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segunda-feira, 16 de março de 2020

-PODE IR, TEU FILHO VIVE-José Salviano.


23 de Março-2020

Evangelho – Jo  4,43-54

 


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Evangelho

E dois dias depois partiu dali, e foi para a Galiléia.
Porque Jesus mesmo testificou que um profeta não tem honra na sua própria pátria.
Chegando, pois, à Galiléia, os galileus o receberam, vistas todas as coisas que fizera em Jerusalém, no dia da festa; porque também eles tinham ido à festa.
Segunda vez foi Jesus a Caná da Galiléia, onde da água fizera vinho. E havia ali um nobre, cujo filho estava enfermo em Cafarnaum.
Ouvindo este que Jesus vinha da Judéia para a Galiléia, foi ter com ele, e rogou-lhe que descesse, e curasse o seu filho, porque já estava à morte.
Então Jesus lhe disse: Se não virdes sinais e milagres, não crereis.
Disse-lhe o nobre: Senhor, desce, antes que meu filho morra.
Disse-lhe Jesus: Vai, o teu filho vive. E o homem creu na palavra que Jesus lhe disse, e partiu.
E descendo ele logo, saíram-lhe ao encontro os seus servos, e lhe anunciaram, dizendo: O teu filho vive.
Perguntou-lhes, pois, a que hora se achara melhor. E disseram-lhe: Ontem às sete horas a febre o deixou.
Entendeu, pois, o pai que era aquela hora a mesma em que Jesus lhe disse: O teu filho vive; e creu ele, e toda a sua casa.
Jesus fez este segundo milagre, quando ia da Judéia para a Galiléia.

João 4:43-54


REFLEXÃO

 

Jesus disse que  um profeta não tem honra na sua própria pátria. Quanta dificuldade nós temos para  mostrar os perigos aos nossos jovens, principalmente os nossos próprios filhos. 

Muitas vezes  quando  ainda estava na ativa, muitos pais  e mães  vinham pedir para  mim  fazer certas recomendações  nas minhas aulas do tipo tomar cuidado com as más companhias,  o perigo de  chegar tarde em casa, etc. Isto por que, segundo esses pais, os seus filhos não mais lhes escutavam.  E acrescentavam que  os seus filhos  seguiam muito os meus conselhos. 

Eu lecionei 10 matérias  do antigo curso primário até  o curso superior,  (faculdade) . E entre essas matérias que eu era habilitado,  estavam inclusas a matérias: Educação Moral e Cívica, e Organização Social e Política do Brasil.

Nestas matérias, eu aproveitava para  dar uma boa dose de  espiritualidade, ou seja, mostrar  as provas de existência  de Deus, e procurar  aumentar a fé dos meus alunos. 

Em O.S.P.B. eu procurava também  incentivar a fraternidade e o amor ao próximo.

Então,  era comum,  o fato de muitos alunos  gostarem das minhas aulas, e me procurar  fora da classe para pedir orientação. 

Das cinco faculdades que cursei,  Psicologia foi a minha primeira paixão. Pois  naquela faixa etária, eu precisa consolidar a minha personalidade, e  lia tudo sobre o assunto. Assim, ajudei muitas pessoas, principalmente jovens, a resolver os seus traumas e recalques...

É muito importante saber como funciona o nosso organismo, e principalmente o nosso cérebro.  Isso nos ajuda a resolver muitos problemas de saúde,  inclusive, saúde mental.

É muito importante também  fazer exercício, pois a nossa saúde depende muito  da atividade física. Muitas doenças são curadas com  a prática de exercícios, alimentação saudável, repouso,  e muita oração, é claro.

Neste Evangelho Jesus fez uma de suas curas    à distância.  Esta cura é muito parecida  com a cura do empregado do Centurião romano. Não se sabe a o certo  se trata-se  do mesmo ocorrido, escrito de uma outra forma,  ou se realmente foi um outro milagre parecido,  realizado por Jesus.

