.

I N T E R N A U T A S-M I S S I O N Á R I O S

SOMOS CATÓLICOS APOSTÓLICOS ROMANOS

e RESPEITAMOS TODAS AS RELIGIÕES.

LEIA, ESCUTE, PRATIQUE E ENSINE.

PARA PESQUISAR NESTE BLOG DIGITE UMA PALAVRA, OU UMA FRASE DO EVANGELHO E CLICA EM PESQUISAR.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Não vim trazer a paz, mas sim a espada-Igreja Matriz de Dracena

13- de julho- Segunda - Evangelho - Mt 10,34-11,1



ADESÃO TOTAL A JESUS
A adesão do discípulo a Jesus tem o mesmo caráter totalizante da adesão a Deus no Antigo Testamento.
Segundo a Lei mosaica, o fiel deveria amar a Deus “com todo o coração, com toda a alma, com todas as forças”. Algo semelhante Jesus exige dos discípulos. Mesmo os laços mais sagrados de sangue ficam em segundo plano para quem aceita ser seguidor do Mestre. Quem coloca pai, mãe, filho ou filha, acima dele, renega sua condição de discípulo. Esta liberdade diante dos laços familiares possibilita-lhe estar disponível para seguir Jesus no caminho da cruz, se preciso, enfrentando a própria a morte. Não se trata de uma apologia da cruz, valorizada por si mesma, mas da liberdade e disponibilidade para viver o discipulado com todas as suas conseqüências.
As palavras de Jesus são de extrema clareza: quem se dispõe a segui-lo deve, como ele, aderir incondicionalmente ao projeto do Pai, sem meias-medidas ou atenuantes. É tudo ou nada!
A dureza das condições para o discipulado poderia amedrontar quem se predispõe a tornar-se discípulo, ou quem já é discípulo. Estaria Jesus exigindo uma espécie de desprezo aos familiares mais caros? Ou transformando o discipulado em fuga da família? Nada disso! O discipulado exige apenas que tudo, até mesmo o amor aos familiares, seja vivido na perspectiva do Reino. O discípulo amará seu pai, sua mãe, seu filho ou sua filha de uma maneira particular, quiçá até mais profunda, porque revestida pelo amor do Reino!
 
Oração
Espírito de disponibilidade para o Reino, faze-me reconsiderar tudo na perspectiva do Reino, dando-lhe a centralidade exigida por Jesus.
 

Começou a enviá-los.-Igreja Matriz de Dracena

12- de julho- DOMINGO - Evangelho - Mc 6,7-13


PREGAR NA POBREZA
Quando Jesus enviou seus discípulos para anunciar o evangelho do Reino, ordenou-lhe pregar na pobreza. Só lhes foi permitido levar um simples bastão, talvez para se protegerem de animais ferozes, e calçar sandálias, por causa das longas caminhadas. Tudo mais se reduzia às roupas do corpo. Por que tanto rigor da parte de Jesus?
Agindo assim, os apóstolos não corriam o risco de atrair gente por motivos alheios à proposta do Reino. Seria inútil recorrer aos apóstolos esperando encontrar o que não fosse estritamente a palavra de Deus e seu apelo de conversão. Por outro lado, os apóstolos ficavam livres da tentação de atrair discípulos para si mesmos, esquecendo de que sua missão era a de fazer discípulos para o Senhor. Os apóstolos, pregando na pobreza, eram forçados a se entregarem totalmente à providência de Deus. Ela não haveria de permitir que lhes faltasse pão, nem o necessário para a sobrevivência. Esta dependência da caridade alheia, porém, não podia por em questão a gratuidade do ministério dos apóstolos. Esses não pregavam, com espírito venal, pensando em tirar partido e obter proveitos. E, sim, desempenhavam sua função de maneira desinteressada, deixando à providência a questão do próprio sustento.
Apesar de sua opção pelo despojamento, os discípulos deveriam manter no horizonte a possibilidade de serem rejeitados. Nem por isso estariam dispensados da missão.
Oração
Senhor Jesus, ajuda-me a compreender a importância de anunciar o teu Reino, na pobreza, entregue totalmente nas mãos da tua providência.

(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica).

