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quarta-feira, 29 de abril de 2015

"NINGUÉM VAI AO PAI SENÃO POR MIM". Olívia Coutinho


Dia 02 de Maio de 2015

 Evangelho de Jo,14,7-14

 
Crescemos interiormente, quando  reconhecemos a  nossa pequenez, as nossas imperfeições! 
Conscientizar de que a nossa vida é uma eterna construção  é o  primeiro passo de quem deseja aprimorar a sua caminhada de fé!
Devemos estar sempre em movimento, nunca  instalados, é dando passos que buscamos Jesus, é crescendo na fé que o encontramos!
A  fé, é  caminhada contínua, é comprometer-se com a vida ! Não podemos viver uma fé, separada da vida! Uma fé vivida  só de emoções, não  produz  frutos, não sobrevive aos vendavais da vida, pois  não possui  raízes  profundas que a sustente!
Um dia, alguém nos falou de Jesus, pode ter sido nossos pais, avós, catequista, mas a nossa opção por Ele é pessoal,  parte  do nosso desejo de estar com Ele, de viver como Ele viveu!
Quando optamos por Jesus, o  nosso  encontro pessoal com Ele, acontece naturalmente, o próprio Jesus abre caminhos! No encontro com Jesus, todas as nossas ambições caem por terra, pois Nele encontramos tudo que necessitamos! Jesus é o caminho que nos leva a felicidade plena, estar em sintonia com Ele, é estar em estado de graça.
Todos nós sabemos  que Jesus é Deus, mas isto não basta , afinal, até o inimigo sabe que Ele é Deus, o que nós precisamos mesmo,  é conhecer Jesus,  é saber o que Ele quer de nós!
Não comprometer-se com a causa de Jesus, é ser passivo na fé, é ser expectador dos acontecimentos,  é  olhar  o mundo através da “janela!”
No  Evangelho de hoje, vemos a paciência de Jesus com os seus discípulos. Ele procurava instruí-los  bem, afim de que eles  tivessem ideias claras sobre a  sua pessoa, a sua missão e o sentido da Sua presença no mundo! Era preciso prepará-los  para que  eles pudessem, apesar de suas fragilidades, passar adiante os seus ensinamentos.
E é graças a esta paciência, a estes empenhos de Jesus, que hoje, nós desfrutamos de toda  riqueza deixada por Jesus, riquezas  que chegaram até a nós, por meio do  testemunho dos  primeiros discípulos.
A visão do Pai era a coisa mais desejada pelos discípulos e para isso,  bastaria, que eles dessem um passo a mais na fé, para  descobrirem  na pessoa de Jesus, a presença do  Pai! Ele estava ali diante deles!
Contemplar Jesus é a única forma de ver a face de Deus Pai!  
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”! Estas palavras de Jesus,  responde a uma pergunta de Tomé, palavras que hoje são dirigidas  também a nós, são palavras que nos mostram claramente, qual é a vereda autêntica que nos leva a felicidade Plena!
A Luz verdadeira é aquela que nos conduz pelo caminho da salvação, Jesus é este caminho, Ele  é a luz do mundo, a nossa  fonte da vida! Seguir Jesus é caminhar para um Reino que não terá fim.
 
FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia
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“EU SOU A VIDEIRA, E VÓS SÃO OS RAMOS.” – Olívia Coutinho

