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domingo, 27 de outubro de 2019

-O REINO DO CÉU É COMO UM BANQUETE- Lc 14,15-24 -José Salviano



05 de Novembro de 2019
Evangelho - Lc 14,15-24

 


Naquele tempo:
15Um homem que estava à mesa,
disse a Jesus:
'Feliz aquele que come o pão no Reino de Deus!'
16Jesus respondeu:
'Um homem deu um grande banquete
e convidou muitas pessoas.
17Na hora do banquete, mandou seu empregado
dizer aos convidados:
'Vinde, pois tudo está pronto'.
18Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas.
O primeiro disse:
'Comprei um campo, e preciso ir vê-lo.
Peço-te que aceites minhas desculpas'.
19Um outro disse:
'Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-las.
Peço-te que aceites minhas desculpas'.
20Um terceiro disse:
'Acabo de me casar e, por isso, não posso ir'.
21O empregado voltou e contou tudo ao patrão.
Então o dono da casa ficou muito zangado
e disse ao empregado:
'Sai depressa pelas praças e ruas da cidade.
Traze para cá os pobres,
os aleijados, os cegos e os coxos'.
22O empregado disse:
'Senhor, o que tu mandaste fazer foi feito,
e ainda há lugar'.
23O patrão disse ao empregado:
'Sai pelas estradas e atalhos,
e obriga as pessoas a virem aqui,
para que minha casa fique cheia.
24Pois eu vos digo:
nenhum daqueles que foram convidados
provará do meu banquete.'
Palavra da Salvação.

 

Jesus nos apresenta mais uma de suas parábolas.  O banquete é o Reino dos céus, que foi primeiro oferecido aos descendentes do povo de Deus que esteve prisioneiro no Egito, e que foi libertado pelas mãos fortes do Pai. Com o passar do tempo, este mesmo povo já não era o mesmo. A Lei deixada por Moisés já estava muito acrescentada com preceitos (630) outros, os quais, serviam para manter os privilégios da elite religiosa dos saduceus.

O Pai enviou ao mundo o seu Filho amado, e quando Ele apresenta  o Plano de Deus aos descendentes do povo de Deus, esses o rejeitaram, chamando-o de impostor. Então Jesus mudou a direção da sua missão, e se dirigiu aos gentios, aos pagãos, aos cegos, aleijados, publicanos, prostitutas, etc.

Assim  também acontece nos dias de hoje.  A Igreja, presença vive de Deus na Terra, apresenta a palavra de Deus Pai, e muitos a ignoram, pois confiam mais em seu poder terreno do que na proteção de Deus.

Então, esta mesma palavra é voltada, para as classes médias e baixas das camadas sociais. Pois os pequenos são mais receptivos aos ensinamentos do Evangelho do que os grandes que preferem se agarrar aos seus projetos de vida baseados no dinheiro.

Assim como aqueles primeiro convidados para o banquete que lhe fora preparado por aquele homem da  parábola, muitos  hoje apresentam as mais variadas  desculpas para não ir a Igreja, para não ir à missa,  par anão ingressar os seus filhos no catecismo. Mais no fundo, a verdadeira razão deles fazerem isso, é a sua confiança plena  no seu poder aquisitivo.

Os judeus recusaram a pessoa de Jesus,  porém, Ele não desanimou, não desistiu da sua missão.

Assim também devemos ser.  Quando encontrarmos alguma barreira de rejeição por parte de alguma pessoa arrogante, peçamos forças ao Espírito de Deus e não desistamos. Seguiremos em frente, e se necessário for,  largamos  aquela turma e vamos evangelizar em outro lugar, onde  tem pessoas humildes,  sedentas  da palavra de Deus. 

Muito embora, aqueles e aquelas que rejeitaram  a catequese, também estão necessitados de Deus.  Eles tentam preencher este vazio com o poder do dinheiro, e cada vez mais eles ficam num vazio maior, pois somente Deus nos completa, somente Deus nos preenche, somente Deus nos satisfaz!

É interessante vermos  aqueles que estão lá no teto da pirâmide social, como eles nunca  estão satisfeitos com o que têm!  Eles ganham polpudos salários, e ainda  dão um jeito de conseguir mais dinheiro...

E fazem isso o tempo todo, e continuam insatisfeitos. E isto é uma prova de que  nada substitui  a presença de Deus em nossas vidas!

Outros que têm bem pouco, são muito mais felizes, do que aqueles que ganham rios de dinheiro muitas vezes de procedência duvidosa...

