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domingo, 2 de dezembro de 2012

“SENHOR, EU NÃO SOU DIGNO DE QUE ENTRES EM MINHA CASA”. Olívia Coutinho




 03 de Dezembro de 2012

 
 Evangelho de Mt 8,5-11
 
 
Neste tempo do Advento, somos chamados a intensificar o espírito da alegria de quem espera a vinda do Senhor, realimentando a esperança de milhões de empobrecidos, que mesmo às margem da sociedade,  abrem o coração para acolher  na gratuidade,  a oferta do amor e da alegria D’ Aquele que vem para nos libertar.
Nesta nossa caminhada em preparação para a festa do Santo Natal, vamos a cada dia vivenciando uma experiência nova, fruto de nossas reflexões, intensificadas neste tempo   propício para  renovarmos  as nossas esperanças nos bens eternos!  
Que neste tempo de preparação para o Natal,  o nosso coração seja inundado por um amor que liberta, que nos torna flexíveis, dóceis, a ponto de nos transformar em fonte do amor de Jesus no mundo!
Precisamos a todo instante nos abastecer na fé, pois a fé é o pilar que nos sustenta e nos torna suporte para a vida do outro!
  A presença de Jesus no meio dos homens significa a chegada de um tempo novo, em que se cumprem todas as profecias do Antigo Testamento. Os sinais de libertação  realizados por Jesus, confirmam essas profecias.
   O evangelho que a liturgia de hoje nos apresenta,  mostra-nos um belíssimo testemunho de fé!  Um homem pagão, movido pela confiança na ação libertadora de Jesus, recebe a cura do seu empregado!
O texto nos desperta para três virtudes que devem nortear a nossa vida: FÉ, CARIDADE FRATERNA, E HUMILDADE.  
Um soldado romano, testemunha a sua  fé, ao acreditar na cura do seu empregado, através das palavras de Jesus, dando assim, um  testemunho de caridade fraterna, como também,  de humildade, ao reconhecer indigno de receber Jesus em sua casa. O que vem nos mostrar, que não  é pela religião, que se dá testemunho de fé,  mas sim, pela confiança  no poder de Deus.  
É importante termos em mente,  que a fé, é um dom de Deus, que quando acolhida,  tem uma  força transformadora.
Precisamos realimentar a nossa fé, reaprender  a amar, pois o amor recria  vida, abre caminhos, nos faz enxergar o outro com o olhar de Jesus!
É na prática do amor fraterno, que tornamos ponte para o nosso irmão!
 
