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terça-feira, 28 de agosto de 2018

O servo fiel-Dehonianos


30 Agosto 2018
Tempo Comum – Anos Pares
XXI Semana – Quinta-feira
Lectio
Primeira leitura: 1 Coríntios 1, 1-9
Irmãos: 1Paulo, chamado por vontade de Deus a ser apóstolo de Cristo Jesus, e Sóstenes, nosso irmão, 2à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados a ser santos, com todos os que em qualquer lugar invocam o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: 3graça e paz vos sejam dadas da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
4Dou incessantemente graças ao meu Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi concedida em Cristo Jesus. 5Pois nele é que fostes enriquecidos com todos os dons, tanto da palavra como do conhecimento. 6Assim, foi confirmado em vós o testemunho de Cristo, 7de modo que não vos falta graça alguma, a vós que esperais a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo. 8É Ele também que vos confirmará até ao fim, para que sejais encontrados irrepreensíveis no Dia de Nosso Senhor Jesus Cristo. 9Fiel é Deus, por quem fostes chamados à comunhão com seu Filho, Jesus Cristo Nosso Senhor.
Paulo permaneceu afectivamente ligado à comunidade que fundou em Corinto. Já em Éfeso, onde viveu do ano 55 ao ano 57, aproximadamente, teve notícias dessa comunidade que muito o preocuparam. A disciplina tinha-se relaxado por influência dos libertinos. Mas também havia rigoristas que criavam problemas. E, no meio de alguma desorganização, até havia quem, como na Galácia, punha em causa a autenticidade do seu apostolado. Paulo procura intervir por meio de uma visita, que falhou, e de algumas cartas, duas das quais chegaram até nós. Na 1 Cor, Paulo apresenta-se como «apóstolo», isto é, como “enviado” (v. 1), sublinhando que essa identidade deriva de um chamamento de Deus. Paulo manifesta esta auto-consciência em quase todas as suas cartas. Também a expressão «à igreja de Deus que está em Corinto» (v. 2) tem um significado teológico denso. Toda a comunidade local, ainda que fundada por homens, é obra de Deus. Os membros dessas comunidades, em comunhão com a igreja universal, foram santificados por Jesus, e estão em permanente tensão para a santidade plena, que será realizada em diferentes formas de vida. Na acção de graças, transparece o entusiasmo do Apóstolo pela riqueza dos dons de Deus aos coríntios (vv. 4s.). Menciona particularmente a «palavra» e a «ciência», os dons mais estimados e procurados pelos coríntios. Tendo recebido tantos dons, os coríntios não podem considerar-se ainda perfeitos, mas simplesmente a caminho da plena manifestação da glória do Senhor.
Evangelho: Mateus 24, 42-51
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 42Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. 43Ficai sabendo isto: Se o dono da casa soubesse a que horas da noite viria o ladrão, estaria vigilante e não deixaria arrombar a casa. 44Por isso, estai também preparados, porque o Filho do Homem virá na hora em que não pensais.» 45«Quem julgais que é o servo fiel e prudente, que o senhor pôs à frente da sua família para os alimentar a seu tempo? 46Feliz esse servo a quem o senhor, ao voltar, encontrar assim ocupado. 47Em verdade vos digo: Há-de confiar-lhe todos os seus bens. 48Mas, se um mau servo disser consigo mesmo: ‘O meu senhor está a demorar’, 49e começar a bater nos seus companheiros, a comer e a beber com os ébrios, 50o senhor desse servo virá no dia em que ele não o espera e à hora que ele desconhece; 51vai afastá-lo e dar-lhe um lugar com os hipócritas. Ali haverá choro e ranger de dentes.»
Em Mateus, a parábola do servo, ou administrador (cf. Lc 12, 41ss.) responsável encontra-se no último grande discurso de Jesus, o “Discurso escatológico” (cc. 24 e25), dominado pelas tribulações de Jerusalém e pelas perseguições à Igreja nascente, pelo anúncio da crise cósmica que precederá o fim e pela consequente necessidade de vigilância. Este discurso não visa assustar, mas encorajar. O mundo e a história caminham, não para o fim, mas para a plena realização. Haverá catástrofes. Mas abrir-se-á uma nova beleza. É neste contexto que Jesus exorta à vigilância, com quatro belas parábolas. Hoje, escutamos a primeira, cujas palavras-chave são: «Vigiai!», «Estai preparados!» A vinda do Senhor é certa. Mas a hora é incerta. A imagem do «ladrão» (v. 43) é muito expressiva e bem conhecida na igreja primitiva. Deve vigiar a casa o dono, mas também os servos, que são seus amigos e estimam a casa. O «servo fiel e prudente» (v. 45) faz as vezes de dono da casa e trata bem os seus companheiros. O «mau servo» (v. 48) aproveita da ausência do dono para desperdiçar os bens e maltratar os companheiros. Naturalmente terão fins diferentes, quando regressar o dono. Os dirigentes da Igreja hão-de ser servos fiéis e prudentes, e não maus servos, como eram os chefes de Israel, no tempo de Jesus.