Caríssimas e caríssimos. O Banquete de Deus está preparado. Está esperando por você todos os dias  na celebração da Santa Missa  que acontece aí na igreja, ou na capela mais próxima de você. Todos os dias, inclusive aos domingos. Pelos menos aos domingos, procure aceitar o convite de Deus para participar deste banquete celestial.

Vá, eleve a sua família.  Vá e entrega  a sua vida nas mãos  daquele que criou tudo, Aquele que pode tudo.

E com certeza Ele vai receber você e os seus entes queridos de braços abertos.  Pois haverá  muita alegria nos Céus, quando  um pecador se arrepende e se volta para Deus.

Seja você hoje, um  motivo dessa alegria celestial! Repense a vida em que você está levando, e você verá que muitas das coisas que até agora você  achou ser as mais importantes em sua vida, não valem nada diante da alegria de pertencer ao Reino de Deus!

Converta-se. Mude sua vida, e você só terá a ganhar  com isso.

 

 

Fica com Deus. José Salviano.

 



-CONVIDAR OS POBRES PARA O TEU BANQUETE - Lc 14,12-14 -José Salviano



04 de Novembro de 2019
Evangelho - Lc 14,12-14

 

E disse também a quem o tinha convidado:
'Quando tu deres um almoço ou um jantar,
não convides teus amigos, nem teus irmãos,
nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos.
Pois estes poderiam também convidar-te
e isto já seria a tua recompensa.
13Pelo contrário, quando deres uma festa,
convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos.
14Então tu serás feliz!
Porque eles não te podem retribuir.
Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos.'
Palavra da Salvação.

 

Jesus por várias vezes usou de imagens extremas em suas falas. Ele usou exemplos que humanamente eram praticamente impossíveis, tais como: Cortar a mão direita, arrancar o olho. E neste Evangelho, Jesus nos exorta a convidar os pobres em vez dos nossos amigos ricos para a nossa festa.  Isso é algo praticamente impossível de acontecer.

Com exceção  daquele homem que montou um restaurante para matar a fome dos pobres e sem teto. Com certeza, grande será a sua recompensa no Céu!

Em nossas festas nós nem pensamos naqueles e naquelas que dormem com fome. Nem passa pela nossa cabeça fazer o que Jesus disse: Convidar os mendigos da cidade para vir à nossa festa e se regalar com os nossos pratos e bolos deliciosos.

Você ficou louco? O que vão dizer os meus amigos ricos?

Olha, esta é uma grande verdade que impede muitos ricos de ajudar os pobres. O receio do que vão dizer os seus iguais, com relação a sua bondade para com os pobres, com relação à sua caridade.

Aquele empresário de grande sucesso, costumava agradar os seus empregados, de modo diferente do que costumeiramente faziam os outros seus iguais. No final do ano a festa acontecia em um salão grande, e era comida e bebida com muita fartura!

Era contratada uma banda e muitos empregados depois  ter bebido bastante, e por tanto desinibidos, participavam do Karaoquê.

Certo dia aquele rico e bem sucedido empresário falou aos seus funcionários que havia recebido uma forte pressão dos seus concorrentes, pelo fato dele ter dado um bom aumento de salário.

Aquele jovem rico e caridoso, fazia de tudo para que ninguém soubesse da sua bondade para com os necessitados. Porém, um de seus empregados acabou falando a um dos seus amigos, o destino daquela carga de alimentos que ele estava levando para os pobres da favela próxima.

Depois daquele dia, ele sofreu muita pressão dos seus amigos iguais: Diziam eles: Não faça isso! Você está estimulando a mendicância, eles são preguiçosos! Se você os alimenta, eles se acomodarão, e não vão batalhar pela sua sobrevivência!

Este é o modo de pensar da maioria dos ricos. E a primeira vista, parece correto. Pois imagine que os pais façam todas as lições de casa dos seus filhos, que eles façam todos os seus trabalhos escolares, e contratem pessoas para fazerem as pesquisas, e teses da faculdade!

Assim, os alunos não vão aprender nunca!

Alimentar os preguiçosos, é estimular a mendicância, assim pensam aqueles e aquelas que precisam de uma boa desculpa par não dar esmolas.

Por que na verdade, nem todos são vagabundos como são chamados. Nem todos pedem por pura malandragem. A maioria dos que nos estendem a mão pedindo umas moedas e um pedaço de pão, dizendo: Moço hoje eu não comi nada... Dê uma esmolinha pelo amor de Deus, por favor... Esses são realmente necessitados. Ou eles não têm inteligência como você para vencer os obstáculos dessa vida, e conseguir ganhar o seu próprio pão, ou não tiveram oportunidade de conseguir um emprego, o que geralmente é responsabilidade daqueles que gerenciam a coisa pública, pois nem sempre esses se preocupam com o bem estar dos menos favorecidos pela sorte, os miseráveis da vida.

