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INTERNAUTAS MISSIONÁRIOS

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quarta-feira, 30 de julho de 2014

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DIA 30 DE JULHO-QUINTA

DEUS LANÇA A SUA REDE NAS PROFUNDEZAS DO MAR HUMANO! - Olívia Coutinho

Não é ele o filho do carpinteiro?-Igreja Matriz de Dracena

Lançar as redes-Alexandre Soledade

O nosso futuro-Canção Nova

Recolhem os peixes bons em cestos -Igreja matriz de Dracena

Dentro de nós há o velho e o novo, o bom e o ruim-Helena Serpa

Somente o Reino é definitivo - -Diac. José da Cruz

Recolham os peixes bons-Alexandre Soledade

 

 

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HOMILIAS DO PRÓXIMO DOMINGO

-MULTIPLICAÇÃO DO PÃES-José Salviano

 

 

VEJA AQUI MAIS HOMILIAS PARA O PRÓXIMO DOMINGO
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REFLEXÕES RECENTES E FUTURAS

DIA 28 DE JULHO - SEGUNDA

A GRANDIOSIDADE DO REINO DE DEUS SE FAZ ATRAVÉS DOS PEQUENOS! - Olívia Coutinho

O grão de mostarda torna-se uma árvore. -Igreja matriz de Dracena

Não convém que um profeta morra fora de Jerusalém - Pe. Antonio Queiroz

Semente em terreno escondido-Helena Serpa

A linguagem das parábolas -Canção Nova

Quem tem coragem de seguir Jesus rumo a Jerusalém?-Jailson Ferreira

DIA 29 DE JULHO - TERÇA

“EU SOU A RESSURREIÇÃO E A VIDA”... Olívia Coutinho

Jesus visita Marta e Mari-Alexandre Soledade

Ter esperança é esperar com confiança-Helena Serpa

Eu sou a ressurreição e a vida-Padre Pacheco

Maria escolheu a melhor parte - Igreja matriz de Dracena

Jesus visita Marta e Maria-Alexandre Soledade

Santas mulheres da Bíblia--Diac. José da Cruz


DIA 30 DE JULHO –QUARTA

“ENCONTRAR O TESOURO ESCONDIDO, É ENCONTRAR JESUS!” - Olívia Coutinho

Vende todos os seus bens e compra aquele campo -Igreja matriz de Dracena

...receberá cem vezes mais - Pe. Antonio Queiroz

Dentro de nós há a riqueza do reino de Deus-Helena Serpa

A rede lançada ao mar-Canção Nova

A importância do Reino para mim--Diac. José da Cruz

Um tesouro e uma pérola preciosa--Diac. José da Cruz


DIA 31 DE JULHO – QUINTA

DEUS LANÇA A SUA REDE NAS PROFUNDEZAS DO MAR HUMANO! - Olívia Coutinho


Não é ele o filho do carpinteiro?-Igreja Matriz de Dracena

Lançar as redes-Alexandre Soledade

O nosso futuro-Canção Nova

Recolhem os peixes bons em cestos -Igreja matriz de Dracena

Dentro de nós há o velho e o novo, o bom e o ruim-Helena Serpa

Somente o Reino é definitivo - -Diac. José da Cruz

Recolham os peixes bons-Alexandre Soledade

 

