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domingo, 2 de setembro de 2018

O ministério de Jesus-Helena Serpa


3 DE SETEMBRO DE 2018

SEGUNDA-FEIRA DA VIGÉSIMA SEGUNDA SEMANA

DO TEMPO COMUM 
Cor verde

1ª. Leitura – I Cor 2, 1-5

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 2,1-5
1Irmãos, quando fui à vossa cidade anunciar-vos o mistério de Deus, não recorri a uma linguagem elevada ou ao prestígio da sabedoria humana. 2Pois, entre vós, não julguei saber coisa alguma, a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado.
3Aliás, eu estive junto de vós, com fraqueza e receio, e muito tremor. 4Também a minha palavra e a minha pregação não tinham nada dos discursos persuasivos da sabedoria, mas eram uma demonstração do poder do Espírito, 5para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus e não na sabedoria dos homens. Palavra do Senhor.

Reflexão – “competência para pregar a Palavra de Deus”
Mais uma vez São Paulo nos ensina que ter fé não é confiar na nossa própria capacidade, nem nos nossos talentos humanos ou mesmo na nossa intelectualidade e cultura. Tem fé, aquele (a) que se dispõe a ser orientado (a) pelo Espírito Santo de Deus que é quem tem poder para fazer em nós muito mais do que queremos e ansiamos. Não precisamos recorrer a uma linguagem elevada nem tampouco ao prestígio da nossa sabedoria humana para que possamos tocar o coração das pessoas quando falamos de Deus. Quanto mais nos sentirmos fracos e impotentes, mais poderemos nos apoderar da força e do poder do alto que não supõe nenhuma sabedoria humana. Pela força do Espírito Santo é que adquirimos a competência para pregar a Palavra de Deus e dar testemunho de que Ela é vida na nossa vida. A Palavra de Deus é o próprio Jesus que nos apresenta o plano do Pai para a nossa felicidade. Ela é, portanto, o Manual de Instrução que o Espírito Santo nos apresenta. Procuremos, pois, crescer na fé entregando-nos à ação poderosa do Espírito de Deus, o qual operará maravilhas na nossa vida e na vida do mundo, por nosso intermédio. – Você se impressiona com as pessoas muito instruídas e falantes das coisas do mundo? – Você acha que elas são mais poderosas do que você que medita com a palavra de Deus todos os dias? – Qual a mensagem que elas lhe transmitem?                              

Salmo - 118,97. 98. 99. 100. 101. 102 (R. 97a)

R. Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei!

97Quanto eu amo, ó Senhor, a vossa lei! *
Permaneço o dia inteiro a meditá-la.R.
98Vossa lei me faz mais sábio que os rivais, *
porque ela me acompanha eternamente.R.

99Fiquei mais sábio do que todos os meus mestres, *
porque medito sem cessar vossa Aliança.R.

100Sou mais prudente que os próprios anciãos, *
porque cumpro, ó Senhor, vossos preceitos.R.

101De todo mau caminho afasto os passos, *
para que eu siga fielmente as vossas ordens.R.

102De vossos julgamentos não me afasto, *
porque vós mesmo me ensinastes vossas leis.R.

Reflexão - O salmista nos faz entender que o seguimento da Lei de Deus é o princípio da nossa sabedoria. Por meio da meditação da sua Palavra nós nos tornamos mais sábios que os “nossos rivais” e  os “nossos mestres”. Assim também o cumprimento da lei de Deus nos torna mais prudentes que os próprios anciãos e, além do mais, nos mantém firmes no bom caminho. Por isso, nos tornamos agradáveis a Deus e aos Seus julgamentos.

Evangelho – Lc 4, 16-30

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 4,16-30
Naquele tempo: 16Veio Jesus à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado,
e levantou-se para fazer a leitura. 17Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: 18'O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres;
enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos 19e para proclamar um ano da graça do Senhor.' 20Depois fechou o livro,
entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. 21Então começou a dizer-lhes: 'Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir.' 22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: 'Não é este o filho de José?' 23Jesus, porém, disse:
'Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum.' 24E acrescentou:
'Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias,
quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia. 27E no tempo do profeta Eliseu,
havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio.' 28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
Palavra da Salvação.