A maioria das pessoas convidam para as suas festas, somente pessoas do seu nível. Pessoas iguais a elas do ponto de vista político, social e econômico. E o nosso objetivo é para agradecer, ou para semear novas possibilidades de tirar vantagens.

Convidar os pobres, os últimos da sociedade, nem pensar. Isso seria uma verdadeira loucura, um desastre!

Assim, nós convidamos por puro interesse. E ali já está a nossa recompensa, que aliás, é uma recompensa miserável em comparação com a recompensa que teríamos se convidássemos os pobres, segundo as promessas de Cristo.

Pois quando a gratuidade está na raiz do nosso convite, a recompensa nos virá do Alto.

Caríssimas, e caríssimos. A gratuidade é o grande dom de Deus, Ele que é capaz de nos retribuir além das expectativas.

Deus nos recompensa pelo fato de amarmos aqueles e aquelas que não são amáveis. Aqueles  desprezados pela maioria.

Lamentavelmente isso pode acontecer no meio de nós. Veja: a igreja lotada. Porém, aquele banco no qual sentou um mendigo, estava praticamente vazio. Pois ninguém sentou ali do lado dele! Isso é muito triste. Não é mesmo? Isso é o mesmo que evitássemos sentar em um banco onde Jesus teria sentado. Pense. Pois Jesus está na pessoa do mendigo!

Ontem na missa, (domingo), sentou na minha frente uma mulher bem pobre. Cabelos sem vida, corpo com sinais de subnutrição, calçava um tênis rasgado, e seu guarda-chuva velho estava roto e quebrado, um olho fechado, muitas rugas no rosto e cheirava mal. Pobre mulher! Dava muita pena. Ninguém, até então sentou naquele banco. Chegou uma mulher com seu filho. Ela ía sentar, porém olhou com certa repugnância para aquela criatura, voltou, indo procurar outro lugar  para se sentar com seu filho. Finalmente outra mulher, se aproximou, e sentou ao lado dela, sem nenhuma reação de desprezo!

Jesus lhe perguntaria neste momento: Qual daquelas mulher foi a próxima da pobre mulher?

 

Fica com Deus.  José Salviano.



-A RESSURREIÇÃO DE LÁZARO- Jo 11,17-27-José Salviano



02 de Novembro de 2019

Evangelho Jo 11,17-27

 

 

E Marta disse a Jesus: “Senhor, se tivesses  aqui, meu irmão  não teria morrido”. O que ela quis dizer foi que se Jesus viesse logo assim que recebeu o recado  do mensageiro, o pior não teria acontecido. Marta não tinha mais esperança  da ressurreição de Lázaro, pois depois de 4 dias, o seu corpo  entrou em decomposição, e até cheirava muito mal.

Jesus lhe acalmou, mostrou a Marta que para Deus nada é impossível. Mostrou a ela que  Ele é a ressurreição e a própria vida. E que todo aquele e aquela que crer de verdade, mesmo que morra,  voltará a vida de novo.

Jesus não se referia somente ao seu poder de ressuscitar Lázaro,  mais também  Ele se referia  a nossa vida no pós morte.

Jesus devolveu a vida a Lázaro, que tempos depois  voltou a morrer, e hoje, com certeza ele está na glória eterna, como  esperamos acontecer conosco.

Quando Jesus recebeu  o mensageiro que lhe  informou da morte de seu grande amigo,  Ele não  se apressou  em ir imediatamente até  a casa de Marta.  E por isso, só depois de 4 dias Jesus  então chegou  lá.

E por que Jesus agiu assim? Para que o mundo soubesse que Ele era o próprio Deus,  que Ele tem poder infinito, para trazer de volta à vida, mesmo que  alguém já esteja morto há muito tempo.

