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quarta-feira, 30 de março de 2016

Ação Pastoral sem Kerígma acaba em fracasso-Diac. José da Cruz

SEXTA FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA 01/04/2016
1ª Leitura Atos 4, 1-12
Salmo 117 (118), 22 “A pedra rejeitada pelos arquitetos tornou-se a pedra angular”
Evangelho João 21, 1-14
Ação Pastoral sem Kerígma acaba em fracasso....

A Oitava da Páscoa termina com um alerta que para nós cristãos do mundo de hoje, é atualíssimo: Atividade pastoral sem a experiência do querigma, vai resultar em fracasso!
São Pedro estava louco para começar a fazer as coisas acontecerem, não aguentava mais esperar por Jesus, apesar de duas aparições á comunidade, Pedro achava que agora a coisa era com eles, não podiam mais esperar pelo Mestre e manifestou o seu desejo: Eu vou pescar;  e os demais também abraçaram a causa e foram com Pedro.
Primeiro podemos pensar que São Pedro e os demais, haviam "jogado a toalha" e resolveram voltar a vidinha antiga de pescadores, já que o projeto de Jesus de Nazaré deu em nada, mas não é isso...
São Pedro representa muito bem aqueles agentes de pastoral que quase se matam de  tanto trabalhar na comunidade, reuniões, encontros, atividades, mas esquecem de algo essencial, o sentido daquilo que fazem. Desenvolver qualquer ação pastoral sem uma espiritualidade sólida, fundamentada na oração e na meditação da Palavra de Deus, é pedir para "voltar sapateiro" da pescaria. Lidaram a noite inteira e nada pegaram.... Alguns trabalhos pastorais não dão resultado, ou quando dão, ele não é bom....Algumas atividades de movimentos nada produzem de positivo para a comunidade, por que será ?
Alguns grupos fazem muito mas também nada agregam á Paróquia, o motivo é um só: fazer por conta propria, usando método humano, deixando Jesus de lado. De manhã Jesus estava na praia mas eles não o reconheceram, estavam tão desanimados e cansados do trabalho infrutifero,  que nem se deram conta de que      Jesus estava ali com eles. Jesus quer experimentar a nova comunidade e pergunta se não há nada para servirem a ele, mas a resposta é negativa.
É preciso a gente se perguntar de vez em quando, para que está servindo o nosso trabalho pastoral, ele está ajudando as pessoas a terem mais vida, mais esperteza e mais coragem? O que estamos oferecendo ás pessoas? O mesmo em relação aos movimentos, as pessoas estão sendo acolhidas e bem servidas? Quando falta o essencial, isso é, a experiência profunda com Jesus Cristo, sempre ficamos devendo e nada temos para servir, como responderam os discípulos.
Então vem uma ordem de Jesus para jogarem a rede  ao lado direito da barca, para que a pesca seja boa. Os discípulos eram ex pescadores, a hora da pesca é durante a noite, de manhã é hora de recolher as redes e contar os peixes....A pessoa que ali está diante deles não é pescador, ora, que diferença então iria fazer, jogar a rede a direita ou a esquerda, seria mais um trabalho árduo pára nada....
Na comunidade ninguém pode se julgar absoluto naquilo que faz, as idéias, opiniões e sugestões têm que ser partilhadas e todas as opiniões são importantes, senão haverá monopólio de um grupo ou de uma pessoa, e isso irá comprometer a comunhão e a partilha.
Os discípulos levam em conta a orientação de Jesus e daí a pesca foi abundante. Quem tem o coração cheio de amor de Deus é sempre o primeiro a identificar a presença de Jesus na ação pastoral levada a bom termo. João anuncia a Boa Nova á Pedro, de que o Senhor está com eles. Pedro cobriu-se, porque estava nú e lançou-se ás águas, tomado pelo espanto e alegria de rever Jesus. Quando tentamos fazer as coisas acontecerem do nosso modo na comunidade, estamos nús, e é preciso nos revestir de Jesus Cristo, só Ele nos dá a dignidade necessária para darmos continuidade á missão pois esse "Barco" chamado Igreja, é Dele, e se o ouvirmos sempre, a pescaria será farta e o resultado  sempre surpreendente...(Diácono José da Cruz – Paróquia Nossa Senhora Consolata – Votorantim SP – E=-mail cruzsm@uol.com.br)




“A PAZ ESTEJA CONVOSCO! “ – Olivia Coutinho


OITAVA DA PÁSCOA.
 
