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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Dar de coração-Helena Serpa



11 DE NOVEMBRO DE 2018

 

DOMINGO DA TRIGÉSIMA SEGUNDA SEMANA

 

DO TEMPO COMUM


Cor Verde

1ª. Leitura – I Rs 17, 10-16


Leitura do Primeiro Livro dos Reis 17,10-16
Naqueles dias: 10Elias pôs-se a caminho e foi para Sarepta. Ao chegar à porta da cidade, viu uma viúva apanhando lenha. Ele chamou-a e disse: 'Por favor, traze-me um pouco de água numa vasilha para eu beber'. 11Quando ela ia buscar água, Elias gritou-lhe: 'Por favor, traze-me também um pedaço de pão em tua mão'. 
12Ela respondeu: 'Pela vida do Senhor, teu Deus, não tenho pão. Só tenho um punhado de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na jarra. Eu estava apanhando dois pedaços de lenha, a fim de preparar esse resto para mim e meu filho, para comermos e depois esperar a morte'. 13Elias replicou-lhe: 'Não te preocupes! Vai e faze como disseste. Mas, primeiro, prepara-me com isso um pãozinho, e traze-o. Depois farás o mesmo para ti e teu filho. 
14Porque assim fala o Senhor, Deus de Israel: 'A vasilha de farinha não acabará e a jarra de azeite não diminuirá, até ao dia em que o Senhor enviar a chuva sobre a face da terra' '. 15A mulher foi e fez como Elias lhe tenha dito. E comeram, ele e ela e sua casa, durante muito tempo. 16A farinha da vasilha não acabou nem diminuiu o óleo da jarra, conforme o que o Senhor tinha dito por intermédio de Elias. Palavra do Senhor.



Reflexão – “confiantes na providência de Deus”
Todo o bem que fizermos em Nome de Deus confiando na Sua assistência se converterá em bênçãos e graças para nós. Como a leitura nos sugere o Senhor está sempre atento às necessidades de todos nós, Seus filhos e filhas que aqui estamos confiando na Sua Providência. Assim sendo, mesmo que tenhamos muito pouco ou quase nada, Ele multiplicará o mínimo que possuímos e colocamos generosamente em Suas Mãos para que possamos servir aos seus filhos, nossos irmãos. “A vasilha de farinha não acabará e a jarra de azeite não diminuirá”! É esta a certeza que têm todos os que se considerarem filhos e filhas de Deus! Se fizermos a experiência de colocarmos o pouquinho que nos resta, de fé, de esperança, de alegria, de paciência e serenidade, à disposição dos nossos irmãos, sempre haverá sobra para podermos enfrentar as horas em que estivermos também necessitados. A farinha e o azeite que foram usados para alimentar Elias abundaram em alimento que nunca desapareceu da vasilha. É assim que temos de encarar as nossas carências! Confiando em Deus e a Ele nos entregando.  – Você já aprendeu a colocar à disposição dos filhos de Deus o pouco que você tem? – Você se acha muito pobre para ajudar a alguém que precisa igual a você? – Você já experimentou dar a alguém o último centavo, em nome de Deus?

Salmo 145,7.8-9a.9bc-10 (R.1)

R. Bendize, minh' alma, bendize ao Senhor!
Ou R. Aleluia, Aleluia, Aleluia.

7O Senhor é fiel para sempre,*
faz justiça aos que são oprimidos;
ele dá alimento aos famintos,*
é o Senhor quem liberta os cativos.R.

8O Senhor abre os olhos aos cegos*
o Senhor faz erguer-se o caído;
o Senhor ama aquele que é justo*
9aÉ o Senhor quem protege o estrangeiro.R.

9bcEle ampara a viúva e o órfão*
mas confunde os caminhos dos maus.
10O Senhor reinará para sempre!
Ó Sião, o teu Deus reinará*
para sempre e por todos os séculos!R.

Reflexão - O salmo vem confirmar o que fala a 1ª leitura: “O Senhor é fiel para sempre...ele dá alimento aos famintos...” Esta é a obra que o Senhor faz aos seus filhos: alimenta, abre os olhos, ergue protege, ampara, a todos aqueles que se voltam para Ele e Nele esperam. Porém, o caminho daqueles que não o buscam, não o procuram é confuso e perigoso. Que estejamos sempre confiantes na fidelidade do Senhor e entreguemos a Ele o nosso caminho, assim teremos toda a Sai assistência, teremos tudo o de que precisamos.