Meditatio
Paulo escreve aos coríntios, garantindo-lhes a fidelidade de Deus: «Ele vos confirmará até ao fim, para que sejais encontrados irrepreensíveis no Dia de Nosso Senhor Jesus Cristo» (v. 8). Estas palavras são importantes também para nós, por vezes angustiados com as dificuldades que nos rodeiam e com a nossa própria fraqueza: «conseguirei ser fiel até ao fim?» – interrogamo-nos. O Apóstolo afirma que é o próprio Senhor quem garante e confirma a nossa perseverança na fidelidade a Deus. A parábola evangélica ensina-nos o que significa ser «irrepreensíveis» até ao fim. O Senhor põe diante de nós duas certezas: a nossa vida terá um fim; devemos dar conta da nossa vida. Cada um de nós é como o servo a quem o Senhor confiou determinado serviço, uma responsabilidade de que pedirá contas, quando voltar. Por isso, há que estar vigilantes sobre nós mesmos, para não corrermos o risco de que, à chegada do senhor, nos encontre desprevenidos e expostos a castigo.
Na primeira leitura, Paulo ensina-nos que o melhor modo para vivermos a nossa responsabilidade com confiança e obediência, é darmos graças a Deus pelos seus dons, por nada nos ter deixado faltar para vivermos na feliz esperança da sua vinda. O Apóstolo escreve aos coríntios: «Dou incessantemente graças ao meu Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi concedida em Cristo Jesus. 5Pois nele é que fostes enriquecidos com todos os dons, tanto da palavra como do conhecimento… de modo que não vos falta graça alguma, a vós que esperais a manifestação de Nosso Senhor Jesus Cristo» (vv. 4-7).
A visão da generosidade de Deus, que enche de alegria o Apóstolo, deve encher-nos de alegria também a nós. A certeza da bondade de Deus, a verificação das suas graças, devem dar-nos entusiasmo em servi-lo, para O glorificarmos com a nossa vida e as nossas obras.
Deus é fiel. Se aderirmos a Ele, será Ele mesmo a tornar-nos fiéis, para nos encontrar «irrepreensíveis no Dia de Nosso Senhor Jesus Cristo» (v. 8).
«Sob as suas diversas formas, o nosso trabalho, retribuído ou não, faz-nos participar verdadeiramente na vida e condição dos homens do nosso tempo e é também expressão da nossa pobreza ao serviço do Reino» (Cst 48). O trabalho é parte integrante da pobreza religiosa. O trabalho é uma participação efectiva na insegurança típica dos pobres, dos assalariados; é reparação por quem se serve do trabalho só para ganhar de modo egoísta, por quem ergue como lei suprema o proveito e se torna escravo do super potente dinheiro, e procura obter cada vez mais ganhos, para dominar, para explorar.
Pelo trabalho, além do mais, colaboramos na obra do Criador, damos o nosso pequeno contributo pessoal para a transformação do mundo e para a realização do projecto de Deus na história (cf. GS 34).
Oratio
Senhor, obrigado por me lembrares que não sou dono absoluto da minha vida, nem dos bens que puseste à minha disposição, mas apenas administrador. Terei que prestar contas de tudo, sem usar de artimanhas. As minhas responsabilidades, como as do servo da parábola, são várias: terei que dar conta dos meus irmãos, particularmente dos que estão directamente confiados ao meu cuidado; terei que dar contas dos bens que me confiaste. Dá-me, Senhor, a tua graça para que me apresente irrepreensível diante de Ti, diante dos outros servos, diante da casa que é o nosso mundo e diante da nossa história. Tu o mereces! Amen.
Contemplatio
A melhor condição para a salvação é a das pessoas modestas que têm de trabalhar para ganhar a sua vida, e as riquezas não deveriam dispensar do trabalho para se entregarem a uma vida ociosa.
O trabalho é bom para a saúde da alma.
Os ricos correm o risco de se perderem, porque têm demasiada facilidade para satisfazerem as suas inclinações naturais para a vaidade, para a sensualidade, para a moleza. Nosso Senhor disse que para eles é mais difícil entrar no reino dos céus. (Leão Dehon, OSP 3, p. 37)
Actio
Repete frequentemente e vive hoje a Palavra:
«Fiel é Deus, por quem fostes chamados à comunhão com seu Filho» (1 Cor 1, 9).
| Fernando Fonseca, scj |


Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas-Dehonianos



29 Agosto 2018
Tempo Comum – Anos Pares
XXI Semana – Quarta-feira
Lectio
Primeira leitura: 2 Tessalonicenses 3, 6-10.16-18
6Ordenamo-vos, irmãos, no nome do Senhor Jesus Cristo, que vos afasteis de todo o irmão que leva uma vida desordenada e oposta à tradição que de nós recebestes. 7Com efeito, vós próprios sabeis como deveis imitar-nos, pois não vivemos desordenadamente entre vós, 8nem comemos o pão de graça à custa de alguém, mas com esforço e canseira, trabalhámos noite e dia, para não sermos um peso para nenhum de vós. 9Não é que não tivéssemos esse direito, mas foi para nos apresentarmos a nós mesmos como modelo, para que nos imitásseis. 10Na verdade, quando ainda estávamos convosco, era isto que vos ordenávamos: se alguém não quer trabalhar também não coma. 16O Senhor da paz, Ele próprio, vos dê a paz, sempre e em todos os lugares. O Senhor esteja com todos vós. 17A saudação é do meu punho, de Paulo. É este o sinal em todas as Cartas. É assim que eu escrevo. 18A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vós.
Antes de terminar, Paulo faz mais uma recomendação contra aqueles que poderíamos chamar «beatos». São alguns cristãos, que andam de um lado para o outro, divulgando mexericos, em vez de se dedicarem a um trabalho que os retire da triste condição de alcoviteiros espirituais, que vivem à custa dos outros, como verdadeiros parasitas da comunidade: «a estes tais ordenamos e exortamos no Senhor Jesus Cristo a que ganhem o pão que comem, com um trabalho tranquilo» (3, 12). Outro vício dos «beatos» era perturbar os outros com boatos e falsas profecias. As tensões na comunidade são inevitáveis por causa dos temperamentos, dos pontos de vista. Mas, quando há agitadores “profissionais”, tudo se complica. Há que separá-los, para ver se se convertem. O Apóstolo termina pedindo a Deus que dê paz às suas comunidades, o maior dom que se pode desejar a quem se ama.
Evangelho: Mateus 23, 27-32
«Naquele tempo, disse Jesus: 27Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, porque sois semelhantes a sepulcros caiados: formosos por fora, mas, por dentro, cheios de ossos de mortos e de toda a espécie de imundície! 28Assim também vós: por fora pareceis justos aos olhos dos outros, mas por dentro estais cheios de hipocrisia e de iniquidade. 29Ai de vós, doutores da Lei e fariseus hipócritas, que edificais sepulcros aos profetas e adornais os túmulos dos justos, 30dizendo: ‘Se tivéssemos vivido no tempo dos nossos pais, não teríamos sido seus cúmplices no sangue dos profetas!’ 31Deste modo, confessais que sois filhos dos que assassinaram os profetas. 32Acabai, então, de encher a medida dos vossos pais!
Chegamos aos últimos dos sete «Ai de vós» dirigidos aos escribas e fariseus hipócritas. A crítica de Jesus ao legalismo não tem por alvo a lei, mas aqueles que, a coberto da lei, pretendem iludir as suas exigências profundas. A antítese exterior/interior, tratada nos versículos anteriores, está eloquentemente expressa na imagem dos «sepulcros caiados» (v. 27). São aqueles que cuidam do exterior, para que seja agradável à vista, enquanto no seu interior reina a decomposição e a morte. Jesus já pôs de sobreaviso os discípulos, quando lhes mandou disse «Guardai-vos de fazer as vossas boas obras diante dos homens, para vos tornardes notados por ele» (Mt 6, 1). O que conta é aquilo que cada um é diante de Deus, e não o que aparece diante dos outros.
O último «ai de vós» é contra aqueles que são falsos, não só diante de Deus e dos outros, mas também diante da história (vv. 29-32). Edificam sepulcros aos profetas e justos, dizendo que, se tivessem vivido no tempo dos que os mataram, não teriam sido coniventes com tais crimes. Sentem-se inocentes por acusarem os seus pais! Mas não se dão conta de que, se não escutarem os profetas, continuam a matá-los. E a sua falta será mais grave do que a dos seus pais.