5º DOMINGO DA PÁSCOA

 Dia 03 de Maio de 2015

Evangelho de Jo 15,1-8

Não nascemos  do acaso, somos frutos do amor de Deus, plantados  por Ele aqui na terra, para frutificar o mundo!
Deus não nos criou para sermos meros viventes, fomos criados para relacionar com Ele, e esta relação amorosa,  se faz por meio de Jesus, o único mediador entre o homem e Deus!
Somos felizes porque somos necessitados de Deus,  é  esta necessidade de Deus, que nos leva ao  encontro de Jesus, Jesus   é a seiva que nos liga ao Pai!
Nada nos é imposto, Deus nos deixa livres para fazermos as nossas escolhas, Ele respeita a nossa liberdade, quer, que cada um de nós escreva a sua própria história! Temos a liberdade de  escolher a direção que daremos  a nossa  vida, se escolhermos  Jesus como o nosso  referencial , com certeza, escreveremos  uma bela história!
Não podemos esquecer nunca, de que a vida é a maior expressão do amor de Deus e que  não conduzi-la para o bem, é a maior ingratidão do homem ao seu Criador!
"Viver" é a mais bela oportunidade que Deus nos oferece para buscarmos através de Jesus, o nosso encontro definitivo com Ele!
Ouvir os ensinamentos de Jesus, não corresponde apenas na nossa audição física, sem entrar no nosso coração, nada fica, tudo que foi dito por Ele, cai no vazio. 
 As ações vivificantes de Jesus, nos desperta para a responsabilidade que devemos ter para com a vida, não somente para  com a nossa vida, mas também para com a vida do outro!
Como seguidores de Jesus, somos corresponsáveis pela vida do nosso irmão!
No evangelho de hoje, Jesus se compara com uma  videira, da qual brotam os ramos, os ramos somos nós: galhos, folhas, flores, sementes, diferentes, mas cada um, exercendo a sua missão, buscando  o mesmo objetivo: produzir frutos, ou seja, expandir o Reino de Deus aqui na terra!
Com esta comparação, Jesus nos fala claramente da importância  da ligação entre  humano e  Divino, pois é  desta  ligação, que nascem os frutos tão necessários para que a vida perpetue.
A nossa ligação com Jesus, que a principio é pessoal, só se consolida, quando vivemos dentro do espírito  da partilha, quando inseridos  na comunidade cristã!
Quanto mais conhecemos os ensinamentos de Jesus,  maior é o nosso compromisso com Ele, e mais seremos podados por Ele! Aceitar as  podas do jardineiro Maior  é o  primeiro passo de quem deseja produzir frutos de boa  qualidade!
A palavra de Deus, é o nosso  principal alimento,  devemos buscá-la  incessantemente, deixar-nos orientar por ela, colocá-la em prática! Para que a palavra de Deus frutifique em nós, precisamos estar sempre ligados a Jesus, por nós mesmos, não produziremos frutos!
Deus nos ama infinitamente,  mas isto não quer dizer que Ele precise de nós,  Deus não precisa de nós, pois  Ele é Soberano, Ele tudo pode. O que Deus quer, é contar com cada um de nós, na construção do seu Reino, sendo  os ramos  fecundos  desta arvore  frondosa que é Jesus!
Viver em sintonia com Jesus é estar firme na fé, é  ter a certeza de que  nunca seremos  derrubados  pelos ventos contrárias!
A nossa opção por Jesus, deve ser radical, só assim, permaneceremos Nele, e Ele em nós!
 FIQUE NA PAZ DE JESUS! - Olívia 
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CRISTÃOS UNIDOS A CRISTO, CRISTÃOS UNIDOS ENTRE SI. Maria de Lourdes Cury Macedo

Quarta-feira, 6 de maio de 2015
Evangelho de Jo 15,1-8

         A comparação da videira é comum e frequente no AT. O povo de Israel fora comparado à vinha que não correspondera às expectativas de Javé que a plantara na esperança de vê-la produzir bons frutos de direito e justiça. Esta comparação servia então para indicar a infidelidade de Israel que não produziu os frutos esperados.
         Jesus recapitula, ou seja, realiza, atualiza o A.T. Jesus recupera a velha imagem do A.T. e se declara como a verdadeira videira, cujo Pai é o agricultor. Se Jesus é a verdadeira videira, só ele é capaz de produzir frutos que Deus espera. Frutos de justiça, retidão e amor. Só em Jesus é que se pode realizar o que o Pai anseia, deseja, ou aquilo que espera de seu povo. Portanto, só Jesus é autêntico e fiel, só Jesus é a verdadeira videira.
         O Pai é o agricultor, ou seja, aquele que põe em ação seu projeto de instaurar na terra o direito e a justiça, a liberdade e a vida para todos.
         A comparação da videira fala de algo dinâmico, de vida, seiva que circula animando todo o ser. Assim Jesus quer que seja a Igreja e cada cristão: vivos, ativos, unidos e alimentados pela graça, ouvintes e servidores da Palavra na prática sacramental. Cristão isolado não cumpre sua missão. A imagem da videira faz lembrar a realidade do cristão unido ao tronco, que é Cristo, e os ramos que, unidos entre si, formam a comunidade. A comunidade cristã é chamada a dar frutos em Cristo, pelo fato dela estar enraizada em Jesus e no Pai. O Pai como bom agricultor cuida da videira com a intenção de fazê-la produzir muitos frutos.
         Um ramo separado da planta, depois de um certo tempo, apresenta sinais de morte. O mesmo acontece com aqueles que se separam de Cristo e da própria comunidade, logo cessam de produzir frutos. O ramo seco representa: misérias, infidelidades ao Evangelho, fraquezas, pequenos e grandes pecados que se encontram em todos os discípulos, até mesmo nos mais devotos e coerentes. Representa também, os cristãos que vivem a fé separada da vida e isto significa que eles não entenderam a dimensão da proposta de Jesus.
         Quem tem uma autêntica comunhão com Jesus é transformado por dentro, isto é, vida de quem tem fé. Quem não é transformado, não está em comunhão com Jesus. Confessar puramente que tem fé é inútil.
O Pai como bom agricultor cuida da videira, com a intenção de fazê-la produzir muitos frutos. Este cuidado do Pai fica claro no texto quando aparece a imagem da poda. É importante saber que sem a poda, a videira dentro de alguns anos, torna-se estéril e acaba morrendo. A poda é importante para a videira crescer mais forte e viçosa. Sem a poda ela se torna estéril e acaba morrendo. Portanto, podar não é fazer a videira sofrer, judiar dela, mas, dar condições para ela ter mais vida e produzir em abundância. A poda na vida do cristão não é provação e sim graça.
         A alegria do agricultor é ver a videira carregada de excelentes frutos. A glória do Pai é uma comunidade fortemente unida a Jesus, comprometida com Ele, carregada de frutos. Só permanecendo unido a Cristo o homem pode realizar obras que sejam frutos do Espírito Santo.
Neste texto aparecem sete vezes o Verbo Permanecer. PERMANECER é estar alimentado da palavra. Podemos entender o verbo permanecer como AMOR. As pessoas que permanecem em Jesus, fazem o que Jesus quer, ouvem a sua palavra, a sua voz, rezam, frequentam a Igreja e os sacramentos, são os cristãos unidos ao tronco. Com Jesus formam uma só coisa, no exemplo da videira, formam uma só planta. Assim os cristãos permanecem unidos a Jesus (tronco) pelo AMOR.
         Permanecer em Cristo é dar frutos de justiça, de paz, de amor, de igualdade, de fraternidade, de solidariedade, de serenidade, de confiança, esperança, de perdão e muitos outros...  Assim pelos frutos conheceremos de que árvore é a comunidade. Produzir tais frutos é ser da árvore cujo tronco é Jesus.
         Por isso Jesus fala: “se permanecerem em mim, e minhas palavras permanecerem em vocês, peçam o que quiserem, e isto lhes será concedido”. Portanto, estes são os requisitos para ser uma comunidade cristã: - ouvir a palavra; - ter amor e fé; - e ter vida de oração.  Estes requisitos são tão essenciais ao cristão, assim como a seiva é para a planta. A alegria do agricultor é ver a videira carregada de excelentes frutos. A glória do Pai é uma comunidade comprometida com seu ensinamento, fortemente unida a Jesus, que é a videira, cujos frutos são a justiça, a retidão e o amor.
         A videira produz uvas, não para si, mas para os outros. Esta é a alegria do ramo: produzir frutos para os outros. Assim também o cristão: sua alegria é produzir boas obras para que os outros sejam mais felizes.  Essas são as condições para que a comunidade cresça e desenvolva sua missão.
         Assim se constrói uma vida de fé sólida e uma Igreja viva. Separados de Jesus acabamos mergulhados em nossas próprias deficiências, isto é, imperfeições, pecados, erros.
         Um grande abraço em Cristo!
         Maria de Lourdes



