realidade inalcançável! E é. Jamais atingiremos a mesma santidade que o nosso Pai supremo, é claro. Porém, o que Jesus nos quis dizer, é que pelo menos nós tentemos viver de acordo com os seus ensinamentos, abolindo do nosso proceder, toda maldade, e buscar nos aproximar da perfeição, mesmo que isso seja impossível.

Caríssimas e caríssimos. Nada de disputa para ver quem de nós é o mais santo! Isso não é coisa de cristãos! Não pega bem, tal comportamento entre nós.

Nada de ciúmes pela voz linda do Padre Marcelo Rossi.  Nada de fazer piadinhas sobre um certo leigo que tem uma grande capacidade de ler, ou de falar em público...

Brigar pelo poder, buscar honrarias, são coisas daqueles e daquelas que não seguem o Plano de Deus. Não é o nosso caso.  Pois onde existem tais atitudes, com certeza vai acontecer a inimizade, e isso é inadmissível no nosso meio.

Se no mundo a luta pelo poder é insana, cá entre nós deve haver concórdia, fraternidade, simplicidade, que são virtudes da espiritualidade cristã.

 

 

José Salviano


-Quem é Jesus para mim?-José Salviano


28 de Setembro

 

Evangelho Lc 9,18-22



Jesus perguntou aos discípulos o que o povo estava pensando sobre Ele. Quem as pessoas estavam achando que Ele era?

Em seguida, Jesus perguntou o que cada um dos discípulos estavam pensando sobre Ele.

Para começar a nossa reflexão, é importante lembrar que Jesus sendo Deus, Ele não precisava perguntar a ninguém, sobre o que eles pensavam, pois Deus sabe tudo antes, durante e depois.

Quanto ao depois, temos de considerar as variáveis. Pois o nosso futuro, por exemplo, não está perfeitamente escrito, pois Deus nos deu o livre arbítrio de seguir este ou aquele caminho. Assim, o que virá depois, depende das nossas opções, depende das nossas escolhas.

Se Jesus aparecesse hoje na hora da missa e perguntasse aos presentes: O que a sociedade pensa sobre mim?

Ora, depois de se acostumar com o susto, muitos tentariam explicar, e certamente, ninguém chegaria a um consenso satisfatório sobre o que o povo pensa sobre a pessoa de Jesus Cristo nos dias de hoje.

Apesar de que muitos recorriam ao celular para achar a resposta certa.

Analisando o estado deplorável de violência na nossa sociedade atual, podemos comparar isso com as piores atrocidades e Guerras produzidas pelo ateísmo do Nazismo principalmente no mundo europeu, e pelo comunismo nas coreias.

Tudo isso teve como pano de fundo, a idéia de que: se Deus não existe, tudo é PERMITIDO! Em outras palavras, a ausência de Deus nas mentes humanas, é capaz de produzir todo tipo de desgraça.

Sabemos que o mal existente no mundo é causado pelo mau uso da nossa liberdade, mais a influência dos amigos, mais tentações do diabo, mais ausência de FÉ.

Ora. Pois se Deus não existe, tudo é PERMITIDO!



Podemos fazer tudo, principalmente o mal, pois não existirá nenhuma consequência. Isso pensam os ateus, os descrentes, os niilistas (incrédulos).

E é exatamente aí que todos se enganam. Pois o viver sem limites, não é viver, mas sim, a todo instante ter de correr atrás da defesa da própria vida, pois se trata de estar em constante estado de alerta, por causa do constante estado de guerra!

Quem pode mais chora menos. Quem pode mais continua vivo até que a morte bata a sua porta.

É um jogar com a própria vida, numa espécie de roleta russa. Então podemos perguntar. ISSO É VIDA?

Só a fé nos pode dar a vida! Por que seguimos Aquele que é o caminho, a verdade e a vida. Aquele que pode nos dar vida em abundância, que é a vida da graça santificante!

