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terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Vender os bens para desfrutar do reino-Helena Serpa







4 DE MARÇO DE 2019

2ª. FEIRA – OITAVA SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor Verde

1ª. Leitura – Eclo 17, 20-28


Leitura do Livro do Eclesiástico 17,20-28 (Gr 24-29)
20Aos arrependidos Deus concede o caminho de regresso, e conforta aqueles que perderam a esperança, e lhes dá a alegria da verdade. 21Volta ao Senhor e deixa os teus pecados, 2suplica em sua presença e diminui as tuas ofensas.  23Volta ao Altíssimo, desvia-te da injustiça e detesta firmemente a iniquidade. 
24Conhece a justiça e os juízos de Deus e permanece constante no estado em que ele te colocou, e na oração ao Deus altíssimo. 
25Anda na companhia do povo santo, com aqueles, que vivem e proclamam a glória de Deus. 26Nóo te demores no erro dos ímpios, louva a Deus antes da morte; o morto, como quem não existe, já não louva. 27Louva a Deus enquanto vives; glorifica-o enquanto tens vida e saúde. louva a Deus e glorifica-o nas suas misericórdias. 28Quão grande é a misericórdia do Senhor, e o seu perdão para com todos aqueles que a ele convertem!
Palavra do Senhor.

Reflexão – “louvar a Deus enquanto temos vida”
A mensagem desta leitura é, para nós, um verdadeiro apelo ao arrependimento e a conversão, nos motivando a alimentar em nós a esperança de regressar a Deus a fim de que possamos viver a alegria da Sua justiça. “Aos arrependidos Deus concede o caminho de regresso”, diz o autor do Eclesiástico. Quem se arrepende encontra o caminho de volta para casa e o conforto da esperança. Voltar para o Senhor é desprezar o pecado para permanecer no estado de justiça, isto é, daquilo que é justo aos olhos de Deus. Andar na companhia do povo santo é acompanhar-se com todos aqueles que professam a fé em Jesus Cristo e proclamam a glória de Deus e O têm como Pai. A nós, compete louvar a Deus enquanto temos vida e caminhamos aqui na terra, pois nascemos para esse fim. O erro do ímpio, isto é, do impiedoso, é que ele está sempre às voltas de si mesmo, colocando-se no centro do universo e não sabe reconhecer a grandeza de Deus. Fomos criados para louvar a Deus e glorifica-Lo por todas as coisas e só alcançaremos a felicidade se cumprirmos com a nossa finalidade. Portanto, aproveitemos esse tempo, para arrependidos, voltarmos para o Senhor, reconhecendo a nossa iniquidade e desejando a cada dia mais, a Sua justiça. – Você encontra sentido em louvar a Deus? – Você se sente feliz quando O louva? – É difícil para você fazer isso? – Por que?

Salmo 31, 1-2. 5. 6. 7 (R. 11a)

R. Ó justos, alegrai-vos no Senhor!

1Feliz o homem que foi perdoado *
e cuja falta já foi encoberta!
2Feliz o homem a quem o Senhor
não olha mais como sendo culpado, *
e em cuja alma não há falsidade!R.

5Eu confessei, afinal, meu pecado, *
e minha falta vos fiz conhecer.
Disse: 'Eu irei confessar meu pecado!' *
E perdoastes, Senhor, minha falta.R.

6Todo fiel pode, assim, invocar-vos, *
durante o tempo da angústia e aflição,
porque, ainda que irrompam as águas, *
não poderão atingi-lo jamais.R.

7Sois para mim proteção e refúgio;*
na minha angústia me haveis de salvar,
e envolvereis a minha alma no gozo *
da salvação que me vem só de vós.R.

Reflexão - Todos nós quando recebemos o perdão de Deus nos sentimos felizes e em paz. Quando confessamos o nosso pecado e reconhecemos as nossas faltas, naturalmente a misericórdia do Senhor nos abraça e nos anima. Durante o tempo da angústia e aflição por causa do pecado, é um grande refrigério para a nossa alma o nosso arrependimento sincero.

Evangelho – Mc 10, 17-27


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 10,17-27
Naquele tempo: 17Quando Jesus saiu a caminhar, veio alguém correndo, ajoelhou-se diante dele, e perguntou: 'Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?' 18Jesus disse: 'Por que me chamas de bom?' Só Deus é bom, e mais ninguém. 19Tu conheces os mandamentos: não matarás; não cometerás adultério; não roubarás; não levantarás falso testemunho; não prejudicarás ninguém; honra teu pai e tua mãe!' 20Ele respondeu: 'Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude.' 21Jesus olhou para ele com amor, e disse: 'Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!' 22Mas quando ele ouviu isso, ficou abatido
e foi embora cheio de tristeza, porque era muito rico. 23Jesus então olhou ao redor e disse aos discípulos: 'Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!' 24Os discípulos se admiravam com estas palavras, mas ele disse de novo: 'Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! 25É mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha  do que um rico entrar no Reino de Deus!' 26Eles ficaram muito espantados ao ouvirem isso, e perguntavam uns aos outros: 'Então, quem pode ser salvo?' 27Jesus olhou para eles e disse: 'Para os homens isso é impossível, mas não para Deus.
Para Deus tudo é possível.' Palavra da Salvação.

