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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe-Igreja Matriz de Dracena

10 de abril - Evangelho - Jo 21,1-14


COMEÇAR DE NOVO
A aparição do Ressuscitado junto ao mar de Tiberíades evoca o primeiro encontro dos discípulos com Jesus, quando foram chamados a deixar tudo para se tornarem pescadores de homens. É como se tudo começasse de novo, e fossem chamados a retomar o caminho de serviço ao Reino, abandonado após a decepção diante da morte de Jesus na cruz.
O Evangelho apresenta-nos a profissão de alguns dos discípulos do Mestre: pescadores. Depois de uma noite de trabalho infrutífero, o Senhor apareceu-lhes para mostrar-lhes como se pesca de maneira proveitosa. E esta pesca foi deveras abundante! Mas a última, naquele lago, dando início aos tempos novos.
Depois de ter ceado com o Ressuscitado, a vida dos discípulos tomaria um rumo diferente. Doravante, deveriam lançar-se à missão de enviados do Senhor, pelos caminhos do mundo. Sua condição de apóstolos estava para se concretizar.
A novidade da experiência consistia em não mais contar com a presença física do Mestre. Ele se faria presente, na condição de Ressuscitado, onde quer que estivessem os seus apóstolos, animando-os na missão.
A rede superlotada de peixes simbolizava a humanidade toda à qual eles deveriam apresentar a proposta do Reino. No mar do mundo, muitos seriam os atraídos pela mensagem de Jesus.
Oração
Espírito de renovação, faze-me, cada dia de minha vida, retomar o serviço ao Reino a que sou chamado.



O Messias sofrerá e ressuscitará dos mortos no terceiro dia-Igreja Matriz de Dracena

09 de abril


A PAZ ESTEJA CONVOSCO
Os encontros do Ressuscitado com os discípulos começavam, muitas vezes, com o augúrio de paz. O desejo de que houvesse paz entre eles não era pura formalidade. Antes, a saudação de Jesus adquiria uma consistência especial.
Para os discípulos, perturbados com a ressurreição, essa paz consistia em estabelecer um relacionamento correto com o Ressuscitado. Tratava-se de superar o medo, a perplexidade, o espanto, a perturbação, a dúvida, a incredulidade, a desconfiança, e acolher, na fé, o Ressuscitado presente no meio deles. Todos estes sentimentos revelam ausência de paz. Eis por que Jesus é apresentado como quem se esforça por fazer a paz acontecer no coração dos discípulos, em forma de abertura para a fé, de capacidade para reconhecê-lo como o Mestre de outrora, de iluminação da inteligência para penetrar o sentido das Escrituras, de superação da dureza de coração.
Portanto, sem a paz, no sentido querido por Jesus, eles não poderiam abrir-se para a novidade da ressurreição. Só na paz, os discípulos estariam em condições de reconhecer Jesus ressuscitado, e experimentar a comunhão com ele. Este era o primeiro passo a ser dado pelo discípulo no processo de concretizar sua fé no Senhor.

Oração
Espírito de paz, coloca, em meu coração, as disposições adequadas para que eu viva a comunhão com o Ressuscitado.

Reconheceram-no ao partir o pão-Igreja Matriz de Dracena

08 de abril

 

A FRUSTRAÇÃO SUPERADA
A crucifixão de Jesus foi um duro golpe para a comunidade cristã. Com ela, vieram abaixo os projetos de libertação, carinhosamente acalentados pelos discípulos. As palavras e as ações do Mestre pareciam dignas de fé. Seu modo de ser tinha algo de especial, bem diferente do que até então se tinha visto. Sua morte na cruz, no entanto, deixou, nos discípulos, o sabor da frustração e da desilusão!
Foi preciso que o Ressuscitado os chamasse à realidade. Eles não estavam dispensados da missão. Por conseguinte, não havia motivo para se dispersarem e voltarem para sua cidade de origem, uma vez que tinham, diante de si, um mundo a ser evangelizado. Era insensato cultivar sentimentos de morte, quando a vida já havia despontado e se fazia presente no Ressuscitado. Por que fixar-se no aspecto negativo da vida, já que a realidade vai muito além?
Os discípulos de Emaús retratam os cristãos desiludidos de todos os tempos, uma vez que não acreditam na possibilidade de se criar um mundo fraterno. São os pessimistas, centrados em si mesmos, incapazes de projetar-se para além dos próprios horizontes. Ou seja, são cristãos nos quais a ressurreição ainda não produziu frutos.
Só a descoberta do Ressuscitado permite ao cristão superar os reveses da vida. Aí então, ele se dará conta de que, apesar da cruz, vale a pena somar esforços para construir o Reino.
Oração
Espírito de otimismo, abre meus olhos para que eu perceba a presença do Ressuscitado junto de mim, e assim, reencontre a razão de viver.