2ª. Leitura – Hb 9, 24-28


Leitura da Carta aos Hebreus 9,24-28
24Cristo não entrou num santuário feito por mão humana,
imagem do verdadeiro, mas no próprio céu, a fim de comparecer, agora, na presença de Deus, em nosso favor. 25E não foi para se oferecer a si muitas vezes, como o sumo sacerdote que, cada ano,
entra no Santuário com sangue alheio. 26Porque, se assim fosse,
deveria ter sofrido muitas vezes, desde a fundação do mundo.
Mas foi agora, na plenitude dos tempos, que, uma vez por todas, ele se manifestou para destruir o pecado pelo sacrifício de si mesmo. 27O destino de todo homem é morrer uma só vez,
e depois vem o julgamento. 28Do mesmo modo, também Cristo,
oferecido uma vez por todas, para tirar os pecados da multidão,
aparecerá uma segunda vez, fora do pecado, para salvar aqueles que o esperam. Palavra do Senhor.

Reflexão – “o homem morre uma só vez”
Conforme a carta dos Hebreus nós podemos nos conscientizar da importância que temos de dar à nossa existência aqui na terra, pois uma vez só, viveremos aqui. Assim como Jesus Cristo que    morreu uma só vez para nos abrir as portas do céu, nós também morreremos uma única vez e depois virá o julgamento. Jesus se manifestou ao mundo para destruir o pecado e nos conceder uma vida nova. Portanto, não precisaremos voltar aqui para a terra, como muitas falsas doutrinas pregam, a fim de melhorarmos e nós mesmos e nos salvarmos. Não, Cristo já morreu por nós, já se ofereceu uma só vez. Temos apenas que tomar posse desse direito adquirido para nós por Jesus. O Seu Sangue já nos lavou e não é somente nos santuários feitos por mãos humanos que teremos acesso, mas também um dia no céu, estaremos na presença de Deus, porque assim o esperamos confiantes no nosso Senhor que nos salvou, Jesus Cristo. – Você tem certeza de que já está salvo (a)? – Você acha que já tem um lugar reservado para você perto de Deus? – Você pensa sobre isso? – Qual é a pessoa em quem mais você confia aqui na terra?

 

 

 

Evangelho – Mc 12, 38-44


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 12,38-44
Naquele tempo: 38Jesus dizia, no seu ensinamento a uma grande multidão: 'Tomai cuidado com os doutores da Lei! Eles gostam de andar com roupas vistosas, de ser cumprimentados nas praças públicas; 39gostam das primeiras cadeiras nas sinagogas e dos melhores lugares nos banquetes. 40Eles devoram as casas das viúvas, fingindo fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação'. 41Jesus estava sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão depositava
suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias.
42Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas,
que não valiam quase nada. 43Jesus chamou os discípulos e disse:
'Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que ofereceram esmolas. 44Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver'. Palavra da Salvação.

Reflexão - “dar de coração”
Os doutores da lei se orgulhavam do seu saber e deixavam-se ser notados, reverenciados, incensados. Jesus, então, os criticava, pois também gostavam de ser cumprimentados nas praças públicas e sentar-se nas primeiras cadeiras nas sinagogas e nos melhores lugares nos banquetes. Com isso eles exploravam as pessoas mais humildes principalmente, as viúvas, que eram sinal de humildade, de carência, de solidão.  A crítica de Jesus não se adequa somente à realidade daquele tempo. Hoje também encontramos “doutores da Lei”, que por possuírem muito conhecimento das coisas de Deus, se arvoram de serem “melhores e mais santos” do que os menos aquinhoados.   Com efeito, Jesus nos ensina a termos coerência nas nossas ações e nos motiva a fim de que todas as nossas atitudes estejam ajustadas à nossa verdadeira condição de vida, com a nossa realidade, mas principalmente com a intenção do nosso coração.  E nos dá uma grande lição de coerência quando nos fala da ação da viúva que tomou tudo que possuía e deu como oferta no templo, de forma consciente e de coração. Assim agindo ela doou muito mais do que todos os outros que depositavam grandes quantias no cofre do templo somente porque tinham mais e muito mais ainda lhes sobrava. A coerência que Jesus nos alerta é a de que sejamos justos quando fizermos as nossas ofertas. Dar tudo o que temos é colocar nas mãos do Senhor de coração, o que possuímos, seja muito ou muito pouco. – Você se considera uma pessoa muito importante porque tem conhecimento das coisas de Deus? – Você tem orgulho e gosta de chamar atenção por causa disso? – Como você tem feito as suas ofertas ao Senhor? - Você tem dado as sobras que lhe restam, ou tem tirado do pouco que você tem para viver? - É de coração?