Não tenhais medo daqueles que matam o corpo-Igreja Matriz de Dracena

11- de julho- Sábado - Evangelho - Mt 10,24-33


O MODELO DO DISCÍPULO
Basta olhar para a vida e o destino de Jesus para saber qual será a sorte de seus apóstolos. Não haverá engano! As reações provocadas pela pregação de Jesus seriam também provocadas pela pregação dos apóstolos. As perseguições desencadeadas por causa de seus milagres seriam também desencadeadas por causa do ministério dos apóstolos a serviço da vida. De certo modo, isto pode servir de referencial para a veracidade do seu ministério. Caso os apóstolos sejam cobertos de honrarias e recebam o reconhecimento dos grandes e poderosos, é sinal de que algo não está correto na sua pregação. É normal que as pessoas denunciadas por sua pregação se ergam furiosas contra eles.
A certeza de gozarem a proteção do Pai do céu devia tornar destemidos os apóstolos. Se o Pai cuida dos mais simples elementos da natureza, não haveria de se importar com os apóstolos de seu Filho? Nada haverá de suceder aos apóstolos fora de seu consentimento. Isto reforça-lhes a coragem e dá-lhes forças para resistir.
Afinal, os apóstolos devem temer somente o Pai. Apenas ele tem o poder não só de tirar-lhes a vida física, como fariam seus perseguidores, mas também lançá-los na condenação eterna. Como Jesus foi temente ao Pai, o mesmo deveriam fazer seus apóstolos.
 
Oração
Senhor Jesus, faz-me seguir teus passos, especialmente, nos momentos difíceis da missão, sem renegar-te jamais.

Não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai.-Igreja Matriz de Dracena

10- de julho- Sexta - Evangelho - Mt 10,16-23



PRUDÊNCIA E SIMPLICIDADE 
Ao recomendar prudência e simplicidade aos seus apóstolos, Jesus colocava-os diante da dureza da missão. Seria injusto enganá-los, e fazê-los correr o risco de se decepcionarem, ao se darem conta das conseqüências da tarefa recebida. Eles deviam ser realistas, sem nutrir falsas esperanças a respeito do futuro.
A virtude da prudência ser-lhes-ia necessária para enfrentarem a malícia e a violência dos adversários. Ao serem entregues aos tribunais, castigados nas sinagogas, levados diante de reis e governadores, odiados e perseguidos, não deveriam ser ingênuos, nem se intimidar, perdendo a chance de dar testemunho diante deles. A prudência, portanto, iria requerer outras virtudes: coragem, intrepidez, confiança, perseverança etc.
A simplicidade faria o discípulo desmascarar a arrogância inútil de seus carrascos, como também daqueles que se julgavam senhores da vida e da morte dos demais, acreditando-se detentores de um poder ilimitado. A simplicidade também se desdobraria em outras virtudes: transparência, mansidão, paz, consciência serena, convicção de estar agindo de maneira correta etc.
Sendo prudente e simples, o discípulo dá mostras de que o Reino produziu frutos em seu coração.
Oração 
Espírito de prudência e simplicidade, dá-me as virtudes necessárias que me capacitem para testemunhar o Reino, mormente nos momentos difíceis, sem me deixar intimidar.


De graça recebestes, de graça deveis dar!-Igreja Matriz de Dracena

09- de julho- Quinta - Evangelho - Mt 10,7-15


O REINO CHEGOU 
Os discípulos foram enviados em missão com a tarefa de dar continuidade à missão de Jesus. A dupla face do messianismo de Jesus se expressaria no ministério dos apóstolos. Não somente com palavras, mas também com obras eles se poriam a serviço do Reino.
Aos apóstolos competia proclamar a chegada do Reino dos Céus na pessoa de Jesus. De que modo? Deus foi plenamente Senhor da vida de Jesus. Nada nem ninguém jamais o desviou do caminho traçado pelo Pai. Somente ao querer do Pai ele se submeteu. Jamais cedeu a qualquer tipo de tentação. Por isso, o Reino dos Céus se encarnou na sua pessoa e ação. Este evento deveria ser proclamado a todos os povos.
Por outro lado, como sucedeu com Jesus, a pregação dos apóstolos encontraria apoio nos milagres realizados por eles. Os quatro milagres apontados relacionam-se com a proteção da vida humana da investida das doenças, da morte e dos espíritos impuros. O ministério apostólico, portanto, estava destinado a colocar-se a serviço da vida. Onde a vida fosse defendida, restaurada ou garantida, aí estaria acontecendo o milagre do Reino, cuja presença seria historicamente perceptível.
A vida de Jesus é o ponto de referência da ação do apóstolo. A fidelidade à missão acontece na medida em que realmente Jesus continua atuando na pessoa de seus enviados.