O AMOR É O FUNDAMENTO DO CRISTÃO – Maria de Lourdes Cury Macedo.

Dia 8 de maio de 2015
Evangelho de Jo 15,12-17

Na última ceia de Jesus, Ele dá os últimos conselhos para seus discípulos. Seu discurso é de “adeuses e despedida”. Ele sabia que a sua hora estava chegando, e como quem vai partir para longe, Ele dá seus últimos avisos.
Na última ceia, Jesus celebra a primeira missa. Houve a Liturgia da Palavra, Ele é a Palavra, e a Liturgia Eucarística, quando benzeu o pão e o vinho e deu a todos dizendo “isto é o meu Corpo”. Depois deu uma ordem: “Fazei isso em memória de mim”. Para que continuassem a sua missão.
Nessa despedida de Jesus, Ele frisa bem sobre o AMOR. Fala do seu mandamento: “Amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado”!
O amor é a experiência maior do cristianismo, de todos que querem seguir Jesus. Se quisermos seguir Jesus, ser seus discípulos, temos que amar, porque o amor nos leva à perfeição e santidade, nos leva à comunhão com Deus. Se amarmos como nos recomenda Jesus, formaremos com Ele um só corpo em Cristo e nos uniremos ao Pai.
Jesus não tratou seus discípulos como servos, nem como alunos, mas como amigos. É esse o tratamento que Ele nos dá, amigos. Não havia diferença entre eles, todos eram seus amigos. É isso que Jesus quer da nossa comunidade, pessoas que são iguais perante Deus, um grupo de amigos trabalhando para o Reino de Deus. “Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida pelos amigos”, disse Jesus.
O amor que Jesus nos pede é igual o seu amor-doação. Amor para com os outros, sem interesse, sem pedir algo em troca. Por meio de nós, Jesus quer que as pessoas sintam o seu amor, porque Deus é Amor. Todo trabalho feito com amor agrada a Jesus, porque é doação. Seja nas pastorais, na família, no trabalho, na comunidade... A Igreja está repleta de pessoas que, por viver o amor de Cristo, doa-se pelo próximo. Sem essas pessoas a Igreja não seria Igreja. O fundamento da nossa Igreja é a doação da vida.
Se permanecermos ligados a Jesus como o ramo no tronco, produziremos muitos frutos na nossa vida, na família, na comunidade. Frutos de amor ao próximo, de alegria e paz, de liberdade e domínio de si, de fidelidade e perseverança.
Jesus nos revela no seu discurso de despedida que para a comunidade dar frutos duradouros, a comunidade precisa Ir, ou seja, sair para a missão.
O amor circula entre o Pai, Jesus e a comunidade cristã, criando uma comunidade de amor. No v 9 Jesus afirma: “Como o Pai me amou, assim eu também amei vocês”! O amor do Pai para com o Filho gera o Espírito Santo, que é Amor que nos é comunicado. O amor de Jesus para a comunidade que crê é fortalecida pela efusão do Espírito Santo. Assim existirá um laço estreito entre a Trindade e a comunidade,  que será notada por todos, por meio das atitudes de solidariedade, fraternidade entre as pessoas. O amor a Jesus e ao Pai faz surgir uma comunidade de irmãos.
O amor a Deus nos leva ao serviço-doação da nossa vida. Deus está conosco quando nosso amor se traduz em obras que refletem o plano de Deus.
Se permanecermos no tronco Jesus buscaremos a perfeição do amor, no divino amor de Deus. Nossa obrigação é estar unidos a Cristo. Porque só unido a Ele é que podemos amar. O amor é o começo, o meio e o fim de nossa vida cristã.