Reflexão – “vender” os bens para desfrutar do reino”
As inquietações brotam de dentro do nosso coração e é de dentro de nós que parte o apelo de que algo a mais nós precisamos fazer. Por isso, ao aproximar-se de Jesus aquele jovem tinha consciência de que que estava levando uma vida “correta”, procurava seguir os mandamentos, mas mesmo assim, sentia no seu coração que isso era pouco e que algo ainda precisava acontecer. Por isso, ele respondeu: “Mestre, tudo isso tenho observado desde a minha juventude”. Jesus então, sabendo o que se passava no íntimo daquele homem foi em cima da ferida: “Só uma coisa te falta: vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu. Depois vem e segue-me!”  Nós também vivemos uma vida correta, seguindo as regras do jogo, mas sem perceber, nós esperamos que um dia alguma coisa mude na nossa vida. No fundo, nós ansiamos pela hora da graça de Deus, o kairós, um momento de conscientização em que nos decidiremos radicalmente pelo seguimento de Jesus. No entanto, apesar de desejarmos, como aquele homem, nós também não queremos nos apartar dos “nossos bens”, que são a nossa vontade própria, o nosso orgulho, o nosso amor próprio, a nossa privacidade, o nosso dinheiro, os bens materiais que possuímos e nos enchemos de tristeza com a proposta de Jesus. Jesus sabe o quão difícil é para nós seguir o Seu conselho, mas também sabe que só seremos completamente livres e felizes se fizermos o que Ele nos propõe. É difícil um rico entrar no reino dos céus, porque o reino pertence àqueles que estão livres dos apegos mundanos e quanto mais bens nós possuímos mais difícil será usufruirmos da simplicidade do reino dos céus. No entanto, Jesus nos consola e anima quando diz que “para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível”. Peçamos ao Senhor a graça de conseguirmos “vender” os nossos bens para desfrutar do Seu reino, desde já, no agora da nossa vida. - Você possui muitos bens? – Como você tem viajado, livremente ou absorto com a sua “bagagem”? – O pouco ou muito que você tem atrapalha o seu relacionamento com Deus e com o próximo? – Existe alguma coisa que o seu coração pede para fazer? O quê?

Regra de vida-Helena Serpa



3 DE MARÇO DE 2019

DOMINGO – OITAVA SEMANA DO

TEMPO COMUM
Cor Verde

1ª Leitura - Eclo 27,5-8 (gr.4-7)


Leitura do Livro do Eclesiástico 27,5-8 (gr.4-7)
5Quando a gente sacode a peneira, ficam nela só os refugos;
assim os defeitos de um homem aparecem no seu falar. 6Como o forno prova os vasos do oleiro, assim o homem é provado em sua conversa, 7O fruto revela como foi cultivada a árvore; assim, a palavra mostra o coração do homem. 8Não elogies a ninguém, antes de ouvi-lo falar: pois é no falar que o homem se revela.
Palavra do Senhor.

Reflexão – “a boca fala daquilo que o coração está cheio”
Este trecho do Livro do Eclesiástico nos dá um valioso ensinamento para que tenhamos cuidado com o que falamos e expressamos sem pesar as palavras e refletir sobre o que proferimos. Da mesma forma que a farinha ou o grão, peneirados, deixam somente o que não é útil, assim é a palavra que sai dos nossos lábios inconsequentes; não tem serventia! O autor, então, nos adverte de que o homem é provado pela sua conversa, assim como o fruto revela como a árvore foi cultivada. A palavra mostra o que há dentro do nosso coração e quando dizemos alguma coisa inadvertidamente, sem pensar, e futilmente, nós estamos dando prova de que temos um coração tolo, infantil ou cheio de maldade. A Palavra de Deus nos diz que seremos julgados por toda palavra vã, assim sendo, precisamos sempre refletir primeiro antes de dar qualquer opinião, antes de exaltar alguém ou recrimina-lo, pois, as nossas palavras podem se voltar contra nós mesmos. – Você tem o hábito de falar sem pensar? – Você já pensou que assim fazendo pode ferir alguém? – Quais têm sido as consequências do seu falar? – Você sabe dialogar com serenidade? – Você tem muita facilidade em elogiar as pessoas sem conhece-las? – Qual tem sido o resultado desta sua prática?