Quem é fiel no pouco, será fiel no muito-Helena Serpa




10 DE NOVEMBRO DE 2018

SÁBADO DA TRIGÉSIMA PRIMEIRA SEMANA

DO TEMPO COMUM


Cor Verde

1ª. Leitura – Fp 4, 10-19


Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses 4,10-19
Irmãos: 10Grande foi minha alegria no Senhor, porque afinal vi florescer vosso afeto por mim. Na verdade estava sempre vivo mas faltava-lhe oportunidade de manifestar-se. 11Não é por  necessidade minha que vos digo, pois aprendi muito bem a contentar-me em qualquer situação. 12Sei viver na miséria e sei viver na abundância. Eu aprendi o segredo de viver em toda e qualquer situação, estando farto ou passando fome, tendo de sobra ou sofrendo necessidade. 13Tudo posso naquele que me dá força. 14No entanto, fizestes bem em compartilhar as minhas dificuldades. 15Filipenses, bem sabeis que, no início da pregação do evangelho, quando parti da Macedônia, nenhuma igreja, a não ser a vossa, se juntou a mim numa relação de crédito.
16Já em Tessalônica, mais de uma vez, me enviastes o que eu precisava. 17Não que eu procure presentes, porém, o que eu busco é o fruto que cresça no vosso crédito. 18Agora, tenho tudo em abundância. Tenho até de sobra, desde que recebi de Epafrodito o vosso donativo, qual perfume suave, sacrifício aceito e agradável a Deus. 19O meu Deus proverá esplendidamente com sua riqueza a todas as vossas necessidades, em Cristo Jesus.
Palavra do Senhor.

Reflexão - “o segredo para viver em qualquer situação”
“Tudo posso naquele que me dá força”!  Com estas palavras São Paulo nos revela o segredo para que vivamos em qualquer situação, enfrentando os desafios, tanto na pobreza, como na abundância. A confiança no poder do Senhor é a chave para que possamos enfrentar todas as instabilidades com as quais nos defrontamos aqui na terra. O Senhor está perto, Ele sabe do que necessitamos e a Sua força nos sustentará em qualquer circunstância. Entretanto, apesar do seu testemunho de que já aprendera a viver contente em qualquer situação de vida, São Paulo se alegrou com a oferta dos filipenses e agradece a manifestação de afeto que eles demonstraram quando o ajudaram financeiramente suprindo as suas necessidades. Recebeu os donativos, “qual perfume suave, sacrifício aceito e agradável a Deus” e elevou uma prece por aqueles que o presenteavam. Compartilhar com as necessidades dos santos é partilhar com o projeto de Deus, por isso, toda oferta que se faz de coração às pessoas que trabalham no serviço de evangelização transforma-se em oração que sobe ao céu como um perfume agradável a Deus. Muitas vezes nós não nos importamos muito com a ajuda que precisamos dar aos sacerdotes e às pessoas consagradas, achando, talvez, que elas não precisam, mas diante de Deus seremos eternos devedores.       – Você, como São Paulo, sabe viver em qualquer situação confiando na providência de Deus? – Você costuma ajudar às obras de evangelização, principalmente aos sacerdotes e pessoas que se dedicam a edificação do reino? – Você tem pago o seu dízimo? – Você tem a consciência tranquila em relação a isso?

Salmo - Sl 111 (112),1-2. 5-6. 8a.9 (R. 1a)

R. Feliz aquele que respeita o Senhor!
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

1Feliz o homem que respeita o Senhor *
e que ama com carinho a sua lei!
2Sua descendência será forte sobre a terra, *
abençoada a geração dos homens retos!R.

5Feliz o homem caridoso e prestativo, *
que resolve seus negócios com justiça.
6Porque jamais vacilará o homem reto, *
sua lembrança permanece eternamente!R.

8Seu coração está tranqüilo e nada teme, *
e confusos há de ver seus inimigos.
9Ele reparte com os pobres os seus bens, +
permanece para sempre o bem que fez, *
e crescerão a sua glória e seu poder.R.

Reflexão - O homem caridoso e prestativo tem o coração tranquilo e nada teme! Sua consciência não lhe pesa porque sabe que diante de Deus ele está sendo justo. Quem reparte com os pobres os seus bens, ver permanecer para sempre o bem que faz e haverá sempre fartura em sua mesa. Sua descendência será forte e abençoada. Por que não vivemos sempre assim?  - Por que não fazemos o teste?

