13/12/2015 - III Domingo do advento 1ª. leitura – Sofonias 3, 14-18 – “Deus já
está no meio de nós!”
Jesus está chegando para nos
libertar das trevas que por ventura, ainda tentam permanecer dentro de
nós! O espírito que deve nos animar nos
tempos atuais, é o espírito de quem se prepara para uma grande festa. O profeta
nos anima a perceber a presença de Deus que caminha conosco e nos convoca a
cantarmos de alegria e a exultarmos de todo o coração como uma cidade em dia de
festança. Por isso, hoje também todos nós cantamos de alegria como nos dias de
festa e nos rejubilamos em vista do Natal que se aproxima e nos recorda que o
Rei das Nações virá mais uma vez nos oferecer uma vida toda nova. Por isso, é
tempo de espera, tempo de esperança! Esperar o Natal mais uma vez é tomar
consciência de que a libertação do nosso coração está próxima e, mais uma vez,
querer recomeçar. A primeira recomendação que Sofonias nos faz é a de que nos
alegremos e exultemos; depois o profeta nos encoraja a não temermos o mal e a
não nos deixarmos levar pelo desânimo. Em virtude da nossa humanidade
vulnerável à ação do inimigo nós temos a tendência de desanimar e arrefecer o entusiasmo
diante dos contratempos. No entanto, se realmente, tomarmos conta de que Deus
já está no meio de nós e que é um valente guerreiro a nosso favor e um herói
que veio nos salvar, nunca precisaremos ter medo de nada. – Você está com o
espírito alegre no tempo atual? – Como está o seu coração? – O que lhe tem
motivado a louvar o Senhor e a cantar de alegria? - Você tem percebido a
presença de Deus na sua vida, apesar das suas dificuldades? – Alegre-se,
portanto, e espere dias felizes vivendo o momento de agora com esperança!
Salmo
– Isaias 12 – “Exultai, cantando alegres,
habitantes de Sião, porque é grande em vosso meio o Deus santo de Israel!”
O que mais nos motiva a louvar a
Deus e invocar o seu santo nome é o saber que Ele está presente na nossa vida,
que está muito perto de nós e é quem nos dá forças para caminharmos com
esperança. Fará toda a diferença na nossa vida o fato de tomarmos consciência
dessa verdade: “é grande em nosso meio o
nosso Deus santo!” Isso nos oferece motivação para o louvor e para a
alegria, por isso, nunca poderemos ficar tristes nem abatidos (as).
2ª.
Leitura – Filipenses 4, 4-7 – “Alegrai-vos
sempre no Senhor”,
O Senhor está muito próximo de nós
e nos sustenta e esta é a razão maior para que vivamos cheios de alegria e de
júbilo. A proximidade do Natal,
portanto, é para nós motivo de alegria, porque nos recorda que Jesus já veio e
que o Seu reino já está no meio de nós. “Não
vos inquieteis com coisa alguma”, nos diz São Paulo, “mas apresentai as vossas necessidades a Deus”. Nas nossas orações
acompanhadas de ação de graças, todos nós temos a oportunidade de apresentar a
Jesus as nossas necessidades assim como também pedir a Ele a graça de sermos
homens e mulheres cheios de bondade. “Alegrai-vos
sempre no Senhor”, nos recomenda São Paulo. A palavra sempre significa, em todos os momentos da nossa vida e não somente
nas ocasiões de festa e de brincadeira. A alegria no Senhor é algo que sentimos
no coração, independentemente de quando estamos na bonança ou no
sofrimento. A alegria que experimentamos
quando sofremos na certeza de que o Senhor está perto é muito maior do que a
alegria experimentada por nós nos momentos de entusiasmo passageiro. Na hora da
dificuldade do deserto o Senhor nos oferece a água da paz que nos lava e nos
refrigera de toda a secura. A alegria do Senhor gera a bondade e a paz que
precisamos para espalhar o Seu amor no mundo. – Você já experimentou da alegria
do Senhor na hora do sofrimento? – Recorde como foi a sua experiência e você
sentirá fluir novamente em si a mesma alegria. – Faça a experiência de sempre
apresentar ao Senhor as suas necessidades, uma por uma e a colocar
continuamente o seu pensamento em Jesus
Cristo e você perceberá que os seus problemas terão solução.
Evangelho
– Lucas 3, 10-18 – “anúncio da boa-nova”
Na sua pregação João
Batista chamava o povo à conversão dos seus corações a fim de que pudessem assumir a Salvação de Jesus. Por
isso eles lhes propunha: “Quem tiver duas
túnicas dê uma a quem não tem e quem tiver comida faça o mesmo!” “Não cobreis
mais do que foi estabelecido!” “Não tomeis a força dinheiro de ninguém nem
façais falsas acusações; ficai satisfeitos com o vosso salário!” João
Batista lhes acenava com uma transformação de vida interior e consequentemente uma mudança de
atitudes, para que tivessem um encontro com o Salvador. Curiosas em saber o que
lhes aconteceria quando Jesus chegasse e o que elas deveriam fazer, as pessoas
arguiam João Batista. Ele então, lhes falava do poder do Batismo no Espírito
Santo o qual Jesus viria ministrar. Hoje, todos nós que recebemos o Batismo da
água, do fogo e do Espírito, temos em nós a capacidade de transformar o mundo
com as ações propostas por João Batista. Somos chamados também a nos preparar
para esperar o Natal do Senhor dando ao mundo um testemunho de verdadeira
conversão, por isso, as atitudes que aprontam o nosso coração para acolher o
menino Jesus no Natal identificam em nós o processo de conversão. Repartir o
pão e a veste, não julgar, não cobrar, não viver com ambição, mas viver
satisfeito com o que Deus nos concede, são atos concretos de conversão. Do
contrário, o não repartir com os outros o que temos, o cobrar do outro mais do
que precisamos e o tomar à força o dinheiro que não nos convém, é um sinal de
que estamos longe de alcançar o que o Senhor quer para nós. Jesus já veio como
menino para nos ensinar a humildade, e virá outra vez como Rei para recolher o
trigo do nosso celeiro. Portanto, abracemos a Salvação de Jesus e pratiquemos
ações de conversão. – O que você diz das três advertências de João Batista? –
Você tem praticado o que ele recomenda? – Quais outras atitudes que
comprovam o seu processo de conversão?
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