Salmo - Sl 91,2-3.13-14.15-16 (R. Cf. 2a)

R. Como é bom agradecermos ao Senhor.

2Como é bom agradecermos ao Senhor*
e cantar salmos de louvor ao Deus Altíssimo!
3Anunciar pela manhã vossa bondade,*
e o vosso amor fiel, a noite inteira.R.

13O justo crescerá como a palmeira,*
florirá igual ao cedro que há no Líbano;
14na casa do Senhor estão plantados,*
nos átrios de meu Deus florescerão.R.

15Mesmo no tempo da velhice darão frutos,*
cheios de seiva e de folhas verdejantes;
16e dirão: 'É justo mesmo o Senhor Deus:*
meu Rochedo, não existe nele o mal!'R.

 

Reflexão – Este salmo nos motiva a cantar louvores ao Deus Altíssimo com gratidão e ao mesmo tempo anunciar a bondade do Senhor em todos os momentos da nossa vida. Na medida em que agradecemos ao Senhor e a Ele prestamos culto,  seremos  também considerados justos e estaremos plantados na casa de Deus. Lá, nós seremos tal qual um jardim florido e aqui, na terra, mesmo no tempo da velhice, daremos frutos. Estas imagens nós as podemos considerar o que acontece na nossa vida de louvor e gratidão a Deus.

 

2ª Leitura - 1Cor 15,54-58


Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 15,54-58
Irmãos: 54Quando este ser corruptível estiver vestido de incorruptibilidade e este ser mortal estiver vestido de imortalidade, então estará cumprida a palavra da Escritura:
'A morte foi tragada pela vitória. 55Ó morte, onde está a tua vitória? Onde está o teu aguilhão?' 56O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a Lei. 57Graças sejam dadas a Deus
que nos dá a vitória pelo Senhor nosso, Jesus Cristo. 58Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e inabaláveis, empenhando-vos cada vez mais na obra do Senhor, certos de que vossas fadigas não são em vão, no Senhor. Palavra do Senhor.

Reflexão – São Paulo nos motiva e dá alento para que possamos prosseguir firmes e inabaláveis na nossa caminhada espiritual, até a morte, confiando na Palavra do Senhor que nos afirma: 'A morte foi tragada pela vitória’. Com efeito, todos nós que acreditamos e confiamos na Palavra de Deus não podemos esmorecer diante das intempéries da vida, quando perdemos alguém querido, quando nós mesmos estivermos prestes a enfrentar a morte. Precisamos ter em mente que a morte entrou no mundo por causa do pecado, mas todos nós somos mais do que vencedores, pois Jesus já venceu a morte para nos dar a vida eterna. O nosso corpo corruptível será transformado num corpo incorruptível, isto é, que não mais estará sujeito à morte. Isto é motivo de grande alegria e esperança! – Você tem confiança nestas palavras de São Paulo? – Você se apavora quando alguém a quem ama está enfermo? – Você tem medo da morte? – Você já imaginou como é a vida eterna para a qual fomos criados (as)?
“
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 6,39-45
Naquele tempo: 39Jesus contou uma parábola aos discípulos:
'Pode um cego guiar outro cego? Não cairão os dois num buraco?
40Um discípulo não é maior do que o mestre; todo discípulo bem formado será como o mestre. 41Por que vês tu o cisco no olho do teu irmão, e não percebes a trave que há no teu próprio olho?
42Como podes dizer a teu irmão: irmão, deixa-me tirar o cisco do teu olho, quando tu não vês a trave no teu próprio olho?
Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho, e então poderás enxergar bem para tirar o cisco do olho do teu irmão.
43Não existe árvore boa que dê frutos ruins, nem árvore ruim que dê frutos bons. 44Toda árvore é reconhecida pelos seus frutos.
Não se colhem figos de espinheiros, nem uvas de plantas espinhosas. 45O homem bom tira coisas boas do bom tesouro do seu coração. Mas o homem mau tira coisas más do seu mau tesouro, pois sua boca fala do que o coração está cheio.
Palavra da Salvação.