Evangelho – Lc 16, 9-15


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 16,9-15
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 9Usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas. 10Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes. 11Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? 12E se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso?
13Ninguém pode servir a dois senhores. porque ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro.' 14Os fariseus, que eram amigos do dinheiro, ouviam tudo isso e riam de Jesus. 15Então, Jesus lhes disse: 'Vós gostais de parecer justos diante dos homens,
mas Deus conhece vossos corações. Com efeito, o que é importante para os homens, é detestável para Deus.'
Palavra da Salvação.

Reflexão – “quem é fiel no pouco, será fiel no muito”
Jesus continua nos orientando sobre o nosso procedimento em relação à nossa vida aqui na terra. Enquanto aqui estivermos precisaremos do dinheiro “injusto” para sobreviver. O dinheiro injusto é o dinheiro que compra as coisas passageiras, mas que não serve para nos comprar o céu. O modo como ganhamos esse dinheiro e como o usamos só poderá ser avaliado, por Deus, que sonda os nossos corações e conhece a nossa verdade. Dependendo do modo como usamos o dinheiro injusto que ganhamos, ele poderá até se converter em boas obras as quais se transformarão em riquezas que nos esperarão no céu. Por isso, Jesus continua nos ensinando a como usar das coisas do mundo tendo como motivação as coisas do alto. Não podemos separar as duas realidades. Temos que viver aqui com o sentido naquilo que viveremos depois. Uma coisa não dispensa a outra. O verdadeiro bem é a vida eterna, prometida àqueles que viverem com fidelidade a Deus, a vida terrena. “Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes”. Ser fiel no pouco é ser leal a Deus com relação à Sua providência na nossa vida, empregar bem o dinheiro que Ele nos propicia ganhar. A chave da nossa felicidade aqui na terra está na maneira como nos relacionamos uns com os outros, bem como na reciprocidade com que cultivamos o amor, mandamento maior da lei de Deus. Tudo o mais, os nossos bens materiais, a nossa bagagem intelectual e todas as coisas que adquirimos pelo trabalho, honesto, ou desonesto, com esforço ou sem empenho, são apenas instrumentos de que dispomos para desenvolver entre nós a vivência do amor. Nas nossas pequenas ações diárias  já demonstramos amor ou desamor. Às vezes, pensamos que seremos julgados (as) apenas pelas grandes “coisas” que fizermos, no entanto, para Deus não importa o que realizamos, mas, o caráter com que  praticamos essas “coisas”. “O que é importante para os homens é detestável para Deus”, diz-nos Jesus.  Desse modo, vejamos, se o que tem sido “tão importante” para nós, é abominável para Deus, porque ainda é tempo de conversão. - Você está usando o dinheiro que ganha, com justiça, ou você o tem usado só para   comprar as coisas do mundo? - Os bens que você amealha estão lhe ajudando a adquirir um tesouro no céu? -  Em que você tem investido o seu dinheiro injusto? – Você o tem esbanjado com coisas supérfluas? – Você tem ajudado as pessoas que estão precisando, porque passam necessidade?

O nosso coração é um lugar sagrado-Helena Serpa


9 DE NOVEMBRO DE 2018xxxxxxx

6ª. FEIRA – DEDICAÇÃO DA BASÍLICA DO LATRÃO

CATEDRAL DE ROMA

Cor Branco

1ª Leitura – Ez 47, 1-2.8-9.12


Leitura da Profecia de Ezequiel 47,1-2.8-9.12
Naqueles dias: 1O homem fez-me voltar até a entrada do Templo
e eis que saía água da sua parte subterrânea na direção leste,
porque o Templo estava voltado para o oriente; a água corria do lado direito do Templo, a sul do altar. 2Ele fez-me sair pela porta que dá para o norte, e fez-me dar uma volta por fora, até à porta que dá para o leste, onde eu vi a água jorrando do lado direito.
8Então ele me disse: "Estas águas correm para a região oriental,
descem para o vale do Jordão, desembocam nas águas salgadas do mar, e elas se tornarão saudáveis. 9Onde o rio chegar, todos os animais que ali se movem poderão viver. Haverá peixes em quantidade, pois ali desembocam as águas que trazem saúde; e haverá vida onde chegar o rio. 12Nas margens junto ao rio,
de ambos os lados, crescerá toda espécie de árvores frutíferas;
suas folhas não murcharão e seus frutos jamais se acabarão:
cada mês darão novos frutos, pois as águas que banham as árvores saem do santuário. Seus frutos servirão de alimento e suas folhas serão remédio". Palavra do Senhor.