Meditatio
Somos todos mais ou menos propensos a confundir espiritualidade com fantasia, e, influenciados pelas tendências humanas, a tirar conclusões erradas de princípios certos. São as ilusões para que nos alertam os mestres de vida espiritual.
Paulo já sentiu a necessidade de pôr de sobreaviso os tessalonicenses para esse tipo de coisas. Muitos, usavam a esperança no regresso do Senhor para concluir que não era preciso trabalhar. Para quê preocupar-se em organizar a vida neste mundo, se o Senhor está próximo? Paulo tenta contrariar essa atitude com uma decisão corajosa. Ainda que soubesse que tinha direito a ser mantido pela comunidade que servia, renunciou a tal direito e pôs-se a trabalhar para ganhar o seu sustento: «vós próprios sabeis como deveis imitar-nos, pois não vivemos desordenadamente entre vós, nem comemos o pão de graça à custa de alguém, mas com esforço e canseira, trabalhámos noite e dia, para não sermos um peso para nenhum de vós» (vv. 7-8). Pelo Livro dos Actos, sabemos que o Apóstolo fabricava tendas, um trabalho bastante pesado. E dá aos tessalonicenses uma regra nada espiritualista, mas muito concreta: «se alguém não quer trabalhar também não coma» (v. 15). Todo o cristão tem o dever de trabalhar, na medida das suas forças. Se não trabalhar para si, por não precisar, trabalhe para os que precisam. A vida espiritual não pertence ao mundo da fantasia. O amor cristão é realista. Não se alimenta nem vive de sonhos. Empenha-se no serviço efectivo. E assim cresce, se torna sólido, consistente. Ainda que espere o céu, vive na terra, e nela prepara o reino de Deus, com uma caridade efectiva. «Como poderíamos, efectivamente, compreender o amor que Cristo nos tem, senão amando como Ele em obras e em verdade?» (Cst 18).
Oratio
Senhor, liberta-me de ilusões; defende-me de uma pretensa vida religiosa feita de evasões, de atitudes vaporosas, de comportamentos alienantes. Que a minha fé seja como o fermento na massa da vida real. Que o amor impregne a minha actividade, fazendo dela um serviço generoso para bem dos que me são próximos e de todo o mundo.
Manda o teu Espírito Santo, que me ajude a tomar consciência do meu pecado, e a confessar sinceramente diante de Ti: «Matei-te!» Penso que será muito útil sentir-me, ao menos uma vez, digno de condenação, para melhor compreender o teu infinito e gratuito amor. Amen.
Contemplatio
S. Paulo copia Nosso Senhor, é ardente no trabalho manual, como é zeloso no trabalho espiritual. Consagra as suas vigílias a ganhar o seu pão e as suas jornadas a evangelizar. «Trabalhámos dia e noite, diz aos Tessalonicenses, para não vos ser pesados» (1Tes 2). É ele que não gosta dos preguiçosos! «Quem não trabalha, diz, não merece comer» (2Tes 3). Estimula-nos com o exemplo de algu
mas pessoas do mundo. «Vêde, diz, com que fadiga não se aplicam para ganharem o pão temporal, e vós, vós tendes em perspectiva uma coroa eterna!» S. João recorda-nos no Apocalipse que as nossas obras nos seguirão no juízo de Deus (Ap 14); mas somente as nossas boas obras terão valor, e todas as nossas obras são boas quando são santificadas, quando são feitas segundo a regra, com pureza de intenção, com cuidado, com zelo. Todos os santos amaram o trabalho assíduo e santificado. S. João Berchmanns aplicava-se, como ele mesmo dizia, a fazer as coisas ordinárias e comuns de uma maneira não comum. (Leão Dehon, OSP 3, p. 112).
Actio
Repete frequentemente e vive hoje a Palavra:
«Se alguém não quer trabalhar também não coma» (2 Ts 3, 2).
| Fernando Fonseca, scj |

