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terça-feira, 29 de dezembro de 2020

-Jesus está no meio de nós-José Salviano

 

02 de Janeiro de 2021-Ano B

 

Evangelho  Jo 1,19-28




Reflexão

Muitos pensam em Jesus como um homem santo que veio a este mundo e fez muitos milagres, e isso aconteceu lá na Palestina... Palestina, um lugar distante daqui, Jesus esteve por lá, e por aqui tudo vai muito mal, e mesmo que peçamos a Jesus, tudo continua mal do mesmo jeito.

Minhas irmãs e irmãos.  Assim pensam os incrédulos, ou mesmo aqueles e aquelas que até acreditam, porém não procuram se aprofundar nas escrituras, não vão à missa, e por tanto, possuem uma fé morna, fraca, pálida  sem vida... Sejamos firmes na fé, pois nós sabemos que Jesus está no meio de nós.

Muitos estavam pensando que João era o Messias. E o bombardearam de perguntas, de modo que João se viu pressionado, e respondeu de vários modos que ele não era o Cristo, mas sim, uma voz que clamava no deserto.

Sejamos como João Batista. Uma voz que anuncia Jesus ao mundo. Com o nosso testemunho, e se possível, com a palavra.

João poderia fazer como muitos que já se fizeram passar por médico, se fizeram passar por ricos, por honestos, por piedosos, por justos, e até se passar por padre!

João foi honesto, e disse claramente várias vezes, que ele não era  quem o povo estava buscando. E disse  que todos procuravam, já estava no meio do próprio povo, e não o sabiam.

Jesus está no nosso meio, Jesus está no meio de nós, e não o percebemos.  Muitos pecam, e pensam que ninguém está vendo. Tem gente vendo sim. Primeiro a sua consciência moral, a menos que ela já esteja toda embaçada pelo mal!  E em segundo, Jesus, Deus que vê tudo, até os nossos pensamentos, está acompanhando-nos a cada passo da nossa existência. Ele está vendo tudo o que fazemos.

Jesus assumiu a carne humana e foi um de nós em tudo, menos no pecado. Ele já estava no meio do povo, e o povo nem desconfiava disso.

Foi por isso que Deus Pai enviou ao mundo a pessoa de João Batista. Para apontar o Filho de Deus que estava no meio do povo. Para preparar esse mesmo povo para receber Aquele que veio pra trazer a Boa Nova, para executar o projeto de salvação elaborado pelo Pai.

Projeto preparado com todo amor, e que foi rejeitado por muitos daquele tempo e também dos nossos tempos.

João Batista em sua simplicidade nos ensina a sermos modestos, humildes, corajosos, e dispostos a também preparar as pessoas para aceitar Jesus Cristo e seu projeto de salvação.

Se tivéssemos muitos “Joãos” hoje, este mundo não estaria do jeito que está.  Se mais leigos se dispusessem a anunciar a palavra de Deus, não haveria tantos escândalos, como aquele escândalo de se apresentar no museu, homens pelados, como obra de arte, para encantar nossas crianças. Que absurdo! A que ponto se chegou a maldade humana! A que ponto satanás chegou com seu plano diabólico de arrastar a almas para longe de Deus!

Caríssimas, e caríssimos. Sejamos também nós imitadores de João Batista. Vamos mostrar Jesus o qual está no meio de nós, e muitos não estão nem aí para Ele!

Vamos com a graça de Deus Pai, fazer chover nesse deserto de pessoas praticantes da fé! Nesse deserto onde a areia representa a carência de Deus, a falta de coragem para deixar Jesus entrar na nossa vida, a ausência total de orações, de caridade...

 



Tenha um bom dia. José Salviano.

 

 

 

 

 

-Deram-lhe o nome de Jesus-José Salviano

 

01 de Janeiro de 2021-Ano B

 

Evangelho  Lc 2,16-21



Evangelho

E foram apressadamente, e acharam Maria, e José, e o menino deitado na manjedoura.
E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita;
E todos os que a ouviram se maravilharam do que os pastores lhes diziam.
Mas Maria guardava todas estas coisas, conferindo-as em seu coração.
E voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes havia sido dito.
E, quando os oito dias foram cumpridos, para circuncidar o menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, que pelo anjo lhe fora posto antes de ser concebido.

Reflexão

 

Os pastores foram às pressas à cidade de Belém, e lá encontraram a sagrada família: Maria, José e o Menino Jesus na manjedoura.