 

Salmo  45(46),2-3.5-6.8-9 (R. 5)

R. Os braços de um rio vêm trazer alegriaà Cidade de Deus, à morada do Altíssimo.

2O Senhor para nós é refúgio e vigor, *
sempre pronto, mostrou-se um socorro na angústia;
3assim não tememos, se a terra estremece, *
se os montes desabam, caindo nos mares.R.

5Os braços de um rio vêm trazer alegria *
à Cidade de Deus, à morada do Altíssimo.
6Quem a pode abalar? Deus está no seu meio! *
Já bem antes da aurora, ele vem ajudá-la.R.

8Conosco está o Senhor do universo! *
O nosso refúgio é o Deus de Jacó!
9Vinde ver, contemplai os prodígios de Deus
e a obra estupenda que fez no universo: *
reprime as guerras na face da terra.R.

Reflexão - Somos esta morada para onde os braços de Deus que é o Espírito Santo vêm trazer alegria. Se, somos habitação do Espírito Santo, estará sempre conosco o Senhor do Universo. Precisamos ter bastante consciência disso e contemplar em nós os prodígios do Senhor. É dentro de cada um de nós que Deus realiza a Sua obra.


Evangelho – Jo 2, 13-22


+ Leitura do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 2,13-22
13Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém.
14No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas
e os cambistas que estavam aí sentados. 15Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas.
16E disse aos que vendiam pombas: "Tirai isto daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!" 17Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: "O zelo por tua casa me consumirá". 18Então os judeus perguntaram a Jesus:
"Que sinal nos mostras para agir assim?" 19Ele respondeu:
"Destruí, este Templo, e em três dias o levantarei". 20Os judeus disseram: "Quarenta e seis anos foram precisos para a construção
deste santuário e tu o levantarás em três dias?" 21Mas Jesus estava falando do Templo do seu corpo. 22Quando Jesus ressuscitou, os discípulos lembraram-se do que ele tinha dito
e acreditaram na Escritura e na palavra dele. Palavra da Salvação.

Reflexão – “o nosso coração é um lugar sagrado”
 Todos nós precisamos com toda determinação expulsar do nosso coração tudo o que possa transformar o nosso interior numa casa de negócios, onde paire os pensamentos maus, interesseiros e as más intenções. “O zelo por tua casa me consumirá”. Precisamos repetir isto ao Senhor a todo o momento da nossa vida. O cuidado que devemos ter com a nossa morada interior onde Deus habita deve consumir os nossos dias. O nosso corpo é templo do Espírito Santo, por isso, em nenhum momento devemos relaxar na vigilância diante do que  falamos, do que  pensamos ou imaginamos, assim como também, com tudo que possa corromper a nossa consciência. Os nossos pensamentos motivam os nossos sentimentos e estes, determinam as nossas ações. Por outro lado, a reação de Jesus diante dos vendedores e cambistas que comerciavam dentro do templo de Jerusalém, é para nós uma exortação para que também não façamos das coisas de Deus, cabide para dar suporte aos nossos interesses. Ao mesmo tempo em que devemos respeitar a casa de Deus como um lugar sagrado, de recolhimento e oração, nós também precisamos fazer do nosso interior um templo sagrado onde habita Deus.  Peçamos a Jesus, portanto, que nos ajude a também expulsar do nosso coração tudo que possa corromper a nossa alma e aprendamos a respeitar a Igreja, templo de Deus aqui na terra. – O que tem ocupado os seus pensamentos? – As sugestões que partem do seu interior têm sido salutares para a sua vida e a dos seus irmãos? Você guarda ódio e ressentimentos?  – Você tem um coração alegre e confiante em Deus? – Como é o seu comportamento na Igreja, durante as celebrações?

A alegria da conversão-Helena Serpa


8 DE NOVEMBRO DE 2018



QUINTA-FEIRA DA TRIGÉSIMA PRIMEIRA SEMANA DO

 

TEMPO COMUM 


Cor Verde

1ª Leitura – Fp 3, 3-8a


Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses 3,3-8a
Irmãos: 3Os verdadeiros circuncidados somos nós, que prestamos culto pelo Espírito de Deus, colocamos a nossa glória em Cristo Jesus e não pomos confiança na carne. 4Aliás, também eu poderia pôr minha confiança na carne. Pois, se algum outro pensa que pode confiar na carne, eu mais ainda. 5Fui circuncidado no oitavo dia, sou da raça de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu filho de hebreus. Em relação à Lei, fariseu, 6pelo zelo, perseguidor da Igreja de Deus; quanto à justiça que vem da Lei, sempre irrepreensível. 7Mas essas coisas, que eram vantagens para mim,
considerei-as como perda, por causa de Cristo. 8Na verdade, considero tudo como perda diante da vantagem suprema
que consiste em conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. Por causa dele eu perdi tudo. Considero tudo como lixo, para ganhar Cristo e ser encontrado unido a ele. Palavra do Senhor.