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

AI DE VÓS, ESCRIBAS E FARISEUS HIPÓCRITAS!-Adélio


REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 28/08/2018
Mateus 23,23-26

"AI DE VÓS, ESCRIBAS E FARISEUS HIPÓCRITAS! "

Uma vez mais, mediante a nossa fé, que nos foi  concedida por Deus, estamos prontos para mais uma reflexão do Santo Evangelho. 
 Essa " fé " que  não é a afirmação de verdades, mas a resposta total do homem a Deus, que salva por amor. Essa fé inclui necessariamente as obras com seu cumprimento e "verdade". Essa maneira de viver é um processo de libertação que atinge a cada homem e o mundo em que vive. Por isso, a fé se expressa numa vida de esperança, numa relação política e na vivência do mistério da cruz. Assim ela se torna a mais concreta e atinge os pontos mais importantes da Lei de Jesus: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. É da interioridade do homem, renovada pelo amor, que nasce essa vida nova que possibilita descobrir o essencial da vida e vivê-lo nas pequenas coisas do dia-a-dia. Jesus alerta para a nossa cegueira, provocada pela hipocrisia, pela avareza, pela violência. Não é verdade que muitas vezes evitamos o confronto da nossa vida com a verdade e preferimos alimentar ilusões?
  No Evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir, Jesus continua com as suas duras palavras dirigidas aos escribas e fariseus hipócritas! 
"Ai de vós,... que pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, mas omitis as coisas mais importantes: a justiça, a misericórdia e a fidelidade." Continua a crítica aos escribas e fariseus. O acento dessa crítica está em colocar o acento, a importância no secundário, esquecendo-se do fundamental, o amor ao próximo, bom coração, lealdade, misericórdia. Os fariseus pagam escrupulosamente o dízimo de coisas tão insignificantes e, por outro lado, esquecem-se das atitudes fundamentais de quem quer viver unido a Deus.
    O texto também salienta que não só omitem o essencial, mas também sua atitude é contrária à toda justiça. 
    Nessas acusações, aparece um novo tema: os fariseus preocupam-se pelo aspecto exterior, mas se esquecem do interior.
     É inútil querer estar limpo por fora sem estar limpo por dentro; a sujeira interior transparecerá e se tornará visível, porque a árvore se conhece pelos seus frutos.
   Meus amados irmãos e irmãs : vemos que Jesus toma a defesa das pessoas que sofrem pelas injustiças sociais. Vou repetir  novamente o que Jesus chega  a dizer : Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas. Limpais por fora o copo e o prato, e por dentro estais cheios de roubos e de intemperança . Limpem primeiro o interior do copo e do prato, para que também o que está fora fique limpo ".    
    Precisamos praticar a justiça, a   misericórdia e a fidelidade, para sermos guias aptos a conduzir as pessoas que dependem de nós, a começar pela família, no caminho da retidão e da paz social. 

PERMANECEMOS NA SANTA PAZ DE DEUS . 
- Adélio Francisco. 

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AI DE VÓS, GUIAS CEGOS!-Adélio

REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 27/08/2018
-Mateus 23,13-22
"AI DE VÓS, GUIAS CEGOS! "
Hoje Jesus continua a externar a sua opinião sobre o formalismo e a hipocrisia na região. A critica ao formalismo era uma das principais  preocupações do Senhor.
    Atualmente, esse assunto se torna muito sério quando envolve líderes e pregadores da comunidade cristã.
Podemos dizer que como um líder procede, assim também procederá a comunidade. Se o líder em questão for um cego, um legalista, como os denunciados por Jesus, a comunidade provavelmente terá as mesmas características.
   O Evangelho da liturgia de hoje convida todos aqueles que são investidos de alguma responsabilidade na Igreja a meditar sobre isso.
   O texto apresenta uma série de críticas de Jesus dirigidas aos escribas e fariseus  (hoje é amanhã ). Há uma série de seis acusações que começam com a mesma fórmula : "Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! "
   Os fariseus da época de Jesus tinham desenvolvido uma série de medidas contra aqueles que se tornavam cristãos : não só eles se negavam a fazer parte do Reino, mas impediam a entrada de outros.
   Nessas acusações, existe uma comparação implícita entre o discipulado farisaico e o cristão : os fariseus fazem prosélitos para convertê-los em filhos do abismo, os cristãos para fazê-los em filhos de Deus.
   A cegueira dos fariseus consiste em não saber distinguir o importado do secundário, algo muito grave porque eles são os guias do povo.
   Meus irmãos e irmãs: se há uma coisa que Deus detesta é a máscara da faculdade ideológica e da hipocrisia. Vimos que Jesus acusa, no Evangelho de hoje, os escribas e fariseus, por meio da expressão "ai de vós ", deixando bem claro que não suporta a corrupção, a desordem moral, as formas sutis de enganar o próximo e os desmandos dos poderosos, que escravizam o povo. Infelizmente o mundo vive infestado por esta sequência de ação demoníaca, que perturba a serenidade e a paz. Mas não serão nunca os ventos contrários a derrubar a esperança em Deus.
PERMANECEMOS NA SANTA PAZ DE DEUS
- Adélio Francisco.
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22o Domingo do Tempo Comum-Jorge Lorente






Evangelhos Dominicais Comentados

02/setembro/2018   -  22o Domingo do Tempo Comum

Evangelho: (Mc 7, 1-8.14-15.21-23)

Os fariseus e alguns escribas, vindos de Jerusalém, tinham-se reunido em torno dele. Viram que alguns dos discípulos comiam pão com mãos impuras, isto é, sem as lavar (...) e perguntaram a Jesus: “Por que teus discípulos não seguem a tradição dos antigos e comem o pão com mãos impuras?” Jesus lhes respondeu: “Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito, quando escreveu: Este povo me honra com os lábios mas o coração está longe de mim; em vão me prestam culto, ensinado doutrinas e preceitos humanos. Deixando de lado o mandamento de Deus, vós vos apegais à tradição dos homens”. Jesus chamou novamente o povo e disse: “Ouvi-me todos e entendei. Nada que vem de fora de uma pessoa pode torná-la impura. O que sai de dentro de uma pessoa é que a torna impura. Pois é do interior do coração das pessoas que provêm os maus pensamentos, a prostituição, os roubos, os homicídios, os adultérios, as cobiças, as perversidades, a fraude, a desonestidade, a inveja, a calúnia, o orgulho e a insensatez. Todos estes vícios vêm de dentro e tornam a pessoa impura”.
 