Reflexão - “regra de vida”
Neste Evangelho, Jesus nos faz recomendações importantíssimas para o nosso crescimento humano e espiritual! Tudo o que desejarmos das pessoas com quem nos relacionamos deverá ser regra de vida para nós. Somos convidados (as) a nos ajudar mutuamente na caminhada que fazemos em busca da perfeição. A nenhum de nós cabe o papel de “mestre” e de “senhor” da situação, apenas ditando preceitos e normas para que os outros cumpram. É nosso dever, em primeiro lugar, examinar como estamos vivendo e qual o testemunho que estamos oferecendo ao mundo para que as outras pessoas sejam guiadas por nós.  Se não reconhecemos as nossas próprias falhas e não buscamos emendar o que está torto em nós, somos como aquele homem que tem uma trave no olho e nunca poderemos aconselhar, exortar ou admoestar alguém que também é passível de erro. A trave nos nossos olhos nos impede de enxergar as nossas fraquezas e limitações. Para tirá-la, nós precisamos pedir ao Espírito Santo que purifique os nossos pensamentos, sentimentos e as nossas atitudes. Do contrário, Jesus nos lembra, nós poderemos cair no barranco e levar muita gente conosco. Porque não fazemos isso, é que muitos se decepcionam conosco e têm a sua fé enfraquecida se afastando do convívio da Comunidade e culpando a Deus pelas nossas incoerências. Isto para nós será uma regra de vida, pois, somente assim poderemos nos assemelhar a uma árvore que dá, verdadeiramente, bons frutos ou como um homem bom que tira coisas boas do bom tesouro do seu coração. Enquanto ainda é tempo, urgentemente, precisamos repensar nossa maneira de ser e de viver. Precisamos mostrar ao mundo as coisas boas que existem no nosso coração! -  Você é responsável na condução de alguém? – Como pessoa comprometida você tem conseguido ser um exemplo a ser seguido? – Ou você é daqueles que dizem “façam o que digo e não faça o que eu faço”? – Você tem sido uma árvore boa ou má? – O que está no seu coração?

Ser como criança é ser pequenino-Helena Serpa


2 DE MARÇO DE 2019

SÁBADO – 7ª. SEMANA DO

 TEMPO COMUM
Cor Verde

1ª. Leitura – Eclo 17, 1-13

 

Leitura do Livro do Eclesiástico 17,1-13 (Gr.1-15)
1Da terra Deus criou o homem, e o formou à sua imagem. 2E à terra o faz voltar novamente, embora o tenha revestido de poder, semelhante ao seu. 3Concedeu-lhe dias contados e tempo determinado, deu-lhe autoridade sobre tudo o que está sobre a terra. 4Em todo ser vivo infundiu o temor do homem, fazendo-o dominar sobre as feras e os pássaros. 5Deu aos homens discernimento, língua, olhos, ouvidos, e um coração para pensar;
encheu-os de inteligência e de sabedoria. 6Deu-lhes ainda a ciência do espírito, encheu o seu coração de bom senso e mostrou-lhes o bem e o mal. 7Infundiu o seu temor em seus corações, mostrando-lhes as grandezas de suas obras. 8Concedeu-lhes que se gloriassem de suas maravilhas, louvassem o seu Nome santo e proclamassem as grandezas de suas obras. 9Concedeu-lhes ainda a instrução e entregou-lhes por herança a lei da vida. 10Firmou com eles uma aliança eterna e mostrou-lhes sua justiça e seus julgamentos. 11Seus olhos viram as grandezas da sua glória
e seus ouvidos ouviram a glória da sua voz. Ele lhes disse: 'Tomai cuidado com tudo o que é injusto!' 12E a cada um deu  mandamentos em relação ao seu próximo. 13Os caminhos dos homens estão sempre diante do Senhor e não podem ficar ocultos a seus olhos. Palavra do Senhor.


Reflexão – “o domínio do homem sobre a criação”
Por meio desta leitura nós observamos que o homem, criado do nada, à imagem e semelhança de Deus que é o princípio e o fim de todas as coisas, é limitado, pequeno e incapaz por si mesmo, mas traz em si um desígnio, que, dependendo do seu consentimento, fá-lo-á viver em plenitude o propósito do Criador quando lhe soprou o espírito de alma vivente. Só uma profunda reflexão nos fará entender tudo o que Deus colocou à nossa disposição. Deus criou tudo e deu ao homem poder sobre a criação a fim de que desempenhasse a sua missão. Apesar da nossa limitação, nós recebemos de Deus o poder sobre tudo o que existe na terra. Ele nos capacitou com dons naturais e sobrenaturais, quando nos dotou de olhos, língua, ouvidos, boca, braços, pernas, inteligência, coração, mas infundiu em nós a ciência do espírito que é o que nos faz saber distinguir entre o bem e o mal. O mais importante, porém, é percebermos que além de tudo isso, Ele imprimiu nos nossos corações o Seu temor que é o Seu amor, para nos mostrar a grandeza das suas obras e, por isso, O glorificarmos. Se pararmos para refletir sobre isso, iremos chegar à conclusão de que fomos criados para glorificar o Senhor e bendize-Lo pelas maravilhas que Ele realiza a nosso favor, e, ao mesmo tempo, ter o compromisso com o nosso próximo, de canalizar para ele, tudo o que recebemos, tudo o que aprendemos, vimos e o que ouvimos, através do serviço desinteressado. Por meio do Espírito Santo nós recebemos a instrução de Deus para concretizarmos a justiça e preservarmos na aliança eterna firmada com o nosso Criador. Tudo isso, nós vamos perseguindo, na medida em que caminhamos no conhecimento da Sua Palavra, passo a passo, com determinação e persistência. Louvar a Deus e bendize-Lo pelas Suas obras servindo ao próximo, é, portanto, a finalidade para a qual fomos criados.  – Você já encontrou o verdadeiro sentido para a sua vida? – Você se sente “imagem e semelhança” do seu Criador? – Quais são os deveres que você tem com o seu próximo? – Você tem glorificado o Senhor pelas Suas obras?