  FIQUE NA PAZ DE JESUS! - Olívia

A vossa libertação está próxima. - Padre Antonio Queiroz





A vossa libertação está próxima.
Neste Evangelho, do primeiro domingo do advento, Jesus nos fala mais uma vez do final dos tempos, e usa uma linguagem própria do estilo bíblico que se denomina “apocalíptica”. Nesse gênero literário não se dá valor a cada pormenor, mas à mensagem global. E a mensagem do Evangelho de hoje é de que este mundo não é eterno, ele terá um fim, tal como a humanidade, a quem Deus oferece a salvação por meio de Cristo.
O Evangelho contém uma secção descritiva e outra exortativa. A descritiva tem como centro a frase de Jesus: “A vossa libertação está próxima”. A exortativa chama a nossa atenção para a necessidade da vigilância: “Tomai cuidado para que vossos corações não fiquem insensíveis por causa da gula, da embriaguez e das preocupações da vida, e esse dia não caia de repente sobre vós”.
O homem é um ser que espera. Não podemos viver sem esperança. A humanidade avança graças à esperança. É a esperança que dá força a todos nós nos momentos difíceis.
Muitas pessoas, especialmente políticos, criam falsas esperanças no povo. Mas nenhum sistema político-econômico consegue dar uma explicação satisfatória às grandes inquietações do ser humano, que são a vida, a morte, o sofrimento...
Para nós cristãos, todas as nossas esperanças se convergem na nossa maior esperança que é Jesus Cristo, o qual nos leva para o Reino de Deus, que é uma realidade ao mesmo tempo atual e futura. Cristo é a pedra angular sobre a qual se constrói o edifício da libertação humana. Por isso, “levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima”. O advento de Jesus e da salvação por ele trazida não são somente para o além, mas para este momento que nos calhou viver. Cabe a nós fazer o mesmo que fez o cego de Jericó que, ao ouvir que Jesus estava passando, jogou o manto e foi ao encontro dele. Esta resposta pronta e decidida se concretiza em deixarmos o homem velho e nos revestirmos do novo, que tem Cristo como modelo.
Da esperança nasce o amor, o qual se transforma em justiça, em fraternidade, em perdão, em paz... Aí está presente o Reino de Deus. Mas para isso precisamos estar atentos às três ameaças à esperança, citadas por Jesus: a embriaguês, o dinheiro e o prazer. São apenas três manifestações do extenso campo do mal alojado em nós.
Por outro lado, a esperança é fruto da oração, pela qual abrimos a porta do nosso coração para Deus entrar e agir.
A vigilância do advento é para nós uma fonte de enriquecimento das virtudes, que nos preparam para o Natal.
“Senhor, concedei-nos o ardente desejo de possuir o reino celeste” (Oração da Missa de hoje).
No advento nós celebramos a primeira vinda de Jesus, mas ao mesmo tempo nos lembramos de que ele virá uma segunda vez, não mais na aparente fraqueza, mas como nosso rei e juiz. Que estejamos preparados!
Certa vez, um homem riquíssimo estava morrendo. Seu filho estava ao lado dele, junto à cama. O homem, em seus últimos momentos, falou: “Filho, segure minha mão”. Ele a pegou, enquanto seu pai continuava: “Filho, você está segurando a mão do homem que se tornou o maior dos fracassos dentre todos os homens deste mundo.” Seu filho retrucou: “Pai, por que o senhor fala assim? O senhor é o presidente de uma das maiores empresas, além de dezenas de outras propriedades. O senhor tem milhares de amigos.”
Então ele respondeu: “Eu vivi por um tempo e não para a eternidade. Eu não me preparei para o momento vindouro. Tudo o que eu tenho, eu vou deixar aqui. Tudo é muito escuro e frio.”
Logo depois ele morreu, com um semblante triste. Ele era, de fato, um homem fracassado.
Nós costumamos medir o sucesso de uma pessoa pelos bens que ela possui. Se os tem em abundância, julgamos ser uma pessoa bem sucedida. Se não apresenta nenhum patrimônio. Logo a taxamos de fracassada. Mas o sucesso ou fracasso não está na quantidade de bens que possuímos, mas na nossa preparação para a vida eterna. “O ser humano é como um sopro; seus dias, uma sombra que passa” (Sl 144,4).
Maria santíssima ocupa um lugar de destaque no advento. Ninguém viveu melhor do que ela a espera do redentor, inclusive fisicamente, pois ela o trazia em seu ventre. Sua figura ilumina o advento, transbordando ao mesmo tempo alegria, esperança e vigilância. Que seu exemplo nos ajude neste novo tempo litúrgico.
A vossa libertação está próxima.