DIA 01 DE AGOSTO - SEXTA

O projeto que desaponta -Canção Nova

De onde vem a nossa sabedoria-Helena Serpa

Jesus chegou a sua “terrinha” de Nazaré--Diac. José da Cruz

Os catequistas não devem ser rivais ou competidores entre si--Diac. José da Cruz


DIA 02 DE AGOSTO - SÁBADO

O preço da fidelidade-Canção Nova

A quem queremos “agradar”?-Helena serpa

Herodes mandou cortar a cabeça de João-Igreja Matriz de Dracena

Incomodou o poder e perdeu a cabeça... - -Diac. José da Cruz


DIA 03 DE AGOSTO - DOMINGO

-MULTIPLICAÇÃO DO PÃES-José Salviano

CINCO PÃES E DOIS PEIXINHOS...--Diac. José da Cruz

18 Domingo do Tempo Comum - Jorge Lorente

Dai-lhes vós mesmos de comer -Canção Nova

Todos se fartaram-Helena Serpa

Todos comeram e ficaram satisfeitos.-Igreja Matriz de Dracena

VEJA AQUI MAIS HOMILIAS PARA O PRÓXIMO DOMINGO

DIA 04 DE AGOSTO - SEGUNDA

Senhor,manda-me ir ao teu encontro-Igreja Matriz de Dracena

Nosso Lugar é na Barca, mas nossa Missão é para fora--Diac. José da Cruz


Socorro, Senhor! -Canção Nova

Por sobre as águas-Helena Serpa


DIA 05 DE AGOSTO - TERÇA

Escutai e compreendei-Helena Serpa

Higiene e saúde--Diac. José da Cruz


Toda planta que não foi plantada...-Canção Nova


DIA 06 DE AGOSTO - QUARTA

Este é o meu Filho amado...-Canção Nova

TRANSFIGURAÇÃO--Diac. José da Cruz

O seu rosto brilhou como o sol-Igreja Matriz de Dracena

Transfiguração de Jesus-Helena Colares Serpa


DIA 07 DE AGOSTO - QUINTA

Chegou a hora...--Diac. José da Cruz


Tu és Pedro-Igreja Matriz de Dracena

Somos pedras de tropeço?-Helena Serpa


DIA 08 DE AGOSTO - SESTA

Perder para ganhar...-Diac. José da Cruz


Para abraçar a Cruz-Helena Serpa


DIA 09 DE AGOSTO - SÁBADO

Fé para fazer proezas!-Helena Serpa

A Fé é essencialmente transformadora--Diac. José da Cruz


DIA 10 DE AGOSTO - DOMINGO

Quando o vento é contrário-Helena Serpa

Fé e Ação tem que estar em sintonia, senão--Diac. José da Cruz

 

VEJA AQUI MAIS HOMILIAS PARA O PRÓXIMO DOMINGO

DIA 11 DE AGOSTO - SEGUNDA

Cumprindo com as exigências próprias da nossa vida-Helena Serpa

Um Reino do Céu, mas que está na terra - -Diac. José da Cruz


DIA 12 DE AGOSTO - TERÇA

Os pequeninos dos reino-Helena Serpa

Servir com alegria aos menos importante--Diac. José da Cruz


DIA 13 DE AGOSTO - QUARTA

Se o teu irmão errar...--Diac. José da Cruz


Unidade na vida e na oração-Helena Serpa



DIA 14  DE AGOSTO - QUINTA

Perdoar sempre, sem nenhum limite--Diac. José da Cruz


DIA 15 DE AGOSTO - SEXTA

Adultério--Diac. José da Cruz


DIA 16 DE AGOSTO - SÁBADO

DIA 17 DE AGOSTO - DOMINGO
DIA 18 DE AGOSTO -- SEGUNDA
DIA 19 DE AGOSTO - TERÇA
DIA 20 DE AGOSTO - QUARTA
DIA 21 DE AGOSTO - QUINTA

DIA 22 DE AGOSTO - SEXTA

DIA 23 DE AGOSTO - SÁBADO

DIA 24 DE AGOSTO - DOMINGO

DIA 25 DE AGOSTO - SEGUNDA

DIA 26 DE AGOSTO - TERÇA

DIA 27 DE AGOSTO -QUARTA

Síndromes do Farisaísmo--Diac. José da Cruz


Um bem humorado bate papo com Mateus-Diac. José da Cruz


DIA 28 DE AGOSTO -QUINTA

Devemos estar sempre alerta--Diac. José da Cruz


DIA 29 DE AGOSTO -SEXTA

DIA 30 DE AGOSTO -SÁBADO

LUCROS E PERDAS DA NOSSA FÉ--Diac. José da Cruz


DIA 31 DE AGOSTO-DOMINGO-

A LOUCURA DA CRUZ--Diac. José da Cruz


DIA 01 DE SETEMBRO-SEGUNDA




DIA 21 DE SETEMBRO - DOMINGO

A parábola da vinha - Padre Antonio Queiroz


VEJA AQUI MAIS HOMILIAS PARA O PRÓXIMO DOMINGO
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Adultério--Diac. José da Cruz