Salmo 102, 13-14. 15-16. 17-18a (R. Cf. 17)

R. O amor do Senhor por quem o respeita, é de sempre e para sempre

13Como um pai se compadece de seus filhos, *
o Senhor tem compaixão dos que o temem.
14Porque sabe de que barro somos feitos, *
e se lembra que apenas somos pó.R.

15Os dias do homem se parecem com a erva, *
ela floresce como a flor dos verdes campos;
16mas apenas sopra o vento ela se esvai, *
já nem sabemos onde era o seu lugar.R.

17Mas o amor do Senhor Deus por quem o teme *
é de sempre e perdura para sempre;
e também sua justiça se estende *
por gerações até os filhos de seus filhos,
18aaos que guardam fielmente sua Aliança.R.

Reflexão - O salmista pacífica o nosso coração quando nos relembra que, mesmo sendo os maiores pecadores, o Senhor tem compaixão de nós, porque sabe de que barro fomos feitos. Somos como o barro nas mãos do oleiro e se nos deixarmos moldar pelo Seu Amor seremos como crianças modeladas pela sua Justiça que perdura por todas as gerações.

 

 

Evangelho – Mc 10, 13-16


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 10,13-16
Naquele tempo: 13Traziam crianças para que Jesus as tocasse.
Mas os discípulos as repreendiam. 14Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: 'Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais,
porque o Reino de Deus é dos que são como elas. 15Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança,
não entrará nele.' 16Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos. Palavra da Salvação.

Reflexão – “Ser como criança é ser pequenino”
Neste Evangelho Jesus nos mostra como poderemos nos deixar moldar como um vaso nas mãos do oleiro, a fim de fazer com que o reino de Deus aconteça na nossa vida. Assim, sendo, Ele nos revela que a criança deve ser nosso modelo, não na infantilidade, na criancice, mas na entrega, na espera, no abandono e na confiança. Ser como criança é ser pequenino, dependente, confiante, simples, transparente, inocente, espontâneo, dócil e entregue nas mãos daqueles que a conduzem. Quando nós temos a experiência de nos deixarmos à disposição da vontade do Pai que se expressa na Sua Palavra, nós acolhemos todos os atributos que são próprios de uma criança. O reino de Deus é um estado de espírito, é um modo de viver em harmonia com o pensamento de Deus. Por essa razão, a nossa intelectualidade e o nosso querer ser muito esperto (a) e inteligente aos olhos do mundo, barram a nossa disposição de acolher a grande graça de pertencer ao reino dos céus. Portanto, o reino de Deus é dos que se fazem como crianças, por isso, se deixam tocar e ser conduzidos por Jesus e não duvidam, não desconfiam, mas dependem da Sua condução. Entrar no reino de Deus é deixar-se tocar e ser conduzido por Jesus como uma criancinha que não duvida, mas confia e depende totalmente Dele e não precisa mais fazer perguntas, porque já o experimenta. – Você já conseguiu experimentar esse “estado de espírito”? - Como você definiria o reino de Deus que acontece em você? – Você aceita tornar-se como criança para possuir o reino dos céus? – Você se acha muito maduro (a) para isso?    