O que sabemos   é que Jesus provou a sua divindade por meio de milhares de curas realizadas  muitas vezes até  por  volta de meia noite.

Era uma verdadeira multidão que procurava Jesus. As pessoas  não  arredavam o pé, não saía enquanto  não ficavam curadas.

Jesus não  precisava ir até  a casa do doente para efetuar a cura.  Por tanto, dali mesmo Jesus simplesmente disse: “PODE  IR, TEU FILHO VIVE”.  E foi o que aconteceu,  semelhante a cura do empregado do Centurião,  quando ele chegou em casa o seu filho que já estava praticamente morto, já estava completamente  curado, pela graça, e pelo pode de Deus que estava com o seu Filho Jesus Cristo.

Jesus também pode curar você. Acredite.

 

José Salviano.

 

 

 



terça-feira, 10 de setembro de 2019

24º DOMINGO DO TEMPO COMUM-C-OVELHA PERDIDA-José Salviano


24º DOMINGO DO TEMPO COMUM-C
15 de Setembro de 2019

Evangelho- Lc 15,1-32

 

-A OVELHA PERDIDA- Lc 15,1-32-José Salviano

O FILHO PRÓDIGO
Êx 32,7-11.13-14; Sl 51; 1Tm 1,12-17

Naquele tempo:
1Os publicanos e pecadores
aproximavam-se de Jesus para o escutar.
2Os fariseus, porém,
e os mestres da Lei criticavam Jesus.
'Este homem acolhe os pecadores
e faz refeição com eles.'
3Então Jesus contou-lhes esta parábola:
4'Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma,
não deixa as noventa e nove no deserto,
e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la?
5Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria,
6e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos,
e diz: 'Alegrai-vos comigo!
Encontrei a minha ovelha que estava perdida!'
7Eu vos digo:
Assim haverá no céu mais alegria
por um só pecador que se converte,
do que por noventa e nove justos
que não precisam de conversão.
8E se uma mulher tem dez moedas de prata e perde uma,
não acende uma lâmpada, varre a casa
e a procura cuidadosamente, até encontrá-la?
9Quando a encontra, reúne as amigas e vizinhas, e diz:
'Alegrai-vos comigo!
Encontrei a moeda que tinha perdido!'
10Por isso, eu vos digo,
haverá alegria entre os anjos de Deus
por um só pecador que se converte.'
11E Jesus continuou:
'Um homem tinha dois filhos.
12O filho mais novo disse ao pai:
'Pai, dá-me a parte da herança que me cabe'.
E o pai dividiu os bens entre eles.
13Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era
seu e partiu para um lugar distante.
E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada.
14Quando tinha gasto tudo o que possuía,
houve uma grande fome naquela região,
e ele começou a passar necessidade.
15Então foi pedir trabalho a um homem do lugar,
que o mandou para seu campo cuidar dos porcos.
16O rapaz queria matar a fome
com a comida que os porcos comiam,
mas nem isto lhe davam.
17Então caiu em si e disse:
'Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura,
e eu aqui, morrendo de fome.
18Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe:
`Pai, pequei contra Deus e contra ti;
19já não mereço ser chamado teu filho.
Trata-me como a um dos teus empregados'.
20Então ele partiu e voltou para seu pai.
Quando ainda estava longe, seu pai o avistou
e sentiu compaixão.
Correu-lhe ao encontro, abraçou-o,
e cobriu-o de beijos.
21O filho, então, lhe disse:
'Pai, pequei contra Deus e contra ti.
Já não mereço ser chamado teu filho'.
22Mas o pai disse aos empregados:
`Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho.
E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés.
23Trazei um novilho gordo e matai-o.
Vamos fazer um banquete.
24Porque este meu filho estava morto e tornou a viver;
estava perdido e foi encontrado'.
E começaram a festa.
25O filho mais velho estava no campo.
Ao voltar, já perto de casa,
ouviu música e barulho de dança.
26Então chamou um dos criados
e perguntou o que estava acontecendo.
27O criado respondeu:
`É teu irmão que voltou.
Teu pai matou o novilho gordo,
porque o recuperou com saúde'.
28Mas ele ficou com raiva e não queria entrar.
O pai, saindo, insistia com ele.
29Ele, porém, respondeu ao pai:
'Eu trabalho para ti há tantos anos,
jamais desobedeci a qualquer ordem tua.
E tu nunca me deste um cabrito
para eu festejar com meus amigos.
30Quando chegou esse teu filho,
que esbanjou teus bens com prostitutas,
matas para ele o novilho cevado'.
31Então o pai lhe disse:
`Filho, tu estás sempre comigo,
e tudo o que é meu é teu.
32Mas era preciso festejar e alegrar-nos,
porque este teu irmão estava morto e tornou a viver;
estava perdido, e foi encontrado'.'
Palavra da Salvação.

O tema central da liturgia de hoje é a misericórdia.  Na primeira leitura,  Deus atende ao pedido de Moisés  e desiste da decisão de punir o seu povo que havia construído um bezerro de metal fundido, e inclinaram-se em adoração diante dele oferecendo-lhe sacrifícios.

Mas Moisés, intercede pelo seu povo que deixou o Pai de lado  estava indo atrás de ídolos.
Podemos notar que desde tempos antigos, o povo era infiel. A infidelidade não coisa somente daqueles tempos, mais também dos  nossos dias. A leitura deste trecho do Êxodo nos revela um lado interessante de Deus. O seu  lado humano. Ele fica muito chateado com o seu povo. A sua ira é tamanha que ele quer castigá-los severamente. Porém,  Moisés, com quem ele desabafa, suplica-lhe, intercedendo pelo seu povo, pede que abrande a sua ira. Deus atende a Moisés e muda de opinião e decide perdoar o povo, em consideração ao seu servo fiel, (Moisés).
            Quantos ídolos temos hoje sendo adorados pelo povo de Deus!  O celular, o computador, o videogame, o prazer, a embriagues, as compras no shopping, etc.  Levamos a nossa vida praticando idolatria, e nos esquecemos, ou não sobra nenhum tempo para  adorar o nosso verdadeiro Deus!  O bezerro de metal representa para nós hoje,  o deus do dinheiro, que muita gente acaba idolatrando. Quanta loucura se faz por causa desse ídolo! Muitos arriscam suas próprias vidas por uma mala cheia de dinheiro. Outros arriscam a sua liberdade, e a segurança dos seus familiares, há outros que arriscam o seu emprego, e outras que expõem sua virgindade e seu corpo em troca de dinheiro.

            Na segunda leitura, Paulo diz a Timóteo que Cristo veio para salvar os pecadores, dos quais ele é o primeiro. Ele  que antes blasfemava, perseguia os cristãos novos e insultava,  encontrou  a misericórdia de Deus, porque agia com a ignorância de quem não tinha fé.
            Pela misericórdia divina, Paulo foi transformado de perseguidor dos cristãos,  anunciador do Evangelho de Jesus Cristo a todos quanto ele os visitava.

EVANGELHO:


Neste Evangelho, Jesus nos apresenta as parábolas: Da moeda,  da ovelha perdida, e  do filho pródigo, nas quais Ele demonstra o quanto Deus é misericordioso.
As ovelhas perdidas representam os jovens que se perderam em caminhos outros, caminhos perigosos, tanto é que volta e meia, vemos os pais enterrando os seus filhos, o que é uma triste realidade dos nossos tempos, pois a lei natural mostra que o certo é que os filhos enterrem os seus pais primeiro.
A liturgia deste domingo nos destaca a misericórdia de Deus.
A propósito, como anda a nossa prática da misericórdia na família e na comunidade? A tarefa missionária do  cristão misericordioso não é simplesmente semear a palavra, e ao mesmo tempo fazer vistas grossas para com as injustiças, como alguns o fazem. É agir com misericórdia é perdoar, acolher, não discriminar nem excluir, mais também é denunciar. Mostrar os defeitos do nosso irmão e perdoar, esquecer, e recomeçar a vida, a amizade de novo. O perdoado também deve mudar de atitude, como fez Paulo.
Caríssimos. Com relação à parábola do filho pródigo, de que lado nós estamos? Sentimo-nos como o filho mais velho, um bom moço, porém ciumento, invejoso? Ou nós somos como o filho mais novo, sem juízo, porém arrependido? Ou ainda, somos como o pai cheio de misericórdia e de compaixão? Quem sou eu? Como sou? Misericordioso, ou invejoso?
A liturgia de hoje também nos leva a refletir sobre como anda a misericórdia na nossa sociedade.
Quais são os atos e obras de misericórdia social para com os pobres, para resgatá-los de sua condição de miséria e condição sub-humana? 
Quais são as propostas para solucionar os graves problemas sociais que assolam o  país? Ou será que continuamos arrogantes e indiferentes ao sofrimento dos excluídos?
Pensemos agora em uma coisa muito triste que anda acontecendo nas nossas famílias. Como nós temos administrado dentro de cada um de nós as dimensões de: Educador, missionário, de mãe ou de pai?  Você é um missionário, pastor do pequeno rebanho familiar, que cuida e, por isso, protege? Pai e mãe que educam com amor exigente, orientando seus filhos sobre as pedras do caminho, ou, alegando não ter mais o controle sobre os seus filhos, os deixa partir sem rumo para a vida do crime? Ou são pais que se apegam tanto a Deus, que suplicam como o fez Moisés, e também depois  se alegram e acolhem de volta os filhos arrependidos, movidos pela força da graça e da misericórdia de Deus, como na parábola do filho pródigo?
Por outro lado, é bom lembrar aqui que nunca devemos abusar da misericórdia de Deus. 
Aquele homem contou para o amigos no bar que havia ficado viúvo, que os filhos estavam todos bem encaminhados, e que ele estava tendo uma aventura muito pecaminosa... Ao contar os detalhes daquela relação, os  amigos ficaram estarrecidos! Disse a ele: E o inferno? Sabe o que ele me respondeu? Não tem problema! Depois é só confessar... 
Muito triste! Aquele homem, que na sua juventude era um santo homem, cantava no coro da igreja, comungava, rezava e seguia os ensinamentos de Cristo, foi ele que  levou seus amigos para a vida da Igreja,  de uma hora para outra ele passou a viver segundo a carne, e o pior, na idade avançada, com a desculpa de que havia ficado viúvo.
Vamos procurar esse nosso amigo e fazer de tudo para trazê-lo de volta, pois ele é uma ovelha que se perdeu. Disse um daqueles referidos amigos do bar.
Abusar da misericórdia de Deus, é pecar de forma planejada, ou seja, pecar pensando em  confessar-se depois. Fazer o mal contando com o perdão de Deus. Desviar do caminho de Deus, dizendo: É só por uns tempos, depois eu volto para Deus... Não tem problema! Depois é só se confessar, como disse aquele homem.
Deus em sua infinita misericórdia, com certeza não vai nos ignorar, principalmente se nos arrependermos de verdade. Porém, precisamos evitar atos de abusos da sua misericórdia.
Como podemos ver, durante a nossa existência, pode acontecer que abandonamos o nosso Deus e fabricamos ídolos e começamos adorá-los...  E as causas dessa debandada da casa do Pai, ou afastamento da presença de Deus, são diversas: Pode ser a idade, alguma decepção ou desgraça que nos acontece, ou pode ser  principalmente a influência daqueles amigos descrentes e indiferentes a Deus.  E isso hoje é o que não falta. Principalmente entre os jovens.
Prezado irmão, prezada irmã. Se você está atravessando uma faze ruim em sua fé, se construiu um ídolo e o colocou no lugar de Deus, e se em vez da sonhada liberdade o que você conseguiu foi mais infelicidade, não desanime. Confie na misericórdia de Deus, procure um sacerdote e ele vai trazer você de volta para Deus, e garanto que será uma volta definitiva. Certamente você nunca mais vai querer pegar a sua parte da herança e sumir no mundo gastando tudo, principalmente a sua saúde.  Você agora está consciente do amor do Pai, consciente de que LONGE DE DEUS A FELICIDADE É FALSA E ACABA NUM PISCAR DE OLHOS!

