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domingo, 15 de setembro de 2019

-AS MULHERES QUE ACOMPANHAVAM JESUS- Lc 8,1-13-José Salviano


20 de Setembro de 2019

Evangelho- Lc  8,1-13

 

Naquele tempo: 

1Jesus andava por cidades e povoados, 
pregando e anunciando a Boa Nova do Reino de Deus. 
Os doze iam com ele; 
2e também algumas mulheres 
que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças: 
Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; 
3Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; 
Susana, e várias outras mulheres 
que ajudavam a Jesus e aos discípulos 
com os bens que possuíam. 
Palavra da Salvação. 

 

Jesus foi sinal de contradição.  Ele contradisse  a todos os erros dos doutores da Lei e dos fariseus.  Jesus não respeitou  o descanso sabático,  mandou que deixassem as crianças  se aproximarem dele, pois delas era o Reino dos Céus, (ou seja, Jesus quis dizer que pessoas puras como as crianças eram as que entrariam no Reino dos Céus) . Jesus valorizou as mulheres que eram desprezadas assim como as crianças, estrangeiros e os escravos, por aquela sociedade patriarcal  e cruel com os fracos.

Para combater o desprezo que os homens daquele tempo tinham pelas mulheres, Jesus permitiu que algumas mulheres fizessem parte também do seu grupo de catequistas,  em sua missão evangelizadora.

Na reflexão sobre o Evangelho  Lc 7,11-17,  a ressurreição do filho da viúva, nós  comentamos sobre o desprezo  sofridos pelas mulheres  daqueles tempos pelos homens machistas.

Para Jesus,  a mulher tem a mesma dignidade e direitos que os homens. Por isso, Ele rejeitou publicamente as leis e costumes discriminatórios daquele povo, que menosprezavam  a dignidade da mulher,  assim como os direitos do ser humano.   Jesus ao combater  os privilégios dos homens,  e  sua desumanidade não só contra as mulheres mais para com todos os excluídos,  arriscou a sua vida.  Assim dizemos que Ele deu a sua vida pelos nossos direitos, Ele deu a sua vida por nós.

Apesar do machismo reinante naquele lugar,  algumas mulheres tinham a liberdade de seguir Jesus. Eram viúvas ricas ou com certa autonomia econômica,  que ajudavam os  discípulos com seus bens materiais.  Outras mulheres não eram lá muito santas, aos olhos daquela sociedade,  exatamente pelo fato de terem se libertado  do “acorrentamento”  da família patriarcal.

Jesus constrói uma nova família, um grupo de homens e mulheres,  a comunidade  dos  discípulos  e discípulas de Jesus.   Um grupo disposto a fazer a vontade do Pai:  Praticar a caridade e anunciar a Boa Nova. 

Para Jesus, o FAZER A VONTADE  DO PAI  é  mais importante do que a família biológica. E  Ele expressou isso naquele dia em que  estando falando para a multidão, uma mulher se destaca e lhe faz um elogio rasgado, dizendo: “Feliz o ventre que te carregou, e os seios que te amamentaram. Jesus respondeu: Mais felizes são  aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”.  

Ora, sabemos que fazer a vontade do Pai, é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmo.  E este amor ao próximo não deve ser teórico, com palavras bonitas, mas sim, com gestos  concretos de CARIDADE.

Tem muita gente hoje investindo dinheiro nos bancos,  com  o objetivo de ficarem ricos sem trabalhar.  Esses seguem a IDEOLOGIA  RENTISTA,  ou seja,  uma economia fundamentada não na extração  e produção de  riquezas, mas sim,  numa economia artificial, na qual quem na verdade ganha muito são os bancos.

Jesus nos mostra e prova que o maior e o melhor  INVESTIMENTO  é a CARIDADE  e a EVANGELIZAÇÃO  VERDADEIRA.  Não a falsa evangelização  dos falsos pastores que só visa o dinheiro,  mas sim, a evangelização concreta,  positiva, real, devota, na qual os pastores se evangelizam a si mesmo primeiro, se convertem  antes de converter os irmãos e irmãs.