Então, acho que é fácil saber quem é Jesus para você. Pois se você leu este texto até aqui, é sinal de Jesus ocupa um lugar privilegiado em sua mente, em sua alma. Não é mesmo? Então, parabéns!

 

José Salviano.


-Herodes quis conhecer Jesus-José Salviano


27 de Setembro

 

Evangelho Lc 9,7-9



 

Herodes estava com a consciência pesada pelo seu crime cometido. O crime de matar João Batista.

Ao saber dos feitos milagrosos de Jesus, ele começa a se apavorar, até pensou que João havia ressuscitado, e que estaria pronto para se vingar dele. Foi então que desejou conhecer a Jesus. Não para se converter, ou para segui-lo, mas no fundo, para arrumar um jeito de matá-lo também.

Jesus foi levado à presença de Herodes, e esse, começou a zombar da pessoa de Jesus.

Disse: Que dizer que você tem poderes!  Faça trovejar que eu quero ver.

Jesus nem se moveu. Não fez trovejar.

Herodes insistiu. Pegou um vazo de flores e o jogou no chão. E ordenou a Jesus que reconstituísse aquele vazo quebrado.

Jesus continuou ali parado, sem dizer absolutamente nada.

Herodes disse: Acho que os teus poderes estão se acabando...

Jesus não fez nenhum milagre quando foi desafiado. Jesus não precisava provar nada para aquele pobre coitado revestido de poderes terrenos limitados e passageiros.

Jesus não teve medo de enfrentar os seus adversários, mesmo aqueles que se julgavam poderosos!

Herodes precisava eliminar todos os tropeços do seu caminho. Pobre coitado! Não sabia com quem estava lidando!

Eliminar tropeços da nossa vida, é o que mais acontece por aí. E as novelas e os filmes mostram isso o tempo todo.

Ali, na tela mostra-se uma luta entre o bem e o mal. Todo malvado tem de se precaver, e procura sempre eliminar todos aqueles e aquelas que podem ser pedra de tropeço, para os seus lucrativos “negócios”. É assim que eles chamam. “Negócios”.

Os Herodes do mundo de hoje que aparecem nos filmes e novelas, são raposas como disse Jesus. (“Diga para aquela raposa...”) Eles são muito espertos. E o pior, eles têm muito poder. Poder para tornar a sua vida um verdadeiro inferno. Poder para sumir com a sua pessoa. Poder para condená-lo mesmo sem nenhuma prova material concreta.  Para isso basta você se por no caminho deles, atrapalhando os seus “negócios”.

Porém, eles não sabem que não estamos sós. Eles não sabem que somos seguidores daquele que tem todo poder no Céu e na Terra!

Mais eles sabem que estão agindo errado, e por isso, como Herodes, se sentem culpados nas horas vagas.

Não nos preocupemos com os malvados. Não vamos enfrentá-los, como nos recomendou Jesus. Vamos rezar por eles, tenhamos pena deles! Pois eles não escolheram o melhor lado da vida. São uns tolos, que pensam ser os tais, mas na verdade, são mais frágeis do que imaginam.

São nossos irmãos! Não lhes desejamos o mal. Pois eles já estão lá. Lá onde tudo está em volta do mal. Não vamos cutucar um leão com um palito, pois isso terá sérias consequências. Também não nos aproximemos deles. Deixemos que eles sigam seus planos. E continuemos o nosso caminho.

Que Deus tenha piedade de todos nós, e nos ilumine com sua Luz, para que busquemos a sabedoria, para que busquemos o melhor lado dessa vida. O lado da paz, o lado da fraternidade, o lado da partilha, o lado da amizade sincera, o lado do perdão, da caridade, da justiça, da ajuda mútua, do sorriso sincero, da mão estendida, do abraço amigo, o lado que nos conduzirá ao paraíso.