Dia 31 de Março de 2016
 
Evangelho de Lc24,35-48

Ainda estamos vivendo as alegrias do Domingo de Páscoa,  quando  nos reunimos em comunidade para  celebramos  a vitória da vida sobre a morte!
Graças ao  testemunho dos primeiros cristãos,  nós  podemos reviver este acontecimento marcante na história da humanidade e atualizá-lo no nosso dia a dia!
Cremos na ressurreição de Jesus, mas não basta somente crermos,  é preciso vive-la no nosso dia a dia, aceitando a nossa condição humana,  nossas fragilidades, cientes de que  podemos nos tornar invencíveis, se configurados no Cristo ressuscitado!
Vivemos a ressurreição de Jesus, quando fazemos da nossa vida, uma oferta de amor, quando tornamos caminho de libertação para outro!
A experiência do Cristo ressuscitado vem da experiência da cruz, da entrega da vida que a morte não conseguiu vencer!
   Pautar a nossa vida no exemplo de Jesus, é a certeza de suportarmos o peso da nossa cruz!  A cruz,  é o caminho da nossa vitória, não precisamos temê-la, pois ela não é definitiva em nossa vida, é apenas uma passagem, a ponte que nos liga ao paraíso! 
Quando estamos impregnados no Cristo ressuscitado, até o nosso sofrimento se transforma em bem para nós, é o trampolim para a nossa ascensão! É mergulhando no mais profundo de nossas dores,  que adquirimos o impulso para nos reerguer, é aí, que ressuscitamos com Jesus para uma vida nova!
A  narrativa do evangelho de hoje, nos fala de mais uma aparição de Jesus!
Enquanto os dois discípulos comentavam com os demais, sobre a experiência que fizera com Jesus ressuscitado, à  caminho de Emaús, Ele aparece no meio deles e os saúda dizendo:” A paz esteja convosco”!
Assustados, os discípulos chegaram a pensar que se tratava de um fantasma, um sinal de que ainda havia  dúvidas em seus corações e mesmo depois de terem vistos as marcas da cruz nas mãos e nos pés de Jesus, eles continuavam com dificuldades em acreditar. Tudo aquilo que eles presenciavam, era grande demais para a compreensão dos discípulos que acabara de ver Jesus morto numa cruz!
Mesmo diante a apreensão dos discípulos, que pareciam não acreditar no que estavam vendo, Jesus não os repreende, pelo contrário, compreende a dificuldade deles em assimilar tudo aquilo. E numa atitude de amor, Ele  abriu-lhes a inteligência, possibilitando-os a entenderem as Escrituras e se tornarem suas testemunhas!
A partir de então, os discípulos foram convocados a anunciar o Cristo ressuscitado! 
Esta,  é também,  a missão de todo Batizado, de todo aquele que vê em Jesus o caminho, a verdade e a vida!
 No encontro com os discípulos, Jesus transmiti-lhes   a paz, foi  a paz de Jesus, que  os libertou do medo que os mantinha presos!
 Esta mesma Paz, transmitida por Jesus chega a até a nós! A paz de Jesus é uma  paz diferente daquela que o mundo oferece, é a paz de quem venceu a cruz, um paz que liberta, mas que ao mesmo tempo inquieta, pois a paz de Jesus, nos desinstala, nos faz  sairmos de nós mesmos para irmos ao encontro do outro!
A paz do Cristo ressuscitado é o impulso  da nossa caminhada de fé.                  

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho

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terça-feira, 29 de março de 2016

“É O SENHOR!” (Pe. Jaldemir Vitório)



(Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta)


DIA 1º DE ABRIL - SEXTA-FEIRA - EVANGELHO (JOÃO 21,1-14)
OITAVA DA PÁSCOA
(BRANCO, GLÓRIA, PREFÁCIO DA PÁSCOA I – OFÍCIO PRÓPRIO)



Os discípulos fizeram a experiência de encontrar-se com o Ressuscitado, nas mais variadas situações, até mesmo no contexto das atividades diárias.

Uma pescaria serviu de pretexto para Jesus se manifestar a eles. A pesca comunitária resultou de um convite amigo. A fadiga de uma noite de trabalho tinha sido em vão. Não tinham conseguido pegar um peixe sequer. Esta era a imagem da comunidade, quando agia sozinha, sem se dar conta da Ressurreição de Jesus. Por mais que se esforçasse, tudo acabava em frustração.

A situação, porém, se reverteu quando, surgiu o Ressuscitado. No início, era apenas um desconhecido que dava ordens para um grupo de pescadores decepcionados. A ordem foi obedecida sem hesitação, e a rede se encheu de grandes peixes. Só então o Ressuscitado foi reconhecido como o Jesus com quem tantas vezes tinham estado naquele mar.

Quando se deixava guiar por ele, a comunidade cristã experimentava o êxito na sua missão e seu trabalho era frutuoso. Sem ele, tudo estava fadado ao fracasso.

Só com Jesus ressuscitado, o esforço de levar adiante a missão recebida atingia seus objetivos e os frutos eram palpáveis. 