SEXTA FEIRA da 19ª SEMANA DO TC 15/08/2014
1ª Leitura Ezequiel 16, 1-15.60.63.
Salmo Isaías 12, 1 c “Vossa cólera se aplacou e vós me consolastes”
“A decisão de amar por toda a vida, não pode ser revogada”
Evangelho de Mateus 19, 3-12
Eis aqui um evangelho que seria melhor tirar do Novo Testamento, pois falar sobre ele e a verdade que proclama, é arranjar encrenca até em família. Como é que vamos falar desse evangelho em família se temos um filho ou uma filha, um sobrinho ou neto, que está nesta situação? Na própria comunidade, já vi pregadores da Palavra tentar amenizar a pregação, para não ofender casais em segunda união, levando estes ao desanimo na Fé. Para a pós modernidade esse ensinamento evangélico é uma velharia do passado, pois hoje em dia não dá mais para se falar em adultério.
Prestemos atenção nessa palavra tão pesada “Adultério”, que significa “Falsa” ou que foi adulterada, mudada, como os ladrões de veículos fazem com o número do chassis, tentam assim, fazer com que o veículo roubado passe por outro e não mais aquele original em sua numeração saída da fábrica.
Com dinheiro falso é também essa atitude, não ficamos escandalizados quando compramos algo e o caixa examina a nota de cem ou cinquenta á nossa frente, para certificar-se de que ela não é falsa.. Também na compra de peças para veículos ou outro equipamento, exigimosoriginais, porque sabemos que têm qualidade, não são imitação, não foram adulteradas.
Mas quando tratamos das coisas de Deus, e principalmente desse ensinamento sobre a vida Conjugal dos quese uniram um dia na Igreja, deixamos de lado nosso rigorismo e exigências, e começamos a achar que tanto faz casar-se na igreja ou não, e uma vez casados, a separação é sempre uma possibilidade, e a união com outra pessoa também é coisa normalíssima em nossos dias. A confusão e o desconhecimento é tão grande nessa área, ( com certeza culpa da nossa própria igreja) que amasiados ou divorciados procuram os Ministros Ordinários do Matrimônio, para pedir uma bênção, ás vezes em um salão durante a festa. E tem mais ainda, quando o caso acontece com a filha ou o filho da vizinha, logo alardeamos que se trata de um adultério, quando, porém, é com o nosso filho ou filha, daí não é adultério pois temos uma justificativa.
Claro que Bênção também significa compromisso, mas para a maioria é um modo de envolver o Divino em nossos interesses humanos, e se ter dele a necessária proteção ou ter “sorte” no casamento, como me dizia um amigo, nessa situação, e que queria que eu fosse ministrar a bênção para ele e a sua Terceira esposa...Esse descompromisso total que têm marcado a vida conjugal de tantos casais, mesmo os cristãos, nada mais é do que influência do Néo-ateísmo que impera em nossa sociedade, onde se crê em Deus, mas Ele não tem nada a ver com minha vida da qual faço o que quiser....
Sacramento do matrimonio é uma Graça Santificante e Operante, que eleva o amor humano dando a este a mesma força e grandeza do amor Divino. No altar, homem e mulher dizem o SIM não para um amor sentimental ou somente do Eros, mas trata-se de uma decisão sagrada, manifestada naquele sim e que significa “Sei das minhas fraquezas, mas diante de Deus e da Igreja, tomo a decisão de amar para sempre, até a morte esta pessoa que Deus colocou na minha vida, confiando que só conseguirei isso com a Graça de Deus que vou agora receber”.
O SIM dos noivos supõe exatamente isso, daí que neste evangelho, Jesus manifesta o desejo e a vontade, de que este projeto original, iniciado para o casal precisamente no dia do casamento, seja mantido até o fim. Quando ocorre o contrário, e a união com uma segunda pessoa quebra e rompe este vínculo, esta união foi adulterada, falsificada e nem por isso Deus manda do céu a sua Ira na vida do casal. E então, perante a Santa Igreja, que acolheu a decisão dos nubentes no dia do casamento, a comunhão de vida do casal já não existe, e como a Igreja não pode voltar atrás em sua decisão, ela precisa sinalizar que a ruptura aconteceu e por isso, casais em segunda união são orientados a não receberem a Eucaristia, que é a expressão mais alta e por Excelência, da nossa comunhão com Deus, uma vez que, recebendo-a, não podem vivê-la na vida conjugal de maneira autêntica, já que a pessoa com quem se vive, não é aquela que diante de Deus e da Igreja decidiu amar para sempre.