COMENTÁRIO

Mais uma vez, nos reunimos para meditar a mensagem de vida do evangelho. Hoje, Jesus se encontra rodeado pelos fariseus, mestres da lei e seus discípulos. Jesus aproveitou esse encontro para apresentar as características da verdadeira religião. Mostra como é enganosa a prática da religião que se preocupa tão somente com leis e normas e que não leva em conta o amor.

O fariseu se ilude. Não come sem tomar banho, e não manipula nenhum alimento sem lavar, muito bem, as suas mãos. Julga-se perfeito, não se desvia um milímetro sequer das diretrizes, mas é hipócrita, cheio de vaidades e de interesses pessoais.

A higiene não pode ser negligenciada, ela é fundamental para a preservação da saúde do corpo. Porém, Jesus lembra que é preciso preocupar-se também, com a saúde do espírito. De nada vale tanta purificação externa sem a menor preocupação com a assepsia do interior.

Jesus tinha conhecimento da importância da higiene pessoal. Afinal ele também é judeu; nasceu, foi criado e educado em meio ao povo judeu. Conhecia bem sua cultura, por isso, não vamos levar ao pé da letra as colocações deste evangelho. Comer, sem lavar as mãos não deve ser confundido com, comer com as mãos imundas.

Provavelmente os discípulos não tinham como lavá-las no local onde se encontravam, mas certamente, suas mãos não deviam estar tão sujas como sugere o texto. Como se diz, devem ter passado somente uma "agüinha" nas mãos, e isso escandaliza os fariseus, preocupados com a tradição e acostumados a seguirem um complicado ritual antes de comer.

O ritual de purificação não se limitava ao corpo. Os copos, jarros e pratos também eram rigorosamente limpos. Na verdade, toda preocupação com a limpeza tinha um único motivo; acreditavam que lavando as mãos ou tomando banho, ficariam limpos, moralmente, do mundo pecador por onde haviam passado.

Em linguagem científica, podemos dizer que praticavam "assepsia religiosa". Acreditavam que agindo assim, nunca seriam contaminados, sentiam-se imunes aos germes do pecado. Limpos, livres dos pecados, sentiam-se como seres superiores; os escolhidos por Deus.

Que bom seria se fosse assim tão fácil livrar-se dos pecados. Já pensou? Com a tecnologia atual existente, com produtos de limpeza cada vez mais eficazes, com água quente nas torneiras e com banheiras ultramodernas... o paraíso estaria garantido para todos que têm acesso à essas mordomias. Só iriam para o inferno os pobres moradores da periferia, que não dispõem desses recursos e que não têm água, muitas das vezes, nem mesmo para beber.

Triste é saber que muitos ainda vêm a religião dessa forma. Seguem a lei com rigor e severidade, não entram no templo com roupa surrada, mas olham o irmão com descaso e maldade. Tomam longos banhos de imersão, usam cosméticos e o caríssimo perfume francês, mas não querem nem saber dos milhares de pobres e maltrapilhos que os rodeiam.

Realmente, Jesus tem toda razão, o que nos torna impuros não é o que entra, mas sim o que sai de lá de dentro. Quantas vezes nos preocupamos tanto com a limpeza das mãos que nos esquecemos de limpar, de alvejar, de purificar... o nosso coração.             

(3535)        