Não temos os detalhes, de como aqueles humildes pastores ficaram sabendo do nascimento e do lugar exato de onde se encontravam: Maria, José e o Menino Jesus. Certamente, eles foram avisados por um anjo. Também nos resta saber por que aqueles homens deveriam saber do divino acontecimento, e o por que eles estavam tão interessados em conhecer o Salvador.

A verdade é que nada os impediram de se dirigirem ao local exato, e fazer aquela visita. E saíram de lá louvando e agradecendo a Deus pelo que tinham visto.

No mundo de hoje, são muitos os que ouvem o chamado para ir até a Igreja para visitar o Menino Jesus, e devido a muitos afazeres, eles vão adiando essa visita por tempo indeterminado. Nem mesmo no domingo, dia de folga, eles se importam em fazer uma visita ao templo de Deus, onde se reúnem os que acreditam, os que seguem o Evangelho, os que sabem que a nossa salvação depende muito do nosso esforço para fazer o bem e evitar o mal. Esforço para fazer tudo o que Jesus nos disse, como falou a sua mãe nas Bodas de Caná: Façam tudo o que Ele vos disser.

Jesus nos disse coisas muito importantes para a nossa salvação, como: Amem uns aos outros como eu vos amei; não vos preocupeis com o dia de amanhã; perdoem para serem perdoados pelo Pai; é dando que se recebe; quando deres comida a um mendigo, foi a mim que destes.

Jesus nos ensinou que a PARTILHA deve ser feita COM AMOR, e não por obrigação. Em certos regimes políticos, a partilha é feita por imposição. Jesus nos ensina que a caridade é a porta de entrada no Céu, e que deve ser algo espontâneo, feito por pura fraternidade, por puro amor ao necessitado, que é o representante de Jesus diante de nós.

Sejamos perfeitos como o Pai do Céu é perfeito. Assim estaremos imitando o MODELO DIVINO, estaremos fazendo tudo o que Ele nos disse.

Espera-se que aqueles e aquelas que estão sempre adiando a sua ida a missa, não decidam fazer uma visita a Jesus sacramentado quando já seja tarde demais. Quando já não poderão mais se locomoverem, quando já não estejam mais lúcidos, quando já estejam indo embora sabe se lá para onde. Para o Céu ou para o inferno!

Nesta luta frenética pela nossa sobrevivência, nos esquecemos de que tudo o que acumulamos aqui, ficará tudo por aqui. E um dia talvez chegaremos a conclusão de que fomos uns tolos em viver o presente, em viver acumulando tesouros na Terra, em viver como se fôssemos ficar nesta vida para sempre.

Precisamos nos lembrar de que um dia não muito longe, partiremos. E antes disso, nossas forças irão se diluindo, se acabando, os nossos sentidos vão se apagando, e nem teremos talvez nem tempo de nos despedir das pessoas queridas, as quais já nem se importam mais conosco, mas sim com tuto o que estamos deixando para elas...

Estamos começando um novo ano de existência nesta visa passageira. Seria bom pensarmos no dia de amanhã, não para nos preocuparmos, como disse o Mestre, mas para viver esta vida nos preparando para a vida eterna.

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José Salviano.

 

 

-EPIFANIA-A MANIFESTAÇÃO DE DEUS NA PESSOA DE JESUS-José Salviano

 

FESTA DA EPIFANIA

03 de Janeiro de 2021-Ano B

 

Evangelho  Mt 2,1-12


-A MANIFESTAÇÃO DE DEUS NA PESSOA DE JESUS-José Salviano

 

Evangelho

E, tendo nascido Jesus em Belém de Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém,
Dizendo: Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? porque vimos a sua estrela no oriente, e viemos a adorá-lo.
E o rei Herodes, ouvindo isto, perturbou-se, e toda Jerusalém com ele.
E, congregados todos os príncipes dos sacerdotes, e os escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer o Cristo.
E eles lhe disseram: Em Belém de Judéia; porque assim está escrito pelo profeta:
E tu, Belém, terra de Judá,De modo nenhum és a menor entre as capitais de Judá;porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo Israel.
Então Herodes, chamando secretamente os magos, inquiriu exatamente deles acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera.
E, enviando-os a Belém, disse: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.
E, tendo eles ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela, que tinham visto no oriente, ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino.
E, vendo eles a estrela, regoziram-se muito com grande alegria.
E, entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra.
E, sendo por divina revelação avisados num sonho para que não voltassem para junto de Herodes, partiram para a sua terra por outro caminho.


Reflexão

 

A liturgia deste  domingo  celebra a Epifania, palavra que vem do Grego e significa o que aparece, significa manifestação. Portanto, a festa da Epifania é a festa da  manifestação de Deus ao mundo, por meio da pessoa de Jesus Cristo, o seu Filho enviado até nós. E com esta solenidade a Igreja encerra o ciclo natalino do Advento-Natal.