Reflexão - “Cristo está acima das regras”
Guiado pelo Espírito Santo Paulo fazia perceber aos judeus cristãos que a verdadeira circuncisão é o culto espiritual que prestamos a Deus e a glória que concedemos a Jesus Cristo.
Eles se arvoravam de ser superiores aos pagãos que aderiram ao cristianismo, porque tinham o corpo marcado pela circuncisão, conforme a Lei antiga. São Paulo, então afirma que para abraçar a Cristo ele havia desprezado todas as regalias que tinha em vista do cumprimento das regras e da lei que lhe eram impostas. Assim, São Paulo nos motiva a vivermos, aqui na terra, sem nos apoiar nas nossas conquistas materiais nem tampouco nos valores que o mundo tem como fundamento. Por isso, não precisamos nos impressionar com as pessoas que seguem rigorosamente as leis e os preceitos, mas não colocam os seus corações à serviço da justiça e do amor. Somente vive o amor e a justiça de Deus quem Lhe presta culto e tem a Sua Palavra como ensinamento para a vida. A nossa maior riqueza é o conhecimento de Jesus Cristo e a vivência do Seu Evangelho. Não nos basta somente o conhecimento intelectual adquirido por força de muito estudo e aprofundamento da mente. Conhecer a Jesus significa ter intimidade com Ele, escutá-Lo, tê-Lo como amigo e confidente na certeza de que Ele é para nós o dom mais precioso.  Isto é o que importa! Todos os outros nossos “dotes” nos serão aproveitáveis apenas enquanto passamos por aqui e na medida das nossas necessidades.  – Você tem muitos bens e dotes? – Qual a medida para as suas conquistas? – O que você considera importante na sua vida? – Você é muito apegado (a) às coisas que passam?  

Salmo 104 (105),2-3. 4-5. 6-7 (R. 3b)

R. Exulte o coração dos que buscam o Senhor!
Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

2Cantai, entoai salmos para ele, *
publicai todas as suas maravilhas!
3Gloriai-vos em seu nome que é santo, *
exulte o coração que busca a Deus!R.

4Procurai o Senhor Deus e seu poder, *
buscai constantemente a sua face!
5Lembrai as maravilhas que ele fez, *
seus prodígios e as palavras de seus lábios!R.

6Descendentes de Abraão, seu servidor, *
e filhos de Jacó, seu escolhido,
7ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, *
vigoram suas leis em toda a terra.R.

Reflexão - A Palavra de Deus se realiza concretamente quando nós O buscamos de todo nosso coração. Exultamos de alegria e podemos perceber os seus sinais e as maravilhas que Ele realiza em nós. Por isso, não podemos deixar de procurar constantemente a Face do Senhor que faz prodígios na vida dos Seus escolhidos. Somos   hoje, também, descendentes de Abraão e de Jacó e a nossa vida foi restaurada pelo poder de Jesus. Exultemos, pois, cantando alegres!

Evangelho – Lc 15, 1-10


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 15,1-10
Naquele tempo: 1Os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. 2Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus. 'Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles.' 3Então Jesus contou-lhes esta parábola: 4'Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la?
5Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria, 6e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: 'Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!' 7Eu vos digo: Assim haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão. 8E se uma mulher tem dez moedas de prata e perde uma, não acende uma lâmpada, varre a casa e a procura cuidadosamente, até encontrá-la? 9Quando a encontra, reúne as amigas e vizinhas, e diz: 'Alegrai-vos comigo! Encontrei a moeda que tinha perdido!' 10Por isso, eu vos digo, haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que se converte.'
Palavra da Salvação.