“AI DE VÓS...” Olivia Coutinho


Dia 28 de Agosto de 2018

Evangelho de Mt23, 23-26

Muitos de nós, perdemos a oportunidade de termos uma vida leve, alegre, por nos ocuparmos com coisas insignificantes que não nos deixam viver o belo da vida! Enquanto estamos ocupados com tantos pormenores, deixamos de viver o principal, o que é fundamental para o nosso bem viver, que é uma relação amorosa e íntima com Deus!
No evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir, Jesus faz duras críticas aos mestres da lei e fariseus, esses, mesmo tendo o conhecimento da Sagrada Escritura, viviam um contraste do que eles ensinavam ao povo. 
Fariseus e mestres da lei haviam vindo de Jerusalém, com um único objetivo: confrontar Jesus, descobrir que tipo de ensinamento Ele estava passando para os seus discípulos. Chegara ao conhecimento deles, que Jesus estava incitando o povo à não observância das Leis. E ao certificarem de que os ensinamentos de Jesus, não enquadravam com os padrões religiosos já estabelecidos por eles, esses adversários do projeto de Deus, começaram a tramar contra Jesus, armando ciladas com o objetivo de incriminá-lo diante o povo. 
Ao contrário de Jesus, esses “líderes” não tinham compromisso com a vida, eles obrigavam o povo a cumprir preceitos, normas, rituais, que aos olhos de Deus, não acrescentavam nada. 
Atrás de uma aparente  pureza, fariseus e mestres da lei, escondiam a dureza dos seus corações. Fechados numa mentalidade egoística, eles eram incapazes de cultivar o amor e a misericórdia em seus corações.
Para impressionar o povo, eles pagavam o dízimo da hortelã, da erva- doce, do cominho, ervas que os judeus cultivavam como aromatizantes e condimentos, que nem entravam no preceito mosaico do pagamento do dízimo. Eles pagavam o dízimo sobre essas ervas, com a finalidade de demonstrar um acatamento rigoroso das leis. O que era uma grande falsidade, pois a lei principal, eles não cumpriam, que é a lei do amor! O principal, eles deixavam de lado, como a misericórdia e a justiça...
A hipocrisia tão criticada por Jesus, é um mal antigo, que ainda atinge muitas das nossas comunidades cristãs. São muitos, os que estão dentro da Igreja e que aparentemente vivem numa adoração constante a Deus. Esses, vivem uma farsa, uma adoração que não traduz em atos concretos, em compromisso com a vida. 
O texto nos leva a um questionamento a respeito da nossa fé e da nossa vivencia: existe coerência entre o que falamos e o que vivemos?
Precisamos retirar a trave dos nossos olhos, para reconhecer as nossas imperfeições e corrigi-las antes que Jesus nos repreenda dizendo-nos: “ai de ti...”
Deus não nos olha externamente, para Ele, não importa a nossa cor, a nossa posição social e nem mesmo a nossa religião, para Deus, o que importa é o que somos interiormente, o que cultivamos de bom no nosso interior.
De nada adianta nossos atos externos, se eles não retratam o que na verdade somos interiormente. Aos olhos de Deus, a prática exterior, só tem sentido, quando é uma expressão do que realmente se crê e se vive, do contrário, não passam de práticas vazias que nada significam, pois mostram o que na verdade não se é e não se vive. 
Deixemos que o nosso coração se encha do amor de Deus, um amor que liberta que nos torna sinal vivo da presença de Jesus no mundo.

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olivia Coutinho
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domingo, 26 de agosto de 2018

-O Plano de Deus-José Salviano


08 de Setembro

 

Evangelho – Mt 1,1-16.18-23

 

 

Deus preparou um Plano de vir até nós. Neste evangelho, nós vemos a origem de Nosso Senhor Jesus Cristo, até chegar a nós. Aos judeus e depois até a nossa pessoa, pela palavra e pela Eucaristia.

No entanto, pera que possamos entender, receber, acolher o Plano de Deus, a fé é indispensável.

Devemos ter uma fé com fundamentos inabaláveis, e não uma fé ingênua, do tipo trocar o coração pela mente, e sair por aí dizendo que o Evangelho está em nossos corações, em vez de dizer que ele está em nossa memória.   

Por que a fé não é um sentimento, mais sim, um fenômeno psicológico. E, por tanto, ela acontece, ela reside em nossa mente, e não no nosso miocárdio.

A nossa fé não deve ser um sentimento moral movido pelos sentimentos e pelas emoções. A nossa fé tem de ser fundamentada em fatos históricos. A ressurreição de Cristo foi um fato histórico comprovado não só pelos seguidores de Jesus mais também por muitos que nem o conheciam, como foi o caso da aparição do ressuscitado na estrada de Damasco.

Não devemos nos envergonhar da nossa fé. Não podemos nos envergonhar de dar testemunho da nossa fé. Temos de ser cristãos autênticos, pois a fé que temos não é algo imposto a nossa mente, mas sim, um dom de Deus que nós regamos como uma plantinha, até ela crescer e dar frutos.

E devemos defender a nossa fé, assim como temos a obrigação de defender a Igreja e os padres.

E a nossa defesa da fé deve proceder de profunda preparação. Por isso, ler, meditar e viver a palavra é algo indispensável ao cristão e a cristã. Nossas mentes devem estar preparadas para divulgar, e defender a nossa fé, por um estudo aprofundado, acompanhado de penitência, muita oração, e Eucaristia. Tudo isso com muita humildade, caridade, generosidade. Desse modo seremos portadores de uma fé inabalável e fundamentada.