Ouvir a palavra do Pai e a por em prática é o maior  de todos os investimentos,  e Jesus também disse isso naquele dia em que lhe disseram que a sua mãe e seus irmãos estavam lá fora e queriam falar com Ele.  A sua resposta, foi: “Quem é minha mãe e meus irmãos?  São todos aqueles e aquelas que ouvem a palavra do Pai e a põe em pratica”.

Repetimos que  no centro da prática da palavra do Pai está a CARIDADE!.

Em vez de investir nos banco,  faça caridade.  Pois quem dá um na Terra receberá cem nos Céus.  Porém,  isso vale para quem  acredita em Deus e em seus mistérios. Pois  aqueles e aquelas que não têm fé, eles não aceitam esta  realidade.

Fazer CARIDADE  É O MELHOR INVESTIMENTO.   O caridoso nunca passam por  necessidades, pois Deus multiplica os seus bens, assim como multiplicou os peixes e os pães.  Quem é caridoso, é abençoado por Deus.  Nada de mal lhe acontece. Principalmente  PREJUÍZOS!  

O CARIDOSO é aquele ou aquela que vive no MIOLO DO FURCÃO.  Todos em sua volta passam por necessidades, enquanto ele  “surfa” na paz do Senhor.  A ele nada lhe falta.

O CARIDOSO E A CARIDOSA, sentem satisfação e alegria ao dar uma esmola, uma ajuda a um necessitado!  Isso por que a sua alma agradece aquela boa ação.  A sua alma percebe que ele marcou ponto na entrada do Reino dos Céus!   A sua alma se regozija, se alegra quando ele ou ela faz uma CARIDADE!

Seja você um desses!  Não acredita? Então experimente e verás um milagre acontecendo em sua vida o tempo todo!  O mais poderoso dos homens, não é o rico, mas sim, o CARIDOSO!

 

Fica com Deus.  José Salviano.

 

 

 

 









quinta-feira, 12 de julho de 2018

-DEUS SE REVELA AOS PEQUENOS, Mt 11,25-27 José Salviano


18 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 11,25-27





Jesus louva ao Pai por que Ele escondeu a verdade aos sábios e entendidos e as revelou aos pequenos e humildes.
Por sábios e entendidos, hoje nós interpretamos como sendo aqueles que se acham os tais, os arrogantes, os que acreditam no poder aquisitivo, nas coisas materiais, e desprezam a palavra de Deus.
Esses são os soberbos, os autos suficientes, semelhantes aos doutores da Lei e fariseus, que já se consideravam salvos, e condenavam os pobres por eles não saberem ler, e portanto não conheciam a Lei.
A prática de Jesus é a prática da justiça. E por isso, aos injustos essa prática não é nem um pouco agradável.
Alguns desses soberbos podem até conhecer a palavra, porém, eles não se dispõem em praticá-la.
E quando Jesus disse que “quem não crer já está condenado”, podemos entender nessa frase, pelo menos duas coisas básicas:
1ª- Jesus não está dizendo apenas crer, mas sim, crer e praticar a palavra.    
2ª-Ao dizer: ...já está condenado, Jesus quis dizer que a condenação é processo automático. Ou seja, nós mesmos nos condenamos.
Assim: Deus não nos condena, e sim, nós é que nos condenamos.
Pois ao rejeitar a prática de Jesus, as pessoas dão a si mesmo a sua própria sentença. Que é a CONDENAÇÃO ETERNA.
AS NOSSAS ESCOLHAS PODEM NOS SALVAR OU NOS SENTENCIAR.
Desprezar a palavra de Deus é escrever a sua própria sentença. É optar pela condenação eterna.
Os sábios e entendidos, os cheios de si e  arrogantes aqueles  que se bastam a si mesmos, são assim.
Eles pensam, e dizem: Eu não preciso de Deus! Eu tenho muito dinheiro, e com ele eu compro tudo. Absolutamente tudo! SERÁ MESMO?
Essa soberba diante da palavra de Deus e da prática de Jesus, os impede de aceitar humildemente a palavra de Jesus, pois humildade é uma palavra que não existe em seus vocabulários pessoais.
Para eles, ser humilde é ser pobre, idiota, imbecil, fraco, incompetente, e acima de tudo um perdedor.
Eles que já nasceram ricos, também já nasceram vencedores!
“O MAIOR NO REINO DOS CÉUS TEM DE SER O MENOR...
Percebeu a discrepância? A prática e a palavra de Jesus não combina com a filosofia de vida, com os valores dos vencedores. Palmas para eles!
Hoje Jesus louva ao Pai pelos pequeninos, pela sua humildade, pela simplicidade, pelo desarmamento interior, que os faz merecedores de  ficar sabendo de como deveremos fazer para um dia estar na Glória Eterna. Pois nesta vida terrena, a “glória” não foi dos fracos, mas sim dos poderosos!
E segundo Jesus, na outra vida, as coisas se inverterão.
Se você leu até aqui, então você está do lado certo. E você é um verdadeiro vencedor, uma poderosa, pois está do lado daquele que pode tudo. Por que você segue Jesus, aquele que tem todo o poder no Céu e na Terra.