Reflexão – “a alegria da conversão”
Jesus era criticado pelos fariseus e mestres da Lei, porque se aproximava dos pecadores e acolhia aqueles que estavam afastados e O procuravam para escutá-Lo. Por isso, Ele lhes contava parábolas, apelando para que vissem que o modo de Deus tratar com o pecador é muito diferente daquele que eles próprios entendiam. Por causa da nossa fragilidade humana nós também achamos que o erro dos outros é sempre motivo de castigo e de desprezo. Alguém precisa ser castigado para pagar a culpa! Cremos que este também é o pensamento de Deus quando pecamos! Precisamos ter consciência de que Deus não se compraz com a morte do pecador nem tem o propósito de castigá-lo pelas suas iniquidades. A parábola da ovelha perdida nos afirma justamente o contrário, quando nos revela que o Pai vai em busca do pecador para resgatá-lo e acolhe-lo da mesma forma que o pastor faz com a ovelha que se desgarrou.   Cada pecador que se converte é motivo de alegria no céu. Nós somos para Deus um bem precioso, assim como é preciosa a moeda que a mulher da parábola encontrou. Quanto mais tivermos consciência de que somos pecadores, mais ainda experimentaremos a misericórdia de Deus que vem ao nosso encontro para nos fazer justiça. Jesus acolhia os pecadores e fazia refeições com eles a fim de atraí-los e converte-los devolvendo-lhes a honra de serem filhos de Deus. Assim também o Senhor quer nos dar dignidade, nos tirar da lama, nos oferecer roupa nova, anel no dedo e sandálias aos pés, a fim de participarmos da alegre festa do céu.  Porém, se não nos considerarmos pecadores, se nos justificarmos e, como os fariseus e os mestres da lei, apontarmos somente para o pecado do próximo, nunca poderemos comungar da alegria de Deus. O arrependimento é, portanto, o primeiro passo, para que participemos da festa no céu.  - Você também é uma ovelha fugida? - Você percebe a alegria de Deus quando se deixa encontrar por Ele? - Você preferia estar entre as noventa e nove ovelhas “justas”? - Você confia na misericórdia de Deus para com o pecador mesmo que ele seja o pior de todos?




A condição para ser discípulo de Jesus-Helena Serpa



7 DE NOVEMBRO DE 2018

 

QUARTA-FEIRA DA TRIGÉSIMA PRIMEIRA SEMANA

 

DO TEMPO COMUM 


Cor Verde

 

1ª. Leitura – Fp 2, 12-18


Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses 2,12-18
12Meus queridos, como sempre fostes obedientes, não só em minha presença, mas ainda mais agora na minha ausência, trabalhai para a vossa salvação, com temor e tremor. 13Pois é Deus que realiza em vós tanto o querer como o fazer, conforme o seu desígnio benevolente. 14Fazei tudo sem reclamar ou murmurar, 15para que sejais livres de repreensão e ambigüidade, filhos de Deus sem defeito, no meio desta geração depravada e pervertida, na qual brilhais como os astros no universo. 16Conservai com firmeza a palavra da vida. Assim, no dia de Cristo, terei a glória de não ter corrido em vão, nem trabalhado inutilmente. 17E ainda que eu seja oferecido em libação, no sacrifício que é o sagrado serviço de vossa fé, fico feliz e alegro-me com todos vós. 18Vós também, alegrai-vos pelo mesmo motivo e congratulai-vos comigo. Palavra do Senhor.

Reflexão – “Deus realiza em nós o querer e o executar”
O próprio Deus põe no nosso coração o desejo de alcançar a salvação e a consequente libertação do nosso pecado, por isso, o anseio de salvação e libertação é inerente ao nosso ser. Com efeito, é intenção do Senhor, nos ajudar  a fim de que possamos trabalhar com temor e tremor e tenhamos a vida em abundância. Assim sendo, a nossa obediência à Sua Palavra far-nos-á trabalhar com mais afinco a fim de abraçarmos a salvação que Jesus veio nos conceder, conscientes de que essa força operadora nos é dada por Deus.  É Ele quem nos faz operar sem reclamação ou murmuração, porque, como filhos Seus, somos homens e mulheres livres de nós mesmos (as), das nossas concupiscências e apelos humanos. Consequentemente brilhamos como luzeiros no meio das gerações depravadas que rejeitam o Nome de Jesus e, por isso, vivem na infelicidade e na murmuração. Por caminharmos firmes na palavra da vida nós poderemos enfrentar as dificuldades com serenidade, unindo-as à Cruz de Jesus, na certeza de que não estamos trabalhando em vão e um dia, seremos recompensados (as). – Você tem consciência de que é Deus quem coloca no seu coração o querer e o executar? – Você tem entendimento do que Deus espera de você no mundo? – Os desejos do seu coração têm correspondido ao que Deus quer de você? – Você tem aprendido com Jesus a não murmurar nem reclamar?