: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra” - Maria Regina




Sábado 08.12.12
Lucas 1,26-38


                           As palavras dirigidas a Maria pelo anjo Gabriel são para nós, hoje, um convite a que abramos o coração a fim de acolhermos o mistério da Encarnação de Jesus pelo poder do Espírito Santo. Somos também como Maria escolhidos e eleitos para conceber Jesus no nosso coração e levá-Lo ao mundo e a primeira recomendação que o anjo nos faz é que alegremo-nos, isto é, saiamos da desolação, da murmuração e da desesperança, porque o Senhor também está conosco! Depois, assim como recomendou a Maria, o anjo também nos encoraja: “não tenhas medo, encontraste graça diante de Deus”. Isto significa que somos amados por Deus e que o poder do Seu amor nos cobre e realiza em nós a transformação interior que é o sinal da presença de Jesus em nós.
                        Porém tudo acontece a partir do nosso sim, da nossa adesão. Deus não nos invade e nada faz sem a nossa permissão. O Senhor nos propõe, nos chama e nos atrai, mas é o nosso Sim que o faz realizar a obra. O anjo do Senhor vive batendo à nossa porta com a expectativa do nosso sim que é também uma resposta positiva para fazer em nós maravilhas. A atitude de Maria é para nós um modelo a ser seguido: embora assustada com a manifestação de Deus através do anjo Gabriel , ela soube parar para escutá-lo, soube meditar sobre as palavras dele, soube dialogar para entender melhor a vontade de Deus, soube confiar nas Suas promessas sem questionar e por fim assumiu humildemente a condição de ser Mãe do Salvador da humanidade, sabedora de que o poder vinha do alto e que a ela só competia mesmo dar uma resposta. Que possamos também como Maria, responder ao anjo do Senhor dizendo: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra”. Reflita – Você também tem sido chamado  por Deus para uma missão específica? – Qual é a sua resposta? – Você sabe parar para escutar, meditar, dialogar com Deus, assumindo as Suas promessas e confiando no chamado que Ele lhe faz? – Se você fosse Maria qual teria sido a sua atitude diante do anjo Gabriel?
Amém
Abraço carinhoso
- Maria Regina

: Por isso, Ele também pergunta a cada um de nós: “Vós acreditais que eu posso fazer isso,” que você deseja”? - Maria Regina



Sexta feira 07.12

Mateus:9,27-31


                                   Somos como os cegos que seguiam Jesus! Frequentamos os lugares onde Ele está e vamos com Ele até a sua casa. Clamamos pela sua piedade, suplicamos e imploramos pela Sua assistência e pelo Seu socorro. Porém, muitas vezes não temos certeza do que pedimos e, nem mesmo acreditamos que Ele seja capaz de realizar o milagre que nós buscamos. Os “milagres” que precisam acontecer na nossa vida estão condicionados à convicção que tenhamos de que eles constituem para nós uma necessidade vital.
                                 Quando nos damos conta das nossas carências, da nossa cegueira e da necessidade de “enxergar” as coisas, nós também precisamos ir à procura dAquele que é capaz de realizar em nós muito mais do que nós mesmos esperamos. A partir da nossa fidelidade e da nossa perseverança, da nossa firmeza de propósitos, Deus vai abrindo os nossos olhos e nos conscientizando de que tudo acontece a partir do desejo do nosso coração. Muitas vezes nós perseguimos cura e libertação para nossas “cegueiras emocionais e espirituais” sem ter convicção de que realmente queremos nos desvencilhar dos nossos traumas de estimação. Vivemos fazendo testes nos momentos de oração diante do Santíssimo, no entanto, Jesus conhece de perto as nossas incoerências e a qualidade da nossa fé.
                                 Por isso, Ele também pergunta a cada um de nós: “Vós acreditais que eu posso fazer isso,” que você deseja”? Tudo poderá acontecer de acordo com a nossa fé e da necessidade real das coisas que nós pedimos ao Pai. Reflita – Como está a sua fé em relação às coisas que você tem clamado ao Senhor?- Você sabe do que você está precisando? Isto que você pede lhe é necessário?- Você precisa abrir os olhos para enxergar alguma coisa que não está vendo? – Há sinceridade no seu coração?
Amém
Abraço carinhoso
- Maria Regina

: Deus é a Rocha, Deus é o Amor e quem se ajusta à Sua vontade, terá uma vida firme- Maria Regina.