Reflexão – “O ministério de Jesus”
Reportando-se às palavras do profeta Isaias (Is 61, 1-2) Jesus anunciou a todas as nações a missão do Messias, O Ungido do Senhor. Portanto, este trecho nos descreve o ministério de Jesus aqui na terra que se constitui também, hoje, na nossa missão, pelo poder do Espírito Santo: anunciar a boa nova, proclamar a libertação dos cativos, recuperar a vista aos cegos, livrar os oprimidos e proclamar o perdão do Senhor! Todos nós que fomos batizados em Cristo, temos também esta vocação.  Por meio da palavra que anunciamos, pela oração que fazemos ou pelo    testemunho que apresentamos, todos estes prodígios ocorrem àqueles a quem divulgamos o Evangelho. Naquele tempo o povo de Nazaré não acreditou em Jesus porque Ele era de casa, de uma família conhecida de todos, no entanto, mesmo assim, Ele não desistiu da Sua Missão de anunciar o Reino no meio em que vivia.  Por isso, é que Ele nos recorda as figuras de Elias que fez prodígios na vida de uma viúva que não pertencia ao povo de Israel e Naamã, o sírio, que procurou Eliseu longe da sua terra para ser curado da lepra. Nem sempre somos acolhidos e admirados porque seguimos os ensinamentos de Deus.  Para nós também é uma tarefa árdua anunciar Jesus na nossa casa ou evangelizar as pessoas no ambiente onde todos nos conhecem.  Às vezes, não fazemos sucesso onde desejaríamos que isso acontecesse, por isso, o Espírito Santo, que nos conduz, nos arrasta para ajudar a alguém que está longe de nós e a que nem imaginamos, a fim de que, por nosso meio, possa obter cura e libertação.  - A quem você se sente chamado (a) a evangelizar? Para você o que é evangelizar? – O que você tem feito para atrair os seus para uma vida melhor?  – Você tem visto algum progresso na sua família por causa do seu testemunho de vida?  –  Você  continua insistindo?   – Você sente o poder do Espírito Santo quando fala no nome de Jesus Cristo?

XXII DOMINGO DO TEMPO COMUM-Helena Serpa


2 DE SETEMBRO DE 2018

XXII DOMINGO  

DO TEMPO COMUM


1ª. Leitura – Dt. 4, 1-2.6-8

Leitura do Livro do Deuteronômio 4,1-2.6-8
1Moisés falou ao povo, dizendo: 'Agora, Israel, ouve as leis e os decretos que eu vos ensino a cumprir, para que, fazendo-o, vivais
e entreis na posse da terra prometida pelo Senhor Deus de vossos pais. 2Nada acrescenteis, nada tireis, à palavra que vos digo, mas guardai os mandamentos do Senhor vosso Deus que vos prescrevo.
6Vós os guardareis, pois, e os poreis em prática, porque neles está vossa sabedoria e inteligência perante os povos, para que, ouvindo todas estas leis, digam: 'Na verdade, é sábia e inteligente esta grande nação! 7Pois, qual é a grande nação cujos deuses lhe são tão próximos como o Senhor nosso Deus, sempre que o invocamos?
8E que nação haverá tão grande que tenha leis e decretos tão justos, como esta lei que hoje vos ponho diante dos olhos?
Palavra do Senhor.

Reflexão - “nos mandamentos do Senhor estão a nossa sabedoria e inteligência”
O que nos faz parecer sábios e inteligentes aos olhos das nações é a vivência das leis e dos decretos de Deus. Por isso, os mandamentos da Lei de Deus que Moisés entregou ao povo de Israel ainda hoje são para nós sinais que regulam a nossa vida, e nos levam a conquistar a felicidade de uma terra promissora.   Por mais que o mundo subestime a vida espiritual e as orientações de Deus, há sempre alguém a quem o nosso testemunho de fé, de fortaleza, de alegria e de paz chama a atenção.  Porquanto, não podemos acrescentar nem retirar nenhuma palavra dos decretos do Senhor que são justos e bons para nós.   Na medida em que apreendemos e vivenciamos o Evangelho nós podemos dar testemunho ao mundo de uma vida cheia de sabedoria e inteligência e mesmo no meio dos desafios nós estamos confiantes nas promessas de Deus. Podemos fazer esta experiência na nossa vida diária quando cumprimos os ensinamentos de Deus que a Sua Palavra nos propõe. - Você nota a diferença quando uma pessoa vive de acordo com a Lei de Deus? – Você é daquelas pessoas que questiona os mandamentos da Lei de Deus? – Você os conhece? Você os tem vivido?  - Você faz diferença no mundo?