A comunidade cristã teve de fazer, muitas vezes, a mesma experiência até se convencer de que o Crucificado estava vivo e presente no meio dela.

 
Oração

Senhor Jesus, ajuda-me a descobrir-te ressuscitado e presente no meu cotidiano, dando um sentido novo à minha vida.






Santo do Dia / Comemoração (São Hugo de Grenoble):


Hugo nasceu numa família nobre em 1053 em Castelnovo, na França. Seu pai, Odilon de Castelnovo era um soldado da corte que depois de viúvo se casou de novo. Hugo era filho da segunda esposa.

Sua mãe ocupou-se pessoalmente da educação dos filhos, conduzindo-os pelos caminhos da caridade, oração e penitência, conforme os preceitos cristãos.

Aos vinte e sete anos, Hugo foi ordenado padre e nomeado cônego. Na arquidiocese de Lião trabalhou como secretário do arcebispo. Nessa época recebeu a primeira de uma série de missões apostólicas que o conduziriam para a santidade. Foi designado, por seu superior, para trabalhar na delegação do Papa Gregório VII. Reconhecendo sua competência, inteligência, prudência e piedade, o Papa o nomeou para uma missão mais importante ainda: renovar a diocese de Grenoble.

Grenoble era uma diocese muito antiga, situada próxima aos Alpes, entre a Itália e a França, possuía uma vasta e importante biblioteca, rica em códigos e manuscritos antigos. A região era muito extensa e tinha um grande número de habitantes, mas suas qualidades terminavam aí. Há tempos a diocese estava vaga, a disciplina eclesiástica não mais existia e até os bens da Igreja estavam depredados.

Hugo foi nomeado bispo e começou o trabalho, mas eram tantas as resistências que renunciou ao cargo e retirou-se para um mosteiro. Mas, sua vida de monge durou apenas dois anos. O Papa insistiu porque estava convencido que ele era o mais capacitado para executar essa dura missão e fez com que o próprio Hugo percebesse isso também, reassumindo o cargo.

Cinco décadas depois de muito trabalho, árduo mas frutífero, a diocese estava renovada e inclusive abrigava o primeiro mosteiro da Ordem dos monges cartuchos. Foram cinquenta e dois anos de um apostolado profundo que uniu o povo na fé em Cristo.
Hugo morreu com oitenta anos de idade, cercado pelos seus discípulos monges cartuchos que o veneravam pelo exemplo de santidade em vida.

    Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


REFLEXÃO 

São Hugo foi grande propagador da vida monástica, pois acreditava que o silêncio, a disciplina, o falar apenas o necessário, a vida de oração, o estudo das sagradas Escrituras e o trabalho, eram os principais meios para se evitar a leviandade e alcançar a santidade. Peçamos a Deus que nos conceda ao menos um desses dons, sobretudo o dom da oração, que tudo alcança.

ORAÇÃO 

São Hugo de Grenoble, alcançai-me uma vida de contemplação, oração, escuta de Deus, trabalho e disciplina, a fim de que eu não desperdice meu tempo com coisas levianas e passageiras que comprometam minha salvação. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.


São Hugo de Grenoble, rogai por nós.




Enviado por: Ademilson Moura – Paróquia Santo Antônio – Pirassununga-SP.

“RECONHECIDO AO PARTIR O PÃO” (Pe. Jaldemir Vitório)


(Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta)



DIA 31 DE MARÇO - QUINTA-FEIRA - Evangelho (Lucas 24,35-48)
OITAVA DA PÁSCOA
(BRANCO, GLÓRIA, PREFÁCIO DA PÁSCOA I – OFÍCIO PRÓPRIO)


A vida em comunidade foi de suma importância no processo de consolidação da fé dos primeiros cristãos.

Superada a tentação de dispersar-se, reconheceram ser fundamental manter-se unidos, fiéis às instruções recebidas do Mestre.

 A celebração eucarística – conhecida como fração do pão – era um momento privilegiado de partilha da fé.

A leitura das Escrituras, reinterpretadas à luz do mistério pascal, a recordação da vida de Jesus e a percepção dos sinais de sua presença no meio dos discípulos serviam de suporte para a fé dos discípulos, em fase de afirmação.

Afinal, a ressurreição deixara-os perturbados, cheios de interrogações. Eles confundiam o Ressuscitado com uma espécie de espírito errante, a vagar pela Terra.
Alguns recusavam-se a compreender que o Ressuscitado era o mesmo Jesus que havia sido crucificado. Outros já não se recordavam que o Mestre os prevenira a respeito de seu destino de sofrimento, morte e ressurreição, como também nem se lembravam da missão que lhes havia sido confiada, qual seja, a de pregar a penitência para a remissão dos pecados a todas as nações, a começar por Jerusalém.

Somente os que permaneciam unidos aos demais conseguiam entender tudo o quanto se referia a Jesus. O individualismo e a fuga eram os piores inimigos da fé.