Jesus é a própria vida em si. Ele é fonte de água viva, e quem bebe dessa água jamais terá sede. Quem crer em Jesus, mesmo que morra, viverá eternamente. Quem realmente crer em Jesus, terá sua vida restaurada, como aconteceu com o irmão de Marta.
Como sabemos, o coração é o princípio da vida. É ele que bombeia no nosso sangue levando oxigênio e nutrientes para os demais órgãos, músculos, e todo o nosso corpo.
Reparando em um jovem, notamos que a vida em seu corpo flui de forma vigorosa. E isso acontece porque o seu coração é capaz de levar sem nenhum obstáculo, o sangue gerador da vida a todo o seu corpo.
Ao contrário, acontece a um idoso, cujos vasos estão comprimidos, endurecidos, com trombos de cálcio nas paredes das artérias.
Assim desse modo, seu velho e já cansado coração, não é capaz de levar o sangue como deveria, a todo o seu corpo, como acontece num corpo jovem. Por isso, sem nutrientes e sem o oxigênio necessário, seu corpo fica cansado e fraco. O seu cérebro funciona mal, sua memória falha, apresentando sintomas de tonturas, desequilíbrio, etc, e assim, vamos morrendo aos poucos.
O irmão de Marta não era tão velho assim. Mas a sua morte foi planejada por Deus, para que soubéssemos do poder que ele havia dado ao seu Filho.
Jesus pelo seu poder infinito, devolveu a vida a Lázaro. Com o poder de Deus, também nós podemos preservar, manter a vida em nosso corpo, evitando comida industrializada, e derivados de leite ( queijos), evitando o sedentarismo (ficar sentado por muito tempo sem fazer exercício), mantendo os nossos vasos flexíveis e desobstruídos (desentupidos) com vitamina K2,  D3 e magnésio PA.

Aprenda a cuidar da sua saúde, e você viverá mais.

Minhas irmãs e meus irmãos. No dia de finados  a gente não deve ficar tristes!  Pois nós somos eternos. Isso mesmo! Somos eternos. Por que a nossa vida não termina com a morte do nosso corpo.  Ela, a nossa vida continuará eternamente, e seria muito maravilhosos que  fosse na Vida Eterna! Faça tudo por merecer este maravilhoso milagre,  fruto das promessas de Cristo. Amém?

 

Fica com Deus.  José Salviano.

 







-JESUS CURA O HOMEM HIDRÓPICO - Lc 14,1-06-José Salviano



01 de Novembro de 2019
Evangelho – Lc 14,1-06

 


Aconteceu que, num dia de sábado,
Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus.
E eles o observavam.
2Diante de Jesus, havia um hidrópico.
3Tomando a palavra,
Jesus falou aos mestres da Lei e aos fariseus:
'A Lei permite curar em dia de sábado, ou não?
4Mas eles ficaram em silêncio.
Então Jesus tomou o homem pela mão,
curou-o e despediu-o.
5Depois lhes disse:
'Se algum de vós tem um filho ou um boi que caiu num poço,
não o tira logo, mesmo em dia de sábado?'
6E eles não foram capazes de responder a isso.
Palavra da Salvação.

A hidropisia é o acúmulo de água no corpo, conhecido pelo nome de inchaço, ou edema. É causada por distúrbios na circulação do sangue, devido  ao inchaço, ou dilatação do miocárdio, (músculo do coração), que por sua vez pode ser casado pelos picos de pressão alta, por esforços exagerados, pelo alcoolismo ou pela doença de chagas. A hidropisia pode ter uma distribuição generalizada, ocorrendo em quase todas as partes do corpo, ou pode ser local, isto é, apresentar-se em uma parte apenas do corpo, como  no abdome, nas pernas, ou no rosto pelo amanhecer.
Os problemas circulatórios, (como a pressão alta) causados pelo entupimento das veias e artérias, nem sempre tem sua origem no famoso colesterol, mais sim pelo cálcio acumulado nas paredes dos vasos, nas coronárias,  inclusive no próprio músculo do coração.  Isso acontece com pessoas que tomam suplemento de cálcio sem  vitamina D3,  sem vitamina K2 e Magnésio Dimalato, ou Cloreto de magnésio.  Isto por que  esses três  medicamentos vão impedir que o Cálcio se deposite nas paredes das artérias, causando vários danos fatais ao corpo.
A vitamina K2, e a vitamina D3 mais o Magnésio vão retirar o Cálcio depositado nas artérias e levá-lo para os ossos e dentes.
Por tanto, se você toma cálcio puro, sem mais nada, muito cuidado!  Pois você terá sérias complicações cardiovasculares, que poderão ser fatais!
Muitos idosos morrem  após terem fratura óssea, causada por queda. Eles recebem a medicação de cálcio para fortalecer os ossos, e esse cálcio não vai para os ossos, mas sim,  para as paredes dos vasos, entupindo-os e causando  o famoso  AVC.
Saúde é coisa muito séria. Não podemos ser dependentes  de uma  saúde pública nem sempre eficiente, mais sim, procuremos nos informar como funciona o nosso organismo, o nosso corpo, e assim vamos perceber que somos os que comemos, e o que cremos.  A nossa saúde depende  do alimento saudável, de exercícios,  de oração, e principalmente da nossa fé.  A tua fé te curou”, Disse Jesus por mais de uma vez  ao realizar um cura.
Nos dias de hoje,  vemos muitos  hidrópicos todos os dias. Homens com barrigas grandes, com inchaço  abdominal, com fígado inchado, ou mesmo  com edemas generalizados causados pela cardiomiopatia (coração dilatado), tudo isso causado pelo comer errado,  e pela cachaça!  (alcoolismo).
São homens que ganham salários de fome, que mal conseguem  de forma precária  comprar o mínimo para o seu sustento. Não tendo, por tanto, condições de  desfrutar do melhor dos divertimentos que é  VIAJAR. Assim, os  cansados, estressados e mal pagos irmãos nossos, tem como única  opção, “encher a cara  ( ingerir bebida) nos fins de semana, o que agrava ainda mais o seu quadro  de  saúde.
Neste Evangelho Jesus  faz mais uma cura em pleno dia de sábado, justamente para desafiar, para enfrentar os doutores da Lei. Jesus não teve medo de desmascarar  aqueles que  inventaram  preceitos para explorar o povo. Aqueles que enganavam o povo com informações equivocadas  sobre a religiosidade.
Nos nossos dias também são muitas as informações equivocadas a respeito da nossa saúde.  São muitas mentiras que têm o objetivo não de nos curar, mais sim, de nos manter doentes para que gastemos mais dinheiro  com tratamentos intermináveis . 
Jesus curou muitas doenças. Jesus pode também nos curar.  Jesus pode nos conduzir  aos procedimentos corretos,  para  termos saúde perfeita.  Jesus  nos conduz  aos procedimentos adequados como:  Alimentação saudável,  prática de exercícios,  evitar  o alcoolismo,  a ter HÁBITOS  DE HIGIENE,  dormir cedo,  evitar o sedentarismo,  viver em  harmonia com todos os nossos irmãos, começando pela nossa família,  etc.
E é importante lembrar que  tudo isso é muito importante para a nossa saúde.   Sabemos que para Deus nada é impossível. Porém,  se não cuidemos da nossa saúde com procedimentos corretos,  pode não adiantar muito  a prática da oração, por que Deus respeita as leis da natureza.