Mulher, por que choras? A quem procuras?-Igreja Matriz de Dracena

07 de abril- Evangelho - Jo 20,11-18

Comentário do Evangelho

O SEPULCRO VAZIO
Os discípulos começaram a se dar conta da ressurreição do Senhor, ao se depararem com o sepulcro vazio. Maria Madalena, alarmada, pensou que o corpo de Jesus tivesse sido retirado, à surdina, e colocado num outro lugar. Pedro, tendo acorrido para se inteirar dos fatos, apenas constatou onde estavam o lençol e os demais panos com que Jesus havia sido envolvido. O discípulo amado, este sim, começou a perceber que algo de muito extraordinário havia acontecido. Por isso, foi capaz de passar da constatação do sepulcro vazio à fé: “Ele viu e acreditou”.
O sepulcro vazio, por si só, não podia servir de prova para a ressurreição do Senhor. Seria sempre possível acusar os cristãos de fraude. Poderiam ter dado sumiço ao cadáver de Jesus, e sair dizendo que ele ressuscitara. Era preciso ir além e descobrir, de fato, onde estava o corpo do Mestre.
O discípulo amado, de imediato, cultivou a esperança de encontrar-se com o Senhor. Sua fé consistiu na certeza de que o Mestre estava vivo, não no sepulcro, porque ali não era o seu lugar. Senhor da vida, não poderia ter sido derrotado pela morte. Filho amado do Pai, as forças do mal não poderiam prevalecer sobre ele. Embora sem ter chegado ao pleno conhecimento do fato, a fé na ressurreição despontava no coração do discípulo amado.
 
Oração

            Espírito de ressurreição, como o discípulo amado, creio que o Crucificado venceu a morte e as forças do mal.


Ele devia ressuscitar dos mortos-Igreja Matriz de Dracena

05 de abril


Comentário do Evangelho

O SEPULCRO VAZIO
Os discípulos começaram a se dar conta da ressurreição do Senhor, ao se depararem com o sepulcro vazio. Maria Madalena, alarmada, pensou que o corpo de Jesus tivesse sido retirado, à surdina, e colocado num outro lugar. Pedro, tendo acorrido para se inteirar dos fatos, apenas constatou onde estavam o lençol e os demais panos com que Jesus havia sido envolvido. O discípulo amado, este sim, começou a perceber que algo de muito extraordinário havia acontecido. Por isso, foi capaz de passar da constatação do sepulcro vazio à fé: “Ele viu e acreditou”.
O sepulcro vazio, por si só, não podia servir de prova para a ressurreição do Senhor. Seria sempre possível acusar os cristãos de fraude. Poderiam ter dado sumiço ao cadáver de Jesus, e sair dizendo que ele ressuscitara. Era preciso ir além e descobrir, de fato, onde estava o corpo do Mestre. 
O discípulo amado, de imediato, cultivou a esperança de encontrar-se com o Senhor. Sua fé consistiu na certeza de que o Mestre estava vivo, não no sepulcro, porque ali não era o seu lugar. Senhor da vida, não poderia ter sido derrotado pela morte. Filho amado do Pai, as forças do mal não poderiam prevalecer sobre ele. Embora sem ter chegado ao pleno conhecimento do fato, a fé na ressurreição despontava no coração do discípulo amado.

Oração
Espírito de ressurreição, como o discípulo amado, creio que o Crucificado venceu a morte e as forças do mal.

À ESPERA DA RESSURREIÇÃO-Igreja Matriz de Dracena

04 de abril

A morte e a sepultura de Jesus impactou profundamente os discípulos. Eles não compreendiam como o Mestre, tão justo e fiel a Deus, tivesse padecido a morte dos malfeitores; como tivesse sido reduzido à mais total impotência e fraqueza, já que se manifestara poderoso em gestos e palavras; como pudesse ter morrido no mais total abandono, tendo sempre vivido em profunda comunhão com Deus e servido incansavelmente ao povo. Quem havia considerado Jesus um Messias político e esperado dele a libertação do jugo romano, passava pela decepção de ver seus planos frustrados. Quem havia nutrido uma grande amizade por ele, chorava a perda do amigo querido, na dor da saudade de não tê-lo mais junto de si.
Num primeiro momento, a comunidade dos discípulos considerou a morte de Jesus num prisma puramente humano, não contando com a intervenção do Pai. Por isso, o dia seguinte à sepultura foi tempo de dor e perplexidade para eles, diante da perda do Mestre.
Porém, a Ressurreição ofereceu uma luz nova para a compreensão da morte de Jesus, e levou a comunidade cristã a transformar em tempo de esperança aquele que medeia a  morte e sepultura do Senhor e sua Ressurreição. O grão de trigo, tendo sido lançado à terra e morrido, estava destinado a produzir frutos de vida para a humanidade.
Oração
Senhor Jesus, abre o meu coração para a esperança, que me leva a superar o desespero e a frustração diante do mistério da cruz.