Deus é quem une o homem e a mulher numa só carne-Helena Serpa



1º DE MARÇO DE 2019

SEXTA-FEIRA - 7ª. SEMANA DO

TEMPO COMUM
Cor Verde

1ª. Leitura – Eclo 6, 5-17

Leitura do Livro do Eclesiástico 6,5-17
5Uma palavra amena multiplica os amigos e acalma os inimigos; uma língua afável multiplica as saudações. 6Sejam numerosos os que te saúdam, mas teus conselheiros, um entre mil. 7Se queres adquirir um amigo, adquire-o na provação; e não te apresses em confiar nele. 8Porque há amigo de ocasião, que não persevera no dia da aflição. 9Há amigo que passa para a inimizade, e que revela as desavenças para te envergonhar. 10Há amigo que é companheiro de mesa e que não persevera no dia da necessidade.
11Quando fores bem-sucedido, ele será como teu igual e, sem cerimônia, dará ordens a teus criados. 12Mas, se fores humilhado, ele estará contra ti e se esconderá da tua presença. 13Afasta-te dos teus inimigos e toma cuidado com os amigos. 14Um amigo fiel é poderosa proteção: quem o encontrou, encontrou um tesouro.
15Ao amigo fiel não há nada que se compare, é um bem inestimável. 16Um amigo fiel é um bálsamo de vida; os que temem o Senhor vão encontrá-lo. 17Quem teme o Senhor, conduz bem a sua amizade: como ele é, tal será o seu amigo.
Palavra do Senhor.

Reflexão – “amizades sinceras, só em Deus!”
A amizade é uma das formas do amor. É uma maneira de expressar o Amor de Deus que há no nosso coração. Os nossos maiores problemas são em vista dos maus relacionamentos que cultivamos, erradamente. Por meio de uma palavra amena, de uma linguagem suave, doce e agradável nós podemos conquistar amizades sinceras. A maneira como falamos revela o sentimento que experimentamos, no entanto, Deus nos dá a graça de saber expressar até a nossa indignação com carinho e doçura. Isso fará toda a diferença até nos momentos decisivos em que temos de nos relacionar com pessoas que têm o pensamento contrário ao nosso. Com mansidão nós podemos conquistar a terra. Todavia, sabemos que nem todas as pessoas serão aqueles amigos fiéis e escolhidos por Deus para nos orientar. Podemos ter milhões de amigos, saudá-los com alegria e carinho, no entanto, nem todos podem ser nosso conselheiro. “Um amigo fiel é poderosa proteção quem o encontra, encontrou um tesouro,” nos diz a Palavra de Deus. Sabemos avaliar isso, quando passamos por momentos de aflição, de carência, de pobreza, de fracasso. Os amigos fiéis nós os adquirimos no temor ao Senhor, quando comungamos do pensamento de Deus e vivemos em unidade com a Sua Palavra e os Seus ensinamentos. Quando não conseguimos que todos sejam nossos amigos e alguns se tornam nossos inimigos, podemos guardar distância deles sem ter necessidade de querer enfrenta-los. Quem ama e respeita os conselhos do Senhor sabe conduzir bem as suas amizades e não há que temer aqueles que lhe são contrários.   – Você tem sabido cultivar amizades? – Você costuma abrir o seu coração para toda pessoa a quem considera amigo (a)? – Você sabe ajudar a seus amigos (as) na hora do infortúnio? – Você coloca suas amizades sob o crivo da Palavra de Deus?

Salmo 118, 12. 16. 18. 27. 34. 35 (R. 35a)

R. Guiai-me pela estrada do vosso ensinamento!

12Ó Senhor, vós sois bendito para sempre;*
os vossos mandamentos ensinai-me!R.

16Minha alegria é fazer vossa vontade;*
eu não posso esquecer vossa palavra.R.

18Abri meus olhos, e então contemplarei *
as maravilhas que encerra a vossa lei!R.

27Fazei-me conhecer vossos caminhos, *
e então meditarei vossos prodígios!R.

34Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei, *
e de todo o coração a guardarei.R.

35Guiai meus passos no caminho que traçastes, *
pois só nele encontrarei felicidade.R.

Reflexão - O salmista roga ao Senhor que o faça conhecer a sua vontade para que ela seja poderosa na sua caminhada aqui na terra. Ele ressalta que fazer a vontade do Senhor consiste na sua alegria aqui na terra e que ela se revela por meio da Sua Palavra. Então, ele faz três pedidos importantes ao Senhor: abrir os seus olhos para contemplar as maravilhas da Sua lei; dar-lhe o conhecimento para que ele possa cumprir a Lei de todo o coração e guiar os seus passos no caminho que já lhe foi traçado por Deus, em busca da felicidade.

Evangelho – Mc 10, 1-12

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 10,1-12
Naquele tempo: 1Jesus foi para o território da Judéia,
do outro lado do rio Jordão. As multidões se reuniram de novo, em torno de Jesus. E ele, como de costume, as ensinava. 2Alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Para pô-lo à prova, perguntaram se era permitido ao homem divorciar-se de sua mulher. 3Jesus perguntou: 'O que Moisés vos ordenou?' 4Os fariseus responderam: 'Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e despedi-la'. 5Jesus então disse: 'Foi por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos escreveu este mandamento.
6No entanto, desde o começo da criação, Deus os fez homem e mulher. 7Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e os dois serão uma só carne. 8Assim, já não são dois, mas uma só carne.
9Portanto, o que Deus uniu, o homem não separe!' 10Em casa, os discípulos fizeram, novamente, perguntas sobre o mesmo assunto.
11Jesus respondeu: 'Quem se divorciar de sua mulher e casar com outra, cometerá adultério contra a primeira. 12E se a mulher se divorciar de seu marido e casar com outro, cometerá adultério.'
Palavra da Salvação.