Quinta feira 06.12

Mateus 7,21.24-27


                    Construir a casa sobre a Rocha é fundamentar a vida na vontade de Deus que se constitui para nós o paraíso aqui na terra. Portanto, a casa é a nossa vida, a Rocha é a Vontade de Deus acontecendo de acordo com a Sua Palavra. Por outro, a areia é a ilusão dos ensinamentos do mundo que nos levam a esquecer de que Deus é o Autor da nossa existência e que somente Ele sabe o que é bom para nós. A casa construída sobre a rocha é a nossa vida quando caminhamos à luz da Palavra de Deus. Do contrário, quando não permanecemos firmes na vivência da Palavra de Jesus e não concretizamos com as nossas ações o que proferimos com os nossos lábios construímos a nossa história sobre falsos fundamentos.                                          Na hora da tempestade, portanto, a nossa vida ruirá e, por isso, experimentaremos o fracasso.
                    Não precisamos imaginar muito, mas até uma simples enfermidade ou um baque financeiro podem nos tirar do sério quando não temos a nossa vida firmada em Deus e nas Suas promessas. Deus é a Rocha, Deus é o Amor e quem se ajusta à Sua vontade, terá uma vida firme, confiante e as tempestades, os terremotos, os ventos não o abalarão. As dificuldades da nossa vida são momentos preciosos para percebermos se estamos firmes sobre a R0CHA. Não nos bastará apenas dizer Senhor, Senhor, mas sim, confiar plenamente no Seu Amor e na Sua real proteção. Reflita – Em que alicerce você está construindo a sua vida? – Quem lhe tem ensinado a viver? – A sua vida já tem sido provada pelas chuvas e ventos fortes? – Você sente firmeza nos seus pés nas horas das dificuldades?- Você acha que a sua vida está firmada sobre a Rocha ou você é um “homem sem juízo”?
Amém
Abraço carinhoso
- Maria Regina

: O pouco que temos, quando colocado nas mãos do Senhor, multiplicar-se-á a ponto de que nós possamos e partilhar - Maria Regina.


Quarta feira 05.12.12


Mateus:15,29-37

                                  Na Sua missão de Pastor, Jesus estava atento a todas às necessidades das multidões que O acompanhavam em busca de curas físicas e de conforto para os seus males. Os coxos, os aleijados, os cegos e mudos, assim como também muitos outros doentes eram curados. Porém, Jesus se compadecia também com eles pela suas carências materiais. Ele sabia que o povo com fome, apesar de ter sido curado dos males físicos e espirituais, se não comesse, desanimaria e por isso, comentou com seus discípulos: “Tenho compaixão da multidão, porque já faz três dias que está comigo e nada tem para comer. Não quero mandá-los embora com fome, para que não desmaiem pelo caminho”.
                                Assim também Jesus tem compaixão de nós e continua cuidadoso diante das nossas dificuldades e carências e providencia para nós também, hoje, o alimento espiritual e material de que precisamos. Quando buscamos a Jesus e procuramos estar sempre perto Dele, podemos ter a certeza de que as coisas materiais de que necessitamos, assim como também o sustento da nossa alma nos será providenciado por Ele. Ele sabe precisamente qual a nossa fome e o que pode saciá-la.
                            Porém, Jesus quer saber de nós o que podemos oferecer também para alimentar àqueles que estão conosco e nos pergunta: “Quantos pães tendes?” Jesus precisa dos Seus discípulos hoje para alimentar as multidões famintas. Ele sabe com o que nós podemos contribuir, conhece a nossa capacidade embora seja ela limitada. Não podemos esconder de Jesus os “sete pães e alguns peixinhos” que nós já temos conosco. Às vezes queremos receber tudo de Deus sem esforço nenhum, mas para que os milagres aconteçam na nossa vida, é necessária a nossa participação e adesão. O pouco que nós temos quando é colocado nas mãos do Senhor, multiplicar-se-á a ponto de que nós possamos nos sentar e partilhar com as pessoas que encontramos e ainda sobrar. Reflita – Por que será que Jesus mandou que a multidão se sentasse? – Como você tem agido na hora da necessidade? – Você costuma sentar-se para dialogar, conversar, entender-se com as pessoas? – Você tem colocado à disposição de Deus os seus sete pães e alguns peixinhos?