E se foi um casamento errado, celebrado diante de Deus em cima de mentiras e falsidades, compete ao Tribunal Eclesiástico verificar cada caso, dando as pessoas envolvidas o direito de recomeçar a sua vida conjugal.

Perdoar sempre, sem nenhum limite--Diac. José da Cruz

QUINTA FEIRA DA 19ª SEMANA DO TC  14/08/2014
1Leitura Ezequiel  12, 1-12
Salmo 77 (78) , 7    ” Aprendam a por em Deus sua esperança”
Evangelho Mateus 18, 21-19,1

Sempre que meditamos esse evangelho, nosso coração certamente se questiona de maneira inquietante porque se dá conta de que perdoar sempre, sem nenhum limite ou condição, a quem nos ofender, é algo quase impossível, pois a gente perdoa, mas quando a vê a pessoa lá vem no coração um restinho da raiva que ali sobrou, pelo mal que ela nos fez. E não adia ta querer disfarçar, pois isso acontece com todos nós, na família, no trabalho e na comunidade.
A prática cristã deixada por Jesus parece sempre tão fascinante mas quando chega nesse amor radical pelo próximo, que ama sempre e perdoa sempre, a gente fica se lamentando, quando percebe que não somos capazes de tal proeza. Será que Jesus, sendo nosso Deus e Senhor, não sabe que teríamos dificuldade para por isso em prática? Se esse for um dos critérios principais para demonstrarmos nossa total fidelidade á Jesus Cristo e a seu evangelho, quem irá sobrar no final? Ou melhor, irá sobrar alguém?
Precisamos compreender esse evangelho com muita clareza, para que o desânimo não nos faça desistir de ser cristão, achando que o mesmo não é para nós, pois não somos perfeitos e santos como Deus espera que sejamos. Então vamos para algumas observações importantes nesse sentido. Em primeiro lugar, como membros da Igreja peregrina nesta terra, na prática das virtudes morais e da relação com o nosso próximo, sem por cento não conseguiremos atingir pois o amor é infinito e sempre há algo novo a ser alcançado na experiência amorosa que fazemos com Deus e com o próximo. É como se marcássemos uma montanha como a nossa referência do horizonte, e quando chegamos lá, descortinamos outro horizonte mais á frente, a ser alcançado.
Foi esta lógica que levou o apóstolo Pedro a descortinar um patamar bem acima das práticas judaicas do perdão, que se limitava a três vezes, com as pessoas mais próximas, Pedro descortinou um horizonte novo, que ao ser alcançado, estaria em concordância com os ensinamentos do Mestre, ou seja, há um limite, um patamar que é a referência, e que cada um deve esforçar-se em atingi-lo. Talvez isso possa se aplicar a outras religiões como o próprio Judaísmo, Hinduísmo, Mulçumanos e outras mais, onde a Divindade se deixa encontrar mas isso requer o esforço humano de elevar-se a patamares mais altos, na virtude moral e na relação com o outro. No cristianismo porém, isso cai por terra, pois a iniciativa é sempre de Deus, é ele que nos atrai para a Salvação que ele mesmo oferece.
Esse evangelho não exige de nós que da noite para o dia a gente saia por aí, á procura de quem nos ofendeu, ofereça a ele o nosso perdão e tudo volte a ser como era antes. Isso seria uma grande utopia. Exatamente por isso que a parábola nos mostra algo de grandioso... a relação amorosa de Deus para com cada um de nós, tínhamos para com ele uma dívida impagável ( o Devedor da parte 1 da parábola, aquele que implorou e suplicou pedindo um prazo) o Credor sabia que jamais ele pagaria, e perdoou totalmente toda a dívida. É aqui que vem a prática que Jesus ensinou aos discípulos: ter pelo menos um coração que consiga perdoar o “pouco” que o próximo nos deve e para isso, basta apenas sempre termos presente que a nossa dívida era impagável  e ele nos perdoou.

Fica como conclusão desta reflexão, prestarmos muita atenção ao nosso dia a dia, onde as pequenas ofensas que possamos receber, no trânsito, na família, no trabalho e até na comunidade, possam ser relevadas, sinal de que há em nós uma misericórdia Cristã, que sempre se exercita em pequenos gestos de perdão, estando assim preparados para perdoar também uma grande ofensa, quantas vezes seja necessário. 