Reflexão - “Deus é quem une o homem e a mulher numa só carne
Diante do que Jesus expõe neste Evangelho nós verificamos que ainda hoje a aliança entre os casais se rompe por causa da dureza dos corações que não se rendem ao Amor e à graça de Deus que se derramam em forma de uma bênção especial no momento que assumem o compromisso um com o outro. A verdadeira aliança se realiza no corpo e no espírito e uma coisa não pode estar dissociada da outra.  Tem que ser em espírito e em verdade e não apenas de fachada e de aparência.   Quem quebra esta aliança está tentando quebrar um elo que Deus fez. Muitos casamentos são falsos aos olhos de Deus, pois Ele conhece as intenções dos corações e percebe os interesses que estão ocultos por detrás do que aparentam. Quando não há sinceridade não há aliança, é fantasia, é utopia. Há que se ter uma formação humana e espiritual aprofundada para que haja uniões lícitas aos olhos de Deus. Precisamos a cada dia nas nossas orações pedir ao Espírito Santo discernimento e sabedoria para fazermos as escolhas que serão abençoadas por Deus. E aos que já se consagraram diante do Altar, também cabe fortalecer esta aliança através de uma renovação constante porque o Senhor, todos os dias, nos dá as graças necessárias. Somente em função de um amor abençoado por Deus, o homem, pode deixar seu pai e sua mãe para unir-se a uma mulher e vice-versa. A aliança é feita nos corações. Deus é quem une o homem e a mulher numa só carne através deste anel. – Como você interpreta essa Palavra? – Ela vai de encontro a sua mentalidade ou você sabe acolher o pensamento do Senhor? -  Peça ao Espírito Santo para clarear as suas ideias! 


“QUEM NÃO É CONTRA NÓS É A NOSSO FAVOR.”- Olivia Coutinho


Dia 27 de Fevereiro de 2019

Evangelho de Mc9,38-40

Quanto mais conhecemos os ensinamentos de Jesus, mais temos que nos corrigir, deixando de viver do nosso jeito, para viver do jeito de Dele!
Com sua vida, Jesus nos ensina o caminho que nos leva a felicidade plena, mas quando entramos na onda do mundo, o egoísmo, a vaidade nos pega, ofusca os nossos olhos nos fazendo perder de vista a vereda segura a qual devemos seguir. Esses inimigos nos tiram o horizonte que nos leva a Deus, nos fazem enxergar na nossa pessoa, o nosso suficiente...
O evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir, nos alerta sobre o perigo de fecharmos nas nossas verdades e não vivermos a verdade que é Jesus, o perigo de vivermos uma religião centrada no nosso "eu" sentindo-nos no direito de escolher quem entra e quem deve sair. Essa, é uma religião vazia que prega o amor, mas que na prática, não vive este amor!
“Quem não é contra nós é a nosso favor.” Esta foi a resposta de Jesus aos discípulos, que proibiram alguém de fazer o bem, simplesmente pelo fato deste alguém, não pertencer ao grupo deles!
Mesmo tendo deixado tudo para seguir Jesus, os discípulos até então, não haviam entrado na dinâmica do reino, para eles, o seguimento a Jesus, traduzia numa realização pessoal, numa conquista de poder e de grandeza, tanto é, que, logo que eles tomaram conhecimento do destino de Jesus, eles se inquietaram discutindo entre si, qual deles seria o maior, ou seja, quem ocuparia a liderança do grupo, após a morte de Jesus. Jesus censura a mania de grandeza dos discípulos, percebe que eles ainda não falavam a linguagem do amor tão propagada por Ele.
Tomados por uma mentalidade egoística, eles se sentiram incomodados ao constatar que havia outras pessoas, fora do grupo deles, realizando milagres em nome de Jesus!
Jesus não somente os repreendeu como quis também, nos conscientizar, de que a centralidade da fé, está na vivencia do amor, o que independe do grupo ou da religião de quem vive esta dinâmica! No coração de quem ama, não há espaço para o que não é de Deus, como a inveja o ciúme, o egoísmo...
Ninguém pode sentir no direito de impedir alguém de fazer o bem. A prática do bem é sinal de amor, ou seja, qualquer atitude que venha fazer o bem, partindo de quem quer que seja, deve ser acolhida por todos.
A nossa preocupação, não deve ser com a nossa promoção pessoal, e sim, com a promoção da vida em geral, no acolhimento a todos com o mesmo amor, ainda que seja pessoas que não façam parte do nosso grupo.