Tenha um bom dia. José Salviano.




terça-feira, 10 de julho de 2018

-QUEM É MINHA MÃE? Mt 12,46-50, José Salviano


16 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 12,46-50




Jesus, enquanto homem, tinha uma família consanguínea. E enquanto Deus, Ele construiu, formou uma família universal, e foi por isso que disse: “Todo aquele que faz a vontade do meu Pai é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. 
O desejo do Pai é que todos os seres humanos façam parte dessa família universal. Porém, infelizmente, nem todos os mortais aceitam o convite de Deus. Pois nem todos fazem a vontade do Pai.
Segundo o Filho de Deus, essa é a condição sine qua non fazemos parte da família de Jesus, o homem-Deus.
Essa é a condição sem a qual não pertencemos à  família de Jesus. A sua verdadeira família, a família do Filho de Deus no meio de nós.
Ao dizer aquelas palavras que provavelmente causou muito espanto, Jesus não estava de jeito nenhum repudiando a sua família consanguínea, muito menos a sua mãe Maria.
O que Jesus quis expressar, é que Ele é muito mais do um filho de uma mãe terrena, que Ele tinha uma missão muito maior do que o dever e a obrigação para com seus familiares de sangue.
O seu amor por Maria foi inquestionável. Porém, Jesus, o Filho de Deus, estendia o seu amor incomensurável e incondicional, por todos nós, por toda a humanidade.
E esse amor por nós, ao mesmo tempo em que é incondicional, é um amor que respeita a nossa liberdade de aceitar fazer a vontade de Deus, ou não. Por isso Jesus deixou bem claro: Que todos fazemos parte da sua família, desde que aceitemos fazer a vontade do seu Pai que está nos Céus e em toda parte.
É maravilhoso saber então que somos irmãos de Jesus, desde que façamos a vontade do Pai, éclaro.
Em outra ocasião, Jesus disse: Eu sou vosso amigo!
Portanto, Jesus é nosso Deus, nosso irmão, e nosso amigo. Amigo de verdade e não amigo por interesse, como o mundo está cheio deles.
Mas não nos esqueçamos que a partir do momento em que deixamos de fazer a vontade do Pai, essa relação de parentesco com o Filho de Deus, será cortada!
É uma situação muito triste e lamentável! Porém, o próprio Jesus nos deixou a solução para  essa grande perda. Ele nos deixou o Sacramento da Confissão, pelo qual poderemos reatar os laços familiares com Ele, e desfrutar da vida da Graça Santificante, até que o pecado novamente nos derrube.
Assim, a nossa santidade é um cair e levantar. Roguemos ao Pai amoroso, que não permita que quando chegar a nossa hora, nós estejamos em baixa, em pecado, longe da vontade do Pai.
Roguemos a Deus para que  naquele momento final da nossa existência, nós estejamos na sua amizade, com a nossa alma pura, e assim merecermos a glória eterna!
Esforcemos, pois para que o tempo em que permanecemos na graça de Deus seja muito maior do que o tempo em que caímos em desgraça!
Que Deus tenha pena de nós.
Oremos. Senhor tende piedade de nos que somos miseráveis pecadores, inclinados aos valores terrenos e carnais, inclinados ao pecado que nos separa da família de Jesus, que nos desliga do Céu! Amém.