 

José Salviano

 

 



-Jesus deu poderes aos discípulos-José Salviano,


26 de Setembro

 

Evangelho Lc 9, 1-6


 

Jesus escolheu 12 discípulos e lhes deu poder sobre o diabo e para curar doenças.

Depois de ressuscitado, Jesus deu-lhes mais poderes. Deu-lhes o poder de perdoar os pecados. E tem mais. Aqueles que os apóstolos não perdoassem, não estariam perdoados.

Os sacerdotes são os descendentes e herdeiros diretos dos poderes dos apóstolos, visto que Jesus assim o determinou. “Eis que estarei convosco até o fim dos tempos”. Se aqueles escolhidos não viveriam até hoje, está claro que Jesus estava falando dos seus continuadores, ou seja, os nossos padres.

O poder do padre de perdoar os nossos pecados é um poder inquestionável. A menos que  neguemos as promessas de Cristo.

Cristo prometeu, Cristo cumpre. Assim, o sacerdote tem o poder divino de nos purificar das impurezas da nossa alma. Se não acreditamos plenamente nisso, não somos cristãos autênticos.

Os sacerdotes são superiores a nós, pelos seus principais poderes: de consagrar a Hóstia e o Vinho e de perdoar os nossos pecados.

Porém, o sacerdote tem de ser humilde como Jesus, e não se vangloriar dos seus poderes, os quais lhe foram dados pelo Filho de Deus.

Desse modo, embora ele, o padre, tenha poderes divinos, isso não justifica nenhuma atitude de arrogância, ou ar de superioridade sobre os cristãos.

Esse poder lhe foi dado para que ele nos sirva, nos salve, nos liberte das nossas imperfeições, dos nossos pecados.

Existem pessoas que vão ao padre para se purificar de algum pecado grave, que por circunstâncias inéditas em suas vidas, se viram praticamente obrigados a cometer.  Esses são pecados que indubitavelmente, nos enchem de remorsos, de arrependimentos.

Por outro lado, existem pecados que são cometidos por aqueles e aquelas que assumem uma postura de fora do Plano de Deus, e vivem habitualmente uma vida desregrada, ignorando o chamado do Pai a conversão. Esses necessitam das nossas orações, pois são pecadores conscientes, e o pior, não querem mudar de vida.

Também existe outro grupo de cristãos conscientes, pessoas que tentam seguir a Deus, porém, sempre caem no mesmo pecado, no mesmo vício, na mesma fraqueza. São pecados que se repetem, e quando o sacerdote os vêm na sala de espera para se confessar, já sabem o que eles vão dizer.

Os mesmos pecados repetidos, com palavras diferentes, ou não: Fofoca, palavrão, inveja, desvio de conduta, etc, mas tem um deles que é padrão de conduta. É aquele que sempre se repete.  Isso pode até causar um certo desconforto, um certo aborrecimento, mas não podemos nos esquecer que Jesus não estabelece limite para o perdão. Ele disse que temos de perdoar 70 X 7 vezes, ou seja, temos de perdoar indefinidamente, perdoar sem limites, sem má vontade, como se fosse a primeira vez.

Se você é um desses, um cristão, uma cristã que tenta de tudo para seguir a Cristo e volta e meia cai sempre no mesmo erro, não se desanime. Não se envergonhe de buscar o sacerdote. Muda de confessor, cada vez busque outro padre, mais nunca desista de tentar seguir a Jesus. Lembre-se que os discípulos não eram perfeitos. E Jesus os acolheu, e os escolheu.

Jamais fique embaraçado, embaraçada, com vergonha de contar o mesmo pecado ao padre. Pois saiba que não é só com você que isso acontece. Uma grande multidão de fiéis, volta e meia, ficam infiéis. E eles fazem a mesma coisa, cometem o mesmo pecado. Assim como você.

Força!  Coragem! Levanta, e tenta de novo. Pois a misericórdia divina é infinita, e o perdão é para sempre!

 

José Salaviano.