De graça recebestes, de graça deveis dar!-Igreja Matriz de Dracena

09- de julho- Quinta - Evangelho - Mt 10,7-15


O REINO CHEGOU 
Os discípulos foram enviados em missão com a tarefa de dar continuidade à missão de Jesus. A dupla face do messianismo de Jesus se expressaria no ministério dos apóstolos. Não somente com palavras, mas também com obras eles se poriam a serviço do Reino.
Aos apóstolos competia proclamar a chegada do Reino dos Céus na pessoa de Jesus. De que modo? Deus foi plenamente Senhor da vida de Jesus. Nada nem ninguém jamais o desviou do caminho traçado pelo Pai. Somente ao querer do Pai ele se submeteu. Jamais cedeu a qualquer tipo de tentação. Por isso, o Reino dos Céus se encarnou na sua pessoa e ação. Este evento deveria ser proclamado a todos os povos.
Por outro lado, como sucedeu com Jesus, a pregação dos apóstolos encontraria apoio nos milagres realizados por eles. Os quatro milagres apontados relacionam-se com a proteção da vida humana da investida das doenças, da morte e dos espíritos impuros. O ministério apostólico, portanto, estava destinado a colocar-se a serviço da vida. Onde a vida fosse defendida, restaurada ou garantida, aí estaria acontecendo o milagre do Reino, cuja presença seria historicamente perceptível.
A vida de Jesus é o ponto de referência da ação do apóstolo. A fidelidade à missão acontece na medida em que realmente Jesus continua atuando na pessoa de seus enviados.


Ide, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel! -Igreja Matriz de Dracena

08- de julho- Quarta - Evangelho - Mt 10,1-7

COMPANHEIROS DE MISSÃO
A grandeza da missão a ser realizada exigiu de Jesus contar com a ajuda de companheiros. A escolha dos doze apóstolos simboliza o que haveria de acontecer ao longo dos tempos: muitos seriam chamado para compartilhar a missão de Jesus. 
Também o encargo conferido aos apóstolos tem um caráter paradigmático. O Mestre deu-lhes o poder de expulsar os espíritos imundos, curar toda doença e enfermidade, e mandou-os anunciar que “o Reino dos Céus está próximo”. Trata-se das duas vertentes da ação de Jesus, que foi Messias por palavras e por obras. Enquanto Messias por palavras, sua pregação esteve toda centrada no tema do Reino: sua origem, as condições para aderir a ele, sua ação na história humana e seu destino último. Enquanto Messias por obras, empenhou-se todo em fazer o bem a quem dele se aproximava com o desejo de ser ajudado. A fé foi sempre um requisito para que as pessoas se beneficiassem dos milagres de Jesus. Jamais usou o poder que o Pai lhe conferira, para fazer algo em benefício próprio. Em tudo visou o bem das pessoas.
Os que são chamados a ser companheiros de Jesus – homens e mulheres – terão de percorrer o mesmo caminho. O sinal mais convincente de adesão sincera será a capacidade de segui-lo até a cruz.

Oração

Pai, tu me escolheste para ser companheiro de missão de teu Filho Jesus. Que eu seja capaz de percorrer, com fidelidade, o mesmo caminho trilhado por ele.