A descoberta do Ressuscitado devia ser feita em comunidade.

 Oração

Pai, faze-me a compreender a importância da comunidade na dinâmica da consolidação de minha fé no Senhor ressuscitado.




Santo do Dia / Comemoração (Santa Balbina):


Apesar de poucas certezas sobre a vida de Santa Balbina, seu nome é venerado em uma antiquíssima igreja na via Ápia, nas proximidades de Roma.

Também temos um cemitério que leva seu nome, supostamente o local onde Balbina foi enterrada. 

É venerada como mártir, mas destaca-se sua consagração a Deus pela virgindade e sua perseverança de servir ao Cristo. 

Diz-se a história que Balbina, filha do militar Quirino, foi curada milagrosamente, pelo papa e mártir são Adriano,que estava na prisão. Este fato levou a família de Balbina à conversão e todos foram batizados.

Balbina, por sua vez, ofereceu a Deus virgindade perpétua. Seu pai, Quirino, também recebeu a coroa do martírio. 

Sua vida era muito representada no teatro medieval, o que causa certa confusão histórica, uma vez que a arte mistura muito realidade e ficção. Mas é pelo teatro que ficamos sabendo do martírio de Balbina e de sua consagração. Dizem as histórias sobre santa Balbina, que muitos jovens quiseram desposá-la, mas sua firmeza de caráter a manteve fiel ao seu voto de castidade.

Balbina sofreu o martírio sob o imperador Adriano II e encontrou-se com Deus no dia em que lhe cortaram a cabeça. Viveu santamente e recebeu a glória de ter o nome marcado na história da igreja.  

     Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


 REFLEXÃO
A vida cristã é marcada pelo compromisso com a pregação do Reino de Deus. Jesus nos convidou a falar do Reino, mas também exigiu que testemunhássemos, através de obras concretas nossa fé neste Reino vindouro. A vida de santa Balbina entrou para a história porque ela soube conjugar fé e obras, chegando ao extremo gesto de confiança em Cristo pelo testemunho do martírio. Sua consagração a Deus foi plena e vivida em total liberdade.

Muitas vezes somos inconstantes em assumir nossa vocação, desconfiando do amor de Deus e de que Ele nos concede as forças necessárias para bem viver. Que tal confiar mais na providência de Deus?

ORAÇÃO 

Senhor Deus e Pai, vossa bondade supera todas nossas expectativas. Sua graça nos concede muito mais do que precisamos. Fica sempre conosco e dai-nos, pela intercessão de santa Balbina, a coragem de enfrentar todas as adversidades do dia-a-dia. Por Cristo nosso Senhor. Amém!



Santa Balbina, rogai por nós.




Enviado por: Ademilson Moura – Paróquia Santo Antônio – Pirassununga-SP.

Nascer do alto-Helena Serpa-Helena Serpa

Vós deveis nascer do alto-Helena Serpa

Evangelho - Jo 3,7b-15


Atos 4, 32-37 – “a fé implica em ação concreta ”

A experiência dos primeiros cristãos poderia servir de modelo para a nossa vida aqui na terra, em família, em comunidade e no mundo. Os primeiros seguidores de Jesus, pelo poder do Espírito Santo, compreenderam que o ser humano foi feito para viver em comum união, tendo a fé, a esperança e a caridade como base para os seus relacionamentos. Com certeza o que mais chamava a atenção das outras pessoas àquela época, devia ser o despojamento que eles testemunhavam quando abdicavam dos seus próprios bens a fim de que ninguém passasse necessidade. Só o poder do Espírito Santo nos fará viver a unidade da Igreja primitiva: “um só coração e uma só alma!” Se, tivermos a consciência de que ter fé implica em ação concreta de renúncia, de desapego e de generosidade, nós poderemos medir melhor os nossos gestos em relação às pessoas que, bem à nossa vista, passam por situação de penúria. Hoje, como antes, existem perto de nós irmãos e irmãs que carecem de coisas materiais e, espirituais e pedem a Deus socorro para os seus flagelos. Deus precisa de nós para atender as preces dos corações aflitos. Por isso, além de partilhar o pão precisamos também a compartilhar o Amor que recebemos de Deus e dividir com as outras pessoas as graças que cumulamos na nossa vida. Por outro lado há também aqueles (as) que têm tudo materialmente, no entanto, vivem infelizes porque não conseguem enxergar e ter experiência com as coisas espirituais, por isso, não têm nada. Eles não sentem o Amor de Deus, não têm fé nem esperança, e nós, que nos dizemos privilegiados (as), porque as possuímos nos fechamos egoisticamente no nosso mundinho amealhando em nós o amor de Deus que experimentamos e não O repartimos. O amor com que nós amamos, no entanto, gera mais amor para se amar. – Você tem usado o poder do Espírito Santo para ajudar a outras pessoas? – Você sabe repartir o que você possui com quem está necessitado (a)? – Você tem partilhado o seu tempo presente com alguém? - O que você está retendo só com você e não tem repartido com ninguém? – Você sabia que o Amor de Deus é o Espírito Santo?