Celebramos hoje a manifestação de Deus ao mundo, na figura dos reis magos aqueles que guiados pela estrela, vieram de longe para adorar o Menino Jesus, representando todos os povos do mundo inteiro.

Nesta festa da Epifania celebramos  o dia em que o Filho de Deus foi adorado pelos pagãos, Enquanto o representante dos civilizados, do povo de Deus, pretendiam matá-lo. 

Com a  visita dos magos, Deus nos mostra que o seu Filho não veio ao mundo somente para a glória de Israel, mas também como a Luz que iria  iluminar as nações, iluminar a todos incluindo os distantes, pagãos, os pobres os sem tetos, os favelados, sem nenhuma exceção.

PRIMEIRA LEITURA

É um texto bem otimista no qual o profeta Isaías anuncia a chegada da Luz que é a glória do Senhor.  A Luz que  iluminará as trevas e as nuvens escuras, situação pela qual estava envolvida toda a Jerusalém.

Meus irmãos. Trevas e nuvens escuras é a realidade do quadro social em que estamos vivendo. Mas tenhamos fé! Deus é mais! Deus é mais poderoso que todas as forças do mal que atuam sobre nós. Portanto, aprendamos a  encarar a realidade, os acontecimentos com otimismo de quem acredita na proteção de Deus,  e não com pessimismo e o desespero dos incrédulos.

SALMO 71

As nações de toda a terra, hão de adorar-vos ó Senhor!


Pelo menos as nações de toda a Terra celebram de um modo ou de outro, o aniversário do Menino Jesus, o Natal, que é a maior manifestação de Deus ao mundo.  Infelizmente, nem todos os cidadãos de toda a Terra celebram com a mesma fé, mas todos, ou pelo menos a maioria, celebram os festejos natalinos.

 

SEGUNDA LEITURA

Se ao menos soubésseis da graça que Deus me concedeu
para realizar o seu plano a vosso respeito
... Paulo está falando do talento recebido de Deus para cumprir a sua missão de nos explicar o amor de Deus. E Paulo ao perceber naquele dia em que a forte Luz de Deus o atingiu, mudou completamente a sua vida. E assim, passou a não mais perseguir os cristãos, mas sim, a trabalhar com dedicação plena para a construção do Reino de Deus até a sua morte.

Paulo não foi omisso como muitos de nós o somos. Na vida temos aqueles que corajosamente denunciam, apontam os erros e defeitos, eles vivem para consertar. Esses são considerados os chatos, os que incomodam, e são odiados pelos injustos e poderosos. Herodes já estava pressentindo que se Jesus não fosse tomar o seu trono, pelo menos iria desestabilizar o seu governo, apontando os seus defeitos e vícios.

Na sociedade temos ainda aqueles, que dão uma de bonzinhos, não reclamam de nada, não contribuem para melhorar o mundo pois não apontam o que é preciso consertar, ou mudar. ESSES PECAM POR OMISSÃO. E serão cobrados por isso no juízo final.

Os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do corpo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo. Esta é a outra parte importante do discurso de Paulo para este domingo. Ele fala que os pagãos, os distantes como os Magos, como os excluídos da sociedade, também são membros da Igreja viva, e também têm direito às promessas de Cristo. Dessa forma, pecamos por ignorá-los, por não incluí-los no nosso esforço de evangelização.

A nossa catequese não pode deixar de lado os pagãos, os irmãos que não são do nosso meio social. Mesmo que pertençamos a uma paróquia do centro ou da orla da praia, ignorar a periferia, fazendo de conta que eles não existem, e confiantes de que estamos desenvolvendo a nossa missão de profetas, e profetas dos melhores, dos colunáveis, dos que são gente fina...  

Ah! meus irmãos! Vejam o exemplo de Jesus. Toda a sua vida foi pautada na pobreza. Desde seu nascimento em uma manjedoura, até a sua morte de cruz! A sua preferência pelos pobres fez parte do Plano de amor do Pai celestial.  Vamos tomar mais um pouco de cuidado com as nossas escolhas, com as nossas atitudes, com o nosso acolhimento pela metade, com a nossa gentileza fingida, com a nossa caridade esfarrapada e  ou caridade conveniente e interesseira,  com o nosso descaso diante dos humildes, com a nossa mania de botar a culpa na preguiça deles, com o nosso "saltar de banda", sair de mansinho, disfarçando,  quando se trata de dar um auxílio de qualquer tipo a um deficiente... Tomemos cuidado. Pois Aquele que irá nos julgar está vendo tudo isso!  