Fica com Deus. José Salviano.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

A CONVERSÃO NOS RECOLOCA NO CAMINHO DA VIDA! Olivia Coutinho


Dia 26 de Outubro de 2019

Evangelho de Lc13,1-9

Em todos os ensinamentos de Jesus, há sempre um apelo de conversão, é o seu amor falando forte ao nosso coração, assegurando-nos de que o Pai não desiste de nós. Jesus não quer perder nenhum daqueles que o Pai lhe confiou, por isto, Ele está sempre nos chamando à conversão, a uma conversão sincera, que nos leve ao arrependimento, a reparar o mal que fizemos ao outro, como também perdoar o mal que nos fizeram.
A conversão deve ser um exercício diário,  pois a todo instante, somos tentados a desviar do caminho que nos leva a felicidade plena.
O Evangelho que a liturgia de hoje nos apresenta, é um convite à conversão, a uma mudança de mentalidade!
O texto é composto por duas partes, na primeira parte, Jesus recebe a notícia da morte de alguns galileus mortos a mando de Pilatos. Os emissários desta notícia, atribuíam tais mortes, como sendo castigo de Deus, eles esperavam que Jesus tivesse algo a dizer sobre tal atrocidade, mas Jesus não se ocupa com os que já haviam morrido, e sim com aqueles que estavam ali, vivos, diante Dele. Esses, que trouxeram esta notícia, poderiam ter um destino melhor do que os galileus mortos, pois eles tinham tempo de se converterem, o que os galileus não tiveram. Jesus os alerta: “Vós penseis que esses galileus eram mais pecadores do que todos os outros galileus por terem sofrido tal coisa? Eu vos digo que não. Mas se vós não converterdes ireis morrer todos do mesmo modo.” Para facilitar a compreensão do que Ele queria transmitir, Jesus acrescenta outro fato que acontecera com dezoito homens que foram mortos em Jerusalém, na queda da torre de Siloé. Tanto com o primeiro fato, como o segundo, Jesus adverte a todos daquele tempo, e hoje a nós, sobre a necessidade de uma conversão diária, pois fatalidades podem nos acontecer a qualquer momento.
Jesus insiste em tirar daquelas pessoas e de nós também, a ideia de que as tragédias sejam castigo de Deus, Ele quer abolir essa ideia erronia herdada do antigo testamento, nos mostrando, através Dele mesmo, que Deus só sabe amar, que Ele ama bons e maus na mesma intensidade. Deus não castiga ninguém, Ele não escolhe quem deve ou não sofrer, os crimes as tragédias, são de responsabilidades humana e não castigo de Deus.
Na segunda parte do evangelho, Jesus conta a parábola da figueira, uma parábola, que vem nos falar da paciência de Deus para com cada um de nós! Como podemos perceber, é mais um apelo que Ele nos faz à conversão. Todos nós necessitamos de conversão, para a figueira, foi dada uma única chance, mas para nós, Deus dá inúmeras chances.
Deixemo-nos ser cuidados pelo  o agricultor maior que é Jesus, não tenhamos medo das podas, afinal, fomos plantados por Deus aqui na terra, para produzir frutos, e são essas podas, que nos possibilitam produzir frutos em abundancia e de boa qualidade!
O caminho que Jesus nos indica, é o caminho do amor, para Ele, não há justificativa para que nenhum de nós se perca, afinal, temos um Pai misericordioso que está sempre nos dando uma nova chance para retomarmos o caminho da vida.