Salmo 92 – “Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor!”

Nós vivemos o reino de Deus quando O reconhecemos como Rei e acolhemos Sua Majestade e o Seu poder. O Senhor reina na nossa vida quando ansiamos viver na santidade e na verdade todos os dias da nossa vida, cultivando o desejo de habitar na Sua casa pelos séculos dos séculos. Deus é Rei e o Seu trono está no meio de nós, porém é preciso que nós testemunhemos isso com as nossas ações.

Evangelho – João 3, 7-15 – “Vós deveis nascer do alto”

Nicodemos buscava conhecer os segredos de Deus e, misteriosamente, Jesus lhe falava de coisas, aparentemente incompreensíveis: “Vós deveis nascer do alto!” “O vento sopra onde quer!” “Coisas da terra, coisas do céu!” Apesar de ser judeu ele procurava Jesus porque distinguia algo muito especial naquele Homem que falava com sabedoria. Jesus Cristo tentava esclarecer que viera do céu para entregar-se por nós e que seria levantado na CRUZ para que todos os que Nele cressem tivesse a vida eterna. Nicodemos não entendia muito bem do que Jesus lhe falava, mas ousava desembaraçar os enigmas colocando as suas dúvidas para que o Senhor as elucidasse. Nós também não entendemos a metodologia de Deus e somente Jesus poderia nos falar das coisas do céu segundo a visão do Pai. Só podemos descobrir os mistérios do céu que estão escondidos em nós quando procuramos Jesus a sós, e acolhemos a Sua Palavra que decifra e interpreta o desejo do Pai para cada momento da nossa vida. Se nos aprofundarmos na Sua Palavra perceberemos que as coisas do céu se traduzem na vivência dos conselhos evangélicos, como a doação, a partilha, a entrega, a humildade, a simplicidade, a compreensão, a mansidão etc. Todas essas virtudes são desejos que estão no coração de Deus para que nós ponhamos em prática aqui na terra. Por isso, é que nós podemos estar confiantes de que nascemos do alto quando estamos entregues ao olhar de Deus e vivendo segundo os Seus pensamentos. Nascemos do alto também quando dizemos não à mentalidade do mundo e assumimos a mentalidade de Deus que se traduz em amor. Com a sabedoria do mundo nós nunca poderemos entender as “coisas do céu”. Só um espírito voltado totalmente para o alto, isto é, para Deus, pode viver as coisas simples da vida sem se questionar. Muitas pessoas são versadas nas coisas da terra e vivem somente para essa vida que é passageira, por isso, não conseguem alcançar o reino de Deus. O reino de Deus, assim como o vento que sopra, já se manifesta no meio de nós quando praticamos as ações que o Espírito Santo nos inspira. Precisamos aprender a observar os sinais das coisas de Deus enquanto ainda caminhamos na terra, para que a nossa alma já comece a viver aqui, a alegria do céu. – Você também tem procurado a Jesus para esclarecer as suas dúvidas? – O que Ele tem lhe revelado? – Você tem vivido como um autômato ou já distingue o sopro do vento do Espírito Santo?

Helena Serpa

A oportunidade de começar uma vida frutuosa!-Helena Serpa

04/04/2016 – Anunciação do Senhor - 1ª. Leitura - Isaías 7, 10-14; 8,10    “Deus está conosco!
“uma virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe porá o nome de Emanuel, porque Deus está conosco! ”  Vivemos ansiosos (as) por sinais que nos anunciem algo de Deus para a nossa vida e nos esquecemos que Jesus é o Emanuel, o Deus conosco. Assim,   Deus quis ser fiel a nós e Ele mesmo nos deu um sinal do Seu amor.  “O nome Emanuel significa "Deus conosco" e implica mais do que uma breve visita para um ato sacrificial; revela antes o compartilhar da experiência humana. Por que foi necessário que Deus viesse viver com o homem?  Deus planejou desde o início dos tempos dar ao homem não só instruções, mas um modelo perfeito, Seu próprio Filho, a quem o homem foi criado para copiar.  Mas, para servir-nos de modelo, ele teve de viver no mesmo mundo pecaminoso em que vivemos e enfrentar os mesmos desafios que enfrentamos.  E assim ele veio.  Emanuel.  "Deus conosco." http://www.estudosdabiblia.net/a13_16.htm   
- A presença de Jesus na sua vida tem ajudado nos seus relacionamentos? – Você costuma imitar a Jesus nas suas ações? – Para você o que significa Deus estar consigo?