Amém
Abraço carinhoso
- Maria Regina

: Só os humildes e pequeninos podem “entender” os mistérios do céu. - Maria Regina



 Terça feira 04.12

Lucas: 10,21-24


                               Jesus refere-se aqui aos olhos que vêem sob a ação do Espírito Santo. Só os pequeninos, isto é, os que abrem o coração e não colocam a razão em primeiro lugar, poderão distinguir os prodígios e milagres que acontecem quando o reino de Deus se lhes manifesta pela ação do Espírito Santo. Jesus louvou o Pai e exultou no Espírito quando os Seus discípulos “enxergaram” as maravilhas que ocorreram quando eles saíram anunciando o reino. “Felizes os olhos que vêem o que vós vedes!” Quando nos dispomos a divulgar o reino dos céus aqui na terra, é sinal de que ele já está acontecendo na nossa vida e na medida em que nós nos abrimos, mais e mais nós vamos experimentando a alegria e a felicidade interior.
                          Assim como exultou no Espírito Santo diante dos Seus discípulos, Jesus também o faz hoje, porque o Pai nos revela as coisas do Seu coração. Só os humildes e pequeninos podem “entender” os mistérios do céu. Jesus é a própria revelação de Deus e todos os que aceitam Jesus e nele crêem, são os pequeninos que vêem, ouvem e sentem a felicidade e a paz do Senhor. O Pai se dá a conhecer através da revelação do Filho e quanto mais nós conhecermos a Jesus, mais nós teremos comunhão com Deus Pai e assim estaremos vivendo a felicidade tão almejada.
                      Somos felizes porque os nossos olhos vêem mais além das aparências e podemos, na reflexão da Palavra de Deus, descobrir os Seus segredos, os Seus planos para nós e para a humanidade, por nosso intermédio. Ver e ouvir o que o Senhor tem para nos revelar: são essas as ações a que somos chamados  no tempo atual da nossa vida. Não percamos tempo: o Senhor tem muito a nos mostrar e também, a nos falar. Reflita – Você é pequenino ou sábio  e inteligente? Você é uma pessoa atenta aos mistérios de Deus?- Você enxerga as maravilhas de Deus na sua vida?– Quando você medita sobre a Palavra de Deus você se limita ao que está escrito, ou você percebe nas entrelinhas uma mensagem para a sua vida?
Amém
Abraço carinhoso
- Maria Regina

: Jesus quer atender ao nosso pedido. Ele tem autoridade para realizar qualquer coisa que estejamos precisando- Maria Regina



Segunda feira 03.12
Mateus 8,5-11

                               A fé em Jesus Cristo e a certeza de que Ele nos salva é quem nos garante a vida eterna. Independentemente de quem somos, do que fazemos ou de onde viemos Jesus nos acolhe e nos salva. O reconhecimento da nossa incapacidade, da nossa limitação e a confiança no poder de Jesus nos tira da paralisia que o sofrimento nos impõe, pela doença, pela morte, ou por qualquer outro motivo. A fé do oficial romano e a sua consciência de ser indigno e pecador chamaram a atenção de Jesus.
                           Mesmo não sendo judeu e não sendo reconhecido àquela época como parte do povo de Deus, o oficial humilhou-se diante de Jesus e expôs, em presença de todos a sua confiança na Sua autoridade de Filho de Deus. “Senhor eu não sou digno , mas dize uma palavra…e tudo acontecerá conforme a Tua vontade!” Isto também, é o que nós, todos os dias da nossa vida, deveríamos fazer diante do Senhor. Reconhecer a nossa indignidade como também a autoridade da Sua Palavra que nos promete perdão, vida e libertação.
                        Jesus se admirou da fé do soldado romano porque ele reconheceu que a Sua autoridade era maior que a dele mesmo. Muitos, porém, se acham muito importantes e não têm necessidade de procurar Jesus, mas, nós estamos no caminho certo. Jesus quer atender ao nosso pedido. Ele tem autoridade para realizar qualquer coisa que estejamos precisando. PORTANTO, HUMILDEMENTE, FAÇAMOS O NOSSO PEDIDO, AGORA! Vindos do oriente ou do ocidente, nós seremos perdoados e acolhidos  por Aquele que veio com a missão de Redentor da humanidade.
                      Jesus quer nos salvar, libertar e curar as nossas paralisias. Reflita – Você se acha digno  de receber o perdão e a salvação de Jesus? – Você confia que mesmo sendo indigno Ele está esperando que você suplique a sua cura e libertação? – De qual paralisia você precisa se libertar, hoje?– Peça a Jesus, pois Ele quer curá-lo!
Amém
Abraço carinhoso
- Maria Regina