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho

“POIS QUEM SE ELEVA SERÁ HUMILHADO.”” Olívia Coutinho



30º DOMINGO DO TEMPO COMUM.

DIA 27 DE OUTUBRO DE 2019

EVANGELHO DE Lc18,9-14

No evangelho que a liturgia deste Domingo nos convida a refletir, temos como parâmetro para a nossa  avaliação, duas modalidade de oração: A oração arrogante de um fariseu e a oração com humildade de um  publicano.
No Domingo anterior, Jesus ressalta  a necessidade de rezar sempre, hoje, Ele vem nos dizer, através de uma pequena parábola, que nem toda oração chega a Deus.
O sentido desta  parábola, não é questionar a nossa forma de rezar, e sim, a nossa forma de viver, pois o nosso viver, tem que ser uma oração, ser a expressão do que somos interiormente. Não é com palavras, que vamos mostrar a Deus, quem somos, e sim, com o nosso modo de viver, que deve ser coerente com o evangelho.
Se nos perguntássemos, com qual dos dois personagens desta parábola, nos identificamos, provavelmente, responderíamos que era com o que fora justificado por Deus por causa da sua humildade: o publicano. Se assim respondêssemos, estaríamos tendo a mesma postura do fariseu que se colocou diante de Deus como o melhor, um sinal, de que ainda conservamos um pouco de farisaísmo em nós.
(O farisaísmo é um mal, ainda presente no nosso meio. A postura farisaica, é um entrave em nossas comunidades, quem mantém esta postura, é moralista, permanece fixado nas práticas antigas, rituais vazios, não se abre ao novo.)
E voltando a parábola: nenhum dos dois personagens desta parábola, serve de modelo para nós, pois tanto o fariseu, quanto o publicano, não eram justos.
O fariseu, embora  cumprisse todas as leis, preceitos, rituais, não vivia a lei maior, que é a lei do o amor, ele vestia o manto da bondade, mas na prática, não vivia essa bondade, Jesus,  já havia chamado os fariseus de sepulcros caiados.(Mt23,27)  Por outro lado, o publicano, também não era um homem correto, não por ser um cobrador de imposto, até porque, esta profissão, lhes era imposta pelos romanos, a injustiça que o publicano, como todos os cobradores de impostos praticavam, era cobrar o imposto além do que era devido e embolsar  a diferença.
O que diferenciou os dois, foi a postura de cada um diante de Deus. O fariseu, não colocou Deus como o centro de sua oração, colocou ele mesmo, o que ele fez, foi vangloriar-se, em momento algum, ele demonstrou necessitado de Deus. Enquanto que o publicano foi humilde, envergonhado de suas atitudes não corretas, ele reconheceu-se pecador, necessitado da misericórdia de Deus, foi por isto, que ele voltou para casa justificado.
O que podemos pegar de exemplo do publicano e colocar na nossa vida, é a sua humildade em reconhecer-se pecador. Precisamos ter a humildade de reconhecer as nossas imperfeições, os nossos erros, para que possamos corrigi-los enquanto há tempo.
A nossa oração deve ser sincera, deve estar sincronizada com nosso modo de viver, ter um vínculo profundo com o nosso desejo de conversão, de buscar uma vida nova em Jesus! Uma oração que não nos leve à conversão, é uma oração vazia que jamais chegará a Deus!
Para que a nossa oração chegue a Deus, não precisamos usar muitas palavras, descrever quem somos, o que fazemos de bom, como fez o fariseu, pois Deus conhece o nosso interior, sabe quais são as nossas intenções.
A nossa vida, deve ser marcada pela a vida de comunhão e acima de tudo, de humildade, pois a humildade é a virtude que mais nos aproxima da perfeição. Uma pessoa não é humilde de nascença, ela vai se tornando humilde, à medida que ela vai reconhecendo as suas imperfeições, a sua necessidade da misericórdia de Deus.
Jesus, com  sua vida, nos ensina o caminho que nos leva a salvação, que é o caminho da humildade, caminho este, que Ele mesmo percorreu, ora se misturando com os pobres e marginalizados, ora sentando à mesa da refeição com os seus adversários.
“Quem é humilde, não presume que o é, pois dentre todas as virtudes, somente a humildade ignora a si mesma.” 