Maria de Lourdes

terça-feira, 28 de abril de 2015

-JESUS É A VIDEIRA-José Salviano

5º DOMINGO DA PÁSCOA

3 de Maio de 2015
Ano B

Evangelho - Jo 15,1-8


PRIMEIRA LEITURA
         Os discípulo tiveram uma reação normal, diante da figura de Saulo, que antes perseguia os cristãos, e agora se apresentara como se fosse um deles. Tiveram medo. Isso foi uma reação natural, pois afinal, Saulo poderia estar fingindo para em seguida pegar todos.  Foi preciso que Barnabé contasse sobre a experiência que Saulo, agora Paulo,  teve com o ressuscitado na estrada de Damasco.
SALMO
         Que todos os povos se convertam e acreditem no poder do Senhor. Que         muitos anunciarão o poder e a justiça de Deus.  Eu vos louvo Senhor do Universo pois sois o meu amparo, meu socorro, minha paz, e o sustento de minha alma. Conduza-me ó Pai à conversão diária, para que eu mereça um dia estar na glória eterna. Amém

SEGUNDA LEITURA
         São João nos lembra que o amor a Deus e ao irmão não pode e não deve ser apenas de palavra. Mas sim de ação convicta do nosso dever de praticar a palavra, vivendo em atos e atitudes a fé que demonstramos ter diante das pessoas. E somente desse modo, todos saberão que estamos com Deus pela prática dos ensinamentos do Seu Filho.
         A nossa consciência nos acusa quando nos aproximamos  e quando nos afastamos de Deus, pela prática da verdade ou pela frieza no amor de Deus, demonstrada na convivência com nossos irmãos e irmãs. 
         E quando estamos no caminho reto, desfrutando da companhia do Altíssimo, o que pedirmos alcançaremos, pois estamos guardando os seus mandamentos em nossas mentes, e fazendo o que é do agrado de Deus na prática de vida.  E agradar ao Pai é exatamente viver de verdade o amor a Deus e ao próximo nos detalhes da convivência diária, sem guardar rancor, perdoando, repreendendo, corrigindo, mas acima de tudo sendo caridosos, compreensivos e tolerantes com os nossos irmãos da nossa convivência diária. Pois só agindo assim, Deus nos reconhece como filhos amados. O que não quer dizer que o pecador está fulminado, excluído. Deus ama a todos nós, e nos chama todos os dias à conversão. Porém quando fazemos o que é do seu agrado, somos vistos com  compaixão, carinho e proteção especial.
         Guardar e praticar os mandamentos é viver com Deus, por Deus e para Deus, ao lado do irmão e da irmã. E assim Esse mesmo Deus vive em nós, conforme o que Ele prometeu pela boca do Seu Filho amado.
         É maravilhosa essa convivência com Deus. É como está no miolo do furacão. Tudo em nossa volta sendo destruído pela força do ciclone, pela ação do maligno, enquanto desfrutamos da amizade, da graça daquele que não deixa de cumprir o que prometeu. Se por um lado sofremos ao ver nossos irmãos pagando caro pela sua indiferença, pela sua descrença, seguimos tranquilos, por estar seguros na mão do Pai.
Aquele que crer será salvo. Mas aquele que não crer já está condenado!
         Prezados irmãos, e prezadas irmãs. Não façamos dessa nossa tranquilidade uma permanência egoísta. Façamos alguma coisa pelos nosso irmãos afastados. Convidemo-los, demonstremos o nosso testemunho, dirijamos a eles a palavra de Deus, e acima de tudo, rezemos diariamente pela sua conversão. Rezemos pelos jovens afastados dos caminhos de Deus! Pela garotas que abandonaram os ensinamentos dos pais e do Pai e hoje seguem uma vida completamente arredia, longe do caminho da verdade e da vida. Rezemos pelos filhos desses jovens, que não estão sendo encaminhados para o catecismo, que não estão aprendendo a rezar com a mãe, muito menos com o pai.
Caríssimos, isso é muito grave. É COMPROMETEDOR PARA O NOSSO FUTURO!
         Ó Deus Pai que através do teu Filho nos comparou ao sal da  Terra, ajude-nos a  espelhar a vossa luz ao mundo, ajude-nos a contribuir pela salvação daqueles que estão vivendo fora do rebanho, desgarrados da comunidade cristã, da Igreja, presença viva de Deus no mundo! Amém.