Salmo  26 (27),1. 4. 13-14 (R. 1a)

R. O Senhor é minha luz e salvação!

1O Senhor é minha luz e salvação;* de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida;* perante quem eu tremerei? R. 

4Ao Senhor eu peço apenas uma coisa,* e é só isto que eu desejo: habitar no santuário do Senhor* por toda a minha vida;saborear a suavidade do Senhor* e contemplá-lo no seu templo.R. 

13Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver* na terra dos viventes. 14Espera no Senhor e tem coragem,* espera no Senhor!R.

Reflexão - Tomar conhecimento de que o Senhor é nossa luz e salvação e, por isso, não temeremos a ninguém aqui da terra é para nós motivo de glória. Saber que aqui estamos, mas que não pertencemos a este mundo, pois um dia habitaremos na casa do Senhor e O contemplaremos face a face é também para nós ensejo de alegria e contentamento. Todo conhecimento de Deus nos faz saborear a sua bondade já aqui na terra dos viventes e nos dá alento e coragem para esperarmos o dia que o Senhor virá para nós.

Evangelho – Lc 14, 25-33


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 14,25-33
Naquele tempo: 25Grandes multidões acompanhavam Jesus.
Voltando-se, ele lhes disse: 26'Se alguém vem a mim, mas não se desapega de seu pai e sua mãe, sua mulher e seus filhos, seus irmãos e suas irmãs e até da sua própria vida, não pode ser meu discípulo. 27Quem não carrega sua cruz e não caminha atrás de mim, não pode ser meu discípulo. 28Com efeito: qual de vós, querendo construir uma torre, não se senta primeiro e calcula os gastos, para ver se tem o suficiente para terminar? Caso contrário,
29ele vai lançar o alicerce e não será capaz de acabar. E todos os que virem isso começarão a caçoar, dizendo: 30'Este homem começou a construir e não foi capaz de acabar!' 31Ou ainda:
Qual o rei que ao sair para guerrear com outro, não se senta primeiro e examina bem se com dez mil homens poderá enfrentar o outro que marcha contra ele com vinte mil? 32Se ele vê que não pode, enquanto o outro rei ainda está longe, envia mensageiros para negociar as condições de paz. 33Do mesmo modo, portanto, qualquer um de vós, se não renunciar a tudo o que tem, não pode ser meu discípulo!' Palavra da Salvação.

Reflexão - “a condição para ser discípulo de Jesus
Como naquele tempo, Jesus também hoje olha para nós, “no meio da multidão” e nos faz uma proposta para segui-Lo. A primeira coisa que Jesus nos propõe é, justamente, nos tirar do meio da multidão, isto é, da mentalidade do mundo, da mediocridade e do viver como a maioria, para assumir ser único (a), personalizado (a)  colaborador(a) do Plano de Salvação do Pai. Para isso, precisamos fazer uma verdadeira transfusão nos critérios que regem o nosso viver. Para sermos discípulos (as) de Jesus e segui-Lo, nós precisamos assumir uma vida nova e aceitar a revolução que Ele quer fazer em nós. O desapego às pessoas, a aceitação à participação na Sua Cruz, a renúncia a tudo quanto nós  temos de material e de humano, como bens, idéias, projetos e vontade própria, são condições que Jesus nos propõe. Porém, para que o nosso seguimento a Jesus seja um ato concreto da nossa vontade, nós  precisamos estar muito conscientes dessa realidade. Muitas vezes, nós podemos    com a boca professar que cremos em Jesus e que queremos ser seus discípulos, porém, na realidade não estamos fazendo o cálculo de que isso implica em uma declaração de guerra contra a nossa carne que é fraca. Por isso, não conseguimos e fracassamos nos nossos propósitos. Precisamos da ajuda do Espírito Santo para que possamos “calcular os gastos” e ou “examinar as condições” a fim de que não sejamos vencidos pela nossa própria natureza. O Espírito Santo é quem aos poucos, vai nos capacitando e nos conscientizando da necessidade que temos de nos desvencilhar das coisas e nos desapegar das pessoas a fim de podermos seguir a Jesus Cristo, livremente, como discípulos seus. – Você tem vontade de ser discípulo de Jesus? – Você já fez os cálculos do que terá de renunciar para que isto aconteça?  - Você tem muitos planos? - Você tem se abandonado à ação do Espírito Santo ou está querendo seguir Jesus, sozinho?