Oração: encontro, intimidade e comunhão com Deus!

MEUS IRMÃOS EM CRISTO: DESEJO-LHE  UM SANTO DOMINGO.

FIQUE NA PAZ DE JESUS - Olivia Coutinho
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quinta-feira, 24 de outubro de 2019

A ORAÇÃO HUMILDE E SINCERA CHEGA AO CORAÇÃO DE DEUS – Maria de Lourdes Cury Macedo.


        
Domingo, 27 de outubro de 2019.
Evangelho de São Lucas 18, 9-14.

Domingo passado refletimos sobre a oração, ela é tão importante na vida cristã que neste domingo continuamos com o mesmo tema - oração. Jesus falava da persistência da oração e da fé ao rezar, hoje Ele acrescenta mais elementos, a humildade e a sinceridade de coração, por isso toda súplica dirigida a Deus de coração sincero chega ao céu e será atendida. A oração é que move a nossa vida espiritual e a nossa ação missionária. Se quisermos levar avante a missão de evangelizar temos que ser alimentados pela oração.
Existem várias maneiras de rezar, umas chegam até Deus, outras chegam, mas não tocam o coração de Deus. Uma boa oração tem que ter muita humildade sincera, de coração, se reconhecer pecador e pedir a Deus a sua misericórdia. É muito eficaz aliar a perseverança com a humildade. Só o humilde espera confiante que sua oração seja atendida, que ela chegue ao coração de Deus. A oração humilde justifica, isto é, torna o homem agradável a Deus. A soberba fecha as portas da misericórdia divina.
No evangelho de hoje Jesus conta uma parábola para nos ensinar qual oração foi ouvida por Deus. Fala da oração do fariseu e do publicano. O fariseu e o publicano representam atitudes opostas da sociedade do tempo de Jesus. Ambos estão rezando, buscando se relacionar com Deus, porém existe uma grande diferença, um contraste entre eles.
Vamos entender primeiro quem eram eles. O fariseu era membro de um grupo entre os judeus, que se gabava de ser observante da lei até nas mínimas coisas. Eram rigorosos observadores da lei e religiosos fanáticos, que se distinguiam até no modo de vestir. O termo fariseu quer dizer “separado” também quer dizer, “perfeitos”, se consideravam mais santos que os outros, eram fiéis seguidores da Lei. Observavam os mandamentos para se mostrar. Eram excessivamente orgulhosos e arrogantes.
Publicanos eram os funcionários públicos, cobradores de impostos. Eles eram considerados como pagãos pelos judeus porque cometiam muita injustiça, cobravam a mais os impostos para ficar com uma parte e com isso enriqueciam ilicitamente.
A oração do fariseu foi de auto se elogiar, falando para Deus os seus feitos, era uma atitude de orgulho, de soberba, de arrogância. Ele se gloria diante de Deus, como se fosse por sua própria força que tivesse feito o bem. Ele reza como não precisasse de Deus. E ao mesmo tempo, tinha uma atitude de desprezo para com o publicano: “Não sou como esse cobrador de impostos”. O fariseu por se achar puro e santo julga e condena o publicano. A oração do fariseu não era voltada para seus erros, imperfeições, fragilidades eram de elogiar-se a si mesmo e criticar o outro. A oração do fariseu não era oração. A oração supõe atitude de humildade diante de Deus e abertura da alma diante dos irmãos, atitude de se sentir pequeno e pecador diante de Deus e humildemente pedir a misericórdia dele. Agindo assim, o fariseu pensa que pode, por ele mesmo, se salvar, assim, não reconhece que a salvação é Dom de Deus, mas uma conquista dos homens e se ele levar uma vida correta Deus terá que salvá-lo.
O publicano, era cobrador de impostos, reconhece seus pecados, reza com humildade: “Meu Deus, tende pena de mim, que sou pecador!” Ele tem consciência de sua falta, mas confia no amor e na misericórdia de Deus. Ele se apresenta de mãos vazias, mas se entrega nas mãos de Deus, pede sua compaixão e espera pela sua misericórdia. Jesus aprova a atitude do publicano e desaprova a do fariseu. Deus julga bem diferente. O fariseu julga pelas aparências. Deus tem um olhar mais profundo e não se prende às aparências.
O fariseu tinha uma posição mais bonita para rezar: de braços abertos, bem à frente, no Templo, mas estava fechado para Deus, pelo orgulho. E Deus resiste a um coração orgulhoso. Não dá sua graça a um coração arrogante, vaidoso, que não reconhece seus pecados e erros. A oração do fariseu não tinha nenhuma humildade, era um louvor a si mesmo e não a Deus.
Jesus aprova a atitude do publicano porque ele, com muita humildade, não julgava ninguém, mas a si mesmo. Reconhecia-se pecador, confiava e pedia misericórdia para Deus. Sabe que não é nada sem a graça e a misericórdia divina. Deus acolhe e ouve as aflições de quem reza com coração sincero e humilde. A parábola oferece uma lição dada por Jesus, a fim de que os seus discípulos e hoje nós possamos aprender e imitar a atitude do publicano.
Quantas vezes nós rezamos como o fariseu. Infelizmente ainda em nossas igrejas encontramos pessoas assim, vão à missa e ficam julgando as pessoas ao invés de cuidar de sua própria vida e de seus erros. Reparam em quem comunga para julgar se podem ou não, de acordo com a Lei de Deus. Sua oração é de julgamento. Por isso nem sempre somos atendidos ou porque rezamos mal, como o fariseu, ou porque pedimos coisas que nos são inúteis. Devemos pedir aquilo que é para o nosso bem.
Devemos rezar refletindo que estamos na presença de Deus e que temos necessidade de sua misericórdia, pois somos imperfeitos. Por isso, nossa oração deve ser humilde, de coração sincero, atenta, devota e perseverante. A verdadeira oração não causa divisão, mas produz união de iguais.
        