Se o teu irmão errar...--Diac. José da Cruz

QUARTA FEIRA DA19ª SEMANA DO TC 13/08/2014
1ª Leitura Ezequiel 9, 1-7; 10,18-22
Salmo 112(113),4b “A glória do Senhor ultrapassou a altura do céu”
Evangelho Mateus 18, 15-20

                                           “Se o teu irmão errar..."
Esse evangelho deveria ser proclamado solenemente em todas as nossas reuniões pastorais, porque traz ensinamentos profundos para um desafio sempre presente, e que nunca sabemos enfrentar: como administrar os conflitos surgidos dentro da comunidade...
Muitas vezes a gente prefere fazer “vista grossa” diante de certas “briguinhas” entre membros da comunidade, e quando nos omitimos diante dessas situações, que transformam a pastoral, o movimento, ou até a comunidade, em um barril de pólvora, pronto para ir aos ares, estamos fazendo como aquela faxineira desleixada, que empurra a sujeira em baixo do tapete, fazendo de conta que tudo está limpo. "Aqui em nossa comunidade as pessoas se amam e se querem bem", como se o ser humano já fosse em sua essência esse bem supremo. Nesse evangelho somos convidados a olhar a nossa relação com o próximo, marcada por tantos limites. No fundo o apelo é, para que nos reconheçamos assim, incapazes de uma relação perfeita, pois a plenitude do amor faz parte da nossa esperança escatológica, um dia nós seremos assim como imaginamos, aquela comunidade ideal sonhada por Lucas no Livro dos Atos, onde todos se amavam...
Até que chegue esse dia tão esperado, temos que ter muito presente em nossa vida de comunidade, os ensinamentos do evangelho, tendo uns pelos outros um amor co-responsável que quer ajudar o outro a crescer, pois assim é a correção fraterna. Se faltar-nos essa compreensão para com o outro, a nossa alegria nunca estará completa e este nosso pecado irá contaminar toda comunidade.
A conclusão do evangelho nos faz pensar seriamente nas relações conturbadas existentes no seio da comunidade, como é que duas pessoas que não se querem bem, vão orar com toda assembléia, fazendo diante de Deus um só pedido, uma só prece? Preces que brotam de corações tomados por ressentimentos, além de não serem ouvidas por Deus, comprometem a oração de toda assembléia. Que Pai ou Mãe, se alegra ao saber que um dos irmãos está brigado com o outro? Com Deus é a mesma coisa. Sem misericórdia, amor e compreensão, não há de se resolver nenhum conflito.
É nesse sentido que Jesus recomenda a correção fraterna, que só pode ser feita entre irmãos, entre os quais há uma total liberdade de expressão, é preciso ter humildade, tanto para fazer a correção como para aceitá-la. A Comunidade é como o circuito de um aparelho eletrônico, tem que estar bem unido, bem ligado um ao outro, senão a graça de Deus, conectada a nós pelo Santo Batismo, não fará seus efeitos. Como é que o amor de Deus vai passar de um irmão para o outro, se há na comunidade relações que foram rompidas?
As divergências de opiniões só nos ajudam a crescer, desde que o debate em nossas reuniões, não seja marcado por velhas mágoas, ciúmes ou inveja, afinal, a nossa unidade se torna mais consistente na adversidade e no pluralismo de valores, precisamos sim, de ter oposição, pessoas que pensem diferente, mas que sejam inteligentes e sempre direcionados ao bem comum e não ao bem particular ou pessoal.
Uma oposição assim, que não seja burra, enriquece a comunidade e a faz crescer nos valores do evangelho. Mas que nunca nos falte a consciência de que o Senhor está no meio de nós, que o Dono da Obra é Ele, somos apenas obreiros, cada um com seus carisma e suas possibilidades de realizar ações concretas, esse poder, enquanto possibilidade de fazer sempre o melhor para a comunidade, é sempre muito bem vindo.

Admoestação de Jesus: Se o teu irmão errar... O ato do erro não é uma exceção, não se trata de uma maça poder no meio das outras que estão ótimas, pois o erro do outro é oportunidade para exercemos a caridade, a misericórdia e a compreensão, manifestando um amor que se sente responsável pelo outro, e só quer ajudá-lo a crescer, e não humilhá-lo em seu pecado.