EVANGELHO
         A videira produz as uvas de cujo suco se fabrica o vinho.  A videira é a árvore predominante em toda a região da Ásia menor, Egito Israel, e borda mediterrânea. O cultivo da videira para a produção de vinho  é uma das atividades mais antigas da civilização do Velho Mundo.
         Foi por isso que Jesus escolheu essa planta tão conhecida de todos para explicar como deve funcionar o Reino dos Céus. Ele se comparou a uma videira, cujos ramos somos nós. Todos os ramos que mesmo estando ligados n'Ele não der frutos, serão cortados, e os ramos que dão frutos, Deus os limpa para que dêem mais frutos ainda. Assim, quem se prontificar a das frutos, terá todo o apoio material e espiritual de Deus para melhor executar essa tarefa.
         Por frutos, Jesus quis dizer, o ato de evangelizar. Não basta ser um cristão devoto. Para ser um cristão autêntico, temos de ensinar a palavra por testemunho, atos e por explicações, que é a catequese propriamente dita, através de palestras,  encontros etc.
         Assim como o ramos que for tirado da videira não poderão dar mais frutos, cada um de nós se não estiver ligado em Deus, não dará frutos. Não podemos evangelizar de verdade se não estivermos com Deus e em Deus. Foi por isso que Jesus recomendou que permanecêssemos nele, com Ele, e desse modo Ele permaneceria também conosco, Ele prometeu estar em nós.
         Reparem que Jesus frisou bem. Insistiu em nos explicar a importância de estarmos n'Ele e com Ele e por Ele para que pudéssemos produzir o frutos desejados, adequados.  Estando na graça de Deus, nós produzimos muitos frutos. Mas se não estivermos com Ele, nada poderemos fazer. E assim como os ramos que não produzem frutos serão lançados ao fogo, aqueles que não produzirem frutos serão  queimados no fogo eterno onde haverá choro e ranger de dentes. Por isso precisamos prestar bastante atenção na palavra de hoje. Devemos tomar muito cuidado com a exigência de Deus em Jesus. Isto porque todos nós principalmente os batizados, somos catequistas.
          Ah! mas eu não tenho o dom da palavra! Mas você tem o dom de dar bons exemplos e de dar  o testemunho da verdade do Evangelho. 
         Cuidado! Pois quem não fizer nada, quem não mover uma palha, poderá ser lançado ao fogo como uma palha!
Quem crer (e praticar)  será salvo. Porém, quem não crer (quem não praticar)  já está condenado!
         Finalmente, uma notícia muito boa, no final deste texto: Jesus promete àqueles que permanecer n'Ele,  aqueles que guardam e praticam as suas palavras: "...pedi o que quiserdes e vos será dado".
É claro que nem precisa explicar que  esse o que quiserdes,  tem de estar de acordo com a vontade do Pai. Não vai pensando que você pode pedir a morte do seu inimigo,  a destruição do clube dos malvados, ou mudez da sua sogra...  Não é por aí.
         Caríssimos. Jesus está dizendo que estando n'Ele, que estando fazendo tudo do seu agrado, praticando o amor a Deus e ao próximo, podemos apresentar ao Pai, os nossos clamores, os nossos pedidos justos.

Vá e faça o mesmo.

Um bom e santo domingo.   José Salviano. 