Abraços em Cristo!
Maria de Lourdes              

        




quarta-feira, 23 de outubro de 2019

EU VIM TRAZER FOGO A TERRA-Adélio Francisco


REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 24/10/2019
-Lucas 12,49-53
 "EU VIM TRAZER FOGO A TERRA, E COMO DESEJARIA QUE JÁ ESTIVESSE ACESO."
A palavra de Jesus pode nos transformar, pois ele não vem nos confirmar no nosso estilo de vida e nas nossas boas obras. Ele acende em nós um fogo para destruir todo compromisso com o egoísmo, com o mundo das trevas. A verdadeira prudência está em assumir essa caminhada com Cristo.
  Sabemos que seguir Jesus significa "ser sinal de contradição". Como disse o velho Simeão a Nossa Senhora, quando ela foi levar o Menino Jesus para ser apresentado no templo de Jerusalém. 
   O caminho proposto pela doutrina de Jesus e pelo Magistério  da Igreja leva o cristão a viver "no mundo, mas como se não pertencesse ao mundo". E, de fato, quando Deus ocupa o primeiro lugar nos ideais e projetos pessoais, nasce aí as vocações para a vida consagrada, religiosa, sacerdotal e missionária.        
  No Evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir, vemos que Jesus participando de nossa humanidade, não assumiu friamente sua missão. Estava ansioso, tinha pressa, queria ver logo sua proposta aceita por todos.    
    Aplicando a imagem do fogo à mensagem cristã. Algumas pessoas no tempo de Jesus pensavam que deveria acontecer uma verdadeira "queimada" para purificar o mundo da injustiça, da violência e de todo o mal.
   Jesus veio trazer um fogo que varre não os pecadores, mas que destrua o mal pela raiz.
   A outra imagem que aparece nesse texto é a do "Batismo". Batismo significa "imersão" certamente, Jesus pensa na imersão de sua morte. Jesus sabe que para começar um mundo novo deve primeiro dar a própria vida e tem que passar pelo sofrimento. 
   Há uma aparente contradição no texto do Evangelho de hoje. Jesus fala de paz e separação. Sua presença em meio à humanidade não a deixará insensível. Há os que aderem à verdade, que é Cristo, e há os que aderem à sua própria verdade, fruto de seus interesses e condicionamentos. Por isso, há uma ruptura natural diante do mistério de Cristo.
Amados irmãos e irmãs: O texto original possibilita várias interrupções. Jesus sente que o fogo ainda não arde, ou alegra-se por ter cumprido a missão? Será batizado, mergulhado na morte. Isso o deixa ansioso, ou o angustia? Ele veio partilhar de nossa vida. Por isso compreende nossas alegrias e nossas  frustrações, angústias e ansiedade, momentos de medo ou de coragem. É o caminho em que o seguimos.
PERMANECEMOS NA SANTA PAZ DE DEUS!
- Adélio Francisco.