Salmo 39 – “Eis que venho fazer, com prazer a vossa vontade, Senhor! ”
A vontade de Deus é para nós o paraíso! Fazer a vontade de Deus deveria ser para nós o nosso maior prazer, visto que assim acontecendo, teríamos a certeza da nossa felicidade. O desejo ardente de seguir os caminhos que Deus traça para nós, deverá ser muito mais importante do que todos os sacrifícios e holocaustos que podemos oferecer a Ele.

2ª. Leitura – Hebreus 10, 4-10 – “para cumprir a vontade do Pai ”
“Eu vim para fazer a tua vontade”. Jesus Cristo veio ao mundo e se entregou por nós para cumprir a vontade do Pai. Jesus veio então, nos mostrar que a nossa vida só terá sentido se for vivida dentro da vontade do Pai que nos criou e sabe realmente de tudo o que precisamos. A nossa participação na terra dos viventes tem uma motivação que somente o Pai pode nos revelar. Somente Ele que nos criou e nos enviou ao mundo pode saber o que é melhor para a nossa prosperidade e felicidade. Jesus cumpriu fielmente a vontade do Pai e nos santificou pela oferenda do Seu Corpo. Nós também temos o desígnio de oferecer todo o nosso ser a Deus para a santificação do mundo. Por isso, a cada um de nós, compete somente, dizer como Jesus: “Eu vim ó Pai, para fazer a tua vontade! ” – Você tem desejado fazer a vontade de Deus?  - Você confia que somente Ele tem o melhor para a sua vida? -

Evangelho – Lucas 1, 26-38 – “a oportunidade de começar uma vida frutuosa! ”
Assim como o Seu Filho Jesus, Maria ofereceu-se diante do anjo para fazer tudo conforme a Palavra do Pai. Nós também, como Maria podemos, agora, diante do Senhor apresentar a Ele a nossa vida, para que se faça nela a vontade do Pai. Mesmo que até   hoje tenhamos vivido em busca de fazer o nosso próprio querer, temos ainda a oportunidade de começar uma vida frutuosa para o engrandecimento do reino de Deus. A vontade de Deus é que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. A verdade é Jesus Cristo, caminho para o Pai e fonte de vida nova. Portanto, a vontade de Deus para nós é a nossa salvação desde já e a nossa missão é fazer com que mais e mais pessoas também conheçam o verdadeiro caminho e a verdadeira vida. Precisamos, pois, assumir a missão de colaboradores com o projeto de salvação que Deus planejou para nós, e como Jesus e Maria dar ao Pai o nosso sim de maneira convicta e firme. Faça-se, em mim conforme a Tua vontade Senhor!
– Você quer a partir de hoje começar uma vida nova? – Faça, pois, como Maria e, diante do Pai diga com ela: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra! ”




A paz é sinal da presença de Deus-Helena Serpa

03/04/2016 - Domingo da Misericórdia – 1ª. Leitura Atos 5,12-16 - “um verdadeiro oásis no meio do deserto. ”
Os apóstolos, em Nome de Jesus, realizavam sinais e maravilhas no meio do povo e cada vez mais crescia o número dos que, pela fé, aderiam ao Senhor. A fé daquele povo dependia da pregação poderosa dos apóstolos. Assim sendo, eles anunciavam Jesus com o poder do Ressuscitado e inspirados pelo Espírito Santo. O resultado dessa pregação poderosa era a união que eles mantinham entre si. Os enfermos e doentes eram sarados apenas com o toque ou com a passagem de Pedro que fazia tudo por amor a Jesus. Vinham pessoas de muitos lugares. Os discípulos estavam cumprindo com a sua missão. A fé em Jesus Cristo nos leva à união e a união pela fé cura as nossas enfermidades, os nossos relacionamentos. O primeiro passo que damos para que possamos aproximar as pessoas de Jesus é, sem dúvida, a nossa maneira de viver em família e em comunidade e o nosso testemunho de envolvimento com a vida dos nossos irmãos e irmãs. Uma família harmoniosa, uma comunidade que não apenas se reúne, mas se une em volta do altar de Cristo, de coração, é um verdadeiro oásis no meio do deserto desse mundo selvagem de intrigas e desentendimentos. É esta também a nossa missão: fazer tudo por amor a Jesus, tanto na nossa família como na nossa comunidade, a fim de cultivar bons relacionamentos e viver a unidade dos primeiros discípulos. Assim poderemos através do toque do amor curar os doentes que se aproximam de nós. – Como é você na sua família e na comunidade? – Você vem para a comunidade com o propósito de apenas se reunir ou de viver a união? – Você tem construído relacionamentos sadios? – Você também tem pregado o Nome de Jesus Cristo?