O amor que demonstramos a Deus-Helena Serpa

04 de Maio - Segunda - Evangelho - Jo 14,21-26

Atos 14, 5-18 – “um quadro claro de idolatria”  

O ser humano tem sede de ídolos e, muitas vezes, se volta para adorar as criaturas ao invés do seu Criador.  Paulo e Barnabé foram confundidos com deuses porque, em Nome de Jesus haviam curado um coxo de nascença quando este escutava o discurso de Paulo. No entanto, os dois discípulos de Jesus repudiaram a toda idolatria e ao afago que os homens lhes faziam quando os incensavam e os consideravam deuses. Eles renunciaram a toda fama, a todo poderio e reconheceram ser  apenas homens mortais, porém anunciadores do Deus vivo. Nós também precisamos estar muito atentos para não confundir as obras de Deus com as simples ações dos homens. Somos escolhidos para ser arautos do pensamento de Deus e instrumentos do Seu poder, mas a origem de tudo vem Dele e somente Ele poderá ser reconhecido e visto através das obras que fazemos. Não podemos nos iludir nem nos deixar enganar porque não nascemos para a glória, mas para glorificar a Deus. Deus utiliza a nossa ação para atrair para Ele todos os que estão necessitados de salvação. Louvemos, portanto, a Deus e não aos homens.   A sua vida tem sido um louvor a Deus ou aos homens que lhe mostram Deus? – Você tem incensado os homens que falam de Deus para você? – Você tem exercitado ver somente a Deus através dos homens? – Você se impressiona quando dizem que você é uma pessoa iluminada? – A quem você glorifica?

Salmo  113 – “Não a nós, ó Senhor, não a nós, ao vosso nome, porém, seja glória” -

 O salmo nos ensina a glorificar a Deus e nos colocarmos fora das honrarias. Muitas vezes estamos adorando ao ouro e a prata, às coisas, às pessoas. Tiramos Deus do Seu lugar de honra e colocamos pessoas e coisas. Ao Senhor sejam dados, honra, poder e glória para sempre.

Evangelho  - João 14, 21-26 -  “ o amor que  demonstramos a Deus.”

Se, dizemos que amamos a Deus, mas não obedecemos ao que Ele nos ensina por meio da Sua Palavra o nosso amor é falso, inconsequente e infiel, não tem substância. Por isso, neste Evangelho Jesus vem nos alertar sobre o tipo de amor que  demonstramos a Deus. A prova de que realmente acolhemos o Amor de Deus e de que O amamos é, sem dúvida, se guardamos a palavra de Jesus. Jesus veio ao mundo para manifestar a todos nós a glória de Deus, no entanto, nem todos acolheram o Seu testemunho e, consequentemente, também rejeitaram o amor do Seu Pai.  Só teremos Deus conosco, verdadeiramente, quando vivermos de acordo com o que Ele nos aponta, porque fazendo o contrário estaremos rompendo com o Seu poder sobre nós. Às vezes, para nós é difícil assumir os ensinamentos de Jesus, porque eles vêm de encontro ao que pensamos e vivenciamos. Porém, é o Espírito Santo que nos ensina tudo e nos recorda o que o Pai tem para nos revelar. E é também o Espírito Santo quem nos ajudará a permanecer fiéis a Jesus e à sua orientação. A nossa obediência ao direcionamento do Espírito Santo também é uma prova de que amamos a Deus e acolhemos os Seus mandamentos. - Você ama a Deus? – Você se sente amado (a) por Deus? – Você tem observado as coisas que Ele tem ensinado, mostrado, alertado? -  Como tem sido o seu relacionamento com o Espírito Santo? – O que você tem aprendido com Ele? – Você tem vivenciado o que tem aprendido?



 Helena Serpa

A videira e os ramos-Helena Serpa

03 de Maio - DOMINGO - Evangelho - Jo 15,1-8

Reflexão Pessoal – 1ª. Leitura – Atos 9, 26-31 – “De perseguidor a discípulo”

Não foi fácil para Saulo a sua entrada no grupo dos apóstolos, pois estes não acreditavam que ele tivesse se tornado um discípulo de Jesus. Como acreditar naquele que perseguia os cristãos? Saulo teve de passar pelo constrangimento de ser rejeitado pelos outros discípulos. No entanto, sabemos que Saulo fora escolhido por Deus e era Seu instrumento para anunciar o Nome de Jesus a quem ele antes perseguira. Por isso, apareceu Barnabé que testemunhou a seu favor e daí em diante, Saulo pode permanecer em Jerusalém no meio da Igreja que crescia e vivia em paz com a ajuda do Espírito Santo. Fica para nós um questionamento: será que podemos voltar atrás e aceitar no nosso meio aqueles (as) que já nos perseguiram? Será que não podemos acreditar que alguém possa realmente arrepender-se do mal que praticou? Como reconhecer a obra que Deus realiza nas pessoas? O que aconteceu com Saulo acontece hoje. É difícil acreditarmos na conversão das pessoas quando conhecemos as suas fraquezas, o seu passado, os seus pecados. Precisa que haja alguém que dê testemunho das nossas boas ações no mundo para que os outros acreditem em nós, isso é uma verdade. A confiança que depositamos no irmão é um meio eficaz para que ele permaneça firme e persiga a santidade. Não podemos ficar no passado, precisamos ver o que se passa em cada coração, hoje, no testemunho de cada um. Às vezes nós cortamos a relação com pessoas que de alguma forma nos fizeram mal e nem lhe damos oportunidade nem caminho de volta. Por outro lado, podemos viver uma situação inversa, quando as pessoas não acreditam mais em nós e não nos aceitam como alguém que sinceramente busca a conversão. A lição que podemos tomar para a nossa vida é a de que Jesus não fechou a porta para nenhum dos Seus algozes, nem para aqueles que O crucificaram e o perseguiram. Por isso, quem sabe, no meio das nossas idas e vindas dos nossos erros e dos erros dos outros, com certeza, Deus quer dá um jeito para que haja também para nós uma experiência de conversão. Como Saulo, que depois se tornou Paulo, nós e os nossos desafetos, podemos também passar de perseguidores a discípulos e fazer crescer ainda mais a Igreja de Jesus Cristo, dentro da nossa casa, na nossa comunidade e no mundo. Basta para isso, que nos deixemos guiar pelo Espírito de Misericórdia de Jesus. – Você tem ajudado na conversão dos seus irmãos acreditando nas mudanças deles? – Você se sente rejeitado (a) por alguém que demonstra não ter confiança em você? – O que você tem feito para tirar a má impressão? – Você pede a ajuda de alguém?