Tenham todos um bom dia. José Salviano





-O TRABALHADOR TEM DIREITO AO SEU SUSTENTO, Mt 10,7-15, José Salviano


13 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 10,7-15



O Evangelho de hoje é uma continuação  do de ontem. Jesus faz recomendações aos discípulos. Ele recomenda para que os primeiros missionários tenham desprendimento total. Para que não se preocupem com bagagem: com  roupa sobressalente, comida, bebida, muito menos com dinheiro. Isso mostra que deveriam ter confiança total na providência e proteção divina.
O missionário não tem de confiar em si mesmo. Em suas capacidades, físicas, intelectuais, ou espirituais. Tudo isso lhe virá do Alto.
Porém, é necessário fazer por merecer. É preciso viver a santidade, a pureza de espírito, de quem foi escolhido para uma missão santa.
É preciso estar com Deus 24 horas. Pois “...sem mim, nada podeis fazer”.
O missionário, a missionária, deve colocar a sua vida totalmente nas mãos  de Deus. Providenciar o estritamente necessário, pois devemos fazer a nossa parte, e deixar que Deus faça o restante. Confiar que Ele fará isso.
O catequista, o sacerdote, deve confiar que Deus está indo à sua frente, e providenciando tudo o que eles necessitam para realizar um bom trabalho. A confiança no poder do Pai é indispensável.  “...quem crer será salvo”!
E felizes daqueles e daquelas que acolherem os missionários! Esses não ficaram sem a recompensa do Pai! Felizes somos nós que colaboramos com os missionários dos dias de hoje. Pois a paz do Senhor descerá sobre a nossa casa!
Quando ajudamos a um sacerdote, principalmente com uma contribuição financeira, estamos contribuindo para que o Reino de Deus seja mais próximo, seja construído no meio de nós.
O mundo precisa cada vez mais da nossa participação no projeto de salvação elaborado por Deus, e Ele conta com a nossa participação.
Ajudando os missionários dos tempos modernos, estamos colaborando, participando, do projeto do Pai.
Porém, coitados daqueles e daquelas que não colaboraram com o Plano de Deus. Aqueles e aquelas que sendo muito mesquinhos,  não dispuseram de nenhum centavo, de nenhum dinheiro para ajudar na evangelização dos povos. Que Deus tenha pena de suas almas!
Todos nós podemos e devemos colaborar. Todos nós podemos e devemos ser instrumentos de paz por onde quer que passemos.
Mesmo que não tenhamos o dom da palavra, podemos participar da evangelização de forma indireta. Da forma que, aliás, é tão necessária quanto o anúncio da palavra em si.
Pois os padres, e demais leigos que estão neste mundo em missão de paz e de conversão do irmão, precisam da nossa colaboração.
E isso foi ordenado pelo próprio Jesus.
“...pois o trabalhador tem direito ao seu sustento”.
Assim, nós todos somos responsáveis pela salvação da humanidade, pelo sucesso do projeto do Pai de conduzir-nos à vida eterna.

