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terça-feira, 25 de setembro de 2018
-Qual de nós será o maior?-José Salviano
02 de Outubro de 2018
Evangelho Mt 18,1-5.10
-Qual de nós será o
maior?-José Salviano
Neste Evangelho Jesus nos mostra o valor da humildade. Os
discípulos perguntaram: quem é o maior no Reino dos Céus. Isso é o mesmo que
perguntar: quais seriam as qualidades de
quem seria o maior no Reino dos Céus.
Jesus, o perfeito catequista, optou pelo exemplo, em vez de
explicar somente por palavras. Ele pegou uma criança, e lhes disse que para ser
o maior no Reino dos Céus, temos de ser inocentes, puros como uma criança.
Desse modo, o maior não o mais arrogante, o de nariz empinado, o
orgulhoso, mais sim o maior é o menor de todos, o mais humilde.
Humildade verdadeira e não uma humildade fingida, representada, ou
teatral.
E aqui cabe uma chamada aos
nossos líderes paroquiais. Muitos que exercem lideranças na paróquia, precisam
tomar muito cuidado, para não serem enquadrados nessa advertência de Jesus.
As pessoas são diferentes entre si. De modo que uns são tímidos,
outros são afoitos, ou líderes, outros são sociais, outros são ativos, e assim
por diante. Os tímidos apáticos ou fleumáticos, mesmo que tenham capacidade de
fazer certas coisas como tocar um instrumento musical, por exemplo, não gostam
de se mostrar, não gostam de aparecer.
Já os líderes, mesmo sendo pessoas devotas, já não dispensam a
oportunidade de aparecer, com todo respeito, eles e elas, se não tomar cuidado,
podem infringir a regra santa que Jesus nos mostrou nesse Evangelho. A
HUMILDADE. Pois o líder ou mesmo o tipo ativo, tem grande dificuldade de ser
humilde.
Vamos fazer liderança do tipo. Mandar, pedindo. Vamos copiar a
liderança do Mestre! Jesus liderava com humildade. Parece difícil, mas é
possível. Desde que tenhamos na nossa mente, impregnada da nossa missão, desde
que tenhamos em mente o Plano de Deus, e a nossa alma devota no amor do Pai.
Seguir Jesus, é copiar o seu modo de ser e de catequizar.
Assim, toda vez que nos formos liderar um grupo, ou falar para a
assembleia, nos perguntemos antes: como Jesus faria isso?
De que modo Jesus abordaria esse tema? Qual a sua abordagem? Qual a
sua postura?
Imaginemos Jesus ali fazendo o que nos propomos a fazer. Liderar
uma reunião, coordenar um mutirão, explicar para alguém o que precisa ser
feito, qual a tarefa próxima, etc.
Quando tivermos dúvida sobre o nosso comportamento na liderança,
façamos isso. Copiar Jesus, é a nossa
meta. Pois em tudo o que fazemos pelo Reino dos Céus, QUEM DEVE APARECER É
JESUS E NUNCA A NOSSA PESSOA.
Nós, cristãos atuantes, nunca podemos nos esquecer disso: Quem deve
aparecer é Jesus, e não eu.
Não só devemos, como podemos usar a mídia para evangelizar. Mas
nunca nos esquecemos de que lá, é Jesus
quem deve aparecer. Nós devemos ficar num segundo ou terceiro plano. Ou
nem devemos mostrar a nossa cara na tela, no You Tube.
A luz deve ser colocada no alto. O vosso exemplo, deve converter a
todos. E não a vossa pessoa em si.
É complicado, mas se pedirmos a ajuda do Alto, nós conseguiremos.
José Salviano.
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Os discípulos perguntaram: quem é o maior no Reino dos Céus.,
Qual de nós será o maior?-José Salviano
terça-feira, 18 de setembro de 2018
-Qual de nós será o maior?-José Salviano
01 de Outubro de 2018
Evangelho Lc 9,46-50
-
A rivalidade, e o espírito ou comportamento de disputa é algo
inconcebível no meio de nós cristãos, seguidores de Cristo.
Precisamos entender que O Criador distribuiu os dons gratuitamente
a cada um de nós, de acordo com a sua vontade. Portanto, não é santo o nosso
procedimento de invejar, de querer possuir as mesmas qualidades do nosso irmão,
da nossa irmã.
É comum vermos pessoas zombando do modo de ser de outras que possuem
qualidades destacadas como beleza, capacidade de falar, de cantar, de ser uma
pessoa versátil, etc. E isso acontece por pura inveja.
Ora, devemos pensar que tais qualidades atribuídas a tal pessoa,
foi um presente de Deus. Se aquela moça é mais bonita que você, conforme-se com
o que Deus lhe deu. E mais. Se você reparar, ela é bonita, mais você tem uma
outra qualidade que ela não tem. Já reparou nisso?
Você pode ser mais inteligente, pode ser mais capaz de fazer uma
outra coisa que ela não consegue...
Desse modo, há um equilíbrio na distribuição dos dons dados por
Deus a todos nós.
Deus não quer que sejamos escravos do modo de pensar de todos os
humanos. A inveja, o orgulho, a ambição, e muito menos a disputa pelo poder,
são coisas que não combinam com a
espiritualidade cristã.
Os discípulos, assim como nós, engajados na vida da Igreja ou não,
somos continuadores da missão de Jesus. Missão de anunciar o Evangelho a todos
os povos. Portanto, não podemos dizer uma coisa com palavras, ou mesmo com um
testemunho fingido, e na vida real, sermos uma pessoa completamente diferente.
Como posso anunciar o Evangelho, e em seguida, falar mal dos
outros?
Como posso cantar no coral da Igreja, e ao chegar em casa arrumar
uma tremenda confusão por que o meu vizinho é mais competente do eu?
Ou por que o meu irmão é um bem sucedido na vida, enquanto eu ainda
estou na tentativa?
Quando Jesus disse que deveríamos ser perfeitos como o Pai é
perfeito, isso nos pareceu uma realidade inalcançável! E é. Jamais atingiremos
a mesma santidade que o nosso Pai supremo, é claro. Porém, o que Jesus nos quis
dizer, é que pelo menos nós tentemos viver de acordo com os seus ensinamentos,
abolindo do nosso proceder, toda maldade, e buscar nos aproximar da perfeição,
mesmo que isso seja impossível.
Caríssimas e caríssimos. Nada de disputa para ver quem de nós é o
mais santo! Isso não é coisa de cristãos! Não pega bem, tal comportamento entre
nós.
Nada de ciúmes pela voz linda do Padre Marcelo Rossi. Nada de fazer piadinhas sobre um certo leigo
que tem uma grande capacidade de ler, ou de falar em público...
Brigar pelo poder, buscar honrarias, são coisas daqueles e daquelas
que não seguem o Plano de Deus. Não é o nosso caso. Pois onde existem tais atitudes, com certeza
vai acontecer a inimizade, e isso é inadmissível no nosso meio.
Se no mundo a luta pelo poder é insana, cá entre nós deve haver
concórdia, fraternidade, simplicidade, que são virtudes da espiritualidade
cristã.
José Salviano
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