Salmo 21 - “Senhor, sois meu louvor em meio à grande assembleia”

O salmo fala daqueles que procuram o Senhor e dão testemunho das Suas obras através do louvor e diante da grande assembleia, isto é, diante do mundo. As obras do justo são como louvores a Deus, e permanecem de geração a geração. Não podemos calar os nossos lábios, a nossa voz precisa ser ouvida e a ação de Deus em nós precisa ser conhecida por toda terra. O Senhor é digno do louvor e da adoração de todos os povos e famílias das nações. Grandes e pequenos, ricos e pobres, poderosos e seus subalternos, todos devem a Deus a honra do louvor. Só assim nós cumprimos com os nossos votos, pois todos nós fomos criados para louvar, adorar, amar e servir a Deus.

2ª. Leitura 1 João 3, 18-24 – “que nos amemos uns aos outros”

São João nos diz que o mandamento de Deus é que creiamos no nome do Seu Filho Jesus Cristo e nos amemos uns aos outros. Porém, ele nos exorta a que não fiquemos somente nas palavras que saem da nossa boca. As nossas palavras precisam ser expressão daquilo que nós vivemos. Dizer que temos fé em Jesus Cristo e que amamos o nosso próximo é fácil, porém o que é real para Deus é tudo o que ressoa do nosso coração e do profundo da nossa alma. Podemos enganar os homens, mas a Deus ninguém engana porque Ele conhece todas as coisas e até as profundezas da nossa alma. Portanto, é indispensável que examinemos as nossas ações desde os nossos pensamentos, passando pelos sentimentos para que possamos perceber as nossas reais intenções. Guardamos os mandamentos do Senhor quando o fazemos de coração e com a totalidade do nosso ser. Aí, podemos dizer que Deus permanece conosco e o Espírito Santo age em nós e através de nós com poder. O amor que é concretizado explicitamente nos nossos atos deve ser motivado pelo Amor de Deus que há em nós, do contrário, será apenas um esboço imperfeito, apenas para nos auto promover. – O seu coração o (a) acusa por alguma coisa? – Você tem a consciência tranqüila em relação ao amor que você dispensa ao próximo? – Você ama por interesse, por conveniência ou porque Deus o (a) ama?


Evangelho – João 15, 1-8 – “a videira e os ramos”

Hoje, também, nós podemos usar a parábola da videira como mensagem para a nossa vida. O Pai, o agricultor, Jesus, a árvore, nós, os ramos. Os ramos, ligados à árvore, recebem dela a seiva que os alimentam e os fazem dar flores e frutos. Quando os ramos caem da árvore, eles morrem. E os ramos que estão secos, feios, desarrumados, são podados, para que cresçam mais bonitos. Nós também somos como os ramos: se estivermos unidos a Jesus, seguindo a Sua Palavra, nós somos Seus discípulos e daremos os frutos de paz, de alegria, de concórdia, de fraternidade e principalmente, da caridade que é o de que mais precisamos na nossa vida diária comunitária e familiar. Se nos afastamos Dele, e não nos alimentamos dos Seus ensinamentos, nós deixamos de oferecer frutos bons e somos como ramos secos, tristes, angustiados (as), temerosos (as) e não teremos nem paz nem alegria. Assim sendo, O Pai que é o Agricultor fará de tudo para que permaneçamos junto à árvore. Há uma unidade, um plano só. O Pai cuida de tudo. Ele sabe o tempo e a hora certa. Jesus é aquele que nos sustenta, que nos alimenta e nos dá a seiva do amor do Pai. Permanecer em Deus é permanecer no amor aos irmãos em comunhão com o Espírito Santo. Tudo o que fizermos uns aos outros estaremos fazendo a nós mesmos (as). A Palavra é quem nos instrui, assim sendo, a nós compete permanecer firmes na Palavra de Deus, acolhendo o Seu amor assim como também as correções que o amor faz em nós. O Senhor nos exorta e abre os nossos olhos porque o objetivo do Pai é que produzamos frutos bons, e isto só pode acontecer se o ramo estiver unido à árvore contribuindo para a unidade. A árvore é Jesus: - Você é um ramo que permanece na árvore ou se sente arrancado (a), solto (a), só? – A Palavra de Deus tem orientado a sua vida? – Para você tem sido difícil vive-la? – Você acha que tem permanecido em Jesus e Ele em você?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