Tenha um bom dia. José Salviano.



terça-feira, 8 de maio de 2018

-É PRECISO ESTAR EM CRISTO, Jo 17,20-26, José Salviano


17  de maio – Ano B

Evangelho Jo 17,20-26



Para evangelizar e fazer isso bem, necessitamos estar em Deus. precisamos viver em Deus e por Deus. Elevemos agora o nosso pensamento ao Pai, e o peçamos que nos ajude a passar peal porta estreia da negação de nós mesmo. A negação dos nossos instintos de forma errada, com a pessoa errada. A porta estreita de combater o nosso egoísmo, a inveja, a ânsia de poder, a nossa inclinação de passar por cima dos outros, de querer sempre fazer valer a nossa vontade, custe o que custar.
Para anunciar o Evangelho é indispensável que estejamos com Deus, e em Deus pela renúncia de nós mesmos, pelo desviar-nos dos pecados, e pela Eucaristia, para que  possamos receber a luz do Espírito Santo, o qual nos iluminará no que dizer ou escrever, para que a nossa catequese faça efeito positivo, e produza frutos de conversão.
Eu sua oração ao Pai, Jesus pede pelas gerações futuras, para que elas acreditem na sua palavra.  E isso só ocorrerá, se os anunciantes dessa palavra estiverem com Deus.
Se os anunciantes dessa palavra estiverem com Deus, a nossa catequese produzirá muitos frutos.
Prezadas imãs, e irmãos. É indispensável que leiamos, que refletimos e absorvemos a palavra de Deus, porém, só isso não basta. É necessário e indispensável que a vivamos. É indispensável que façamos a vontade do Pai.
A cada instante da nossa vida, precisamos ter em mente a palavra de Deus, precisamos ouvir Deus, e também devemos falar com Deus. As longas orações são boas, porém, com a vida que levamos, nem sempre dispomos  do tempo necessário para rezar ao Pai de forma demorada. Além disso, precisamos tomar cuidado com as longas orações, por causa das distrações que nos ocorrem, pelo cansaço, pelo sono, etc. Façamos de tudo para rezar o máximo que conseguimos. É indispensável estar sempre conectados ao nosso Pai através da oração.
Por isso, durante o nosso caminhar, durante o nosso dia, paremos por instantes, fechemos os olhos, e falemos com Deus, e peçamos sempre em nome de Jesus. Peçamos com poucas palavras, porém, com muita fé!
Jesus hoje reza pelas gerações futuras, as gerações sucessoras dos apóstolos, as gerações na qual estamos incluídos.
Também nós vamos rezar pelas gerações futuras, as quais estão correndo sérios perigos de se perderem nas estradas e caminhos desse mundo, tal é a falta de fé de muitos dos tempos atuais.
Rezemos, pois, minhas irmãs e meus irmãos! O mundo está precisando de muita oração.
Jesus rezou por nós. Rezemos por nós e por nossos irmãos que seguem caminhos outros, caminhos tortuosos.
Rezemos pelos nossos familiares. Rezemos  sem cessar. O dia todo podemos de vez em quando elevar o nosso pensamento ao Pai e pedir. Por nós e pelos demais irmãos.

Vigiai e orai sem cessar!

José Salviano.
   



-Pedir em nome de Jesus-José Salviano.