Salmo 117 – “Daí graças ao Senhor porque ele é bom! Eterna é a sua misericórdia! ”
A misericórdia do Senhor é a graça maior que nós podemos desfrutar durante a nossa vida. Apesar dos homens O terem rejeitado Jesus se entregou por nós e alcançou para nós a justiça de Deus. Jesus é a pedra que os construtores rejeitaram, mas para os que creem Nele é a pedra central do edifício do reino de Deus. Todos os dias nós podemos afirmar que “este é o dia que o Senhor fez para nós” e abraçarmos a prosperidade e a paz que vem ao nosso coração.

2ª. leitura – Apocalipse 1, 9-13.17-19 – “ a visão de São João na ilha de Patmos”
João, preso na ilha de Patmos por causa do testemunho de Jesus e da Palavra de Deus, foi arrebatado pelo Espírito e teve mais uma vez a experiência com o Cristo Glorioso. O próprio Jesus cheio de glória apareceu-lhe e mandou que escrevesse no livro tudo quanto presenciasse a fim de que todos nós pudéssemos comprovar a eficácia da Sua Ressurreição. Portanto, a visão de São João na ilha de Patmos é um motivo para que mantenhamos cada vez mais a fé em Jesus ressuscitado dos mortos para nos dar uma nova vida. “Estive morto, mas agora estou vivo para sempre. Eu tenho a chave da morte e da região dos mortos! ” Foi para isso que Jesus padeceu e morreu na Cruz: para segurar a morte, encarcerá-la a fim de que não nos ameace mais. Ao se declarar como primeiro e último, Jesus assume ser o Senhor da nossa vida e que está vivo para nos ressuscitar transformando e libertando os nossos corações. Ele nos faz revelações importantes através da Sua Palavra e dos acontecimentos da nossa vida.  Por isso, não tenhamos medo, o plano do Pai se realizou, Jesus ressuscitou dos mortos para nos dar a vida eterna. Se tivermos confiança em que Jesus tem a chave da nossa vida e que estamos inseridos no mistério da Sua Paixão Morte e Ressurreição, com certeza, também podemos esperar confiantes a glória futura.  – Você já proclamou que Jesus é o Senhor da sua vida? – Em que lugar você tem colocado Jesus nas suas ocupações e preocupações? – Você acredita que Jesus já morreu por você e que você nunca “morrerá”? – Você espera a glória futura junto com Jesus? – Pense nisso!

Evangelho – João 20, 19-31 - “A paz é sinal da presença de Deus”
Antes de subir ao Pai, Cristo ressuscitado dos mortos quis deixar para os Seus discípulos a Sua paz, como um sinal de que a obra de Deus quando se realiza na nossa vida nos garante serenidade e alegria. Por três vezes, neste Evangelho, Jesus desejou a paz aos Seus discípulos. Na primeira vez eles estavam fechados em uma sala por medo dos judeus e Jesus pôs-se no meio deles mostrando-lhes as mãos e o lado como para comprovar que as marcas no Seu Corpo eram um sinal de que eles não precisariam mais se esconder, pois Ele mesmo já havia sofrido por eles. Logo depois, Jesus deseja-lhes novamente a paz e sopra sobre eles o Espírito Santo, como que para lembrar-lhes de que eles não estavam mais sozinhos e teriam poder do Espírito para desempenhar a missão aqui na terra, sem temor. Na terceira vez que Jesus desejou-lhes a paz Ele o fez como para confirmar que a Sua presença no meio deles era garantia de fé e de confiança nos planos de Deus. A paz é a primeira condição para que possamos realizar as obras em Nome de Deus. O Espírito Santo é o doador da paz que Jesus deixou para nós. A presença de Jesus na nossa vida é penhor de paz, de fé, de alegria, de sucesso em qualquer missão que nos for entregue. Às vezes nós também, como Tomé, só acreditamos no que tocamos e vemos. Queremos provas e tentamos a Deus com a nossa pouca fé e, por isso, precisamos tocar o sofrimento, a doença, o fracasso para enxergar a Luz que não víamos antes. Porém, mesmo que tenhamos nossos momentos de incerteza e de receio e até de desconfiança Jesus nunca vai desistir de nós e quantas vezes for preciso, Ele vem ao nosso encontro para nos dizer: “A paz esteja convosco! ”  Ou então, “Não sejas incrédulo (a), mas fiel! ”  O Espírito Santo é quem age em nós e nos traz a paz de Jesus. É Ele quem nos motiva ao perdão, à reconciliação e nos ilumina para que acreditemos que Jesus ressuscitou está vivo no meio de nós e nos dá a Sua paz.  - Você quer se apossar da paz e do Espírito que Jesus sopra hoje?  - Você tem medo de alguma coisa? – De quem você tem se escondido?  - Você também precisa tocar nas feridas de Jesus para acreditar? – Você precisou passar por alguma experiência forte para crer em Jesus?   