O CAMINHO DO PROFETA É MARCADO PELA CRUZ! - Olívia Coutinho


14º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Dia 05 de Julho de 2015

Evangelho de Mc 6-1-6

O caminho do profeta é um caminho  marcado pela perseguição, pela rejeição e até mesmo pela incompreensão das pessoas  que fazem parte do seu convívio! Jesus, o profeta Maior de todos os tempos, passou por esta experiência, além de rejeitado pelas autoridades políticas e religiosas, foi também rejeitado pelos seus conterrâneos.
 O  evangelho que a liturgia de  hoje coloca diante de nós, nos trás uma amostra  dos desafios enfrentados pelos profetas de ontem e que os profetas de hoje  continuam enfrentando!
A cruz é certeira  no caminho do profeta, pois são muitos os que tentam calar a sua voz, o que é impossível,  pois nem a morte  consegue calar a voz do profeta, é justamente depois da  morte do profeta, que as suas palavras,   passam  a ressoar com mais força ainda no coração do povo!
O evangelho deste domingo,  nos fala  do retorno de Jesus à  sua cidade de origem: Nazaré.  Lá, Ele experimentou  no corpo e na alma a dor da rejeição, uma dor,  que certamente doeu mais forte ainda, por partir dos seus próprios conterrâneos, àqueles que deveriam ser os primeiros a acolhê-Lo. 
Antes de saber que Jesus era o enviado de Deus, o povo ficou maravilhado com as palavras de Jesus, mas quando a identidade do Messias anunciado pelos profetas foi se revelando na sua pessoa, a admiração pelas palavras de Jesus, caiu  por terra! Aqueles, que esperavam por um Messias extraordinário, triunfalista, que fosse defender os seus interesses, não quiseram aceitar um Messias de origem simples, que tinha o olhar voltado para os pequenos, os pobres, os marginalizados. Julgando conhecer Jesus, isto é: conhece-lo  pela sua condição social, eles  recusaram a aprofundar no mistério de Deus, ficaram somente no superficial, o mais importante, estava longe de ser percebido por eles: o Rosto humano do Pai, se revelando no filho de um carpinteiro!
Os compatriotas de Jesus,  tiveram nas mãos, a chave da felicidade, mas não se deram conta desta preciosidade, e assim, eles desperdiçaram a graça de Deus! Ali, Jesus não pode realizar muitos  milagres, não por retaliação, mas pela falta de fé daquele povo.
Será que nós também, não temos atitudes semelhantes as atitudes dos conterrâneos de Jesus? Será que estamos aceitando o recado de Deus, que chega até a nós por meio das pessoas simples?
Dificilmente reconhecemos  a sabedoria presente nas pessoas simples, temos a tendência de  acreditar somente nas palavras retóricas das pessoas de alto "nível intelectual", com isso, deixamos escapar as mensagens que Deus quer nos passar, através dos pequenos, dos simples!
É importante lembrarmos, que Jesus, o Mestre de todos os mestres, o profeta Maior de todos os tempos, serviu-se de meios humanos bem simples para anunciar o reino de Deus!
Ainda hoje, a  humanidade  continua dividida, uns  acolhe a voz do profeta e se dispõe a mudar de vida, outros  ignoram a sua fala, preferindo continuar na escravidão do pecado.
A rejeição à Jesus,  não interrompeu o anúncio do Reino, que continua através dos incansáveis profetas de hoje, homens e mulheres que se embrenham pelo caminho da cruz, dispostos a dar a vida se preciso for, pela causa do Reino.
Finalizando esta reflexão, vou contar um pequeno fato que pode retratar o não reconhecimento de um profeta no meio em que vive: Em uma  comunidade, as pessoas  se reuniam uma vez por semana, para um encontro de reflexão.  Nestes encontros, lia-se uma mensagem, cujo nome do autor não era revelado. A mensagem era bem acolhida por todos.  Seu conteúdo levava a crer que eram escritos por alguém  de grande sabedoria.  Até que um dia, o povo descobriu  quem era o autor de  tais maravilhas: se tratava de um simples jardineiro, um grande observador da natureza, suas mensagens tinham como finalidade conscientizar o povo da importância  da preservação da natureza. A partir de então,  tais mensagens passaram  a não ter o mesmo valor para o povo, pelo simples  fato de serem escritas por  uma pessoa  humilde.

FIQUE NA PAZ DE JESUS! – Olívia Coutinho
Venha fazer parte do meu grupo de reflexão no Facebookhttps://www.facebook.com/groups/552336931551388/