12 de maio – Ano B

Evangelho Jo 16,23b-28






Por que pedir em nome de Jesus? É porque Jesus é o nosso maior intercessor. Ele tendo duas naturezas, a divina e a humana, sentiu na própria pele, como é difícil levar essa vida com tantos sofrimentos.
Vivemos em um mundo em que a maioria não reconhece a autoridade e o  poder de Deus, e por isso levam uma vida de egoísmo e praticando muita injustiça com os menos favorecidos pela sorte.
Felizmente temos Jesus que roga ao Pai por nós. Tudo o que pedires ao Pai em meu nome vos será dado. 
O que estamos esperando? Vamos rezar! Vamos pedir ao Pai em nome de Jesus que Ele alivie os nossos sofrimentos, que nos livre de todo o mal. Que nos livre do pior mal que é o pecado que nos conduz ao inferno!
É muito forte o poder da oração. Podemos pedir pelos nossos filhos, e o Pai atenderá os nossos clamores.
Aquele pai sofria com as brigas da sua filha com o seu marido. Esse, logo após se casar, se revelou um cara violento, egoísta, e ainda por cima, um possesso. Isso mesmo. Ele prestava culto ao diabo, acendia velas, e outras práticas de umbanda.
O motivo principal das brigas era a presença do diabo naquela casa.
Depois de muito sofrimento de toda a família, o pai da moça, começou a rezar a Deus com muita devoção e fé, para que a Santíssima Trindade arrebatasse, o demônio daquela casa. Ele pedia diariamente várias vezes a Trindade Santa em nome de Jesus, para que Deus afastasse o demônio daquele homem.
Em poucos dias, a paz e a calma se estabeleceu naquele lar, e assim, um milagre em nome de Jesus aconteceu!
Aquela senhora muito devota ficou sabendo que a sua sobrinha estava sofrendo com o seu marido, o qual de repente passou a lhe tratar muito mal, com ameaças de separação.
A sua sobrinha, sabendo da sua grande fé, lhe pediu orações. E assim aconteceu. A senhora rezou em nome de Jesus e o milagre aconteceu.
A coisa foi tão forte que a sua sobrinha lhe telefonou dizendo admirada! Você é poderosa! Ele mudou assim de repente, e agora está uma manteiga, e estamos tudo bem. Muito obrigado, Muito obrigado, Muito obrigado.
A oração tem poder. Principalmente quando pedimos por uma causa justa, quando pedimos com fé, e quando aquele e aquela que pede vivem na presença de Deus, sem pecados, e a oração é feita em NOME DE JESUS.
Rezemos pois, meus irmãos, rezemos sem cessar. E peçamos coisas que são de acordo com a vontade do Pai. E nunca nos esqueçamos de pedir em nome de Jesus, pois assim seremos atendidos.

Rezemos em nome de Jesus.

José Salviano.



quarta-feira, 2 de maio de 2018

-Jesus prepara os discípulos para a sua partida, Jo 16,20-23a, José Salviano


11 de maio – Ano B

Evangelho Jo 16,20-23a




Jesus está preparando os discípulos para a hora da sua partida dolorosa, ao mesmo tempo que anuncia a sua volta a vida, a sua ressurreição no terceiro dia.
Paira pois no ar um clima de grande tristeza com as palavras de Jesus, porém, tudo isso passará, quando todos testemunharem a sua ressurreição, e a alegria novamente acontecerá. Ele insiste em anunciar o Espírito Santo, o qual trará a alegria de volata aos seus queridos amigos.
Irmãs e irmãos. Vamos enfrentar os nossos sofrimentos na presença de Jesus. Vamos oferecer ao Pai as nossas dores, e tudo o mais que passamos nessa vida passageira, com a consciência que tudo isso um dia se passará, e teremos uma outra vida na glória eterna.
Você que neste momento se encontra muito triste por alguma tragédia que lhe aconteceu, alguma desventura, uma derrota, um grande prejuízo, ou pela morte de um dos seus entes queridos, pense em Deus! Pense que depois da tormenta, depois da tempestade, sempre virá a calma.
Entregue os seu sofrer ao Pai, pelo perdão dos seus pecados. Jamais se revolte contra Deus. O sofrimento é importante para quebrar a nossa arrogância, a nossa falta de fé.
Conheci uma pessoa da classe média que mesmo indo á missa com a família, mesmo sendo  honesta e trabalhadora, sempre deixava transparecer, a sua incredulidade. Passou-se o tempo, morreram seus pais, ficou muito difícil administrar a empresa, seu cunhado roubou-lhe uma grande soma de dinheiro e fugiu para outro país.
Então, aquela pessoa que sempre viveu na fartura, nunca lhe faltou nada, agora está vivendo com um mínimo de renda, ou seja, apenas com a sua aposentadoria. Não conseguiu vender as propriedades, e essas  lhe deram muitas despesas. Foi uma situação muito complicada, com repercussão no Imposto de Renda, e outras complicações mais.
Resultado. Depressão, angústia, e muita vergonha dos amigos, por estar em tal situação complicada.
Mais o melhor de tudo isso, é que essa pessoa está se voltando para Deus. Está buscando a solução em Deus, e isso nada mais é, do que uma conversão que está acontecendo para uma alma que sempre viveu no orgulho, e da auto suficiência.
Jesus é a nossa melhor solução. Ele é o nosso melhor remédio, o nosso melhor conselheiro, o nosso médico, aquele que nos perdoa, nos acolhe nos momentos de desespero.
Por isso, concluímos que o sofrimento na maioria das vezes é um mal necessário. Através dele, nós caímos na realidade do que somos. Seres mortais, imperfeitos e fracos. E assim, buscamos a nossa saída na força de Deus Pai, que nos recebe de braços abertos.