Encontro pessoal e glorioso com a Pessoa de Jesus-Helena Serpa


02/04/16 – Sábado OITAVA DA PÁSCOA – Atos 4, 13-21 – “não podemos nos calar diante do que vimos e ouvimos”
Aquele que tem uma experiência pessoal com o poder de Deus nunca esquecerá. Nada, nem ninguém, poderão desmentir uma experiência real que tenhamos tido com o Cristo vivo na nossa vida. Por isso, Pedro e João falavam daquilo que viviam com segurança quando anunciavam o poder de Jesus. Mesmo sendo homens sem instrução e sem posses eles enfrentavam as autoridades e diziam: “Quanto a nós, não nos podemos calar sobre o que vimos e ouvimos”.  A nossa experiência com Deus é a base para que sejamos ou não firmes no propósito de fazer com que o reino de Deus seja conhecido. Os momentos de dificuldades e aflições pelos quais passamos, a ajuda que recebemos do céu na hora da repressão, a consolação que recebemos de Deus no nosso coração, são sentimentos tão vivos em nós que ninguém poderá fechar a nossa boca nem que nos ameacem. Por isso, também, muitas vezes somos taxados (as) de alienados (as) e acusados (as) de fanáticos (as). As nossas experiências não podem ser contestadas por ninguém que não tenha passado pela mesma situação. Ninguém poderá contradizer uma pessoa quando fala de uma experiência vivenciada. Por isso, Jesus Cristo nos mandou ir pelo mundo inteiro e falar para toda a criatura das coisas que vimos e ouvimos. Novamente, como Pedro e João responderam aos homens do Sinédrio, nós também precisamos nos manter firmes diante do mundo quando também formos questionados (as): “é justo que obedeçamos a Deus e não a vós! ”
- Você também teve alguma experiência que não pode deixar de falar sobre ela? – Faça uma retrospectiva da sua vida e veja os momentos em que você sentiu a força e o poder do alto! – Você tem falado disso a alguém?


Salmo 117 – “Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes! ”
O Senhor nos prova, mas nunca nos abandona nas mãos da morte. Toda experiência que tivermos na vida, seja de alegria ou de sofrimento, podemos ter certeza de que o Senhor está ciente e pronto para nos ouvir. Ele espera pelo nosso clamor, espera que saiamos da nossa autossuficiência e que estejamos debaixo da Sua proteção, porque na hora exata Ele ouvirá a nossa súplica. “O Senhor é minha força e o meu canto”.


Evangelho – Marcos 16, 9-15 -  “encontro pessoal e glorioso com a Pessoa de Jesus”
Maria Madalena foi a primeira pessoa a quem Jesus ressuscitado apareceu e teve dificuldades quando anunciou aos seus seguidores o que havia testemunhado. Eles simplesmente não acreditaram. Também, os discípulos de Emaús saíram propagando o encontro que tiveram com Cristo, mas os outros não lhes deram crédito. Somente depois que Jesus apareceu aos onze e os repreendeu por causa da sua falta de fé e pela dureza de coração foi que eles puderam crer, porque testemunharam e O viram no Seu Corpo glorioso. Para nós também não é fácil acreditar que alguém possa ter ressuscitado dos mortos sem que tenhamos uma experiência pessoal que prove a evidencia. Da mesma forma também não nos será fácil acolher o mandado de Jesus: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o evangelho a toda a criatura, ” enquanto não tivermos um encontro pessoal, glorioso com a Sua Pessoa. Por isso, Jesus vem a nós a cada dia e se deixa encontrar na Eucaristia, na Palavra, na Oração para que tenhamos a convicção de que Ele está vivo e atuando em nós e através das nossas ações. Assim sendo, todos podem ter esta experiência de fé com Jesus vivo e, assim, crendo, assumir o papel de anunciadores do Evangelho. A fé abre os nossos olhos e ouvidos para enxergar e escutar a Jesus que está muito próximo de nós, nos traz a paz e sopra sobre nós o Seu Espírito Santo. Somente pelo poder do Espírito podemos nos tornar anunciadores da Boa Nova de Jesus. Obedecendo a sua ordem também nos tornaremos seus discípulos (as) e seguidores.  Peçamos a Jesus ressuscitado que abra os nossos olhos e os nossos ouvidos do coração a fim de que tenhamos esta experiência forte com Ele. Que façamos o propósito de acreditar que Ele está vivo, muito perto de nós e que assim como aconteceu com outros nós possamos também “ir pelo mundo inteiro e anunciar o Evangelho a toda criatura”!     - Faça hoje a sua profissão de Fé no Cristo morto e ressuscitado. – Reze com muita atenção o Creio em Deus Pai e vá se apossando da realidade mais concreta para o cristão: JESUS ESTÁ VIVO, AQUI!