EVANGELHO

Naquele tempo os magos representam os povos pagãos, os gentios. Hoje, eles representam os nossos irmãos da periferia, do sertão semi-árido, das favelas, e todos aqueles que estão fora do perímetro da evangelização. O papa Francisco quando esteve no Rio incentivou que levássemos a palavra aos irmãos da periferia, em vez de espera-los no conforto dos grandes centros.

Os magos apesar de serem pagãos, eram estudiosos dos movimentos dos astros e das estrelas, e vieram de muito longe para ver e adorar o pequeno Messias anunciado pelos profetas. Ao que tudo indica, a estrela especial que eles viram no céu, era o Cometa de Halley que coincidentemente, ou melhor, pelo poder e vontade de Deus, passava perto da Terra, e era o sinal que os avisava do nascimento do Menino Jesus. 

Eles só não  sabiam que o Messias haveria de nascer em Belém. Por isso seguiram a estrela, eles foram atraídos por ela,  que os guiou até aquela cidade, onde encontraram o Menino, diante do qual eles renderam homenagens e em sinal de respeito prostraram-se diante dele, num reconhecimento da sua realeza.  Ofereceram-lhe o melhor que havia em seus países: OURO, INCENSO E MIRRA.        

O SIGNIFICADO DESSES PRESENTES É O SEGUINTE:

O OURO representa a realeza de Jesus.

O INCENSO representa a sua divindade, e a

MIRRA significa o sofrimento que o Filho de Deus teria de passar.

A visita dos Magos ao Menino Jesus, foi com toda certeza planejada por Deus para nos mostrar que Jesus não veio ao mundo somente para o povo de Israel, mas sim para toda a humanidade, especialmente os pagãos, aqueles que ainda não experimentaram o amor do Pai por não o conhecer.

Herodes não conseguindo localizar o Menino Rei, mandou matar todos os meninos de dois anos para baixo, em uma fúria insana de quem usa todo o seu poder para impedir que tirem o seu poder, para evitar a sua substituição.

Hoje também, todas as forças que representam o poder do mal, mandaram matar Jesus. Estão apagando a imagem do Filho de Deus assim como os seus ensinamentos das mentes das pessoas, e no seu lugar estão colocando: O  prazer e o consumismo desenfreado. Reparem, que já não se pensa nem se fala mais no Menino Jesus mais sim em papai Noel, compras e presentes. Amigo. Se o seu Natal se resume na festa do Papai Noel, tem algo de errado com a sua fé, com a sua espiritualidade!

Assim como o poderoso Herodes estava  muito preocupado em saber onde iria nascer o futuro Rei dos judeus, aquele que iria tirar o seu poder, tomar o seu lugar, na empresa e na paróquia também pode acontecer coisa semelhante. Quando um novo funcionário talentoso, ou um novo paroquiano com fama de possuir o dom da palavra, está para vir se integrar no nosso  meio, alguns podem ficar com medo de ser substituídos. Com receio de ter o seu brilho apagado, de ficar na sombra do corpo de uma pessoa mais competente, mais dotado de qualidades que ele. E é aí que mora o perigo, ou o pecado. Pois esses Herodes atuais, podem lançar mãos de medidas não muito honestas ou santas para se verem livres daqueles que para eles são novos "impostores", assim como Jesus era considerado por alguns.

E  eis que a luz do Menino Jesus se expande por todo o Universo, apesar de ter nascido em um lugar humilde. Os Magos primeiro procuraram Jesus em Jerusalém porque lá era a sede do rei. Porém, o Menino, estava num simples lugar da periferia de Jerusalém, na pequena Belém da Judéia. E isso aconteceu para mostrar a liberdade de Deus de escolher onde e quando e a quem Ele quer se manifestar, se revelar. Não no meio dos poderosos, mas sim entre os desprezados, os humildes, mostrando assim, a liberdade de Deus, de se revelar onde quer e a quem escolher.

O Filho de Deus nascendo em um lugar humilde, onde nem os Magos imaginavam, acaba atraindo os que viviam longe de Israel.  Rogamos ao Pai que nesta oitava do Natal, o seu poder atraia a todos os que estão afastados do seu caminho, a todos os que estão envolvidos de um modo ou de outro com o poder do mal. Que assim seja.

Bom domingo. Rezemos sem cessar. Esse é o primeiro passo para mudar o mundo.

Feliz Ano Novo!

Abraços, José Salviano.

 

(Vídeo)FESTA DA EPIFANIA-Ano B-MANIFESTAÇÃO DE DEUS-Vera Lúcia

 

Epifania do Senhor-Jorge Lorente

 

Evangelhos Dominicais Comentados

03/janeiro/2021 --  Epifania  do Senhor

Evangelho: (Mt 2, 1-12)

 

Tendo nascido Jesus em Belém da Judéia no tempo do rei Herodes, alguns magos do Oriente chegaram a Jerusalém e perguntaram: “Onde está o rei dos judeus, que acaba de nascer? Vimos sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo”. Ao ouvir isso, o rei Herodes ficou alarmado e com ele toda Jerusalém. Reuniu todos os sumos sacerdotes e os escribas do povo, e começou a perguntar-lhes onde deveria nascer o Cristo. “Em Belém da Judéia – responderam eles – pois assim foi escrito pelo profeta: (...) Herodes chamou, então, secretamente os magos e informou-se com eles cuidadosamente sobre o tempo exato em que a estrela tinha aparecido. Depois, mandou-os a Belém e disse: “Ide e investigai bem sobre o menino e, quando o tiverdes encontrado, comunicai-me, para que eu também possa adorá-lo". Tendo ouvido o rei, eles partiram. E a estrela, que tinham visto no Oriente, ia à frente deles, até parar sobre o lugar onde estava o menino. Quando viram a estrela, encheram-se de grande alegria. Ao entrar na casa, viram o menino com Maria, sua mãe; e, prostrando-se, o adoraram. Abriram seus cofres e lhe ofereceram presentes, ouro, incenso e mirra. Depois, avisados em sonho para não voltarem a Herodes, retornaram para sua terra por outro caminho.

 

COMENTÁRIO

 

Estamos ainda em clima de festa, respirando confraternização, esperando as mudanças e, esperando também, que os tradicionais votos de paz se tornem realidade. Todos nós almejamos mudanças, porém, as propostas não podem ficar somente no desejo, é preciso fazer acontecer.

 

Para o mundo mudar, precisamos mudar com ele. Paz é sinônimo de amor e se traduz em partilha e solidariedade. Ainda bem que essas coisas não dependem de dinheiro, dependem somente do desejo de amar que trazemos no coração.

 

Foi para isso que Jesus veio. Com o coração ardente de amor, Ele veio para promover a união, e quis nascer pobre para mostrar que felicidade não é privilégio dos abastados. Uma Grande Estrela mostrou ao mundo a felicidade daquela família. Era transparente a alegria ao lado da manjedoura naquele humilde curral.

 

Epifania quer dizer manifestação do Senhor. Com o nascimento de Jesus, Deus manifesta o seu desejo a todos os homens. Manifesta seu desejo de ter novamente todos seus filhos ao seu lado, vontade de pôr em prática o seu Plano de Amor e de Salvação.

 

Vemos que os Magos vêm de longe, guiados por um sinal luminoso. Antigamente eram chamados magos os sábios, os conhecedores de medicina, astrologia e outras ciências. Os magos representam os povos de todas as nações, raças e línguas, que se deixam guiar pela mensagem de paz e amor de Jesus.

 

Não eram reis, mas provavelmente eram chefes de tribos. Devido seus conhecimentos científicos, os magos, tornavam-se conselheiros de reis e exerciam muita influência em seus países. O evangelho não menciona quantos eram nem seus nomes, mas a tradição popular supõe que os magos eram três e lhes atribuiu os nomes de Gaspar, Melquior e Baltazar.

 

Os nomes atribuídos aos magos são bastante significativos: Gaspar quer dizer aquele que vai inspecionar, ou seja, aquele que vai verificar e confirmar a vinda do Messias. Melquior quer dizer Meu Rei é Luz, é a grande confirmação da Realeza de Jesus, a Luz do Mundo. E, Baltazar quer dizer; Deus manifesta o Rei.

 

Os magos ofereceram a Jesus presentes típicos de suas regiões; ouro, incenso e mirra. Também os presentes têm um importante significado. Com o ouro reconheciam a realeza do Menino, com o ouro queriam dizer que Jesus é Rei.

 

O incenso é algo que se oferece a Deus nos altares. Com o incenso a humanidade reconhece a divindade de Jesus, significa que Jesus não é somente Rei, mas também Divino.

 

Conforme costume oriental, misturada com outros perfumes, a mirra era usada para perfumar corpos, vestes e casas. A mirra representa o lado humano e o sofrimento do Messias. Significa que o Menino Deus e Homem será levado ao martírio e à morte.

 

O evangelho diz que os magos mudaram o rumo e voltaram para suas terras por outro caminho. Mudar o caminho significa converter-se. Conversão é o apelo forte da celebração da Epifania. Esta é a Boa Nova de hoje: a Paz é possível e está ao nosso alcance. No entanto, é preciso procurá-la. Vai encontrá-la quem mudar seus caminhos e seguir a Verdadeira Luz.

 

jorge.lorente@miliciadaimaculada.org.br – 03/janeiro/2021

 

 

(Vídeo)FESTA DA EPIFANIA-Ano B-MANIFESTAÇÃO DE DEUS-Vera Lúcia

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

O milagre acontece quando temos Fé na ação de Deus-Helena Serpa

 

5 DE JANEIRO 2021

 

TERÇA FEIRA – SEMANA DA EPIFANIA

 

Cor branco

 

1ª. Leitura  - 1 Jo 4,7-10

 

Leitura da Primeira Carta de São João 4,7-10

Caríssimos: 7Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. 8Quem não ama, não chegou a conhecer a Deus, pois Deus é amor. 9Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele. 10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados. Palavra do Senhor.

 

Reflexão – “O Amor de Deus nos motiva a agir com atos concretos de amor”

A certeza de que não fomos nós que escolhemos a Deus para amá-Lo, mas que Ele nos amou primeiro manifestando Seu Amor quando enviou o Seu Filho Jesus como vítima de reparação pelos nossos pecados, deve estar sempre presente na nossa mente. Às vezes, nós queremos cumprir o maior mandamento da Lei de Deus, nos esforçando e tentando fazer isto com o nosso amor humano. No entanto, precisamos nos conscientizar de que na nossa humanidade, nós não possuímos reserva de sentimentos de amor necessária para cumprir com o maior mandamento da Lei de Deus. Por isso, São João nos orienta: “amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus, pois Deus é amor”. Só podemos afirmar que conhecemos a Deus, se amarmos o nosso próximo com o Amor que provém da fonte de amor eterno que existe dentro de nós.   Se nos apossarmos do dom do Espírito Santo e tivermos a certeza de que é Ele quem nos capacita a amar a Deus e aos irmãos, nós poderemos vivenciar o amor mútuo. Deus é Amor e se manifesta em nós por meio do Seu Espírito Santo que nos motiva a agir com atos concretos de amor que gera vida.   Deixemo-nos, então, ser invadidos (as) pelo Espírito Santo, pois Ele age e faz acontecer em nós o cumprimento da Lei. – Você já se deixou invadir pelo Espírito Santo? – Você tem feito algum esforço para tentar amar a Deus e ao próximo? – Você conhece a Deus? –  Você entende o que é amar com o Amor de Deus?

 

Salmo 71 (72), 1-2. 3-4ab. 7-8 (R. Cf. 11)

 

R. Os reis de toda a terra, hão de adorar-vos, ó Senhor!

1Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus, *
vossa justiça ao descendente da realeza!
2Com justiça ele governe o vosso povo, *
com eqüidade ele julgue os vossos pobres.R.

3Das montanhas venha a paz a todo o povo, *
e desça das colinas a justiça!
4aEste Rei defenderá os que são pobres, *
4bos filhos dos humildes salvará, *R.

7Nos seus dias a justiça florirá *
e grande paz, até que a lua perca o brilho!
8De mar a mar estenderá o seu domínio, *
e desde o rio até os confins de toda a terra!R.

 

Reflexão - O salmo continua exaltando a realeza de Jesus que vem com todo o poder para defender os pobres e humildes. A perspectiva da chegada de Jesus com toda a glória enche o nosso coração de esperança. A glória que se manifestou a todas as nações quando Jesus foi visitado pelos reis magos continua ainda hoje se exprimindo no coração de todas as pessoas que O têm como Salvador.

 

Evangelho – Mc 6, 34-44

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos, 6,34-44

Naquele tempo: 34Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. 35Quando estava ficando tarde,
os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: 'Este lugar é deserto e já é tarde. 36Despede o povo, para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar alguma coisa para comer.'
37Mas, Jesus respondeu: 'Dai-lhes vós mesmos de comer.' Os discípulos perguntaram: 'Queres que gastemos duzentos denários
para comprar pão e dar-lhes de comer?' 38Jesus perguntou:
'Quantos pães tendes? Ide ver.' Eles foram e responderam:
'Cinco pães e dois peixes.' 39Então Jesus mandou que todos se sentassem na grama verde, formando grupos. 40E todos se sentaram, formando grupos de cem e de cinquenta pessoas.
41Depois Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção, partiu os pães e ia dando aos discípulos, para que os distribuíssem. Dividiu entre todos também os dois peixes. 42Todos comeram, ficaram satisfeitos,
43e recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e também dos peixes. 44O número dos que comeram os pães era de cinco mil homens. Palavra da Salvação.

 

Reflexão – “o milagre acontece quando temos Fé na ação de Deus”

Jesus olhava a multidão e observava que faltava àquele povo, luz e pão. Ele olhava para cada uma daquelas pessoas de um modo profundo e sabia que a ignorância dos mistérios de Deus também angustiava as suas almas. Então, “Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas”. Em seguida, mesmo que o povo continuasse atento aos Seus ensinamentos, Jesus quis providenciar-lhe o pão material e disse aos Seus discípulos: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. O milagre aconteceu, mas Jesus precisou da ajuda dos Seus discípulos. Com Jesus nós aprendemos a alimentar a multidão ao nosso redor, primeiramente tomando consciência dos dons que possuímos e, depois, a nos organizar, a nos assentar para dialogar, a trocar ideias e partilhar o que temos. Jesus nos instrui a formar grupos, a trocar experiências, a nos ajudar mutuamente e põe como fundamento para tudo isto, a compaixão. Jesus nos ensinou que o milagre acontece quando temos Fé na ação de Deus na nossa vida e colocamos nas Suas mãos tudo o que possuímos para que seja partilhado com paixão. Ele mesmo se oferece na Eucaristia para nos alimentar com o Seu amor e Sua Misericórdia. Ter compaixão, portanto, é agir com amor e com misericórdia. Deus ao nos criar sabia que iríamos precisar uns dos outros e, por isso, nos preparou e nos deu bons sentimentos para que os usássemos em favor dos nossos irmãos. Dentro de nós também há uma fome espiritual de conhecimento de Deus e das coisas que dizem respeito ao nosso relacionamento com o Pai. – Você tem fome de conhecimento de Deus? – Você sabe o que a sua alma deseja? – Você tem consciência dos pães e dos peixes que possui? – Você é uma pessoa que sabe viver em grupo? – Você sabe partilhar o que tem?  - Você sabe dialogar?

 

Luz de Deus para as nações-Helena Serpa

 

 

4 DE JANEIRO DE 2021

SEGUNDA FEIRA – SEMANA DA EPIFANIA

 

Cor branco

 

1ª. Leitura – 1 Jo 3, 22-4,6

 

Leitura da Primeira Carta de São João 3,22 - 4,6

Caríssimos: 22Qualquer coisa que pedimos recebemos dele, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é do seu agrado. 23Este é o seu mandamento: que creiamos no nome do seu Filho, Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, de acordo com o mandamento que ele nos deu.  24Quem guarda os seus mandamentos permanece com Deus e Deus permanece com ele. Que ele permanece, sabemo-lo pelo Espírito que ele nos deu. 4,1, Caríssimos, não acrediteis em qualquer espírito, mas examinai os espíritos para ver se são de Deus, pois muitos falsos profetas vieram ao mundo. 2Este é o critério para saber se uma inspiração vem de Deus: todo espírito que leva a professar que Jesus Cristo veio na carne é de Deus; 3e todo espírito que não professa a fé em Jesus não é de Deus; é o espírito do Anticristo. Ouvistes dizer que o Anticristo virá; pois bem, ele já está no mundo. 4Filhinhos, vós sois de Deus e vós vencestes o Anticristo. Pois convosco está quem é maior do que aquele que está no mundo. 5Os vossos adversários são do mundo; por isso, agem conforme o mundo, e o mundo lhes presta ouvidos. 6Nós somos de Deus. Quem conhece a Deus, escuta-nos; quem não é de Deus não nos escuta. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro. Palavra do Senhor.

 

Reflexão – “o espírito do anticristo e o espírito da verdade”
Em poucas palavras São João nos orienta a discernir se o espírito com que os homens agem é guiado por Deus ou pelo mundo.  “Todo espírito que leva a professar que Jesus Cristo veio na carne é de Deus; e todo espírito que não professa a fé em Jesus, não é de Deus.” Assim, portanto, não podemos nos enganar aderindo às fábulas que os homens apregoam quando temos consciência da verdade de Deus. Precisamos estar atentos, pois, São João nos diz claramente que o espírito do anticristo já está no mundo e pode ser identificado nas pessoas que não professam a fé em Jesus Cristo. Quando proclamamos Jesus como Filho de Deus feito homem nós também assumimos os mandamentos que Ele veio nos ensinar. O Espírito Santo é quem se manifesta em nós e nos faz viver os mandamentos de Deus. A fé em Jesus Cristo e a vivência dos mandamentos de amor ao próximo são o fundamento para que possamos nos considerar filhos de Deus e seguidores de Cristo. Assim sendo, podemos afirmar: “Nós somos de Deus” e, todos os que são de Deus também irão nos escutar. Os nossos adversários são do mundo porque têm a mentalidade obscurecida e agem conforme o mundo, por isso, "o mundo lhes presta ouvidos". Há muitas pessoas, mesmo perto de nós, que não reconhecem a Deus e permanecem no espírito do erro. Elas, segundo São João, estão longe de Deus, no entanto, não podemos desanimar, mas, sim manifestar-lhes o Seu amor a fim de que encontrem também o espírito da verdade. – Qual é o espírito que guia as suas ações? – Você se considera uma pessoa de Deus? – Você proclama Jesus Cristo como Senhor? – Você vive o mandamento do amor? – Você conhece alguém que tem o espírito do anticristo? 

 

Salmo – 2, 7-8. 10-11 (R.8a)

 

R. Eu te darei por tua herança os povos todos.

7O decreto do Senhor promulgarei,
foi assim que me falou o Senhor Deus: *
'Tu és meu Filho, e eu hoje te gerei!
8Podes pedir-me, e em resposta eu te darei
por tua herança os povos todos e as nações, *
e há de ser a terra inteira o teu domínio. R.

10E agora, poderosos, entendei;*
soberanos, aprendei esta lição:
11Com temor servi a Deus, rendei-lhe glória *
e prestai-lhe homenagem com respeito! R.

 

Reflexão - Os que são de Deus têm como herança a vida eterna, pois foram gerados no Seu amor que se manifestou em Jesus Cristo, Salvador. Jesus é o Senhor de todas as nações, pois o próprio Deus entregou a Ele os confins do mundo. Até os reis e juízes da terra estão sob o Seu domínio e dentro dos seus ministérios são chamados a servi-Lo com respeito e tremor. Por isso, o salmista conclama a todos: “exultai em sua presença, prestai-lhe homenagem com tremor” e, “são felizes os que nele confiam!”

 

Evangelho - Mt 4,12-17.23-25

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 4,12-17.23-25

Naquele tempo: 12Ao saber que João tinha sido preso, Jesus voltou para a Galiléia. 13Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum, que fica às margens do mar da Galiléia, 14no território de Zabulon e Neftali, para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 15'Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar, região do outro lado do rio Jordão, Galiléia dos pagãos! 16O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; e para os que viviam na região escura da morte brilhou uma luz.' 17Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo: 'Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo.' 23Jesus andava por toda a Galiléia,
ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino
e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo. 24E sua fama espalhou-se por toda a Síria. Levavam-lhe todos os doentes,
que sofriam diversas enfermidades e tormentos: endemoninhados, epiléticos e paralíticos. E Jesus os curava. 25Numerosas multidões o seguiam, vindas da Galiléia, da Decápole, de Jerusalém, da Judéia, e da região além do Jordão. Palavra da Salvação.

 

Reflexão – “Luz de Deus para as nações”
Cumprindo o que diziam as escrituras, Jesus não se acomodava em nenhum lugar e procurava caminhar de acordo com o que os profetas haviam anunciado. Ele tinha consciência de que o povo vivia nas trevas do pecado e da morte e que a Sua missão era, justamente, a de levar a Luz de Deus para as nações. Assim sendo, Ele não tinha descanso e procurava fazer a vontade do Pai, de instalar o Seu reino aqui na terra. Deste modo, Jesus ensinava e pregava o Evangelho curando e libertando os cativos. Conclamava o povo à conversão, dizendo: “convertei-vos, porque o reino dos céus está próximo”. Disso, podemos entender que o reino dos céus é o próprio Jesus que ainda hoje nos atrai e quer nos tirar das trevas da ignorância. A conversão do nosso coração sugere uma mudança de mentalidade e de comportamento e requer como primeiro passo, a cura da nossa mentalidade mundana. O mundo nos oferece uma vida superficial e passageira, por isso não temos constância nas nossas realizações. Jesus, ao contrário, quer nos dar uma vida duradoura e abundante e nos atrai para que sejamos curados (as) das nossas feridas e das nossas mazelas. A Palavra de Deus é a receita para que sejamos sarados (as) das nossas enfermidades. Firmados (as) nas Escrituras e curados pelo amor nós poderemos também, como Jesus, levar ao mundo a Luz de Deus até os confins da terra. – Você também vive segundo as Escrituras? – O reino de Deus já foi instalado no seu coração? – Você tem muitas feridas? – Jesus está a sua disposição para curá-lo (a) para que você leve a Sua Luz a todas as nações.