Salmo 14,2-3ab.3cd-4ab.5 (R. 1a)

R. Senhor, quem morará em vossa casa e no vosso monte santo, habitará?

2É aquele que caminha sem pecado*
e pratica a justiça fielmente;
3aque pensa a verdade no seu íntimo *
3be não solta em calúnias sua língua.R.

3cQue em nada prejudica o seu irmão,*
3dnem cobre de insultos seu vizinho;
4aque não dá valor algum ao homem ímpio,*
4bmas honra os que respeitam o Senhor.R.

5não empresta o seu dinheiro com usura,
nem se deixa subornar contra o inocente.*
Jamais vacilará quem vive assim!R.

Reflexão - Viver os mandamentos do Senhor nos leva a habitar na Sua casa e a sentir o Seu grande amor por nós. Nem todos conseguem sentir a presença de Deus no coração, porque o pecado é como uma barreira que impede que isso aconteça. O salmo faz referência a coisas que o homem justo faz ou deixa de fazer e por isso consegue morar na casa de Deus, e desde já desfrutar da Sua companhia.

2ª. Leitura – Tg 1,17-18.21b-22.27

Leitura da Carta de São Tiago 1,17-18.21b-22.27
Irmãos bem-amados: 17Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto; descem do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem sombra de variação. 18De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas. 21bRecebei com humildade a Palavra que em vós foi implantada, e que é capaz de salvar as vossas almas. 22Todavia, sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes,
enganando-vos a vós mesmos. 27Com efeito, a religião pura e sem mancha diante de Deus Pai, é esta: assistir os órfãos e as viúvas em suas tribulações e não se deixar contaminar pelo mundo.
Palavra do Senhor.

Reflexão – “praticantes e não somente ouvintes”
A Palavra de Deus criou o mundo e nos gerou como Suas criaturas e objetos do Seu amor. Por isso São Tiago nos esclarece que a Palavra de Deus é para nós, princípio de vida e de salvação. Foi Ela quem nos formou, portanto, é um dom que recebemos a fim de nos tirar da ignorância e dar sentido à nossa vida.  Ele nos conscientiza dizendo que todo dom que recebemos e toda dádiva perfeita descem do Pai das luzes, no qual não há mudanças nem variação!  Com efeito, se recebermos a Palavra de Deus com humildade e de coração aberto ela estará para sempre enraizada em nós e assim, poderemos vivencia-la em conformidade com a sua vontade soberana. Do contrário, se apenas a escutamos sem o desejo de encarná-La, estaremos nos enganando a nós mesmos e perdendo o nosso precioso tempo.  – Qual a influência que a Palavra de Deus tem tido na sua vida? – Você costuma discernir os seus questionamentos com Ela? 

Evangelho – Mc 7, 1-8.14-15.21-23

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 7,1-8.14-15.21-23
Naquele tempo: 1Os fariseus e alguns mestres da Lei
vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. 2Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras,
isto é, sem as terem lavado. 3Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. 4Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre. 5Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: 'Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?' 6Jesus respondeu: 'Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas,
como está escrito: 'Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 7De nada adianta o culto que me prestam, pois, as doutrinas que ensinam são preceitos humanos'.
8Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens'. 14Em seguida, Jesus chamou a multidão para perto de si
e disse: 'Escutai todos e compreendei: 15o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. 21Pois é de dentro do coração humano que saem as
más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, 22adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. 23Todas estas coisas más saem de dentro, e são elas que tornam impuro o homem'.
Palavra da Salvação.

Reflexão – “o que torna o homem impuro”
Jesus vem nos conscientizar de que é do interior do nosso coração que saem as impurezas, más intenções e toda a maldade exteriorizada por meio das nossas ações. Assim então, Ele nos recomenda para que não nos valorizemos a partir das práticas convencionais e tradicionais nem sejamos enganados (as) pela falsidade das palavras. Todos nós temos a tendência de admirar e nos impressionar com as pessoas que se apresentam irrepreensíveis, no vestir, no falar, no comportar-se, no entanto, conseguem encobrir um espírito de maledicência, de julgamento e de orgulho. O mundo dita regras e etiquetas que desvirtuam completamente os pensamentos de Deus. O preceito de Deus é o Amor e quantas vezes nós esquecemos isso para seguir as regras e as tradições que o mundo conservador nos prega! Isto, antes daquilo; fazer deste jeito e não do outro; apegamo-nos com coisas banais que não se fundamentam no amor de Deus e agimos “bem”, aos olhos do mundo, superficialmente, quando no nosso interior nada está bom, é só fachada. Jesus nos instrui a fazer tudo de coração e espírito contritos, com simplicidade e naturalidade. Até o louvor que sair da nossa boca deverá ser eco do que há dentro do nosso coração.  Do contrário, tudo que os nossos lábios entoarem será vão e desnecessário.  Ao invés de mãos e pés lavadas o nosso Deus prefere um coração limpo. – Você dá valor a formalidades e regras? – O que você fala é o mesmo o que pensa? -  Você dá muita importância à sua aparência e ao que as outras pessoas pensam de você? – Você tem um coração contrito?

A vida é o nosso maior dom!-Helena Serpa


1º DE SETEMBRO DE 2018

SÁBADO DA VIGÉSIMA PRIMEIRA SEMANA

DO TEMPO COMUM  
Cor verde
1ª. Leitura – I Cor 1,26-31

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 1,26-31
26Irmãos, considerai vós mesmos, como fostes chamados por Deus. Pois entre vós não há muitos sábios de sabedoria humana
nem muitos poderosos nem muitos nobres. 27Na verdade,
Deus escolheu o que o mundo considera como estúpido, para assim confundir os sábios; Deus escolheu o que o mundo considera como fraco, para assim confundir o que é forte; 28Deus escolheu o que para o mundo é sem importância e desprezado, o que não tem nenhuma serventia, para assim mostrar a inutilidade do que é considerado importante, 29para que ninguém possa gloriar-se diante dele. 30É graças a ele que vós estais em Cristo Jesus,
o qual se tornou para nós, da parte de Deus: sabedoria, justiça, santificação e libertação, 31para que, como está escrito, 'quem se gloria, glorie-se no Senhor'. Palavra do Senhor.

Reflexão – “a simplicidade e a pureza de coração”
“Deus escolheu o que o mundo considera como estúpido para confundir os sábios”. Estas palavras de São Paulo nos levam a refletir sobre a nossa participação na edificação do reino de Deus e são um incentivo para compreendermos que toda a nossa capacidade nos é dada por Ele. O Senhor nos escolheu, não pela nossa capacidade, mas pela abertura do nosso coração. A nossa “esperteza” humana é um obstáculo para que possamos acolher a graça e a sabedoria de Deus. Quem se considera muito capaz e autossuficiente não tem condições de “entender” os mistérios de Deus e nem tampouco tem necessidade disso, pois, ele próprio se basta, porque confia na sua inteligência privilegiada. Jesus Cristo é para nós a sabedoria, a justiça, a santificação e a libertação de Deus Pai. Não precisamos de mais nada, porque já possuímos tudo: a simplicidade e a pureza de coração. Assim sendo, devemos nos reconhecer fracos e impotentes a fim de confundir os fortes e poderosos do mundo. Damos testemunho da força poderosa de Deus agindo em nós, quando reconhecemos que somos estúpidos, fracos e sem poder nas coisas do mundo, pois, assim, diante de Deus seremos sábios, fortes e cheios de poder, nas horas mais angustiantes pelas quais todos os mortais experimentam. De tal modo, os “sábios do mundo” conhecerão Aquele que nos sustenta e, assim, também se converterão.  – Você se considera uma pessoa inteligente, sábia para as “coisas do mundo”? – Você costuma ouvir comentário das pessoas que zombam de quem se dedica muito às coisas de Deus? – O que você acha delas? – Pense numa coisa que é sabedoria de Deus e inutilidade para o mundo: você a pratica?     
                   
Salmo 32,12-13. 18-19. 20-21 (R. Cf. 12b)

R. Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!

12Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, *
e a nação que escolheu por sua herança!
13Dos altos céus o Senhor olha e observa;*
ele se inclina para olhar todos os homens.R.

18Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem, *
e que confiam esperando em seu amor,
19para da morte libertar as suas vidas *
e alimentá-los quando é tempo de penúria.R.

20No Senhor nós esperamos confiantes, *
porque ele é nosso auxílio e proteção!
21Por isso o nosso coração se alegra nele, *
seu santo nome é nossa única esperança.R.