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

"QUE DISCUTÍEIS PELO O CAMINHO?" Olivia Coutinho


Dia 26 de Fevereiro de 2019

Evangelho de Mc9,30-37

Vivemos numa sociedade materialista  que ignora o ser  e que tem parâmetro o ter, uma sociedade fixada na ideia da competitividade que insiste em nos convencer de que o êxito  da vida vem do ter e do  poder.
Contaminados por esta mentalidade contrária ao evangelho, muitos vão desvirtuando dos bens eternos, chegando a assimilar a falta de esperteza, como causa do seu não êxito na vida.

Em meio a tantos adversários do projeto de Deus, Jesus vem nos trazer algo novo, uma proposta de vida nova, que ao contrário do mundo, prioriza o ser!

O evangelho que a liturgia de hoje nos convida a refletir, vem nos alertar sobre um risco que corremos, quando desconectamos de Jesus. Desconectados de Jesus, entramos na onda do mundo, vulneráveis às ciladas preparadas pelo o inimigo, que insiste em nos convencer, de que a palavra de Deus está ultrapassada. 

O texto começa dizendo, que Jesus e seus discípulos, atravessavam a Galileia. Era o momento que Jesus aproveitava, para ensinar os discípulos. 

A sós, afastados das multidões, os discípulos conseguiam absorver melhor os ensinamentos de Jesus. E para Jesus, era  importante prepara-los  bem, afinal,  seriam eles, os continuadores  da sua missão aqui na terra.

Conhecedor das fraquezas humanas, Jesus alertava  os discípulos,  quanto ao perigo deles se deixarem levar pela autossuficiência, pela a vaidade e assim, pôr a perder o projeto de Deus, que deveria começar a se desenvolver no mundo, através deles.

Os discípulos tinham muitas dificuldades em entender o messianismo de Jesus e mais dificuldades eles  tiveram, quando Ele fala sobre o desfecho de sua trajetória terrena, da sua morte de cruz, faltava-lhes ainda, uma sintonia mais profunda com Jesus.
Mesmo estando juntos com o Mestre, os discípulos, até então, não haviam entrado na dinâmica do Reino, continuavam presos a mentalidade do mundo. Enquanto Jesus falava de sua morte e ressurreição, eles estavam em outra sintonia, estavam preocupados em se autopromoverem, querendo saber quem seria o maior entre eles, ou seja, quem ocuparia o lugar de Jesus, após a sua morte.
“Se alguém quiser ser o primeiro, seja o último, aquele que serve a todos” Com essas palavras, Jesus alerta os discípulos e hoje a nós, sobre a importância deles se esvaziarem de si mesmos, para se tornarem servos de Deus! E para mostrar o modelo de grandeza que agrada a Deus, Jesus  toma consigo uma criança e a coloca no meio deles dizendo: “Quem acolher em meu nome uma destas crianças, estará acolhendo a mim mesmo
Naquele momento, Jesus convidou os discípulos e também a nós,  a despirmos do nosso orgulho da nossa vaidade, da nossa mania de grandeza, para nos tornarmos puros como uma criança.
A criança que Jesus colocou no meio dos discípulos, representa todos os que têm um coração puro, um coração que não guarda rancores, um coração isento de maldades. A criança é o símbolo da pureza e da simplicidade... 
As palavras de Jesus  devem servir de alerta para todos nós, principalmente para quem exerce cargos de lideranças. Precisamos eliminar tudo o que nos distancia do projeto de Deus, desapegar das coisas do mundo, para nos tornarmos dependentes do Pai, assim como a criança é dependente dos seus pais!
A nossa preocupação primeira, não deve ser com a nossa promoção pessoal e sim, com a promoção da vida em a sua dimensão.
A chave que abre a porta do céu para nós, está nas mãos dos  pequenos, não somente as crianças, mas todos aqueles que estão às margens desta sociedade. Estes, que são os últimos aos olhos do mundo, são os primeiros aos olhos de Deus, estando do lado deles, estamos juntos de Deus!
Em sua permanência física aqui na terra, Jesus nos deixou um grande exemplo de humildade; mesmo sendo o Filho de Deus, Ele se fez pequeno.  A grandeza de Jesus,  estava em sentir-se Filho, um  Filho totalmente dependente do Pai! 
Coloquemos este exemplo no nosso viver e com certeza seremos muito felizes.

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
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