Jesus de Nazaré, que foi crucificado, ressuscitou -Igreja Matriz de Dracena

4 de Abril de 2015-Evangelho - Mc 16,1-7


São as mulheres, mais espontâneas e desinibidas em demonstrar amor e carinho, as primeiras a testemunhar a ressurreição de Jesus. De início, pensam em embalsamar-lhe o corpo. Mas, enfim, com sensibilidade, percebem que Jesus, que manifestou tanto amor, é divino e eterno. O amor constrói a vida e o sentido da vida é amar. O amor vem de Deus e é eterno, e assim também a vida cheia de amor. Jesus, o nazareno, está vivo. É o mesmo Jesus histórico que, a partir da Galiléia, exerceu seu ministério de testemunhar a presença do Reino de Deus, reino do amor, no mundo. Aos discípulos é anunciado que deverão retomar este ministério, na Galiléia, e o próprio Jesus, agora acima da condição temporal e histórica, estará à frente deles.

-Joga a rede do outro lado-José Salviano

10 de abril- sexta-feira
João 21,1-14

         Estamos em plena celebração dos tempos pascais, o Evangelho nos mostra mais uma prova da ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vamos refletir sobre três pontos:
a-Jesus prova que voltou a vida;
b-A pesca representa a luta pela sobrevivência;
c-E  Jesus os ordena a lançar a rede novamente, do lado direito.
         Jesus antes de subir ao Pai, provou por várias vezes que Ele havia voltado à vida, e vida gloriosa, para nunca mais morrer. E o fez com insistência nas mais variadas situações, nas quais, geralmente as pessoas não percebiam de início que era Ele. Também não percebemos quando Jesus se aproxima de nós. Quando o que estamos enfrentando, vivendo, se trata de uma manifestação da presença de Deus, a qual nos mostra a vontade do pai em nossa vida. Peçamos a Deus por Jesus, que nos mostre a presença do ressuscitado no nosso dia-a-dia. Deus fala sempre conosco pelos acontecimentos, mas nem sempre o vemos, o percebemos. "Aquele que come minha carne e bebe o meu sangue estará em mim e eu estarei nele".  Quando estamos vivendo em estado de graça, é constante a presença de Deus vivo em nossa vida. Só precisamos prestar mais atenção nos acontecimentos. Podemos notar sua força para que evitemos os pecados, a sua constante orientação dos nossos passos, e às vezes em pequenos acontecimentos que parecem não ter a menor importância.  Deus não nos abandona um só minuto.
         Naquele tempo e naquele lugar, a pesca era de grande importância para a sobrevivência daquele povo sofrido pela aridez do clima.
         Em nossos dias, a luta pela sobrevivência se torna cada vez mais difícil por causa de muitas coisas que nos tira o emprego. A informática, a internet, tira o emprego de muita gente. Quase tudo encontramos na Internet.  E isso desemprega muitos profissionais. Por  outro lado, as atipicidades climáticas como o efeito estufa, causada pelos abusos do próprio homem que destrói e maltrata a natureza, está dificultando a sobrevivência do ser humano. Inundações destruidoras, geadas, chuvas em lugares desertos (Atacama), secas em outros lugares onde sempre chovia regularmente...  Tudo isso demonstra a nossa irresponsabilidade, o mau uso da nossa liberdade.
         Só nos resta seguir a orientação do Mestre para insistir no lançamento da rede, porém de outro modo de outro jeito, do lado direito. É o Mestre que nos orienta na caminhada da pesca de almas. Quando não conseguimos  nada na tentativa  de converter o nosso irmão, precisamos mudar de método, esperar o momento psicológico, o momento oportuno para dizer a palavra certa. Porém, não devemos desistir.  Os  pescadores haviam jogado a rede por todos os lados e nada! Porém, quando Jesus os mandou jogar a rede do lado direito, tudo aconteceu, tudo deu certo. Será que o problema era o lado? Não! O problema era que JESUS FAZ A DIFERENÇA. Quando estamos na presença de Jesus, tudo dará certo.  "Sem mim nada podereis fazer!" "...Se tieres fé podereis fazer tudo o que eu faço".
          Fica muito mais fácil converter o irmão quando estamos com Cristo, e Cristo está em nós. É mais fácil confortar o nosso irmão, a nossa irmã em desespero, nos momentos de dor, de crise de fé, quando nós, estamos em Cristo e Cristo em nós. Desse modo conseguimos sem muito esforço, envolver o nosso irmão, com o magnetismo da presença de Jesus na nossa pessoa. Nem é preciso muitas palavras. Só a nossa presença, ou melhor, a presença do ressuscitado, o nosso irmão já SENTE A DIFERENÇA!

Vá e faça o mesmo.   Bom dia, José Salviano.