Por meio do Filho nós conhecemos o Pai-Helena Serpa

02 de Maio - Sábado -Evangelho - Jo 14,7-14

Atos 13, 44-52 – “ em busca dos pagãos”

Os apóstolos continuavam na sua missão de propagadores do Evangelho, a multidão afluía, porém, os judeus, a quem a palavra de Deus foi primeiramente anunciada enchiam-se de inveja e se opunham radicalmente à proposta de Jesus.  Com isso, eles rejeitavam a vida eterna, como diz a Palavra: “Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que nos vamos dirigir aos pagãos.” Os pagãos, no entanto, acolhiam a mensagem de Jesus Cristo e foi por isso, que o Evangelho chegou até nós.  Deus não faz acepção de pessoas, todos nós somos chamados à salvação: os que estão mais afastados, os mais ignorantes, os marginalizados, todos são alvo da atenção do Senhor, entretanto nós temos a opção de aceita-la ou rejeitá-la. Quando a rejeitamos, na certa estaremos nos reconhecendo indignos da vida eterna. Quando abraçamos a fé e cremos no Senhorio de Jesus e deixamo-nos conduzir pelo vento do Espírito, nós podemos levar a salvação de Deus aos confins do universo, isto é, aonde vamos, e onde estamos. Cabe ao Espírito Santo a tarefa de convencer às pessoas a quem nós evangelizamos e, se não aceitam  a Palavra que  proclamamos, não podemos, por isso, desistir de anunciá-la. O Senhor nos recompensa com a alegria que vem da consciência do dever cumprido.     – Você já abraçou a fé em Jesus Cristo? – Você já é possuidor (a) da vida eterna? – Em que você tem rejeitado Jesus e a Sua Palavra? – Você já é um (a) discípulo (a) cheio (a) de alegria e do Espírito Santo?        


Salmo 97 – “Os confins do universo contemplaram a salvação do nosso Deus”

Contemplar a salvação de Deus como fala o Salmo é contemplar o próprio Filho de Deus que veio a nós em missão do Pai, falando as coisas do Pai, realizando as obras que o Pai quer realizar em nós, por isso, nós nos alegramos e exultamos cantando ao Senhor um canto novo.                      

Evangelho – João 14, 7-14 – “por meio do Filho nós conhecemos o Pai ”

Conhecendo a Jesus e tendo intimidade com Ele nós também teremos consciência do que o Pai quer realizar em nós e por nosso intermédio, pois Jesus Cristo veio a terra nos revelar a face do Pai e realizar as obras que o Pai lhe confiou. No entanto, para que possamos conhecer a Jesus Cristo precisamos ter intimidade com a Sua Palavra e recebê-Lo na Eucaristia com o coração contrito. Acreditar em Jesus, na Sua Palavra, é o primeiro passo para possamos ver o Pai.  Dialogando com Ele na oração pessoal, escutando a Sua orientação nós podemos nos encher do Amor Misericordioso de Deus e ter ciência do Seu plano para nossa vida por meio do Espírito Santo. Há uma integração perfeita entre Deus Pai e Deus Filho gerando o Espírito Santo que é o Amor entre o Pai e o Filho. Três pessoas e um só Deus. Este é realmente um grande mistério, mas se nos aprofundarmos na vivência com Jesus, iremos perceber o que o Evangelho nos revela: por meio do Filho nós conhecemos o Pai e nos enchemos do Seu Amor com a força do Espírito Santo. O próprio Jesus nos assegura: “quem acredita em mim fará as obras que eu faço e fará ainda maiores do que essas.” A nossa fé em Jesus, portanto, é o que nos move para agir conforme os planos do Pai. Cada um de nós é uma parte do projeto de Deus para a humanidade.   Quando confiamos em Jesus nós sabemos que tudo o quanto pedirmos ao Pai em Seu Nome, realizar-se-á, pois, Jesus é o Pai, Jesus é o Amor do Pai, Jesus é a Misericórdia do Pai mostrada a nós pela sua vida terrena, pela sua entrega na Cruz para a nossa salvação.    - Você acredita que Jesus e o Pai são UM? – Qual a diferença que há no seu relacionamento com Jesus e o seu relacionamento com o Pai? -  Você acredita que pode fazer as obras que Jesus fez aqui na terra? – O que você tem pedido em Nome de Jesus?

Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho