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quarta-feira, 27 de junho de 2018

OS VERDADEIROS DISCÍPULOS-Adélio



REFLEXÃO DO EVANGELHO DO DIA 28/06/2018
-MATEUS 7,21-29

As palavras do  Evangelho  de hoje marcam  o fim do  Sermão da Montanha. Através delas, Jesus nos exorta à prática de seus ensinamentos. Não é suficiente aceitá-los e concordar  com eles.
    Essa é a atitude de muitos cristãos que, em tempos de crise, levam suas vidas ao desastre, porque são apenas ouvintes e não seguidores do Senhor.
      Ao contrário, os seguidores de Jesus  que não são apenas ouvintes, mas que são firmemente centrados na sua pessoa  sempre têm coragem para superar qualquer problema da vida sem, com isso, gerar a sua ruína e sem comprometer o seu destino final.
   Vemos que a comparação que é concluído o sermão da montanha é convite a colocar em prática os ensinamentos de Jesus contidos nesse sermão. O caminho que leva à vida é penoso e difícil, a forma mais segura para não desviar-se dele é fazer a vontade de Deus, expressa nas Palavras de Jesus.
     Quem as ouve e as coloca em prática alicerçou a sua casa sobre a rocha, quem não a faz, permanece na intempérie.
   Meus irmãos : podemos dizer que neste arredondar do discurso de Jesus no Sermão da Montanha,  existe uma clara referência ao dia do juízo, que se apresenta diante de todos como um ato de discernimento entre os que recorrem ao caminho do discípulado, e aqueles que se formam por um caminho mais fácil, entre os quais, era suficiente com a invocação ao Senhor profetizar em seu nome, e aqueles que procuraram cumprir a vontade de Deus.
    Observamos que o evangelista convida a sua comunidade e os cristãos de todos os tempos a enraizarem -se  firmemente no ensinamentos de Jesus e a traduzirem esses ensinamento em ações concretas.
    Vemos  aí  que Jesus termina o discurso do  Sermão da Montanha, a multidão ficou impressionada com a sua doutrina. Com efeito, ele a ensinava como quem tinha autoridade e não como os seus escribas. 

PERMANECEMOS NA SANTA PAZ DE DEUS - Adélio Francisco. 

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(Vídeo) PEDRO E PAULO-ano B- Vera Lúcia

terça-feira, 26 de junho de 2018

SEGUE-ME, Mt 9,9-13, José Salviano


06 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 9,9-13

-SEGUE-ME, Mt 9,9-13, José Salviano



Nós somos doentes, e por isso necessitamos de Jesus. Somos doentes por causa dos nossos pecados. Pois somos fracos e não resistimos como deveríamos, às tentações diárias. Somos fracos e por isso precisamos da força do Alto.
Somos doentes por causa dos nossos vícios e das atrações do mundo que nos arrastam para longe do Pai.
Porém, Este mesmo Pai, vem ao nosso encontro, vem almoçar conosco. Ele vem  comer com os pecadores.  Pois segundo Jesus, são os doentes que necessitam de médico.
Necessitamos que o divino Médico nos cure de todas as nossas fraquezas, de todas as nossas inclinações perversas, de todo o nosso egoísmo.
Peçamos o perdão do Pai, pois somos miseráveis pecadores. Peçamos a força do Alto, para que possamos  sobreviver ao pecado, e um dia estar na Glória Eterna.
A missão de Jesus era de resgatar,  recuperar e salvar o que estava perdido.  Salvar aqueles que viviam no pecado.
Essa deve  ser também o nosso compromisso, a nossa missão.  Precisamos ir até os pecadores, os afastados, os desgarrados.
A pastoral da catequese precisa elaborar um plano para fazer isso. Há um requisito urgente de se providenciar um meio, uma técnica, um “como” fazer isso!
Não se pode mais adiar essa missão.  Uma missão estendida, uma missão nova, uma missão para salvar aqueles que estão longe do plano de Deus. 
E como fazer isso?   É preciso sentar e conversar.  É preciso se reunir na presença do Espírito de Deus, e de mãos dadas, rezar com fé, pedindo a iluminação do Alto. Pois Sem mim nada podeis fazer. Ele disse.
Mateus foi um exemplo do que Jesus disse. De pecador, Mateus passou a ser um pregador. Um anunciador da Boa Nova.
O mesmo aconteceu com Saulo, que se transformou em Paulo, o mais forte, dedicado e eloquente apóstolo da Igreja.
Sim, meus irmãos e irmãs. Nós estamos muito doentes. Necessitamos do Médico que nos cure urgentemente, e que nos dê forças para não pecar mais, e para sair em campo para anunciar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Precisamos sair do nosso comodismo, da nossa zona de conforto, e nos dirigir aos demais pecadores, para levar até eles a Luz que cura! A Luz que liberta de todos os males da alma e do nosso corpo. A Luz que nos transforma de pecadores, em pregadores do Evangelho.

Tenha um bom dia. José Salviano.


PECADOR PÚBLICO Mt 9,9-13 Canção Nova


07 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 9,9-13


O Evangelho de hoje nos fala sobre a vocação de Mateus, ou seja, sobre Jesus que o chama para ser seu discípulo. Precisamos perceber que Jesus chama um pecador público. Isto era algo de extraordinário. Mas, o que significa esta expressão “pecador público“? Significa que alguém era considerado publicamente pecador, pois todos conheciam a sua conduta de pecado.
Os capítulos depois do Sermão da Montanha, ou seja, os capítulos 8 e 9, narram a atividade de Jesus. Diríamos assim que se trata do programa de vida que proclamou no Sermão da Montanha como felicidade e paz para o povo é o que ele realiza com suas atitudes e obras. Dessa maneira, Mateus apresenta a atividade messiânica de Jesus no seio de seu povo. No meio desta atividade está situado o texto que a Igreja nos oferece para refletir neste dia. Cabe-nos perguntar por que o evangelista situa o chamado de Levi neste momento de sua narrativa.
Talvez a resposta esteja no último versículo que hoje lemos: Aprendam, pois, o que significa: ‘Eu quero a misericórdia e não o sacrifício’. Porque eu não vim para chamar justos e sim pecadores, ou seja, o evangelista acha necessário esclarecer que o centro da missão do Messias é buscar o que estava perdido, curar os doentes, libertar os cativos, proclamar o ano de graça de misericórdia do Senhor! (Lc 4, 18-19).
Este é o reino que Jesus vem inaugurar e comunicar com sua vida, morte e ressurreição. E para ser partícipes e, mais ainda, colaboradores na expansão deste reino, todos(as), sem exceção, são convidados de uma maneira ternamente pessoal, rompendo qualquer norma ou preconceito que deixe alguém fora do âmbito deste reino.
Se olharmos agora para Levi, cobrador de impostos, é, sem dúvida, uma das pessoas que na época de Jesus sofriam a exclusão. Não eram queridos pelo povo por causa de seu trabalho ganancioso. Eram considerados impuros por parte das autoridades religiosas judaicas, e para o império romano não eram mais que um dos últimos degraus na escada da opressão que exerciam sobre o povo.  Por essa razão, é escandaloso para os judeus e também para os discípulos de Jesus, que ele chame Mateus para ser seu seguidor! E, como se isso não bastasse, vai à sua casa e se senta à sua mesa.
Se considerarmos a casa como símbolo da história da pessoa, e partilharmos sua mesa assim como a sua intimidade, podemos entender que o evangelista está mostrando que Jesus, quando chama Mateus, o faz dentro de sua própria história com suas luzes e sombras. A resposta que Jesus dá aos fariseus revela seu conhecimento da vida de Mateus, que o faz “merecedor” de uma atenção privilegiada por parte dele: As pessoas que têm saúde não precisam de médico, mas só as que estão doentes.
Esta maneira de olhar que Jesus tem é, por assim dizê-lo, revolucionária porque está carregada de compaixão e misericórdia. Por isso, não julga nem condena o cobrador de impostos, antes é capaz, sendo conhecedor de sua fraqueza e também de seus erros, de convidá-lo para uma vida diferente que brota da amizade com Ele.
E aqui podemos nos lembrar das palavras do Evangelho de João, quando Jesus fala da amizade: ”eu chamo vocês de amigos, porque eu comuniquei a vocês tudo o que o ouvi de meu Pai” (Jo15,15b).
O Evangelho de hoje nos diz que Jesus viu primeiro. Referindo-se a Mateus, é vê-lo na sua situação cotidiana: Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado na coletoria de impostos. Mas o olhar de Jesus é capaz de ir além do que um simples olhar enxerga de um judeu cobrador de impostos. Ele reconhece em Mateus um filho muito querido de Deus, e isso é o que Ele comunica primeiro para o cobrador de impostos. Seu olhar sobre Mateus está carregado da ternura e misericórdia de Deus Pai-Mãe, que cura as feridas e perdoa os pecados, amando-o incondicionalmente.
Mas Jesus continua e diz para ele: “Segue-me!”. Abre-se diante de Mateus a possibilidade de um caminho novo, impensável até esse momento. É convidado a deixar de ser uma engrenagem do império opressor, para passar a ser íntimo colaborador na construção de um reino de liberdade, justiça e solidariedade.
Deixemos que Jesus passe e nos olhe no nosso dia-a-dia e, como Mateus, tenhamos a coragem de acolher esse olhar e a proposta que dele brota. Sem dúvida, nossa vida passará a ser diferente e poderemos também ser parte deste círculo aberto, inclusivo e integrador de amigos e amigas de Jesus que continuam lutando pela sua mesma paixão: o ser humano e a casa em que ele habita!
Pai, coloca-me sempre junto àqueles que mais carecem de tua salvação, e liberta-me de toda espécie de preconceitos que contaminam o meu coração.


-PEGA TUA CAMA E VAI EMBORA Mt 9,1-8-José Salviano


05 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 9,1-8


Conhecemos quem é realmente  nosso amigo nas horas difíceis. Na hora da doença, na hora do desemprego, na hora que a nossa casa pega fogo.
São os amigos de verdade que vêm nos ajudar. Aqueles amigos e amigas de sorriso largo, “sartam de banda”, disfarçam, e nos deixam na mão quando precisamos de ajuda.
Aqueles amigos levaram os paralítico até Jesus.
Os nossos melhores amigos são aqueles que nos levam a Deus. Aqueles que nos levam para a missa, para a catequese, para o encontro de jovens, de casal, etc.
Os amigos daquele homem tinham muita fé, além de muita boa vontade, ou seja, muita caridade.
Não podemos abandonar os nossos amigos na hora da doença. Na hora em que eles mais necessitam de uma ajuda. Devemos pensar que ajudando a um amigo, ou mesmo a um estranho, é a Jesus que estamos ajudando. Além do que, um dia nós também podemos estar necessitando de uma ajuda.
Jesus nos cura da pior doença que é o pecado. E faz isso por meio da pessoa do sacerdote. Busquemos a ajuda e o perdão que o Senhor nos disponibilizou por meio da Igreja.
Levanta, pega tua cama e vai para casa.
Quando saímos da Igreja, depois de perdoados, quando saímos da missa, nós vamos para casa. Vamos levar Jesus para a nossa família. Para que a paz de Jesus reine no meio de nós, para que levemos aos nossos familiares, a luz de Jesus.
Hoje podemos nos perguntar: Qual é a minha paralisia? Qual é a sua paralisia? Qual é a nossa paralisia?
O paralítico não andava. Também nós não podemos andar em direção ao irmão carente, em direção a Deus. Somos como que paralíticos quando se trata de fazer uma caridade. Somos como paralíticos quando se trata de irmos à missa, de irmos ao encontro de Deus.
Teus pecados estão perdoados.
No tempo de Jesus, a doença era considerada um castigo associado aos pecados da pessoa e representava uma impureza. É por isso que Jesus primeiro perdoa os pecados daquele homem, para depois então curá-lo. Ele fica admirado pela fé tanto do paralítico como também do grupo que o carregava, e diz-lhe que os seus pecados estão perdoados. Primeiro Ele faz uma purificação, para que, segundo a Lei, o paralítico mereça ser curado. Isso, porque Jesus respeitava a Lei e os costumes ou a cultura daquele povo.  
Os fariseus e mestres da Lei acusaram-no de blasfêmia, porque só Deus tinha o poder de perdoar os pecados segundo a Lei vigente . Por isso eles pretendiam condená-lo.  A cura do paralítico é sinal do poder de Jesus, do  perdão dos pecados, que é fruto do seu amor misericordioso.
Reparem que os líderes judaicos não pronunciaram nenhuma palavra.  Eles somente pensaram. Mas como Jesus é Deus, Ele viu ou ouviu os seus pensamentos.
" Jesus, penetrando-lhes os pensamentos, perguntou-lhes: "Por que pensais mal...?"
"Para que saibais que o Filho do Homem tem na terra o poder de perdoar os pecados: Levanta-te - disse ele ao paralítico - toma a tua maca e volta para tua casa."
Neste Evangelho Jesus demonstra o seu poder de cura, o poder de estar vendo os nossos pensamentos, e  repreende os fariseus por terem feito um julgamento. 
"Quem ele pensa que é, para perdoar pecados?"   Essa é uma atitude típica de quem está com ciúmes, com inveja de outra pessoa de igual categoria, ou do seu nível, por ela estar fazendo uma coisa que nós gostaríamos de estar fazendo em seu lugar, como às vezes acontece na própria paróquia.
Eu entro na igreja e lá no altar está um colega fazendo a celebração. Qual é a minha atitude? Ei! Por que eu não estou lá? Por que eu não posso fazer celebração também? Quem ele pensa que é para fazer celebração?  Infelizmente existem ciúmes e inveja até nos lugares mais santos, porque somos pessoas pecadoras. E isso, às vezes, atrapalha, emperra o bom andamento das pastorais, e da evangelização.
Quanto a Jesus ver ou ouvir os nossos pensamentos, precisamos tomar mais cuidado, pois estamos pecando direto por pensamentos.


Tenha um bom dia. José Salviano.

Jesus e o paralítico Mt 9,1-8 – Canção Nova


05 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 9,1-8




A cura do paralítico nos é contada também pelos evangelistas Marcos (2,1-12) e Lucas (5,17-26). Marcos apresenta a história do paralítico com mais particularidades. Nos diz que os portadores do leito sobre o qual jazia o paralítico, não podendo apresentar o doente a Jesus por causa da multidão.
São todos particulares que não pertencem à historia em si, mas ao modo de apresentá-la. Na sua versão, Mateus estiliza a cena reduzindo-a ao essencial, omitindo todos os particulares. A chave para descobrir a intenção de Mateus está nas palavras de Jesus: Vendo a fé daquela gente, Jesus disse ao paralítico: Meu filho, coragem! Teus pecados te são perdoados.
Neste texto, Mateus quer afirmar que Jesus tem o poder de perdoar os pecados. A cura do paralítico comprova esse poder. Além de ter o poder de perdoar os pecados, Jesus demonstra que tem um poder mais forte, que é aquele de penetrar os pensamentos dos escribas, sem que alguém lhe contasse, e disse-lhes: Por que pensais mal em vossos corações?
Por sua vez, Jesus, possui um conhecimento sobre-humano, sobrenatural, doado-lhe pelo Espírito Santo. Em outros momentos Jesus dirá: Vocês vêem as aparências. Eu vejo o coração. Este conhecimento sobrenatural de Jesus demonstra que Ele tem também uma dignidade única e que justifica o seu poder também único, aquele de perdoar os pecados.
Quando Jesus quer demonstrar que tem o poder sobre o pecado, o paralítico passa em segundo plano, como se não interessasse mais o paralítico curado, e sim para que saibais que o Filho do homem tem o poder de perdoar os pecados.
A razão da cura do paralítico que ouviu as palavras de Jesus levanta-te… toma a maca e volta para tua casa, é demonstrar a saúde eterna; o perdão dos pecados é mais importante do que a saúde do corpo.
Mateus, além de demonstrar o poder de Jesus, quer realçar a fé daquela multidão que se aproximou de Jesus, atraída a Ele justamente por causa deste poder. Fé tão grande que venceu todas as dificuldades. Fé que é confiança ilimitada no poder de Jesus, posto a serviço do ser humano.
Por fim, Mateus, depois de nos contar a cura e o perdão dos pecados do paralítico, nos fala daquela multidão que, diante deste milagre de Jesus, ficou com medo, glorificou a Deus por ter dado tal poder aos homens.
O poder de Jesus de perdoar os pecados foi passado aos seus discípulos-apóstolos, quando ao ressuscitar dos mortos e aparecendo-lhes, disse-lhes: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós”. Depois destas palavras, soprou sobre eles dizendo-lhes: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; aqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (João 20, 21-23).
Antes Pedro, à pergunta de Jesus: “No dizer do povo, quem é o Filho do homem?” E aos seus discípulos: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Respondeu: “Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo”. E Jesus disse a Pedro: Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus: Tudo o que ligares na Terra, será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra, será desligado nos céus (Mt16,13-19).
Portanto, a Igreja de Cristo e na Igreja os homens escolhidos por Cristo, têm a missão de administrar o sacramento do perdão. Não são eles que perdoam. Mas é Cristo que o faz na pessoa do Sacerdote. Este poder de perdoar os pecados é inseparável da pessoa de Cristo e da Sua Igreja, Uma, Santa Católica e Apostólica.
Pai, que minha fé ilimitada em teu Filho Jesus seja penhor de perdão e cura. Que o poder de Jesus me cure a partir do meu interior.

Os demônios que entraram nos porcos-José Salviano


04 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 8,28.34





Jesus causou um grande prejuízo aos criadores de porcos. Por isso, eles o convidaram a se retirar imediatamente daquela região.
Tem gente que prefere os porcos que a Jesus. Tem gente que prefere o lucro, a riqueza, do que viver na amizade com Jesus, do que seguir os seus ensinamentos.
Os próprios demônios reconheceram a Jesus. E eles eram realmente demônios. Dizemos isso por que muitas das expulsões de demônios que Jesus teria feito, não foram, na realidade, demônios, mas sim, doenças, principalmente epilepsia, que fazia as pessoas se baterem, se jogar no chão.
Naqueles tempos, o povo acreditava que as doenças eram causadas pelos pecados, e pela ação ou possessão do demônio. E Jesus, respeitava os valores populares, dizendo que iria expulsar os demônios da pessoa doente.  
Porém, os demônios do cemitério eram realmente demônios, eram diabos propriamente ditos.
E eles reconheceram que Jesus era o Filho de Deus. Mas aquilo não foi necessariamente uma profissão de fé. Foi um reconhecimento apenas.
Por falar nisso, é bom lembrar aqui que o diabo também acredita em Deus, e em Jesus. Só que ele, não pratica a palavra de Deus. Muito pelo contrário, o diabo faz tudo ao contrário.
Quem vive dizendo que acredita, e até bate no peito, mas não pratica a palavra do Evangelho, está igual ao diabo. Pois não basta dizer que acredita. A FÉ DEVE SER ACOMPANHADA DA PRÁTICA.
A fé sem obras, é nada. É uma fé morta.
Viu o que os demônios fizeram com os porcos?  O diabo também pode destruir a nossa vida.
Exemplos: Certo homem próspero, tinha uma loja que lhe rendia um bom dinheiro. De um dia para outro, ele começou a frequentar o centro de macumba. No começo, parecia tudo alegria. Ele e sua família, tiveram a ilusão de que fizeram a melhor escolha. Depois de um ano, sua vida começou a desandar. Seu comércio foi assaltado 4 vezes, os negócios começaram a ir mal, tudo foi por água a baixo, até que ele e sua família se viram na miséria.
Outro homem, conheceu uma senhora macumbeira e começou a seguir seus passos. Do mesmo jeito que o exemplo anterior, no início tudo lhe parecia ir muito bem. Depois de um certo tempo, ficou desempregado, a situação financeira  estava mal, não se alimentava direito, a sua esposa começou a trabalhar para ajudar na economia, mas logo também foi despedida.
Depois ele ficou com câncer, num sofrimento enorme, sem poder trabalhar, pois fazia apenas uns “bicos” para sobreviver...
O demônio nos engana, apresentando uma ilusão que no início parece ser a nossa melhor escolha.
Para nos livrar das artimanhas do diabo, a solução é nos aproximar cada vez mais de Deus, viver o Evangelho com muita oração e Eucaristia.
Assim estaremos protegidos, pois se Deus é por nós, que poderá contra nós?

Tenha um bom dia. José Salviano.


O que queres de nós, vieste para nos perder? Mt 8,28-34-Canção Nova


04 de Julho – Ano B

Evangelho Mt 8,28.34



A Bíblia descreve pelo menos 39 milagres que Jesus realizou durante o Seu Ministério Público, e vários outros milagres com ele, são descritos, como seu nascimento, Transfiguração, Ressurreição e Ascensão. Esta apresentação dá uma sequência cronológica dos Milagres, tal como foi apresentado nos quatro Evangelhos. Cada evento inclui a referência adequada escritural. Além disso, a localização dos eventos é indicada, para melhor seguir as viagens do Senhor, enquanto Ele estava na Terra.
Na época de Jesus, muitas enfermidades internas eram interpretadas como possessões demoníacas. Por isso, para eles, o sinal mais evidente da chegada do Reino era a vitória sobre essas forças do mal que provocava muito sofrimento. Esses demônios faziam o homem escravo e os levavam a viver fora da realidade, como morar em cemitério, ser agressivo, quebrar grilhões e se ferirem.
O endemoniado sabe da origem, do poder e da ação de Jesus. Sabe e conhece os relatos das curas que Cristo realizava, por isso O pergunta: Filho de Deus, o que o Senhor quer de nós? O Senhor veio aqui para nos castigar antes do tempo? Se o Senhor vai nos expulsar, nos mande entrar naqueles porcos!
Em duas palavras: Pois vão! Jesus responde e Suas palavras produzem efeito. O homem fica curado. Jesus ao curá-lo devolve o direito de convívio com a comunidade, realizando assim a chegada do Reino também para quem não acreditava. Assim, se entende que a salvação não é somente para um povo ou uma religião, é para todos. Quanto aos prejuízos causados pela morte dos porcos devido a expulsão dos demônios, quero crer que foi por misericórdia para com os donos desses animais, que Jesus permitira lhes sobreviesse o prejuízo. É que eles se achavam absorvidos em coisas terrestres, e não se importavam com os grandes interesses da vida espiritual. Cristo desejava quebrar o encanto da indiferença egoísta, a fim de lhe poderem aceitar a graça que redime e salva proporcionando-lhes a vida eterna.
E a atitude dos moradores ao expulsarem Jesus da sua região, foi uma recusa total da salvação trazida por Ele. Oxalá, reconhecendo o poder de Jesus, o projeto de vida eterna, na pessoa de Jesus entre nós, cantemos a Deus um hino de louvor e de ação de graças!
Gritarmos, como aqueles dois homens o que o Senhor quer de nós? Só que sem desespero, porque Ele não veio para nos perder, mas para nos ganhar eternamente. Seu projeto é de vida eterna.
Pai coloca-me bem junto de teu Filho Jesus, para que as forças do mal não prevaleçam contra mim nem me mantenham prisioneiro de seu poder opressor.