Vai e faça o mesmo. Um bom domingo. José Salviano



quarta-feira, 2 de maio de 2018

-Jesus promete o Espírito de verdade Jo 16,12-15, José Salviano.


09 de maio – Ano B

Evangelho Jo 16,12-15

-Jesus promete o Espírito de verdade-José Salviano.

Jesus disse aos seus discípulos que Ele ainda tinha muitas coisas a dizer-lhes, porém, eles não iriam entender. Por isso Jesus prometeu mais uma vez enviar o Espírito de verdade, que daria a eles e a nós, o poder de entender e interpretar toda a palavra. O Espírito Santo nos guia em todas as nossas caminhadas, especialmente a caminhada rumo ao anúncio do Evangelho. Ele não falará por si mesmo, mas sim, do que ouviu do Pai. E isso aconteceu e acontece com o Filho.
Desse modo, o Filho e o Espírito de Deus, são os missionários da Trindade Santa. Ambos fazem a vontade do Pai.
Durante todo o seu tempo na Terra, Jesus esteve preocupado em aliviar a dor dos que muito sofrem. Aconselhando-os a buscar em primeiro lugar o Reino de Deus, curando as suas enfermidades. Desse modo, podemos notar que Jesus primeiro vê os nossos sofrimentos, e só depois Ele vê os nossos pecados. Tão grande é a sua misericórdia!
Sua preocupação e sua disposição são mais no sentido de aliviar as nossas dores, mesmo que sejamos pecadores.
Jesus foi aquele grão de mostarda que caindo na terra germinou e produziu muitos frutos pelo mundo inteiro. Jesus deu a sua vida para que tenhamos mais vida. Vida em abundância.
Quanto a nós, só podemos germinar e crescer se doamos a nós mesmo pelo próximo e por Deus. Pelo seu Reino que também é nosso.
Só crescemos de verdade quando damos ao irmão carente o que ele mais necessita: Um bocado de pão, um pouco de comida, algum dinheiro para comprar algum alimento.
Em outras palavras, o nosso crescimento espiritual, está relacionado a nossa caridade. Quando matamos a fome de algum irmão ou irmã, marcamos ponto nos Céus. Quando repartimos o que temos com os miseráveis, estamos construindo um tesouro nos Céus.
O Espírito Santo prometido por Jesus, é aquele que revelará plenamente o mistério de Deus, da Santíssima trindade, o mistério da nossa fé.
Primeiro Deus olha o nosso sofrimento, depois os nossos pecados.  Durante todo o Antigo Testamento, tivemos uma imagem de um Deus ciumento, um Deus que nos castiga.
Muitos pais ainda dizem a suas crianças. Para com isso. Papai do Céu castiga!
Mostramos às vezes aos nossos filhos uma imagem de um Deus severo, tirano, um Deus que castiga. Não é bem assim. Pois nós é que nos castigamos, pelas consequências das nossas escolhas.  Por exemplo: beber faz mal. Muitos bebem em excesso e sofrem as consequências dessa sua escolha.
Certa vez uma mãe estava com os netinhos andando pela rua, e esses faziam muitas birras e malcriações. Então passando por alguns policiais, aquela senhora ameaçou os meninos dizendo: Para com isso, olha ali os policiais. Eles prendem quem desobedece.
Ouvindo aquilo, um dos policiais deu uma bela bronca naquela senhora, pelo fato dela estar mostrando aos seus netinhos, uma imagem falsa da realidade do trabalho da polícia.



Tenha um bom dia. José Salviano.