Reflexão - O povo escolhido para ser herança de Deus é o povo que confia nele e sabe que Ele está atento a todos os seus passos. O salmo nos diz que o Senhor se inclina para olhar todos os homens, mas ele pousa o Seu olhar apenas sobre os que o temem e nele confiam. Pousar o olhar significa dar atenção, amparar, sustentar, proteger. Quando nós percebemos o olhar de Deus sobre nós, sentimo-nos felizes e protegidos (as).

Evangelho – Mt 25, 14-30

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 25,14-30
Naquele tempo, Jesus contou esta parábola a seus discípulos:
14Um homem ia viajar para o estrangeiro. Chamou seus empregados e lhes entregou seus bens. 15A um deu cinco talentos, a outro deu dois e ao terceiro, um; a cada qual de acordo com a sua capacidade. Em seguida viajou.
16O empregado que havia recebido cinco talentos saiu logo,
trabalhou com eles, e lucrou outros cinco. 17Do mesmo modo, o que havia recebido dois lucrou outros dois. 18Mas aquele que havia recebido um só, saiu, cavou um buraco na terra, e escondeu o dinheiro do seu patrão. 19Depois de muito tempo, o patrão voltou e foi acertar contas com os empregados. 20O empregado que havia recebido cinco talentos entregou-lhe mais cinco, dizendo: `Senhor, tu me entregaste cinco talentos. Aqui estão mais cinco que lucrei'. 21O patrão lhe disse: `Muito bem, servo bom e fiel! como foste fiel na administração de tão pouco,
eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!'
22Chegou também o que havia recebido dois talentos, e disse:
`Senhor, tu me entregaste dois talentos. Aqui estão mais dois que lucrei'. 23O patrão lhe disse: `Muito bem, servo bom e fiel! Como foste fiel na administração de tão pouco, eu te confiarei muito mais. Vem participar da minha alegria!' 24Por fim, chegou aquele que havia recebido um talento, e disse: `Senhor, sei que és um homem severo, pois colhes onde não plantaste e ceifas onde não semeaste. 25Por isso fiquei com medo e escondi o teu talento no chão. Aqui tens o que te pertence'. 26O patrão lhe respondeu: `Servo mau e preguiçoso! Tu sabias que eu colho onde não plantei
e que ceifo onde não semeei? 27Então devias ter depositado meu dinheiro no banco, para que, ao voltar, eu recebesse com juros o que me pertence.' 28Em seguida, o patrão ordenou: `Tirai dele o talento e dai-o àquele que tem dez! 29Porque a todo aquele que tem será dado mais, e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem lhe será tirado. 30Quanto a este servo inútil,
jogai-o lá fora, na escuridão. Ali haverá choro e ranger de dentes!'
Palavra da Salvação.

Reflexão – “A vida é o nosso maior dom!”
Jesus nos conta a parábola dos talentos para nos ensinar a bem dimensionar todo dom que recebemos das mãos do Pai. Assim, Ele nos fala dos empregados que receberam do seu patrão, respectivamente, cinco, dois e um talento. Os empregados que receberam mais talentos apresentaram no final maior rendimento, porém, o que só recebeu um talento enterrou-o por medo de não conseguir fazer render o seu dote. Deus nos premiou com talentos e virtudes, porém, fazemos pouco caso disso e não poucas vezes, desprezamos os carismas que temos deixando de lado as nossas aptidões, por preguiça, por desleixo, porque não damos muita importância, ou porque não valorizamos e desconhecemos o nosso potencial.  No mínimo, todos nós recebemos das mãos de Deus o dom da vida!  É o talento mais simples e ao mesmo tempo o talento mais importante. Às vezes, ficamos esperando coisas extraordinárias quando o Senhor só quer que possamos viver a nossa vida com alegria e confiança Nele. O medo nos leva a destruir a nossa capacidade de viver feliz. O querer muito, o achar tudo pouco nos leva a perder o tempo precioso que temos e acabamos por enterrar as pequenas oportunidades que nos são dadas para viver bem. A justiça de Deus consiste em fazer valer o Seu Plano de Amor para a nossa vida. Justo é que todos nós usemos e usufruamos de tudo quanto Deus providenciou para a nossa felicidade. Precisamos ter consciência de que todo dom que recebemos de Deus vem na medida certa, isto é, de acordo com a capacidade que Ele mesmo nos dá, nem mais nem menos do que poderíamos receber. Portanto, cabe a cada um de nós assumirmos os talentos que ganhamos com humildade e perseverança, pois seremos cobrados pelo que recebemos.  Aquele (a) que se acha muito pequeno (a) e, por isso, se encosta e se acomoda não assumindo a capacidade que lhe foi concedida, está cometendo um erro incorrigível. Será tirado dele (a) até o dom para o qual tinha inclinação para fazer prosperar e não o fez, porque não o colocou em prática. Achar-se muito sem capacidade e não confiar na capacidade de Deus é o grande pecado que muitos de nós cometemos, pois se trata de falta de humildade e orgulho.  – O que você tem feito com os seus dons? – Você se acha muito sem expressão, incapaz de realizar alguma coisa? – Não será porque você está confiando somente em você mesmo (a) e esquecendo-se Daquele que lhe deu a vida? – Você não acha que a sua vida já é um dom muito precioso?  - O que você tem feito dela?


2 DE SETEMBRO DE 2018

XXII DOMINGO  

DO TEMPO COMUM


1ª. Leitura – Dt. 4, 1-2.6-8

Leitura do Livro do Deuteronômio 4,1-2.6-8
1Moisés falou ao povo, dizendo: 'Agora, Israel, ouve as leis e os decretos que eu vos ensino a cumprir, para que, fazendo-o, vivais
e entreis na posse da terra prometida pelo Senhor Deus de vossos pais. 2Nada acrescenteis, nada tireis, à palavra que vos digo, mas guardai os mandamentos do Senhor vosso Deus que vos prescrevo.
6Vós os guardareis, pois, e os poreis em prática, porque neles está vossa sabedoria e inteligência perante os povos, para que, ouvindo todas estas leis, digam: 'Na verdade, é sábia e inteligente esta grande nação! 7Pois, qual é a grande nação cujos deuses lhe são tão próximos como o Senhor nosso Deus, sempre que o invocamos?
8E que nação haverá tão grande que tenha leis e decretos tão justos, como esta lei que hoje vos ponho diante dos olhos?
Palavra do Senhor.

Reflexão - “nos mandamentos do Senhor estão a nossa sabedoria e inteligência”
O que nos faz parecer sábios e inteligentes aos olhos das nações é a vivência das leis e dos decretos de Deus. Por isso, os mandamentos da Lei de Deus que Moisés entregou ao povo de Israel ainda hoje são para nós sinais que regulam a nossa vida, e nos levam a conquistar a felicidade de uma terra promissora.   Por mais que o mundo subestime a vida espiritual e as orientações de Deus, há sempre alguém a quem o nosso testemunho de fé, de fortaleza, de alegria e de paz chama a atenção.  Porquanto, não podemos acrescentar nem retirar nenhuma palavra dos decretos do Senhor que são justos e bons para nós.   Na medida em que apreendemos e vivenciamos o Evangelho nós podemos dar testemunho ao mundo de uma vida cheia de sabedoria e inteligência e mesmo no meio dos desafios nós estamos confiantes nas promessas de Deus. Podemos fazer esta experiência na nossa vida diária quando cumprimos os ensinamentos de Deus que a Sua Palavra nos propõe. - Você nota a diferença quando uma pessoa vive de acordo com a Lei de Deus? – Você é daquelas pessoas que questiona os mandamentos da Lei de Deus? – Você os conhece? Você os tem vivido?  - Você faz diferença no mundo?

Salmo 14,2-3ab.3cd-4ab.5 (R. 1a)

R. Senhor, quem morará em vossa casa e no vosso monte santo, habitará?

2É aquele que caminha sem pecado*
e pratica a justiça fielmente;
3aque pensa a verdade no seu íntimo *
3be não solta em calúnias sua língua.R.

3cQue em nada prejudica o seu irmão,*
3dnem cobre de insultos seu vizinho;
4aque não dá valor algum ao homem ímpio,*
4bmas honra os que respeitam o Senhor.R.

5não empresta o seu dinheiro com usura,
nem se deixa subornar contra o inocente.*
Jamais vacilará quem vive assim!R.

Reflexão - Viver os mandamentos do Senhor nos leva a habitar na Sua casa e a sentir o Seu grande amor por nós. Nem todos conseguem sentir a presença de Deus no coração, porque o pecado é como uma barreira que impede que isso aconteça. O salmo faz referência a coisas que o homem justo faz ou deixa de fazer e por isso consegue morar na casa de Deus, e desde já desfrutar da Sua companhia.

2ª. Leitura – Tg 1,17-18.21b-22.27

Leitura da Carta de São Tiago 1,17-18.21b-22.27
Irmãos bem-amados: 17Todo dom precioso e toda dádiva perfeita vêm do alto; descem do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem sombra de variação. 18De livre vontade ele nos gerou, pela Palavra da verdade, a fim de sermos como que as primícias de suas criaturas. 21bRecebei com humildade a Palavra que em vós foi implantada, e que é capaz de salvar as vossas almas. 22Todavia, sede praticantes da Palavra e não meros ouvintes,
enganando-vos a vós mesmos. 27Com efeito, a religião pura e sem mancha diante de Deus Pai, é esta: assistir os órfãos e as viúvas em suas tribulações e não se deixar contaminar pelo mundo.
Palavra do Senhor.

Reflexão – “praticantes e não somente ouvintes”
A Palavra de Deus criou o mundo e nos gerou como Suas criaturas e objetos do Seu amor. Por isso São Tiago nos esclarece que a Palavra de Deus é para nós, princípio de vida e de salvação. Foi Ela quem nos formou, portanto, é um dom que recebemos a fim de nos tirar da ignorância e dar sentido à nossa vida.  Ele nos conscientiza dizendo que todo dom que recebemos e toda dádiva perfeita descem do Pai das luzes, no qual não há mudanças nem variação!  Com efeito, se recebermos a Palavra de Deus com humildade e de coração aberto ela estará para sempre enraizada em nós e assim, poderemos vivencia-la em conformidade com a sua vontade soberana. Do contrário, se apenas a escutamos sem o desejo de encarná-La, estaremos nos enganando a nós mesmos e perdendo o nosso precioso tempo.  – Qual a influência que a Palavra de Deus tem tido na sua vida? – Você costuma discernir os seus questionamentos com Ela? 

Evangelho – Mc 7, 1-8.14-15.21-23

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 7,1-8.14-15.21-23
Naquele tempo: 1Os fariseus e alguns mestres da Lei
vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. 2Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras,
isto é, sem as terem lavado. 3Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. 4Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre. 5Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: 'Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?' 6Jesus respondeu: 'Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas,
como está escrito: 'Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 7De nada adianta o culto que me prestam, pois, as doutrinas que ensinam são preceitos humanos'.
8Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens'. 14Em seguida, Jesus chamou a multidão para perto de si
e disse: 'Escutai todos e compreendei: 15o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. 21Pois é de dentro do coração humano que saem as
más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, 22adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. 23Todas estas coisas más saem de dentro, e são elas que tornam impuro o homem'.
Palavra da Salvação.

Reflexão – “o que torna o homem impuro”
Jesus vem nos conscientizar de que é do interior do nosso coração que saem as impurezas, más intenções e toda a maldade exteriorizada por meio das nossas ações. Assim então, Ele nos recomenda para que não nos valorizemos a partir das práticas convencionais e tradicionais nem sejamos enganados (as) pela falsidade das palavras. Todos nós temos a tendência de admirar e nos impressionar com as pessoas que se apresentam irrepreensíveis, no vestir, no falar, no comportar-se, no entanto, conseguem encobrir um espírito de maledicência, de julgamento e de orgulho. O mundo dita regras e etiquetas que desvirtuam completamente os pensamentos de Deus. O preceito de Deus é o Amor e quantas vezes nós esquecemos isso para seguir as regras e as tradições que o mundo conservador nos prega! Isto, antes daquilo; fazer deste jeito e não do outro; apegamo-nos com coisas banais que não se fundamentam no amor de Deus e agimos “bem”, aos olhos do mundo, superficialmente, quando no nosso interior nada está bom, é só fachada. Jesus nos instrui a fazer tudo de coração e espírito contritos, com simplicidade e naturalidade. Até o louvor que sair da nossa boca deverá ser eco do que há dentro do nosso coração.  Do contrário, tudo que os nossos lábios entoarem será vão e desnecessário.  Ao invés de mãos e pés lavadas o nosso Deus prefere um coração limpo. – Você dá valor a formalidades e regras? – O que você fala é o mesmo o que pensa? -  Você dá muita importância à sua aparência e ao que as outras pessoas pensam de você? – Você tem um coração contrito?

sábado, 1 de setembro de 2018

“ESCUTAI TODOS E COMPREENDEI.” Olivia Coutinho


22º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Dia 02 de Setembro de 2018

Evangelho de Mc 7,1-8.14-15.21-23

Estamos iniciando o Mês da Bíblia, tempo em que a Igreja nos convida a abrirmos  mais vezes,  este livro sagrado, para  que possamos nos aprofundar mais na palavra de Deus, palavra que orienta, que liberta, que aponta caminhos!
Numa comunidade cristã, que alimenta a sua intimidade com a Bíblia, sempre haverá inovações, avanços significativos, tanto na catequese, quanto na liturgia, como também, no cotidiano das pessoas, pois através da leitura profunda da Bíblia, todos vão se inteirando do querer de Deus.
Quem não procura inteirar-se  do querer de Deus, vive na superficialidade, presos nas  tradições, cumprindo preceitos, rituais vazios que não chegam ao coração de  Deus.
 Quantos de nós, perdemos a oportunidade de viver uma intimidade profunda com Deus, por estarmos presos em pormenores, em coisas insignificantes que não nos deixa enxergar o belo da vida!
Temos a tendência de ficar observando o outro, pena, que esta nossa observância, se direciona mais para o ponto fraco das pessoas, o que não nos deixa enxergar, o que há de bom no seu interior! Devido a esse nosso olhar malicioso, vamos perdendo a capacidade de ver além das aparências, de ter uma percepção profunda dos fatos, das pessoas, ainda não aprendemos a ter um olhar de contemplação, um olhar que vai além do que os olhos físicos alcançam, um olhar que nos faz enxergar a pessoa na sua essência!
Enquanto estamos nos ocupando em procurar defeito no outro, deixamos de cuidar do nosso interior, de sermos criteriosos nas nossas escolhas e assim vamos dando espaço para o que não é de Deus, abraçando tudo o  que o mundo nos oferece...
O evangelho que a liturgia  de hoje nos convida a refletir, fala de um questionamento maldoso dos fariseus e mestres da lei, dirigido à Jesus. "Porque os teus discípulos não seguem as tradições dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?."
Fariseus e mestres da Lei, se misturavam à  multidão que cercava Jesus, disfarçados  de ouvintes Dele, com o objetivo de  investiga-lo. Eles queriam saber, qual o tipo de ensinamento  que Jesus estava passando  para os discípulos e se Ele estava incitando o povo, a não observância das Leis. Havia chegado ao conhecimento destas autoridades, que os ensinamentos de Jesus, não enquadravam com os padrões religiosos estabelecidos por eles.
Para os fariseus e mestres da lei, religião, era observar as tradições antigas, cumprir preceitos, normas, rituais, que nada acrescentava ao ser humano, como lavar as mãos antes de comer, tomar banho depois de chegar da rua, a maneira correta  de lavar copos, jarras, vasilhas... Atrás de uma aparente pureza, eles escondiam a dureza dos seus corações, cumpriam rigorosamente as tradições antigas, mas deixavam o principal, eles não viviam o amor e a fidelidade a Deus, não agiam com misericórdia, suas atitudes eram totalmente contrárias à vida.
O texto nos leva a um questionamento a respeito da nossa fé e da nossa vivencia do dia a dia: Estamos sendo coerentes entre o que falamos e o que vivemos?
É importante lembrarmos: Deus não nos olha externamente, para Ele não importa a nossa cor, a nossa posição social, nossa cultura e nem mesmo a nossa religião, para Deus, o importante, é o que cultivamos de bom no nosso interior, ou seja: a pureza do coração, pois é do coração puro que brotam os mais belos gestos de amor!
De nada adianta nossos atos externos se eles não retratam o que somos interiormente. Aos olhos de Deus, a prática exterior, só tem sentido, se for uma expressão do que realmente cremos e vivemos do contrário, são práticas vazias, que nada significam, pois mostram o que na verdade não somos.
O que nos distingue como seguidores de Jesus, não são as nossas muitas palavras bonitas, e sim, a nossa vivencia no amor!
Deixemo-nos impregnar  no amor de Jesus, um amor que liberta, que inclui, que nos torna sinal vivo da sua presença no mundo.

FIQUE NA PAZ DE JESUS! Olivia Coutinho
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