Não sofra! Busque a Deus por Jesus e tudo passará.
José Salviano.



-Eu vou para o Pai Jo 16,5-11, José Salviano.


08 de maio – Ano B

Evangelho Jo 16,5-11

-Jesus disse. Eu vou para o Pai-José Salviano.

A tristeza tomou conta dos apóstolos, quando Jesus lhes disse que iria embora. Ele voltaria para o Pai. Porém, anunciou-lhes o envio em breve do Espírito Santo. Mas os seus amigos nem prestaram a devida atenção a esse anúncio, tão grande era a tristeza que seria causada pelo vazio da presença de Jesus.
Nós também sentimos um vazio enorme quando os nossos filhos e filhas se casam e se vão para sempre. É uma tristeza parecida como a morte deles. Sentimos um grande vazio, a casa fica silenciosa, está faltando a presença deles, e descobrimos que éramos felizes e não sabíamos. Sentimos falta dos atritos, das broncas, dos barulhos, dos seus pequenos incômodos, sentimos muita falta deles!
Nos dó muito olhar o seu quarto, as suas coisas, e não os ver. Todos os dias esperamos vê-los entrar pela porta ao chegar da faculdade ou do emprego, e isso não mais acontece. É triste! Muito triste!
Mas, a bem da verdade, não podemos segurar os nossos filhos para sempre em nossas companhias. Se dificultarmos a sua ida, estaremos prejudicando o seu futuro. Nós não vamos viver para sempre dando-lhes a proteção de quando eles eram crianças. Não podemos ser egoístas ao ponto de impedir que os nossos filhos sigam os seus caminhos.
Muitos casamentos são prejudicados pelo apego dos pais. A mãe não conformada com a saída da sua querida filha de casa para ir morar com o seu marido, procura compensar essa falta, visitando diariamente a casa da sua filha, de forma até inconveniente, dando palpite no modo de administrar o novo lar, permanecendo ali por várias horas, causando o descontentamento do genro. Este, fica muito irritado com aquela intromissão, pois como todo jovem, quer ter o comando de sua vida sem que ninguém lhe dê as coordenadas.
Desse modo, por amor em excesso, por egoísmo, muitos pais acabam por estragar a felicidade de seus filhos, por não se conformar com a sua saída de casa após o casamento.
A vida é formada de mudanças. Precisamos nos adaptar a elas. E não é difícil. Pois os ser humano foi dotado de uma grande capacidade de adaptação. O que nos prejudica mesmo neste caso do apego exagerado aos nossos filhos, é a falta de caridade, a falta de amor verdadeiro, a falta de oração...
Rezemos pelos nossos filhos. Cuidemos deles, sem imaginá-los no berço pequeninos. Afinal, eles cresceram e precisam viver as suas vidas. Precisam aprender a se defenderem pois nós, aos poucos já estamos indo desta vida. A cada dia, ficamos mais fracos, e fora de combate.
É coisa muito difícil, porém, não é impossível. Rezemos, pois, com a ajuda do Pai, nós podemos tudo!
Peçamos a Deus por Jesus que nos ajude a nos desapegar dos nossos filhos, para que eles cresçam, e sigam os seus caminhos, sem depender de nós como na infância.
Rezemos pelos nossos jovens, rezemos pelos nossos filhos diariamente. Pois a oração dos pais, especialmente das mães, tocam a Deus! Elas são ouvidas pelo nosso Pai que está nos Céus e em toda parte vendo tudo.

Tenha um bom dia. José Salviano.