Devemos nos lembrar de que embora possa parecer, a fé não é um sentimentalismo. E por isso, ela não pode acontecer no coração, mais sim na nossa mente.

Prezadas irmãs e irmãos, desculpem se essas palavras estão com cara de palavras duras, mas isso é a pura verdade. Precisamos melhorar a nossa manifestação da fé, precisamos parar com essa mania de trocar o cérebro pelo coração, e ficar dizendo, por exemplo: Vamos pedir perdão pelos pecados do nosso coração. Ora, o coração é apenas um músculo composto de bombas para bombear o sangue, e por isso ele não peca, não pensa, não tem memória! Desculpe voltar a esse tema, mas é que a nossa fé não pode ser uma fé sentimental, uma fé ingênua, senão não vamos convencer, senão não vamos converter os que nos ouvem.

Deus preparou tudo para que a sua vinda ao mundo na pessoa de seu Filho, fosse perfeita.

Tudo foi planejado, desde o nascimento de Maria a escolhida e também prepara para aquela divina missão. Maria foi o primeiro templo do Verbo encarnado na Terra.

Nós também podemos ser templos do Espírito Santo, terceira pessoa da Trindade Santa. Para isso basta nos converter, e viver a nossa fé com firmeza, otimismo e muita coragem.

 

 

José Salviano.

 

 

 



-Em uma festa não se jejua-José Salviano


07 de Setembro

 

Evangelho – Lc 5,35-39

 

 

Imagine alguém em uma festa, não participar da comida por estar de jejum...

Pois ao menos que seja por uma questão de saúde, uma festa é motivo de alegria, motivo para esquecer o regime alimentar contra o aumento de peso, é motivo para comer, beber e se alegrar. Depois, a gente volta a dieta. Amanhã, é claro. Hoje não. Hoje é só alegria, e é  só por hoje, vamos aproveitar, assim pensamos e dizemos...

Jesus foi pressionado por aqueles que viviam buscando um motivo para incriminá-lo, a respeito da observância do Jejum.

Então, a resposta de Jesus, mais uma vez, calou a boca deles.

Jesus disse-lhes que quando estamos participando de uma festa, não estamos ali para jejuar, mas sim, para participar da alegria de todos, e por tanto, estamos presentes para comer e beber.  

Estar com Jesus, era o mesmo que participar de uma festa!.. ou seja, o tempo da presença física de Jesus com os discípulos era uma festa. Portanto, não haveria nenhum sentido jejuar nessa nesses dias.

Hoje é 7 de setembro, dia em que comemoramos a nossa independência.

E cada um de nós poderá fazer discursos inflamados sobre a nossa independência, porém, esses discursos poderão não ser inquestionáveis.

Isto por que, se pensarmos bem, quando comunicamos algo ao mundo, principalmente por palavras faladas ou escritas, esse algo é segundo o nosso modo de julgar, de valorizar e de agir. E que bom se o nosso modo de valorizar seja como o modo de ser de Jesus.
Justo, caridoso, e voltado para os interesses dos fracos, e não somente dos dominadores.
Mais infelizmente, existem pessoas que até são boas, pelo menos em suas aparências, e assim, nos enganam com o seu palavreado bonito e bem pronunciado, com suas promessas, e o pior, até conseguem o nosso apoio, para chegar ao poder.
Só que depois se esquecem do que prometeram, e fazem quase tudo ao contrário.
Mas eles são nossos irmãos, e temos de rezar por eles. É isso! Essa foi uma das ordens de Jesus. Rezar por todos eles. Para que eles e elas não se esqueçam de que Deus é onipresente.
Deus está duplamente em toda parte:
Primeiro, O seu Espírito paira sobre tudo, inclusive em muitos de nós, aqueles e aquelas que aceitam o convite de Deus para a se converter e viver a fé.
Exemplo. Quando comungamos, é Jesus que recebemos e que vem habitar em nós, em nossa alma. (Não é no coração. Pois o coração é um músculo QUE NÃO PENSA, NÃO PECA, NÃO TEM MEMÓRIA, e não tem nada a ver com isso).
Em segundo, Deus está presente na natureza criada por Ele. Seu espírito paira sobre as águas, nas plantas, paisagens, no por do sol, em tudo.
Por isso, roguemos ao Pai, para que tenhamos sempre em mente a realidade da sua onipresença, da sua presença em tudo e em quase todos nós. Pois infelizmente, nem todos aceitam ser um habitáculo do Deus VIVO.

José Salviano.